Lâmpada
Se a palavra de Deus é lâmpada para os pés e luz para o caminho, a falta dela é a única calsa pela qual vemos algumas pessoas perdidas em meio a escuridão !!!
Leia a Bíblia ! ouça a palavra de Deus.
Sempre é necessário
Sua palavra é uma lâmpada para os meus pés e uma luz para o meu caminho. - Salmo 119: 105
Pode parecer uma relíquia antiga hoje, mas não há muitos anos, pessoas em todos os tipos de ofícios e vocações descobriram que uma regra de deslizamento era indispensável. Este instrumento engenhoso foi usado para fazer computações matemáticas complexas rapidamente.
O Dr. Burt Nanus lembra que, em seu primeiro dia na faculdade de engenharia, em 1953, um professor aconselhou os ingressantes a comprar a melhor regra de cálculo que poderiam pagar. O professor disse a eles: “Você dependerá de toda a sua vida profissional”. Nanus obedientemente comprou uma régua de cálculo. No entanto, depois que ele se formou e foi para o MIT, ele nunca usou. A calculadora havia tomado o seu lugar.
Coisas que hoje consideramos indispensáveis podem rapidamente se tornar obsoletas. Amanhã eles podem ser descartados como relíquias que não podem fornecer a ajuda de que precisamos. Mas pelo menos uma coisa do passado antigo sempre será necessária e nunca se tornará obsoleta. É a Bíblia, a Santa Palavra de Deus. Não importa quantas mudanças e progressos tecnológicos ocorram, esse Livro continuará sendo o único meio seguro para obter as respostas certas para as questões complicadas de nossa origem, nosso propósito, nosso comportamento e nosso destino final.
Então mantenha uma Bíblia à mão. Você sempre precisará disso.
A Bíblia é uma casa do tesouro,
Onde sempre encontraremos
As coisas de que precisamos dia a dia
Para o coração, a alma e a mente. —Anon.
A Bíblia pode ser antiga, mas suas verdades são sempre novas. Vernon Grounds
Luz para cada passo
Sua Palavra é uma lâmpada para os meus pés e uma luz para o meu caminho. - Salmo 119: 105
Alguém observou: “Aquele que leva uma lanterna em uma estrada escura à noite vê apenas um passo à frente. Quando ele dá esse passo, a lâmpada se move para frente e outro passo fica claro. Ele finalmente chega ao seu destino em segurança sem andar uma vez na escuridão. Todo o caminho está iluminado, mas apenas um passo de cada vez. Este é o método da orientação de Deus ”.
Quando uma pessoa recebe o Senhor Jesus como Salvador, ele conhece seu destino final e está certo de sua chegada segura. Mas a nuvem escura do desconhecido pode velar o caminho do peregrino. Potenciais armadilhas, perigos à espreita e trágicos equívocos muitas vezes perturbavam o viajante exausto e roubavam-lhe a paz e a confiança que o Senhor pretendia que ele desfrutasse.
Mas como o filho de Deus se recusa a se preocupar com o amanhã e confia nEle hoje, ele encontra, à luz da Palavra de Deus, a graça e a orientação para todas as situações da vida. Mesmo quando uma lanterna ilumina cada novo passo em uma estrada escura à noite, a lâmpada das Escrituras ilumina nosso caminho.
Não é necessário ver além do que o Senhor revela. Seguindo sua liderança, sempre há luz suficiente para cada passo do caminho!
Ele não me guia ano após ano,
Nem mesmo dia a dia;
Mas passo a passo meu caminho se desdobra -
Meu Senhor direciona meu caminho. - Riberg
Não precisa temer a escuridão amanhã se você estiver andando na luz de Deus hoje. Richard DeHaan
A vida se acaba assim como um interruptor apaga uma lâmpada. Pena é que poucos querem saber o que vem depois do clique final desta primeira jornada, abrindo espaço para uma terrível surpresa: não terem reconhecido o Filho de Deus como Salvador.
Borboletando...
As mariposas se deslumbram com a luminosidade de qualquer lâmpada. Porém, as multicoloridas borboletas buscam algo mais, buscam a liberdade, o sabor da brisa, a luminosidade radiante do sol, o aromático e natural perfume das flores....
