Reflexões sobre lealdade: textos que mostram seu poder
Em especial, nos momentos das tragédias, como a que está ocorrendo no Rio Grande do Sul, eu paro e reflito sobre a espécie humana e tento reconsiderar a minha avaliação sobre ela (a espécie na qual estou inclusa), tentando crer que a mesma não é tão hipócrita e com fortes tendências malignas, narcisistas, oportunistas e egocêntricas como se vê explicitamente, no cotidiano e por trás dos filtros, no ambiente virtual, tamanha a mobilização nacional para ajudar a socorrer e minimizar o sofrimento das vítimas.
Aí eu lembro da existência de certos(as) políticos(as), certos(as) influencers digitais, certos(as) supostos(as) Coachs e certos(as) cidadãos(ãs) comuns, ativos nas redes sociais, que sem muito esforço, e às vezes com um enorme prazer satânico, que possuem um poder imensurável de estragar tudo e de reiterar o lado sombrio e covarde do ser humano.
Graças a Deus que há exceções. São nelas que a gente precisa se agarrar, para não se igualar aos demais.
Deus nos salve, dessa gente de "bem".
Não há mal algum em ser de direita, consequentemente conservador de alguns valores os quais pautaram a formação de um indivíduo.
O mal está no terrorismo psicológico praticado e espalhado por toda a sociedade. O mal está nas atitudes inversas ao que é pregado. Está no uso oportunista do sagrado. Está na incoerência entre o que dizem defender e as ações efetivas que ficam abrigadas a sete chaves nos porões da moral daqueles que usam o poder com extrema hipocrisia.
Quanto mais drama, mais reclamação, mais vitimismo e mais oportunismo afetivo mais a vida empurra o ser humano com a barriga ou deixa-o no banco de reserva no jogo onde alcançar a felicidade interior depende do senso de realidade da vida e do mérito pelas ações que demandam qualificar a própria vida
São os oportunistas mercenários, especialmente, do ambiente político e religioso, de todos os tempos, através das fake news, uma prática milenar, que vêm, com um singular êxito progressivo, perpetuando a velha máxima, que sempre combinou muito bem com uma parcela gigantesca da sociedade - ME ENGANA QUE EU GOSTO. Enquanto, enganada, nutri seus algozes desde o seus egos até as suas contas bancárias.
Todos aqueles que são sábios e corajosos estão sempre a um passo de vencer, tendo em vista de que, também sendo silenciosos, apunhalem seus inimigos pelas costas.
A única e verdadeira intenção, que está contida na criação de uma notícia/informação falsa, é aquela que, através da sua propagação, demanda satisfazer aos caprichos do Satanás que habita a alma daquele que tomou a iniciativa de causar danos com a mentira.
Não é fake news, é bíblico, que mentir é uma prática atribuída ao DEMÔNIO e não à Jesus.
Aliados à corrupção, o oportunismo e a incompetência têm se mostrado os grandes e infalíveis gestores do Brasil, salvo as exceções. E, considerando o regime democrático vigente no país, o cidadão, responsável direto ou indireto por este caos, vive de decidir, com ou sem senso de comprometimento com a faxina, que se faz urgente e necessária no poder político desta nação, bem como com a inadiável qualificação do ambiente social, quem melhor atende a sua demanda de conformismo e de esperança tóxica, através do voto e do apoio às mazelas morais dos seus ídolos políticos
Hoje acordei com saudades de mim
Já não me encontro mais.
Não sou mais aquela pessoa sorridente e alegre, tento me encontrar, mas não me acho.
Só Deus pra tirar esse vazio da minha alma.
Para 2024, um dos meus desejos é que o modismo insano no uso da palavra GRATIDÃO seja substituído pela antiga, funcional e sincera palavra OBRIGADO(A) verbalizada em um tempo onde havia mais verdade no agradecimento e ninguém precisava de plateia para reconhecer um bem recebido, fosse ele advindo do universo ou de alguém.
Não sou uma nostálgica, ao ponto de resistir ao novo, mas é frustrante vir tantos movimentos novos, com rótulos místicos, que não passam de uma ilustração da alienação de alguns que acreditam em qualquer coisa, bem como investem as suas carências em tudo que demanda este místico, como forma de se autoafirmarem, serem bem vistos e aceitos no meio que, no fundo, os ignoram como indivíduos importantes, mas, ao mesmo tempo, neste meio, não falta quem os manipulem misticamente para que se sintam dignos de holofotes e reconhecimentos pela busca do progresso da sua alma.
Enquanto administram as vaidades dos seus adeptos, estes manipuladores muitas vezes enriquecem e, galgando até alcançarem o status de figuras poderosas, transitam entre a suposta missão e a notoriedade rentável.
O misticismo tem o seu papel no universo humano? Acredito que sim. E muito pode ajudar o indivíduo a entender o seu próprio universo interior. Porém, lamentavelmente, não falta quem acredite em qualquer coisa, como tábua de salvação, para se sentir evoluído, amparado e consequentemente, acabar por se juntar aos loucos com práticas inúteis. Sim, práticas inúteis.
