Lamento pela Morte de um Ente Querido

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O caso Banco Master revelou-se uma fossa séptica sem fundo; um verdadeiro abrigo de baratas, lacraias, ratazanas e todo tipo de parasitas.


Tentaram encobrir.
Tentaram conter o vazamento.


Mas o volume das irregularidades alcançou uma proporção impossível de ocultar.


E quando a podridão vem à superfície, já não há cortina ou parede capaz de esconder o fedor.


Os envolvidos podem até tentar escapar pelos labirintos do poder, mas a cada nova revelação, as estruturas subterrâneas que sustentam certos pactos de poder em Brasília parecem estremecer.


E o mau cheiro já impregnou ternos,
gravatas e togas.


Parlamento, tribunais e igrejas evangélicas não estão imunes ao esgoto quando interesses, dinheiro e poder se misturam.


A fossa transbordou.


Agora, resta acompanhar o que ainda virá à superfície.


Porque, quando se mexe na fossa
raramente aparece apenas uma barata.


Os próximos capítulos podem revelar novos personagens, novas conexões e outros escândalos.


E Brasília talvez ainda descubra que há fossas que, de tão profundas, parecem não ter fundo, apenas mais sujeira esperando pela luz e pela limpeza.


Que se faça LUZ.
Que se faça FAXINA!!!
✍@MiriamDaCosta

O que definem como "Crise do STF" nada mais é que a continuação de um projeto da oposição, sobretudo da ala miliciana/evangélica/bolsonarista, para desestabilizar a atuação e a imagem da instituição e do governo de esquerda.


Além de, é óbvio, facilitar interferências nas várias investigações e processos em andamento e prejudicar a campanha eleitoral da esquerda e reeleição do Lula.


✍️©️ @MiriamDaCosta

⁠De que outra forma nasce um Eu que preste, senão assim: retalhado, com retalhos oriundos de prazer e de dor?

Antes de cuidar do Corpo, cuide da sua Mente, de que vale um belo Corpo, com uma Mente poluída de ideias e preconceitos ruins.

“Você pode estender a mão, oferecer um conselho e mostrar um caminho, mas não pode caminhar por alguém que decidiu seguir outra direção.”

hoje terminei com meu namorado só por que eu estava conversando com um amigo?

A Ignorância é um mal que deturpa o coração do Homem a cada dia.

A imaturidade é um prejuízo emocional para o outro. Nem sempre estamos dispostos a ignorar o fato de sermos trocados e humilhados, só porque a pessoa não aceita quem você realmente é.

Esses dias, eu fui ao trapiche da beira-mar despachar um adoçamento que fiz para você e, assim que vi o papel desaparecer e afundar no mar, senti paz. Foi como se, simbolicamente, tivesse jogado suas cinzas ao mar. Não entenda mal, eu não quero que você morra, mas, simbolicamente, estou te matando no meu coração. Eu enterro vivo esse amor, tranco-o numa caixa escura e o deixo morrer de fome, sede e falta de luz solar.

O meu amor por você me custou a sanidade. Me custou também a saudade de quem um dia eu já fui. Hoje me vejo sendo alguém que, por vezes, desconheço. Você me custou partes de mim que se partiram ao longo da vida — e eu só percebi isso quando o meu sorriso deixou de aparecer.

A Chapeuzinho Vermelho deu um nó no lobo mau. Sabia do perigo da floresta e, mesmo assim, decidiu se arriscar.

Isso não é sobre a Chapeuzinho e nem sobre o lobo mau.

Chamar alguém de mentiroso — baseado apenas no que você julga ser mentira — é um ato perigoso, doloroso e que deveria ser considerado um crime.

Vai doer, vai deixar um buraco no peito, mas vai passar. Se nenhum amor dura para sempre, nenhuma dor também.

