Lamento pela Morte de um Ente Querido

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BOM DIA!

⁠Nas asas do tempo, chegamos e despertamos em mais uma oportunidade de escrever um lindo capítulo da vida. Que saibamos dar o devido valor!

Inserida por JorgeTolim

⁠A vida é um submarino, e nós somos o capitão do submarino, navegando em águas profundas e misteriosas, mas sempre emergindo para o sucesso.

Inserida por apolenario-portugal

⁠⁠Antes um divórcio genuíno do que um relacionamento duradouro e baseado apenas em aparências.

Inserida por Gedankenreich

⁠Ora, evidentemente que um líder autoritário, que não respeita o próximo e quer a todo custo impor a sua vontade, certamente não reúne as competências necessárias para estar naquele cargo.

Inserida por Gedankenreich

⁠O respeito pelas pessoas é um dever moral fundamental, e geralmente é reconhecido como tal

Inserida por Gedankenreich

⁠É notório que um líder autoritário causa incômodo e amedronta sua equipe, podendo levar até mesmo a um esgotamento profissional conhecido como síndrome de Burnout.

Inserida por Gedankenreich

⁠Certa vez, um professor me disse que o olho que olha também é olhado. Na época, entendi isso de forma literal, mas hoje compreendo a profundidade dessa afirmação, algo que levou décadas para se revelar. Já refletiu que os olhos também são feitos de átomos? Isso nos leva a perceber que há uma subjetividade intrínseca no ato de ver e ser visto. Não é apenas uma questão física, mas também uma interação profunda entre o observador e o observado, sugerindo que a realidade é cocriada na troca de olhares e percepções.

Inserida por evermondo

Na vida, ou você tem paz, ou tem um relacionamento!⁠

Inserida por yuriquedes

⁠A luta consigo,
vencerqualquer forma,
se há valor sem dó,
por si só,
um entrave que transcorre,
parado no melhor,
ou pior que a alma,
consegue transparecer.

Em um processo de gestão, não se deve ter como objetivo final a celebração dos resultados em si, mas sim os processos que conduziram até os resultados.

Inserida por WesleySillva

⁠A luta consigo é vencer
se há valor de qualquer forma
um entrave sem dó, por si só
no melhor ou pior transcorre parada
pois o importante é a alma transparecer

⁠A falta de previsão orçamentária de um Governo não poderá ser fundamento para negligenciar a dignidade da pessoa humana.

Inserida por Gedankenreich

⁠Um líder precisa desenvolver uma visão otimista das coisas e acreditar que o melhor vai acontecer. A partir dessa crença, ele deve construir planos para que essas coisas aconteçam.

Inserida por WesleySillva

⁠Rap, dancei
Faço prosa com as palavras
Nas ideias de um mesmo teclado
Mó elo dos mortais
Com a praia da caverna
Onde viveram ancestrais

⁠Em mim, dois mundos se entrelaçam,
E na incerteza, meus passos traçam,
Um caminho de inquietude e curiosidade,
Pois sou geminiana, repleta de versatilidade

Inserida por Ybeane

⁠Em organizações do "saber",
Um intercâmbio comercial se vê,
Como em artes marciais, começa-se,
Com o cinto branco a aparecer.

Mas logo, sem treino ou suor,
Vai-se à loja, cintos comprar,
Do branco ao negro, sem temor,
Sem a essência de aprender.

Um cinturão negro se ostenta,
Sem ter noção ou saber,
Só valida o ego que alimenta,
O ser sem verdade, só parecer.

Assim, nessa busca incessante,
De subir sem mérito, só poder,
Vê-se com títulos, sem a constante
Compreensão do ser, do viver.

O que deveria ser jornada,
De crescimento e de aprender,
Torna-se vaidade disfarçada,
Para ostentar sem merecer.

⁠Num espaço dedicado ao cultivo do corpo e do espírito, surge um homem cuja alma anseia desvendar os mistérios do Karaté. Vestindo o cinto branco, emblema de pureza e iniciação, ele comparece aos treinos, embora o seu esforço seja tão efémero quanto a brisa fugaz.

Encantado não tanto pelo rigor do treino, mas pela camaradagem e pelas conversas pós-luta, regadas a cerveja, ele busca mais do que a maestria técnica: procura a camaradagem que tanto anseia, numa jornada onde o esforço parece ser um mero detalhe.

Entretanto, à medida que o tempo avança, ele percebe que o reconhecimento do mestre não lhe é concedido, não obstante a sua presença constante. Tal constatação desperta nele uma chama de insatisfação, alimentando a decisão de se desviar do caminho estabelecido.

Assim, unindo-se a outros de espírito semelhante, ele empreende a criação de um novo dojo, onde as promessas de ascensão rápida e a promiscuidade social são as novas moedas de troca. Adquirindo o cinto negro não pela via da dedicação, mas pelo poder monetário, ele ergue-se como o grande Sifu, iludindo-se com a miragem da autoridade.

Neste ambiente que ele próprio forjou, rodeado por almas cúmplices na sua ilusão, o fracasso torna-se motivo de celebração, enquanto a excelência real é eclipsada pela máscara do sucesso fabricado. Na encenação do poder e prestígio, refugiam-se, ávidos por uma validação que não encontram nas suas vidas para lá das paredes do dojo.

Os verdadeiros buscadores da arte, ao vislumbrarem a futilidade deste teatro de vaidades, logo se retiram, deixando para trás aqueles que preferem o simulacro do conhecimento à árdua jornada da aprendizagem genuína. E assim, o dojo prospera, não pela luz da verdade, mas pela sombra da ilusão, onde o ser e o parecer se entrelaçam numa dança sedutora.

⁠Há sinapses mais perigosas do que o encontro de fios desencapados; mas, em alguns casos, um curto circuito deve ser provocado.

Inserida por ninhozargolin

⁠Feijões ou Problemas?
Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava
encontrar um sucessor. Entre seus discípulos, dois já haviam dado
mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia ser
escolhido. Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para
colocar a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns
grãos de feijão, que deveriam colocar dentro dos sapatos para, em
seguida, empreender a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova. Nos primeiros quilômetros,
um dos discípulos começou a mancar. No meio da subida, parou e
tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando
imensa dor. Ele ficou para trás, observando seu oponente sumir de
vista.
Prova encerrada, todos voltaram ao pé da montanha para ouvir do
monge o óbvio anúncio. Após o festejo, o derrotado aproxima-se de
seu oponente e pergunta como ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos. Ele respondeu:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei.
Carregando feijões ou problemas, sempre há um jeito mais
fácil de levar a vida. Problemas são inevitáveis, mas a duração do sofrimento quem determina é você.

"Foco no progresso, estique mais a corda..."

Inserida por vpterapeuta

Nunca troque um amor verdadeiro por alguém que só quer o seu corpo por alguns minutos.

Inserida por ranysrc11