Dizem que os verdadeiros sábios são loucos. Contudo, em geral, me parecem mais úteis, pois, com o tempo, descobre-se que eles têm uma certa coerência, são dotados de um curioso desprendimento da vaidade, não costumam ser papagaios, mas, sim, desenvolvedores de conceitos que, no mínimo, nos obrigam a refletir, incansavelmente, sobre eles antes de sairmos por aí multiplicando-os como se fossem um produto de uma fábrica, o qual acabou de ser finalizado, através de uma linha de produção, e encontra-se pronto para ser distribuído e consumido incondicionalmente.
Estes sábios, não raro, costumam deixar, para a humanidade, mensagens relevantes nas suas biografias. Eles costumam ser mais essenciais ao planeta do que muitos ditos "sãos" e atuais descobridores da roda que, envoltos no manto da falsa boa intenção, não passam de seres oportunistas e narcisistas tentando esconder os seus interesses enquanto trilham, de maneira oculta, os caminhos que possam lhes promover visibilidade social e conforto material.
O Tempo é contínuo. Não existe o novo. O que existe, frente a nova partícula do Tempo, tempo este que nós mortais ousamos dividir cronologicamente, é a vontade de fazer diferente. E para fazer diferente, não precisamos de um evento atribuído à transição do Tempo. Basta determinação individual.
FELIZ NOVA PARTÍCULA DO TEMPO.
Amores vêm e vão. Pessoas entram e saem das nossas vidas. Quem, com total garantia, sempre permanece, no cenário das relações que podem ser transitórias, é você. É você quem, inevitavelmente, deve seguir em frente, independente de quem ficou ou se foi.
Nem todo mundo merece ou está habilitado para chegar até o final com você. O caminho é seu. O seu caminho é responsabilidade sua. Muitos não são boas companhias e não vale a pena insistir que fiquem. Muitos não passam de encostos ou encostados.
Dia internacional do agradecimento - 11 de janeiro
Para agradecer não precisamos de uma data específica. Todos os dias, ao amanhecer e ao deitarmos as nossas cabeças nos nossos travesseiros, temos motivos para agradecer pelo dia de vida. Agradecer pela saúde, pelo teto, pelo alimento e por tantas outras conquistas e condições que mobilizam os nossos corações a nos sentirmos felizes e reconhecedores de um bem vindo do outro ou do universo divino.
Até nas experiências poucos agradáveis de serem vividas, temos sempre algo de positivo que nos leva ao aprendizado, consequentemente tornam-se também um motivo para agradecermos, mais cedo ou mais tarde.
Mas lembre-se: sermos gratos ao outro não significa nos tornarmos um eterno objeto funcional cuja a finalidade é suprir, incondicionalmente, as demandas e exigências muitas vezes autoritárias e/ou desequilibradas e/ou desproporcionais e que tenham um perfil de frustração no outro quando este, vazio na sua essência, por alguma razão, se sente no direito de cobrar por um bem que em algum momento nos foi ofertado, de forma direta ou indireta.
Retribuir de coração, sim. Se prestar à simples condição de serviçal psiquicoemocional não.
Dizer obrigado(a) por tudo, sem exceção, é muito relativo. Se algo, alguém ou algum evento ao invés de promover aprendizado, só promove dor, tragédia, injustiça, desgraça, por exemplo, não creio que seja passível de um "muito obrigado(a)" dentro de um parâmetro de satisfação e gratidão plenas. Nestes casos, sugiro uma reflexão sobre o tema, bem como sobre as suas consequências, antes de etiquetar o evento como algo que você deva ser grato(a) de olhos fechados.
Já me manifestei, em um outro texto, sobre a "modinha do momento" no uso das palavras "gratidão e gratiluz". Nada contra elas, no sentido literal. Eu mesma uso o termo gratidão, eventualmente. Muito eventualmente mesmo, pois me policio para não parecer que pertenço a algum grupo com práticas alienantes. Contudo, quando ditas com uma conotação claramente robotizada, em um sentido notório de uma doutrinação que leva a verbalização destas palavras de forma repetida a fim de se estabelecer socialmente uma suposta evolução espiritual de quem a expressa soa, para muitos, que não fazem parte de um clã normativo, como uma total perda de identidade e, igualmente, da espontaneidade na manifestação do agradecimento.
Penso que a verdadeira evolução, seja da espécie, seja do espírito, está diretamente ligada à absorção de conceitos, valores, práticas, trocas e objetivos que estejam muito mais voltados para tudo que propaga a sinceridade, que escancara a narureza do sentir sem filtro e sem oportunismo do que para atender uma vaidade individual ou coletiva. Porém, para isso é preciso exterminar a hipocrisia nas relações e o narcisismo contemporâneo. Isto, sim, é o grande desafio a ser enfrentado para que o universo emane gratidão pelo planeta.
Ou você também é grato(a), bem como sente-se confortável diante das farsas que te rodeiam?
.
