Reflexões sobre lealdade: textos que mostram seu poder
Qualquer que seja, entretanto, o chefe municipal, o elemento primário desse tipo de liderança é o "coronel", comanda discricionariamente um lote considerável de votos de cabresto. A força eleitoral empresta-lhe prestigio político, natural coroamento de sua privilegiada situação económica e social de dono de terras. Dentro da esfera própria de influência, o "coronel" como que resume em sua pessoa, sem substituí-las, importantes instituições sociais. Exerce, por exemplo, uma ampla jurisdição sobre seus dependentes, compondo rixas e desavenças e proferindo, às vezes, verdadeiros arbitramento, que os interessados respeitam. Também se enfeixam em suas mãos, com ou sem caráter oficial, extensas funções policiais, de que freqüentemente se desincumbe com a sua pura ascenden cia social, mas que eventualmente pode tornar efetivas como auxílio de empregados, agregados ou capangas. parte do livro Coronelismo, enxada e Voto do autor Victor Nunes Leal
Eleições para presidente 2022 - 2° turno.
Nada mais fácil, conveniente, lucrativo e eficiente do que implacar uma "suposta" vontade de Jesus Cristo, na mente humana, especialmente, como missão política e que agrega poder e dinheiro. Nada mais fácil manipular as emoções do animal, supostamente, racional.
Como o ser humano é fraco, se permitindo ser tratado como uma marionete intelectual.
Que venha a definição do presidente deste país cujo o povo é tão inocente quanto indecente. Tão desrespeitado, quanto pratica o desrespeito à pátria, quando opta por manter um Rato no poder, seja ele um Rato cujo o roubo já é de conhecimento público ou um Rato que mantém sob sigilo de 100 anos as suas roubalheiras e maracutais. E que não tem o menor pudor em usar o nome Jesus para disfarçar a sua alma demoníaca.
A gente merece o que virá pela frente. Porém, o Brasil não. Essa terra tão bela, tão sagrada, tão fértil, tão rica de recursos naturais. Tão abençoada não merece o estrago que os seus filhos lhe ofertam de volta.
Lula eleito - 2° turno 2022
Nem vou comentar, como eu gostaria, no âmbito da expressão literária, o Fora Bolsonaro que os brasileiros democratas deram, nas urnas, em respeito aos derrotados que acharam que a hipocrisia verde e amarelo deveria continuar. Que deveria prevalecer o cenário mais cruel que este país já viveu, nos últimos tempos. Mais cruel sim, porque não envolve só os cofres públicos, mas, também, vidas já perdidas, na pandemia, e vidas que se perderão, dada a política do armamento da população.
Também, em respeito aos que, levando em conta o direito democrático de todos nós, puderam, livremente, se manifestar em favor de um autocrata. Em favor de um incompetente ditador. De um ser do mal, que a todo tempo debochou, discriminou, ofendeu, manipulou, causou danos ao erário e não trabalhou, mas conseguiu esconder, de alguns iludidos, todo o seu potencial demoníaco, atrás da imagem de Jesus e do conservadorismo oportunista.
Conseguiu manipular o intelecto e as emoções de alguns de nós, fracos e/ou inocentes e/ou egocêntricos.
Bolsonaro é um farsa de primeira grandeza.
Agora é Lula de novo. O presidente dos vermelhos e dos verdes e amarelos, queiramos ou não.
Aconteça o que acontecer, e eu espero que aconteça o melhor para todos nós, os eleitores são os únicos responsáveis.
Não foram os marcianos quem decidiu que o Brasil, tendo a oportunidade de se livrar de 02 Ratos, optou, através do voto, por fazer a manutenção da política do caos, ofertando aos corruptos, que chegaram ao 2° turno, uma nova chance.
VIVA A DEMOCRACIA!
Graças a Deus, estamos livres do Bolsonaro. Contudo, precisamos nos manter atentos, porque Lula, vitória à parte, pelo voto, vai precisar mostrar que, verdadeiramente, mudou e fará diferente.
P.S : uma lição para os patriotas encantados: o jogo só é ganho com o apito final.
