O caso Banco Master revelou-se uma fossa... Miriam Da Costa

O caso Banco Master revelou-se uma fossa séptica sem fundo; um verdadeiro abrigo de baratas, lacraias, ratazanas e todo tipo de parasitas.


Tentaram encobrir.
Tentaram conter o vazamento.


Mas o volume das irregularidades alcançou uma proporção impossível de ocultar.


E quando a podridão vem à superfície, já não há cortina ou parede capaz de esconder o fedor.


Os envolvidos podem até tentar escapar pelos labirintos do poder, mas a cada nova revelação, as estruturas subterrâneas que sustentam certos pactos de poder em Brasília parecem estremecer.


E o mau cheiro já impregnou ternos,
gravatas e togas.


Parlamento, tribunais e igrejas evangélicas não estão imunes ao esgoto quando interesses, dinheiro e poder se misturam.


A fossa transbordou.


Agora, resta acompanhar o que ainda virá à superfície.


Porque, quando se mexe na fossa
raramente aparece apenas uma barata.


Os próximos capítulos podem revelar novos personagens, novas conexões e outros escândalos.


E Brasília talvez ainda descubra que há fossas que, de tão profundas, parecem não ter fundo, apenas mais sujeira esperando pela luz e pela limpeza.


Que se faça LUZ.
Que se faça FAXINA!!!
✍@MiriamDaCosta