Lamento pela Morte de um Ente Querido
Deus tem um EFATÁ pra tua vida no tempo chamado HOJE!
Você sabe o que significa isso?!
Vamos entender isso melhor lá em ( Marcos 7:31-35)
Certa vez estava Jesus na região de Decapolis junto ao mar da Galiléia, e ali algumas pessoas lhe trouxeram um surdo mudo e suplicaram que Jesus o curasse.
Jesus pegou o homem LEVOU-O A PARTE, COLOCOU OS DEDOS nos ouvidos dele, em seguida CUSPIU e TOCOU A LINGUA do homem.
Elevou os olhos aos céus e com um suspiro profundo disse: EFATÁ, que significa ABRA-SE!
E sabe o que aconteceu?! Os ouvidos do homem se ABRIRAM e sua LÍNGUA ficou livre e Ele foi CURADO!!!
O que eu quero trazer à você é que 👉🏼 O nosso Jesus é o mesmo! Nele não há mudança, nem sombra de variação, logo então o mesmo Jesus que operou no passado opera nos dias de hoje!
E sabe o que Ele que nos dizer através dessa palavra?!
Que Ele tem um EFATÁ pra você se você que crêr!
Ééé... aquele homem precisava que lhe fosse ABERTA a porta da CURA FÍSICA
E você? Qual é a porta que precisa que Deus lhe ABRA?!
Diga agora ao seu Pai Celestial, Ele te ouve, Ele te entende, e negará bem algum a um filho seu
Diga a Ele porque Ele tem um EFATÁ pra você!
Basta uma palavra de Deus e as PORTAS SE ESCANCARARÃO pra você!
Deus está pronto a te dizer: EFATÁ, Ele só quer ouvir a tua voz, ouvir o teu clamor, o teu gemido, recolher em seu odre as suas lágrimas porque um coração quebrando e contrito Ele jamais desprezará
By: Ana Nogueira
Não generalize a morte de alguém, se é querido ou não, tanto faz, cada um traça seu caminho, segue destino, escreve sua vida e faz sua morte.
Diáfano Impreciso
Entre o meu ente e o teu ente,
Há uma colisão, um encontro de um só ser.
Acordo de duas almas qualitativamente
Que se encontram por prazer.
Do lado de um fado, há um lado!
Do fado ao lado, outro fado!
Do lado da fronteira, há uma asneira!
Ao lado da asneira, outra fronteira!
Uma reza,
Rotina
E rotineira!
Entre os entes há as mentes.
Há o sentido figurado,
Onde o meu coração,
Foi começado,
E o teu... foi destroçado!
A ambígua maneira de dizer,
Em suma o que acontece:
É que o teu ente quis viver;
O meu ente, ao que lhes parece,
Fez da curva, reta, não quis ser!
Um ente foi para o que veio!
Outro ente veio para o que foi... ser meio!
Ao lado do que padece, há um que se estabelece!
Do lado do um que se estabelece, o outro, de si... se esquece!
É uma escuridão.
Diáfano turvo,
Que enlouquece!
Entre o teu ente e o meu ente,
O que não colide passa ao lado.
Passa sem comum e repete concomitantemente
Que o prazer não foi encontrado!
Dois lados esburacados,
No meio da fronteira.
Dois soldados,
No meio, uma trincheira,
Onde as munições são fados!
O prazer... é a asneira,
E o ente,
Dois corações despedaçados!
O círculo é laranja.
O traço é eufemismo.
O polígono é o que se arranja,
E o dormir,
É o que da vida...
Se esbanja!
Se amor vive além da morte.
Constância eterna hei-de ter;
Se amor dura só na vida,
Hei-de amar-te até morrer.
A morte, ninguém pode experimentá-la em si mesma (pois experimentar é da alçada da vida), só é possível percebê-la nos outros.
A vida perguntou para a morte:
"Por que todo mundo me ama e te odeia?"
A morte respondeu:
"Porque você é uma linda mentira e eu sou uma dolorosa verdade."
Aqueles que amamos jamais nos deixam verdadeiramente, harry. Existem coisas que a morte não pode tocar pintura... e lembrança..... e amor.
- Dumbledore em Harry Potter e a criança amaldiçoada-
Desvelando a Morte: O Caír das Cortinas
A morte há de ser como
O cair das cortinas entre a cria e a criatura,
A parede invisível que nos separa da eternidade,
Podendo assim estar diante do Criador.
O rasgar do tecido fino que separa o agora do infinito,
Revelando a nudez do ser humano,
Deixando para trás todas as bagagens e tesouros
Que acumulamos em vida,
Mas que ali não têm utilidade alguma.
Nesse momento, tarde demais,
Percebe-se o quão fútil pode ser a vida,
E que talvez a morte não seja o problema.
Ela há de ser uma solução,
Uma passagem para o eterno e o desconhecido,
Onde o peso do viver finalmente se dissolve.
E Quando a Morte me Encontrar?
Desejo que a morte me encontre viva.
Porque viver é diferente de apenas existir.
Há tempos me pergunto o que é vida, pois o que tenho não passa de um eco vazio, uma sucessão de dias sem cor, sem pulsação. Se viver for apenas isso — sobreviver sem sentir — talvez o encontro com a morte não seja tão assustador.
Mas se ela demorar, que me encontre desperta, de alma incendiada, com olhos brilhando pelo peso e a beleza dos instantes. Que ela veja em mim alguém que, mesmo entre abismos, soube amar, sonhar e se permitir sentir.
Se a vida quiser me manter aqui, que me devolva o direito de ser plenamente viva.
A morte é simples mudança de veste, somos o que somos. Depois do sepulcro, não encontramos senão o paraíso ou o inferno criados por nós mesmos.
"Eu desaprovo o que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo", era a sua atitude agora.
Nota: Trecho da biografia que a autora escreveu sobre Voltaire, referindo-se à atitude deste, fazendo uma paráfrase de um trecho de "Essay on Tolerance" de Voltaire.
...MaisIndependentemente do que tenhamos feito como preparação para a morte, ela nos encontra despreparados.
Minha avó disse que a morte não existe. Ela acreditava que só morremos quando os outros nos esquecem.
Mestres da Guerra
Vocês que fabricam as grandes armas
Vocês que fabricam os aviões da morte
Vocês que fabricam todas as bombas
Vocês que se escondem atrás de muros
Vocês que se escondem atrás de mesas
Só quero que saibam
Que posso ver através de suas máscaras
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