É um jogo esse que estamos jogando, e o estamos jogando com amor e orgulho, ciúmes e sedução, frieza e amizade, desejo e ilusão, manobras impensadas e estratégias. E em meio a todas essas disputas, antíteses e paradoxos, amor e orgulho, o meu medo é somente quem vai dar o xeque-mate no final.

Quer saber? Há sempre um mar diferente para nadar, uma comida diferente para experimentar, uma vodka para provar. Há sempre um por do sol mais lindo para ser visto, pessoas para conhecer, momentos para rir e uma infinidade de oportunidade que vão se escancarar na sua frente. Então não lamente sobre pequenas quedas, falhas, problemas, a vida não é ruim, a vida é maravilhosa e o futuro é uma semente levada pelo vento; a gente nunca sabe onde vai parar.

Você me deixou como um passarinho com asas quebradas, fraca demais para voar. Mas hoje eu voo, querido, eu voo alto, como gaivotas sobre o mar.

Ele ficou me esperando como um cavalheiro e isso fez com que eu me derretesse por ele. Ele conversava animado sobre as pessoas à nossa volta, mas eu não ligava para elas. Na verdade, eu queria congelar todas as pessoas ali exceto nós e beijá-lo até o coração se revirar do avesso, as pernas fraquejarem e eu me derreter tipo manteiga no chão do estacionamento.

Ele é só um garoto e há tantos por aí. Ele é só um garoto e eu preciso de um homem, mas preciso sem precisar. Preciso para me sentir bonita e amada de vez em quando, mas não que a conveniência seja uma necessidade, porque não é. É que é idiotice e até masoquismo condicionar nossa felicidade a uma pessoa, porque uma não depende da outra; a felicidade só depende de nós mesmos. É como naquele filme, "o diário de uma adolescente" em que a protagonista diz: "Talvez ninguém me ame. Talvez ninguém nunca me ame, mas talvez não se trate de ser amada por outra pessoa". E essa frase é verdade, pois trata-se de se amar, de sentir o vento bagunçar os cabelos e o sol aquecer a pele. Trata-se de viver como se não houvesse amanhã, de viajar e seguir seu caminho sem olhar para trás. Trata-se de abrir o coração e de perdoar, por mais difícil que seja, de rir, mesmo que de modo escandaloso e deixar a alegria te inundar de dentro para fora. Trata-se de sentir saudades, mas não deixá-la criar raízes em você. Trata-se de dançar, mesmo que pareça ridículo, e de se deixar levar pela música. Trata-se correr na chuva, sentir o perfume das flores e não abrir mão dos amigos. E finalmente, trata-se de ler muitos livros e viver infinitas vidas em uma só e fazer dessa vida algo extraordinário.

Eu era um misto de ansiedade, medo e estresse e me entreguei a essa viagem como um herege que se atira ao fogo, como quem dá-se ao carrasco, esperando, aguardando ver minha alma queimar. No entanto, minha alma não foi consumida pelas chamas,minha alma, não sei se por influencia dos rios ou das marés, aprendeu a virar água e submetendo-se às adversidades,apagou quaisquer chamas que pudessem existir, Eu descobri que viajara para buscar, não para fugir. Eu viajei para buscar e achei. Achei minha desorientação como resposta e não como pergunta e isso me encheu de paz, como se a resposta fosse fluir tal qual a água, como G.H no romance de Clarice Lispector.

⁠Eu gosto disso, gosto deste cuidado. Gosto de ele me dizer para pegar um casaco porque esfriou e ele não quer que eu passe frio porque se preocupa comigo. Gosto da sensação de ter alguém cuidando de mim e de me sentir protegida e de pensar, secretamente, que eu gosto de pertencer a algo ou alguém, mesmo que ele não saiba disso. E nem vai. Ele não precisa saber o quanto povoa meus pensamentos ou o quanto eu gostaria de estar com ele neste momento, nem que fosse para fazer algo simples como ouvir uma música e olhar o pôr do sol, algo que eu amo fazer.