Lágrimas
A SAUDADE QUE BATEU
A saudade aqui bateu,
deixou triste meu coração,
lágrimas fortes escorreram,
dos meus olhos até o chão.
Tô chorando aqui agora,
tô com vontade de te vê,
quero matar essa saudade
que eu sinto por você,
minha razão, meu viver,
você é meu grande mundo
e faz parte da minha história.
Tou sofrendo aqui agora,
por lembrar disso tudo,
como um sentimento bem profundo,
me acabando aqui por dentro,
como se fosse o fim do mundo,
como um vulcão em aquecimento,
para entrar em erupção,
chamas queimam aqui por dentro
e faz chorar o meu coração,
de uma saudade que eu não aguento,
uma saudade de você. ..uma saudade tão enorme,
maior que minha vontade, minha vontade de viver.
Quero você aqui agora, bem pertinho do meu coração
Pra ficar no teu colo e aliviar essa solidão que está em mim...
Tenho tanto a dizer, mas nesse momento escolho o silêncio. Pois ele segurará as lágrimas que as palavras insistem em soltar.
“AS SETE LÁGRIMAS... DE PAI PRETO”
(Completa)
Foi uma noite estranha aquela noite queda; estranhas vibrações afins
penetravam meu Ser Mental e o faziam ansiado por algo, que pouco a pouco se
fazia definir...
Era um quê desconhecido, mas sentia-o, como se estivesse em comunhão com
minha alma e externava a sensação de um silencioso pranto...
Quem do mundo Astral emocionava assim um pobre “eu”? Não o soube, até
adormecer...e “sonhar”...
Vi meu “duplo” transportar-se, atraído por cânticos que falavam de Aruanda,
Estrela Guia e Zambi; eram as vozes da Senhora da Luz-Velada, dessa Umbanda
de Todos Nós que chamavam seus filhos-de-fé...
E fui visitando Cabanas e Tendas, onde multidões desfilavam... Mas, surpreso
ficava, com aquela “visão” que em cada uma eu “via”, invariavelmente, num
canto, pitando, um triste Pai-preto chorava.
De seus “olhos” molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, e não
sei por que, contei-as... foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me
e interroguei-o: fala, Pai-preto, diz a teu filho, por que externas assim uma tão
visível dor?
E Ele, suave, respondeu: estás vendo essa multidão que entra e sai? As
lágrimas contadas, distribuídas, estão dentro dela...
A primeira eu a dei a esses indiferentes que aqui vêm em busca de distração,
na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando daquilo que sua mente
ofuscada não pode conceber.
Outra, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na
expectativa de um “milagre” que os façam “alcançar” aquilo que seus próprios
merecimentos negam.
E mais outra foi para esses que crêem, porém, numa crença cega, escrava de
seus interesses estreitos. São os que vivem eternamente tratando de “casos”
nascentes uns após outros...
E outras mais que distribui aos maus, aqueles que somente procuram a
Umbanda em busca de vingança, desejam sempre prejudicar a um ser
semelhante – eles pensam que nós, os Guias, somos veículos de suas mazelas,
paixões, e temos obrigação de fazer o que pedem... pobres almas, que das brumas
ainda não saíram.
Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e
calculistas – não crêem, nem descrêem; sabem que existe uma força e procuram
se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-se deles, não conhecem a palavra
gratidão, negarão amanhã até que conheceram uma casa de Umbanda...
Chegam suaves, têm o riso e o elogio à flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis;
mas se olhares bem seu semblante verás escrito em letras claras: creio na tua
Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se venceram “meu
caso”, ou me curarem “disso ou daquilo”...
A sexta lágrima eu dei aos fúteis que andam de tenda em Tenda, não
acreditam em nada, buscam apenas aconchegos e conchavos; seus olhos revelam
um interesse diferente, sei bem o que eles buscam.
E a sétima, filho, notaste, como foi grande e como deslizou pesada? Foi a
ÚLTIMA LÁGRIMA, aquela que “vive” nos “olhos”de todos os orixás; fiz
doação dessa aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e
todos possam vê-los como realmente são...
“Cegos, guias de cegos”, andam se exibindo com a Banda, tal e qual
mariposas em torno da luz; essa mesma LUZ que eles não conseguem VER,
porque só visam à exteriorização de seus próprios “egos”...
“Olhai-os” bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas;
observai-os quando falam “doutrinando”; suas vozes são ocas, dizem tudo de
“cor e salteado”, numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos Guias e
Protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não
fazem, aferrados ao conforto da matéria e à gula do vil metal. Eles não têm
convicção.
Assim, filho meu, foi para esses todos que viste cair, uma a uma, AS SETE
LÁGRIMAS DE PAI-PRETO!
Então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a
dizer, Pai-Preto? E, daquela “forma velha”, vi um véu caindo e num clarão
intenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez...
“Mando a luz da minha transfiguração para aqueles que esquecidos pensam
que estão... ELES FORMAM A MAIOR DESSAS MULTIDÕES”...
São os humildes, os simples; estão na Umbanda pela Umbanda, na confiança
pela razão... SÃO OS SEUS FILHOS-DE-FÉ.
São também os “aparelhos”, trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se
chamam DOM e FÉ, e cujos “salários” de cada noite... são pagos quase sempre
com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra – a
INGRATIDÃO...
Um tantinho de riso, um tantinho de lágrima,
um "tantão" de sonho, de esperança, de fé
e cá estamos nós, em compasso de espera,
acreditando que amanhã tudo será diferente.