Juares de Marcos Jardim - O Sacy Pererê do Grande ABC paulista.
Feitiços Secos
A tua palavra é uma lâmpada para os meus pés e uma luz para o meu caminho. -
Salmo 119: 105
Escritura de hoje : Salmo 119: 105-112
Podemos nos relacionar com o que o autor do Salmo 119 tinha a dizer sobre a alegria de ler e meditar na Palavra de Deus. Mas a maioria de nós também passou por períodos secos - quando parece que não recebemos muito da Bíblia.
O que podemos fazer sobre esses tempos de inatividade? Precisamos investir em um conjunto de 20 volumes de comentários, nos enterrar sob um monte de livros de teologia ou nos matricular em uma faculdade ou seminário bíblico? Não, isso não é necessário.
Vários anos atrás, ouvi falar de um plano de seis pontos para obter algo de quase qualquer passagem das Escrituras. Pode fazer do seu tempo de leitura da Bíblia uma oportunidade para desfrutar de Deus e de Sua mensagem. Leia uma passagem da Escritura e depois faça a si mesmo estas perguntas:
Do que eu gostei?
Do que eu não gostei?
O que eu não entendi?
O que eu aprendi sobre Deus?
O que devo fazer?
Que frase posso levar comigo hoje?
Este método pode ajudar a renovar seu apreço pela Bíblia. Então você também poderá dizer que a Palavra de Deus é "a alegria do meu coração" ( Salmo 119: 111 ).
Refletir e orar
Dá-me a visão, Senhor, ao
ler a Tua Palavra hoje,
para entender verdadeiramente a
Sua mensagem e o Seu caminho. - Monroe
A Bíblia não é um livro seco, se você conhece o seu autor. Dave Branon
O livre arbítrio é como o interruptor de uma lâmpada, ele dá-te o poder da escolha entre a luz e o escuro.
A sabedoria é uma lâmpada achada no tempo, por um homem perdido e sem conhecimento,e tornou-se o mais sábio e feliz entre os homens.
não pensar
Quem nunca sonhou em encontrar uma lâmpada mágica "a la" Aladin? O gênio, os três desejos e blá-blá-blá.. Pois bem, digo o que faria, mandaria ele dar os outros dois desejos pra quem bem entendesse ou até usasse se quisesse, sempre me perguntei se os gênios das lâmpadas tem poderes para realizar os próprios desejos.. Talvez não, se tivessem provavelmente não morariam numa lâmpada, né? Enfim, com o desejo que me restasse eu pediria simples e absolutamente controle sobre meus pensamentos.. Absurdo? Não, totalmente plausível, juro! Estou totalmente certa das minhas idéias quando afirmo que seria a solução de muita gente poder escolher quando pensar, no que pensar e como pensar! Mas a idéia não é pensar melhor, bem pelo contrário, é pensar menos..
Pensar menos no que teria acontecido se tivesse dito isso e não aquilo, pensar menos em por quê as coisas acontecem assim e não assado, pensar menos em por quê as atitudes certas só ocorrem depois de ter tomado as erradas.
Pensar menos em por quê's, em como's, em motivos, em explicações, em desculpas, culpas, medos..
Pensar menos em se's, em quando's, em amanhã's..
Pensar menos em coisas que lembram tristezas, saudades, vontades que independem de nós para acontecer..
Menos em o que pode acontecer se fizer e se não fizer, qual a reação das palavras e do silêncio..
E então viver mais! Falar mais, sentir mais, se permitir mais.. Permitir que as coisas aconteçam e aceitar a maneira que elas vem, se entregar com a mesma intensidade, sem jamais comparar passado com presente, jamais sonhar demais com o futuro e deixar o hoje em segundo plano. Enquanto eu não encontro minha lâmpada, vou continuar pensando em você .
Imagine só...
Um dia, no meio do nada, encontrar uma lâmpada mágica...
E dessa lâmpada mágica sair um gênio...
E esse gênio conceder-me três pedidos...
Qualquer que fosse...
O que eu pediria?
O que eu deixaria de pedir?
Com o que me contentaria?
E se essa mesma lâmpada mágica...
Com esse mesmo gênio...
Fosse parar em tuas mãos...
E te concedesse três pedidos...
Qualquer que fosse...