Os ignorantes e desinformados aplaudem e apoiam qualquer sustentação política que alimente o seu ódio e as suas vísceras. O fígado destes costuma ocupar o lugar da sua massa cinzenta.
Estamos muito longe do equilíbrio e da salutar consciência social
SOS para o planeta, urgente. Pra ontem.
Você está fazendo a sua parte?
SE LIGA: a nossa parte "não é só" criticar os políticos. A nossa parte começa na nossa consciência quanto responsáveis e residentes desta esfera azul.
Somos os inquilinos da terra. O contrato, para esta moradia é a nossa certidão de nascimento. Uma vez aqui, devemos cuidar do ambiente que nos abriga. Não temos a opção de mudar de imóvel. De moradia. Daqui para o túmulo. Porém, prestaremos conta da não manutenção desta residência. E os nossos descendentes pagarão a fatura do estrago que fizermos.
Esquece. Não tente me decifrar.
Não sou bipolar (talvez um pouco, na dose certa e paliativa), apenas tento sobreviver ao caos, nas relações, promovido pelos desumanos trevosos que ocupam todos os segmentos da sociedade. Seja entre os nossos supostos amigos e/ou conhecidos, seja na nossa família, seja no nosso ambiente profissional, seja entre alguns dos amores os quais não deveríamos ter valorizado nem ter entregue o nosso sentimento mais sublime, seja no ambiente insalubre da política do nosso país e do mundo.
Esquece. Não tente me decifrar.
Não sou bipolar (talvez um pouco, na dose certa e paliativa), só não deixo qualquer um entrar no meu univerdo particular sem senha. Sim, sou seletiva. Sou feliz como sou. O que não significa estar , permanentemente, 100% satisfeita diante de todas as minhas experiências. Mas, fato é que, sou feliz como sou. E percebo que, sendo assim, me decepciono menos do que a maioria das pessoas que eu conheço (acho que passo menos ridículo também).
Consigo extrair pessoas da minha vida, com facilidade, quando percebo que, depois de uma vasta convivência, em nada me acresecentam ou simplesmente só sugam a minha energia. E não me sinto culpada por isso, pois sempre tento fazer com que a boa relação prevaleça e dure. Mas quando a outra parte só me enxerga com uma alternativa para benefício próprio, vira logo "era uma vez..."
E Sigo sozinha, sem olhar para trás. Muitas vezes, a relação também segue, mas sem tempero. Só com água e sal mesmo.
Como alguém que gosta de ler e escrever, viro a página como ninguém.
Ah, mas quando eu gosto de alguém, cuja a reciprocidade nos valores essências, para relação crescer e frutificar, torna-se uma marca e eu sinto que realmente vale a pena que este alguém se mantenha na minha vida, sou fechamento e não me privo de dedicar-lhe afeto. E demonstro muito mais nas formas menos convencionais. E dispenso a publicidade e a plateia.
Ao máximo possível, evito atender a demanda espontânea de alguém para que eu pratique a hipocrisia, na nossa relação. Por mais que seja uma necessidade da outra parte, ela que cresça e aprenda a lidar com a minha transparência. Egocentrismo? Eu também não deveria aprender a lidar com a imaturidade dela? Talvez, mas me permito não fazê-lo, quando a hipocrisia é a base, na troca
Procuro ser verdadeira em todas as minhas personagens. Personagens, Graça? Sim, personagens. Ou vocês acham que temos uma permissão incondicional para ousamos ser uma só pessoa, em tempo integral, diante das tantas faces humanas que cruzam os nossos caminhos?
Contudo, não se faz necessária uma inevitável falsidade. Manter a autenticidade em todas as nossas personagens é que é a grande sacada. É incrivelmente honesto e libertador.
Confundo. Desperto curiosidade. Sou invejada. Sou criticada. Sou mal interpretarda (nada disso paga a cerveja que eu adoro tomar, especialmente no verão carioca). Porém, o que eu sou copiada, não é pouca coisa. Mais do que isso, sou alguém tida como uma pessoa importante para estar na vida de muitos outros alguéns, apesar de eu ser indigesta, nas redes sociais e não raro, na vida real. Afinal, todo mundo gosta da verdade, da sinceridade, da transparência e da autenticidade do outro, mas só na teoria. Na prática não segura e corre logo para a terapia.
Não sou do tipo que enfia goela abaixo a minha presença na vida de ninguém. E também não aturo presença indesejada por muito tempo, quiçá nunca. Dou sempre um jeito de evaporar comigo ou com o outro.
Frieza? Não. Amor próprio. Liberdade para ser quem sou e atuar só quem vale realmente a pena.
Tenho consciência dos altos e baixos emocionais caracteriscos da espécie humana. Sei também ser paciente. Só não tenho paciência para mi-mi-mi infinito nem oportunista. Drama tem limite.
Até aqui, ainda não experimentei o que é ser uma pessoa dependente socioemocional. Quando acontecer, eu conto pra vocês. E tentarei fazê-lo em poesia que é pra vocês não esquecerem que eu também tenho um lado fofo de ser (rs).
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