Juventude e Política
A pirataria e a clandestinidade no Brasil por causa de uma incorreta politica tributaria nacional a gigantesca os valores marginais quase vinte vezes acima do superative primário. A retomada do crescimento e do desenvolvimento nacional depende diretamente de forma urgente de uma eficaz e
compacta reforma tributaria e fiscal.
Nas experiências científicas os ratos são as Cobaias preferidas nos laboratórios.
E na política são os brasileiros.
Futebol e política são a mesma coisa, só ganha e é campeão quem recebe o recurso, torcedor e cidadão só contribui.
Todos deveriam reprimir a suja política que faz do povo reféns de filas por migalhas, ao invés de torná-los independentes, dando- lhes emprego.
Essa política do brasil;
É uma sociedade de ladrão.
É político roubando o povo,
Sem piedade e sem punição;
E o pobre só trabalhando,
Sem ganhar nenhum "tostão."
Cidadãos de cultura duvidosa, com visão política à direita, invariavelmente repetem mantras neoliberais que incluem o Estado mínimo, a meritocracia, rejeitam o papel social dos governos (é o ensinar a pescar, jamais dar o peixe), apreciam a privatização do patrimônio público, são egoístas, profundamente egoístas e alheios a qualquer humanismo nas relações de classe. Muitas vezes, foram ou são beneficiários da coisa pública, mas não aceitam que outros sejam. Repudiam o comunismo sem o mínimo traço de conhecimento teórico, sem sequer terem investido numa leitura básica do Manifesto de Marx e Engels. É difícil respeitar as opiniões dessa gente, que raramente são opiniões de fato, geralmente se resumem a aspectos autobiográficos de um pensamento medíocre.
tao bom não ter TV
não ver politica e suas safadezas e pouca vergonha
não ver novelas de Portugal ou do Brasil
tao bom não ter contato com as misérias humanas fabricadas pela mídia
não saber quem e o jogador tal e o valor de sua vergonhosa fortuna
tao bom encontrar uma foto de gente feliz
Se a política proporciona espaços, por outro lado nos rouba o chão, a razão e a reboque vai a nossa consciência!
A “nata” política e quejandos nadam na impunidade pública descaradamente, pouco se importam com o que pensa a Sociedade, que se mostra piedosa e passiva. Resultado disto: nascem bandidos em todos os setores sociais e cresce a violência.
O Palhaço 🤡 chorou.
A maior palhaçada do Tiririca, foi ingressar na vida política.
Um palhaço 🤡 é dotado de uma sensibilidade ao extremo, uma percepção elevadíssima...
O que tornou a vida do palhaço insuportável com a avalanche de falcatruas.
Cercado não mais por lonas, ou plateia se vil num covil de mal feitores, perversos, destruindo toda uma nação sem piedade.
O Palhaço 🤡 chorou.
O Tiririca renunciou.
Política do pão e circo:
É com crediários altíssimos que vimos conseguindo realizar grandes sonhos, e não com uma renda necessariamente satisfatória ou satisfatoriamente necessária.
www.monicacampello.com.br
Para entender de política tente entender de história, economia e ciências sociais, tente entender o capitalismo e até a bolsa de valores, a globalização e o neoliberalismo, bata tudo no liquidificador e beba se revolte com a bebida amarga, vai descobrir quando ingerir esta mistura que até mesmo você, não era o que pensava.
Em um lugar como o Brasil de precariedade e falta de vontade politica nos investimentos para com a educação, a arte e a cultura. É imperativo que se a população não vai aos museus, a arte e a cultura deve ir as ruas. Com ações simples e de baixo custo operacional, pode se espalhar em eventos públicos, praças e logradouros de grande passagem e movimento cotidiano, imagens digitalizadas de obras celebres da arte nacional brasileira que se encontram engessadas nas instituições .Dentro da nova economia e industrias criativas é importante levar de forma fácil a arte e a cultura a população simples, democratizar verdadeiramente a arte em seu vigor. Que o homem comum o trabalhador possa ver que a arte de sua nação espelha grande parte de suas emoções, sonhos, realidades e sentimentos.Por meio deste projeto ideia eu já vinha propondo a democratização da arte junto a RioArte na década de 1970, dentro dos projetos de arte publica para a cidade do Rio de Janeiro junto ao saudoso amigo Gerardo de Mello Mourão, mas na época a vontade politica não alcançou a força do projeto e da valorização de nossa identidade. Mas ainda o projeto vivo, sei que dias melhores virão, na mão certa da arte, da cultura e da educação.
Há uma equidade degenerativa se instalando na política, na religião, na música, na cultura, no futebol, na segurança, na educação, no emprego, na saúde, na confiança e todos estão se sentido numa montanha-russa sem trilhos.
Não faça da política um meio de vida, ao invés disso faça com que a política mude a realidade de muitas vidas!