Silêncio, pelo Luto, mas com Luta.
Em respeito aos tantos brasileiros que se dizem enlutados, depois do resultado das urnas, neste segundo turno, esta será a minha última publicação sobre as eleições 2022.
Entendam: sobre as eleições 2022, mas não sobre política.
Sou capaz, de verdade, de entender este sentimento de luto. A sensação da perda de tudo aquilo que consideramos nosso - nossa propriedade, nosso direito, nosso poder entre outros tantos "nossos" que instalam em nós a autoridade, no exercício da posse, seja diante da aquisição, de forma materializada de algo, ou seja através do afeto que proporcionou o laço - é dureza de aceitar, e lidar com essa experiência de não ter mais ao nosso alcance e domínio, no formato que demandava o monopólio, o tudo que entendemos que nos pertencia.
Esta sensação, para passar, leva tempo. É fato. Só o Tempo pode acomodar as nossas emoções, na nova realidade.
Entendo que se não somos capazes de dar colo ou o ombro amigo aos que se colocaram na condição de enlutados, o silêncio pode ser um gesto positivo e sensível.
É sério que eu não vou mais me manifestar sobre a resultado destas eleições.
Apesar do Brasil ser de todos, consequentemente ainda há muita vida pulsando nesta terra para ser vivida e explorada, vou ofertar o meu silêncio como contribuição para que aqueles que achavam que tinham, além do poder sobre o verde e o amarelo da nossa bandeira, tambem o poder sobre este território para que possam viver este luto conforme lhe é mais confortável. E torço para que reflitam sobre o direito igualitário de cada um de nós, que não estamos enlutados, sequer chegamos a este estágio, diante do governo que descartamos, dentro das nossas convicções, de votarmos e, frente as quatro linhas da Continuação, vencermos como maioria, numa escolha democrática.
Desejo que todos, unidos, sem exceção, possamos, brevemente, nos reconhecermos brasileiros iguais e na mesma luta, com um único propósito - melhorar a qualidade de vida de todo o cidadão que transita nesta geografia chamada Brasil que é tão imensa, tao diversa e tão desrespeitada, através da política que é usada para atender aos interesses dos que, eleitos, deveriam retribuir a confiança que neles foi depositada, cumprindo as suas promessas de campanha sob uma conduta mínima de decência e moral.
A luta nunca parou, desde a redemocrarização. Nem com o Collor, nem com Itamar, nem com FHC, nem com o Lula, nem com a Dilma, nem com o Temer, nem com o Bolsonaro. E vai continuar com o regresso do Lula. Porque enquanto existir um brasileiro, na condição de povo sofrido humilhado e desvalorizado haverá sempre um motivo para lutarmos por condições melhores para ele. Este que será sempre um irmão de pátria. Não importa o partido que estiver no poder.
O problema do transbordo da autoestima é a escassez do bom senso frente aos excessos na autoexposição
Uma sociedade que depende exclusivamente da política para ter os seus direitos básicos de sobrevivência minimamente respeitados, de forma contínua, bem como da religião para entender que não deve matar, roubar, explorar e nem manipular covardemente o seu próximo é uma sociedade intelectual e emocionalmente incapaz de se estabelecer, no universo do progresso da espécie, moral e humanamente.
Será sempre primitiva de alma e de valores
O capitalismo obrigou os pets a se tornarem um item da lista de necessidades essenciais as quais suprem a demanda de sobrevivência do poder sobre as reais e/ou as induzidas necessidades humanas, dentro de um contexto de aquisições sadias de consumo.
Eles deixaram de ser apenas de estimação
"O ser humano cria sua realidade dando o melhor de si , vendendo sua melhor versão para o universo , e durante o caminho esquece do contrato comercial"
Amigo
Te conhece no app
Um amigo incrivel, que me fez saber que existe amor pra valer
Um amor de amigos, simples e sensível
Tua alegria faz mudar o meu dia
Transforma minhas emoções
Transborda de felicidade
Ajuda nas dificuldades
Afasta depressão
Me faz sentir...simplismente
Sua amiga
Acreditar que existe sim
Amizade verdadeira
Que chega de primeira
Invade o coração...com tanta dedicação
Saudoso e adorável
Conta comigo, pois vou estar aqui pra te escultar e te ajudar.