O que pediria?
O que deixaria de pedir?
Com o que se contentaria?
Os meus pedidos eu já saberia...
Ter você é o que eu pediria...
Estar tão distante de ti, isso eu não pediria...
E ter você por toda a minha vida, isso sim, me contentaria...
E você o que faria?
Abat-Jour
A lâmpada acesa
(Outrem a acendeu)
Baixa uma beleza
Sobre o chão que é meu.
No quarto deserto
Salvo o meu sonhar,
Faz no chão incerto
Um círculo a ondear.
E entre a sombra e a luz
Que oscila no chão
Meu sonho conduz
Minha inatenção.
Bem sei... Era dia
E longe de aqui...
Quanto me sorria
O que nunca vi!
E no quarto silente
Com a luz a ondear
Deixei vagamente
Até de sonhar...
O sonho
Andando pela rua da cidade, foi quando eu deparei com uma lâmpada, “será mágica”.
Fui logo pensando, olhando para ela achei muito estranho, resolvi da uma estregadinha, que estranho! Estranho ainda foi o que apareceu. Uma nuvem de fumaça, que quando abaixou, apareceu um gênio.
- Ele me disse:
O que deseja, você tem um pedido, veja bem! Só um.
Sem pensar fui logo imaginando você, princesa “, com muito amor, o coração a palpitar, foi logo pedindo o gênio”.
- Gênio, por favor! È com muita saudade eu faço este pedido a você, eu não a conheço, mas o meu coração conhece muito, que até morre por ela.
- Gênio, traga a minha princesa para perto de mim.
- Ele respondeu:
O seu pedido é uma ordem!
Zapet...
Naquele momento, eu já estava beijando, abraçando-a com muito amor e ternura.
Foi uma noite de muito amor e fantasia.
Logo eu acordei e vi que tudo não passava de um sonho.
Hélio Pereira Banhos.
Eu e a Lâmpada)
Do aconchego da luminária,
A solidão me compartilhava.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
Da fresta da janela entreaberta,
Um fio de luz sua face tocava.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
Com sua aparência fria,
Às vezes, parecia que sussurrava.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
Lá fora, ao som da música natalina e dos rojões,
Todos pulavam e comemoravam.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
No vazio do quarto escuro e frio,
Um sentimento de abandono pairava.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
No pensamento, a imagem feminina
Daquela que eu tanto amava.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
Havia sido uma daquelas noites em que
Parece que a gente nem sonhara.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
Eu colhia ânimos para mais um dia de trabalho,
Ela continuava triste e calada.
Eu olhava a lâmpada e a lâmpada me olhava.
Ao sair do quarto escuro, e sem olhar pra trás,
Eu apenas imaginava
Eu olhava a lâmpada! Será que a lâmpada me olhava?
O sol é o pai da vida.
É ele que ilumina e aquece
enquanto brilha nas alturas
como uma lâmpada suspensa
na luminária inatingível do céu.
O sol se sustenta sobre colunas inquebráveis
feitas de argamassa de luz.
Doce inferno de fulgor
onde se encanta cada olhar
a que ele faz jus.
Sol-estrela que nos guia
pela areia que emoldura a praia.
O amanhecer principia na escuridão,
mas o dia só nasce
depois que o grande astro raia.
Explosão no horizonte da manhã;
aurora do meu mundo de sonhos;
Luminescência que se alterna
entre dias e noites dando aos opostos
a chance de não serem tão estranhos.
Sol que reina soberano
no latifúndio azul do céu.
Majestoso orbe luminoso
desenhado na planície do papel.
Chama eterna crepitando
Na lareira da imensidão;
Fogo-fátuo da galáxia,
mar de raios que se revela
em redemoinhos de clarão.
O sol não é apenas uma bola de fogo
incendiando o firmamento...
Ele é uma esfera radiante
que faz a vida recomeçar
a todo instante
e a cada momento.
Luz que provê alimento,
fotossíntese e energia sideral.
Lume acendendo as manhãs
de todos os dias
e fazendo acordar mundo inteiro
com seu facho celestial.
O sol é o pai da vida,
e dele advém a bravura
que nos permite suplantar
o medo da escuridão.
