Lágrimas
A mágoa tardia esconderia a pré-lágrima
Que bem cedo decantaria a previsível dor,
Que por perto, por certo nosso amor como
Uma visível utopia prenunciaria e subtrairia!
Guria da Poesia Gaúcha
"Gasto dias, noites, sonhos, realidades, emoções, lágrimas, sorrisos e o que me invade é essa saudade das minhas manhãs sem juízo com você. Aqueles dias foram para sempre..." (...)
Se para perfurar a dureza de uma pedra é preciso uma gota d’água persistente, bastam poucas lágrimas de tristeza para arranhar profundamente um coração apaixonado.
Em cada lágrima de tristeza que escorre em nossos rostos e em cada explosão de ódio que sentimos transpor os nossos corações, eis aí a decadência de nossos espíritos.
Vivo me esbarrando na tristeza das pessoas e na alegria de tanta gente. Vejo lágrimas e ouço gargalhadas. Escuto desabafos e me divirto com piadas. Me comovo e me contento... E a cada dia, diante dessas dualidades, eu aprendo um pouco mais. Aprendo a respeitar, a escutar e a amar... Sim sou uma "apaixonada por gente" compulsiva!!!
minhas lagrimas caíram sobre teu tumulo
tentei viver mais não possível,
meu desespero nunca acabar
pois te amo tanto que vida não importa mais.
E quando uma lágrima cai, pode estar indo embora também os motivos que molharam teus olhos...Tudo é questão de escolha.
Os suicidas usaram
os seus lençóis como lenços
definitivos para enxugarem
as suas lágrimas duradouras.
Devaneio
São apenas lagrimas
Nada que não estivesse acostumado
só queria matar minhas antigas dores
Não consigo conviver com elas
Sempre se repetem
Nunca mudam
são suaves como o vento
agitadas como o mar
escuras como a noite
frias como eu
eu que nunca soube o que é estar bem
que nunca estive bem
Não gosto de me esconder
Não gosto de sofrer
mas é a única saída
nunca provei o doce gosto da vitória
o doce gosto de nós
apenas o amargo do meu ser
Apenas o meu abraço
Apenas o conforto da minha solidão
Conforto que é um devaneio
Tão louco quanto minha felicidade
A gente lembra e dá uma saudade, né? Foram tantos momentos bons. Tantos risos, lágrimas... Mas só restou mesmo a saudade de tudo que vivemos. Não é uma saudade que dói, que grita. É uma saudade boa.
O amor está no ar, na pele, no olhar
O amor vive, se doa sem mágoas
Cura saudade, enxuga lágrimas
O amor é eterno, é pra ficar.
Paragominas cidade que me acolheu.
As margens do lago deixei todas as minhas lágrimas.
Na praça Célio Miranda foram enterradas as minhas mágoas.
E tu que és conhecida como cidade verde,
Aqui foi renovada minha alegria,
Como as árvores que por ti foram reflorestadas.
Transparência no olhar,
não ser notada as lágrimas,
transparência no falar,
não ser notada as palavras,
embora, eu esteja transparente,
mudo serei notado facilmente,
mas o bom de ser transparente,
é conseguir se olhar no espelho de nossa mente.
meus segredos estão nos cortes mais profundos
tudo esta exposto como minhas lagrimas
ninguém percebe meu desespero
minha face é uma testemunha do meu sofrimento,
num poço na imensidão meus olhos se perdem,
não venha com conversas,não sei mais viver...
estou viciado em drogas dos quais não existe cura,
não me venha com promessas falsas,
mundo é droga desde acordei com uma dor profunda,
sorrisos, beijos num mundo estranho fictício para meus olhos,
minhas cicatrizes nunca se curam são feridas abertas,
por um jogo do qual me perdi, nas tua bela face,
palavras românticas, promessas eternas,
num rio de solidão ninguém compreende...
me diga um anjo caio por amor... simplesmente foi ato do destino.
Lágrimas vãs
Fui eu que chorei o Pacífico
Quando enxerguei as muralhas erigidas
Com toda aquela riqueza lá dentro.
Enquanto crianças de ruas cheiravam cola.
Fui que verti em lágrimas o rio Nilo
Quando soube que mentiriam
Para angariarem muito dinheiro.
Espoliando os pobres e desinformados.
E mal-intencionados
Inventariam sistemas financeiros.
Cruéis e excludentes.
A fatia seria dividida desigualmente
Muitos sem nada
Poucos com muito.
Gente comeria lixo,
Viraria nada.
Na desabalada
Carreira individualista,
Egoísta.
O mundo chegaria ao caos.
Então,
Minha aflição foi tanta.
Que chorei todos os outros mares e oceanos
E rios, e lagos e lagoas
E riachos perenes e temporários.
E no auge da minha dor,
Quando não me restava mais lágrimas.
Suguei as águas do chão,
Sequei a terra
Do deserto do Saara.
Quando entendi que o homem
Trocaria por dinheiro a sua alma.
Deixe que a chuva da noite leve as suas lagrimas e assim, pelo manhã o brilho do sol vem há revigorar e lhe-encher novamente de alegria e motivos pela quais o seu sorriso tem de surgir.