Então, é Natal
Durante o ano, o que você fez?
Ah, continuou covarde, insensível, desumano(a) e desonesto(a)
Mas quer o perdão outra vez
P.S : reflexão para os que não aprenderam nada, em mais um ano de fim de ano.
Ah, a paciência cósmica tem limite. Vê se cresce, em 2022. Você não tem todo o tempo do mundo, neste Tempo, no planeta terra.
Quando você observa as publicações, os acontecimentos, os noticiários do primeiro tempo da temporada de fim de ano, o Natal, você pensa: 2022, como os anos anteriores, não será um Ano Novo
Contemplar a imensidão do céu, instiga o acreditar de que há algo muito maior escondido entre as estrelas.
Então a alma sente e sabe de alguma forma, que existe um lugar neste espaço infinito, onde o seu retorno é esperado com muita alegria!
"Eu não acreditava em anjos ou em seres divinos, mas como o grande astro sol vc é a coisa mais bela que eu já vi."
Sabe o efeito do sol direto no gelo?
Esse é o efeito na minha paciência com gente testando o meu intelecto.
Sem querer generalizar, mas se as pessoas se dedicassem menos a autopromoção da sua "bondade" "humanidade" e "espiritualidade", especialmente nas redes sociais, teriam mais tempo para praticar, na vida real, o produto do seu marketing pessoal. E não se permitiriam, facilmente, inclusive, serem usadas como instrumento de manipulação intelectual e política. Se portariam, simplesmente, como verdadeiros humanos. Com naturalidade e sem filtro.
Reflexões sobre a sobrecarga psicológica de uma mãe...
“O que vão pensar quando eu contar?
Estou nova, estou velha, estou desempregada, estou sozinha, engravidei porque quis...
Tem que ser normal porque é o “normal” da mulher, se não for, não sou forte...
E se for cesárea? Minha tia vó sempre contou a história de uma amiga que se aleijou depois da gravidez...será que isso pode acontecer? E o desconforto depois? Como vou trabalhar? Quem vai ajudar?
O enxoval? Menino ou menina? Compro azul ou rosa? Ou amarelo pra não parecer que prefiro um ou outro?
A fralda, tá “olho da cara”, faço o chá? Mas vão reclamar que estou pedindo. E se fizer a rifa, fica tão impessoal, parece que só quero dinheiro, é o que vão falar...
O trabalho? Lembro de ouvir um colega dizer que mulher quando engravida, se encanta pela “cria” e esquece o resto...Será que vou perder o prazer com o que eu faço? Será que vão me deixar continuar depois da licença? E a minha carreira que estava indo tão bem... Esquece, é o que vão mandar...
A casa, tem que ter um quarto pro bebê? Vou colocar pra dormir na cama, não, espera, mima a criança, ouvi dizer... E nem posso dar chupeta, criança tem que chorar e tem que se acalmar com a mãe, mas será que isso é certo?
Talvez minha casa não esteja preparada ou talvez, eu também não esteja...Melhor não compartilhar, melhor guardar, melhor me resguardar, melhor só seguir, ninguém vai entender...”
E ainda é só sobre uma mente sobrecarregada...
Rebecca
Um dia, papai do céu
Resolveu mandar um presente
Escolheu a família Leal
Para ser a felizarda
E mandou um anjo reluzente
Anjos não tem sexo
Mas tem bochechas fofinhas
Doçura na sua fala
Espalha carinho e amor
E encanta como Estrelinhas
Então a família Leal
No dia 7 de outubro
Recebeu o mágico presente
Rebecca chegou ao mundo
Fazendo a alegria da gente
A Gracinha é muito apaixonada
Por essa pequenininha
Mas não é só a Gracinha
Que se encanta com a Rebecca
Todos que a conhecem
Não resistem ao brilho dessa Estrelinha
Com amor, da Gracinha para a pequenininha crescente que semeia alegria no coração da gente.
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