Talvez o sol não seja
o centro do universo,
mas ele é a rima mais perfeita
para os meus versos,
e a minha mais luminosa inspiração.
Sangue, lágrimas e a lâmpada do poste piscando constroem o cenário (A trilha sonora fica por conta de um grito quase sem fim de dor e desespero), quase meia noite, é uma rua totalmente deserta, não se vê nenhuma alma viva, parece que até os grilos abandonaram aquele lugar, nem o vento faz barulho e só uma coisa habita aquele lugar, o silêncio. Foi um dia ótimo, havíamos saído, trocamos declarações, olhares e beijos tão longos quanto o tempo que o universo leva para se tornar infinito, mas agora isso não parece tão especial não é?
Seis de abril de 2005, dia em que o mundo se tornou um enorme deserto pra mim, tempo de sofrimento, pesadelos e pura solidão, em um lugar cheio de pessoas e lágrimas completamente desconhecidas diante da minha dor, diante da minha solidão. Tão rápido quanto um temporal de verão, que não duro tempo o suficiente para esconder o sol e muito menos molhar o rosto de quem foi pego de surpresa pelos pingos de chuva, ou como você dizia: “Lágrimas do céu”. Vivemos e não notamos o quão rápida é a nossa existência nesse planeta cheio de pessoas eternas que nascem e morrem em alguns segundos, comparadas com a idade do universo. Na infância brincamos e nos machucamos e até nos casamos (Como toda criança adora fazer), até estudamos juntos e dividimos nossos enormes problemas de não ter canetinha de certa cor, de quebrar e emprestar um apontador, independente da grandeza ou importância, era nossos problemas. Lembro do seu rosto amassado, encostado no caminhão de mudança que me fazia correr como o Super Homem, ou pelo menos eu achava que estava tão rápido o quanto, até perceber que minha kriptonita era a sua ausência. Nos últimos segundos eu vi você encostando uma folha na janela, escrito: “Eu voltarei”.
Já no ensino médio, em um passeio a uma feira de livros, distraída e sorrindo te vi indescritível, inconfundível, eu te vi. Como quem olha um colar de pérolas que havia sido roubado e penhorado, em uma vitrine de uma loja eu te vi simples e minuciosamente planejado pelo destino eu te encontrei, sem pestanejar eu fui ao seu encontro e você simplesmente não me disse nada, chorou e me abraçou tão forte quanto um urso. A história começou a ser escrita e rabiscada por nós.
Finais de semana, cinema, praça e pipoca meio salgada e meio doce fizeram nossos anos dali pra frente. Uma vida é criada através dos anos que se passa, a perda de uma vida é sentida através das outras que se seguem. Como um relâmpago a quilômetros de onde eu me encontro, caindo em seu declínio único, rápido de mais pra eu tirar uma foto ou mesmo prestar atenção, você passou, sem chance de volta, sem segunda chance e sem replay. Você foi assim rápido demais, como o cair de uma folha seca ou o piscar dos olhos, em um momento que eu não esperava, de um jeito que eu não imaginava, você simplesmente partiu.
Estávamos voltando para casa, depois de caminharmos pelas ruas que costumávamos andar para ir à escola, quando de repente, um vulto, um som, um tiro. Assim rápido como o ponteiro que conta os segundos do relógio, você se foi. Ali deitada nos meus braços, sangrando e de olhos fechados, causando em mim uma dor insuportável, liberando um enorme grito de socorro destruindo o silêncio, eu gritei uma e duas vezes até perceber que ninguém viria, ninguém ouviria. Te pego no colo, corro com você sangrando, vejo um carro e faço sinal. Graças a Deus alguém apareceu. Ainda com você no banco de traz eu choro, deixo minhas lágrimas limparem as marcas de sangue no seu rosto e em pensamento dizendo que te amo, até chegarmos ao hospital, um enfermeiro vem pegá-la e colocá-la em uma maca, enfim não a mais nada que eu possa fazer a não ser esperar.
3 horas depois sai um médico, com um ar triste ele me diz que você não agüentou os ferimentos. Primeiro o silêncio, depois o choro e por último o grito. Não há vida mais aqui, sou agora um vaso vazio, sem planta, sem terra. Ainda hoje me encontro nesse enorme deserto chamado “Terra”.