Novamente sentiremos o sol morno nos aquecendo a pele,
novamente a brisa suave tocará nosso rosto
e enfim perceberemos que, antes disso tudo,
mal nos dávamos conta do quão maravilhoso era
sentir a brisa, o sol, os dias ...
Cika Parolin
Te nego qualquer lágrima,
rejeito teus argumentos.
Talvez diga que sou fraca,
mas falsa, nem por um momento.
Amei, fui longe à entrega.
Rompendo as milhas da separação.
Meu coração pesava ouro,
tratado sem afeição.
A cada decepção vinha um novo sentido.
A cada dor um despertar.
Me misturei a tua frieza,
e me vi jogada à escuridão.
Dá força divina veio a cura,
reluzindo meu interior!
Afastai de mim a frieza humana,
e a fraqueza emocional.
Em terra de egos, corações são rígidos.
Sigo plena no meu mar emocional
______"RECOBRO"
Cai dormente
à tona do meu colo
a incontida lágrima
que desdenho
tão menos que volátil
mas acerada
no contorno do instante
cru
fero
ímpio
Reergo-me tardio
e diluo a acidia
na tepidez de um sol
quase testemunha
mas que ainda
me saúda e acaricia.
Lenço de Deus
E Deus lhes enxugarás dos olhos toda a lágrima.
Apocalipse 7:17
Toma o lenço de Deus e enxuga o pranto, seja qual for a dor que te entristece.
Se acaso pensas que sofreste tanto, toma o lenço divino e o mal esquece.
Deus pode transformar o choro em canto, se o procurares, porventura, em prece.
Ele te abriga no seu santo manto,
E a paz inexcedível te oferece.
Não te envergonhes, se preciso, chora. Tua tristeza, amigo, põe pra fora, e conta tudo ao Pai em oração.
E sentirás alívio, finalmente, tranquilizando o coração e a mente, tendo o lenço de Deus em tua mão.
Antes a lágrima da derrota do que a vergonha de lutado por aquilo que você mais quer
essa frase é uma omenagem aos guerreiros do HANDEBOL DO COLÉGIO DIOCESANO DE CARUARU
Sou...
Sou a poesia sem palavras,
as lágrimas que corroeram
todo o coração,eu tenho
isso mas não tenho aquilo,
eu sou aquilo mas não isso...
Sou apenas versos mortos,
uma alma vaga,um coração que
deseja apenas Amar !
Se um dia pagares a luz do sol, não chores por que suas lagrimas impediram de ver a luz das estrelas...
na vida é dificil encontrar pessoas que são capazes de transformar uma lagrima ...
em um sorriso !!
pessoas que mesmo estando triste, mesmo com alguns problemas...
ao ver um amigo precisando de um ombro, esquece de si....
so para ajudar seu amigo !!
vc é uma desses tipos de pessoas
Documentário Estrada das lágrimas 1400
A TV Cultura está de parabéns, por ter exibido ontem (quinta feira 02/07/09), o doc Estada das Lagrimas 1400, o qual aborda a vida da comunidade de Heliópolis no ano de 1992, a chegada de vários moradores, maioria nordestinos, as dores e os anseios de quem morava no lugar na época.
Foi mostrado sem cortes as péssimas condições de moradia dessas humildes pessoas, a beira de corrégos e em encostas de morros com risco de desabamento. Mas não foi só isso, pelo fato da comunidade ser enorme e diversa também teve foco a luta dos moradores pela melhoria do povo ou seja, o comunismo sendo exercido.
Onde no qual as prioridades eram saúde, emprego, educação e é claro moradia decente, pessoas ali mostradas, estão na batalha até os dias de hoje, porque a luta não para. Outras apareceram também, simples moradores. As crianças tiveram sua presença marcante, sempre curiosas, sempre alvo de muitas necessidades tambem.
As brincadeiras se resumiam em pipa, bolinha de gude, futebol e balão junino, por que a expansão da favela tomava todos os espaços possiveis, aos adultos restavam somente o boteco com jogatinas e forró pros nordestinos e o futebol de várzea e os jovens ficavam com os bailes de rap e de pagode, duas coqueluches da comunidade na ocasião.
Enfim uma apresentação merecedora de respeito, por mostrar a favela de heliópolis, em um tempo tão remoto pra nós moradores, dando oportunidade de mostrar a luta e organização de uma comunidade diante de situações adversas. As coisas mudaram bastante de lá pra cá, as casas na maioria, hoje são de alvenaria e as ruas de terra deram lugar a ruas pavimentadas. mas a luta não para e estamos por aí na peleja.
Valeu TV cultura!
Por Fanti Manumilde
'' Pra LArissa mangueira ''
Nãofique triste
Você é linda resiste
Segure a lágrima
Que um final feliz ainda existe
Alguém te ama
Quer acreditar ?
O DII tá aqui pra fortificar
Larissa eu sei como você está
O tempo irá passar
Seu coração bombear
Como posso te ajudar
Estou aqui e em qualquer lugar
Do seu lado eu posso ficar
Mas não chore
Um amor pode eternizar
Economize as lágrimas pra o dia do altar
Nesse dia eu vou chegar.
TE AMO! se acalme, não é pra chorar.
E quando a distância se instalar definitivamente,
Com uma lágrima no canto dos olhos
E uma justificativa na ponta da língua,
A gente finge não saber o por quê;
Só sente o quanto dói.
Apesar de que, a distância não representa o fim
Mas o início de uma grande saudade.
