Justos
Que a coragem dos justos não seja enterrada nas gavetas da covardia estatal. Que a moralidade administrativa não seja apenas um artigo da Constituição, mas um compromisso real de toda a nação.
Ergam-se, pois, os justos! Quebram-se os espelhos! Expulsem-se os ídolos de barro! A verdadeira grandeza de um servidor público não está no reflexo de sua imagem, mas na sombra silenciosa de seus atos justos e corajosos, feitos em favor de uma nação sedenta de verdade, justiça e dignidade.
Obrigadas você me permite viver...
22 justos, juntos
Markab Brilhe
22/07/25
Mesmo na morte há vida .
Mente que mente, não permita que você seja uma mentira, apenas que minta.
Que mesmo morta haja aprendizado! nunca iria querer
algo que não pudesse pensar, e crescer...
A vida não ensina sobre a morte, mas a morte ensina
sobre a vida.
Se está no conforto, não está no conhecimento.
O conhecimento mora no desconhecido, desconheça
para conhecer, há "desconhe" no conhece.
Não reduza π à 3,14 enquanto nele mora ∞.
Onde mora conhecimento há vida, lembre a
história para descobrir mais desconhecido.
Não reduza alma ao corpo. Ainda não sei, nunca saberei.
Não aprenderia nada se disse que nada sei, apenas
não saberei. Talvez haja um deus, e o que se dá
por céu, seja conhecer e perceber isto.
A democracia representativa não engloba apenas os inteligentes, justos ou bem-intencionados. Ela também dá voz aos ignorantes, egoístas e imorais. Se o Brasil está mal, é porque a maioria compartilha desses valores ou porque os bons permanecem calados enquanto os maus se mobilizam."
E por se calarem os bons, os justos parecem pela espada dos injustos…
e pelo silêncio cúmplice de quem poderia ter dito e/ou feito algo.
Quando os bons se calam, os perversos governam.
E o silêncio dos justos abre espaço para a tirania dos maus.
Lutar pela justiça diante das injustiças é dever de todos,
como cidadãos civilizados.
Quem se cala diante da violência contra os justos assume,
para si, a culpa pelas injustiças."
(Furtado, Brunno)
06/08/2025
Não há justos!
Quando falamos que uma pessoa é justa, vem logo à mente uma pessoa imparcial, íntegra e correta, uma pessoa cheia de predicados. Erramos feio! Não na definição da palavra, erramos por causa das nossas imperfeições e visões nublados; não em relação a quem julgamos, mas em relação ao nosso próprio julgo, pois, como um ser imperfeito consegue ver perfeição em outro?
As diferenças existentes entre os seres humanos são determinantes para seu próprio estabelecimento. São as diferenças que criam conceitos e provimentos sociais. Essa versão multifacetada social é capaz de promover ações, pensamentos e, quem sabe a própria evolução. Afinal somos seres que lutamos por nossa própria sobrevivência dentro daquilo que acreditamos serem os nossos próprios termos; embora ditados por outrem. Dentro deste dinamismo social, nossa individualidade busca se firmar entre ganhos e perdas, causas e consequências, e aqui se estabelece um dos problemas que nos conduzem e quiçá, nos mantém imperfeitos, que é o relativismo das virtudes morais que servem de base para a construção do nosso ser.
A prática das virtudes não é tarefa fácil, visto que um ser virtuoso as possui de forma habitual e sem correções de rumo, sendo íntegro em cada uma de suas ações e a todo o momento. Sua respiração exala virtudes e está disposto a pagar o preço que for para assim mantê-las. Quantos de nós conseguiríamos isso, sem relativizar? Será que sabemos quando os nossos credos nos conduzem à prática de uma moral duvidosa?
Para deixar este tópico mais claro farei uma pequena analogia: Eu posso gostar de doce, mas não sou obrigado a me submeter ao doceiro. Esta ideia pode ser levada para os demais aspectos da vida social, pois, eu posso gostar e defender uma ideia, mas se quem a projeta caminha por um lado totalmente divergente, não sou obrigado a segui-lo, sendo que ao me submeter ao doceiro, procurarei sempre uma desculpa para justificar a minha falha moral, relativizando-a no final. Estaria escolhendo o lobo para cuidar das minhas ovelhas, só porque ele, o lobo, diz que as ovelhas são boas e eu concordo. Mas se o lobo comer as ovelhas, a culpa será das ovelhas, e justificarei dizendo que não alimentei o lobo adequadamente, por isso o fatídico aconteceu.
Outro aspecto que não nos deixa evoluir em busca de um entendimento maior sobre o que é um ser justo, é que dificilmente aceitamos pontos de vistas divergentes. Tudo tem que estar alinhado com o meu julgamento e a minha forma de pensar, senão não servirá. Será mentira, intriga e erro. Não há equilíbrio nesta balança.
Esta forma de pensar e agir, faz com que não observemos o óbvio ululante. Está ali, mas a cegueira da nossa distorcida moral, ora relativizada, para caber no nosso ego, que faz-nos crer que somos bons, não permite que enxerguemos o que claro está.
Se alguém lhe falar a verdade, dispa-se de seus credos e ouça!
Não há justos! A régua pela qual medimos a nossa própria moral está contaminada. Uma pessoa honesta, íntegra, polida ao meio em que vivemos não presta mais do que a sua obrigação social, não merecendo por isso qualquer tributo ou louvor. Não há méritos na obrigação, apenas dever. Quando exaltamos o mínimo, constatamos a decadência social a deterioração do ser. Nivelar pela média é ser medíocre, não buscar a autoevolução rompendo com a inércia implantada é agir de forma deletéria contra nosso próprio ser. Não sejamos estultos ao valorizar o que não possui valor.
Não há justos porque falhamos miseravelmente na evolução dos nossos próprios conceitos que afirmamos nos moldar. As virtudes teologais: Fé, esperança e caridade, são um exemplo de evolução quase inalcançável ao ser humano. Fala-se em fé, mas pratica-se uma fé com base em troca, me faça ou faça a alguém. Tenho fé, mas vivo fora dela. Tenho esperança, mas não creio. Sou caridoso, mas daquilo que não me faz falta. Hipocrisia! Simples assim. Por acaso existe a possibilidade de um ser recheado de hipocrisia ser justo?
Essa hipocrisia cega, escorada no relativismo moral, sobrepõem o patamar evolutivo que deveríamos buscar, pois, muitas vezes preferimos o torpor da imoralidade e da mentira, ao ardor de uma vida de princípios.
Reflitamos!
Paz e bem.
Massako 🐢
Alegria santa é quando os justos forem transformados em corpos incorruptíveis, subindo aos Céus para serem recompensados por Deus por meio de sua fé e confiança no Evangelho de Cristo.
Devemos sempre reverenciar
o homem, elucidou Jesus, o Cristo:
mais justos, cordiais, melhor percebermos
esse Serque nos encarna,como
expressãomáxima da Criação;
sua extraordinária cognição,
a notória capacidade em adaptar-se
às circunstâncias...
Embora, não poucas vezes,
ele se perca, acometido
por suas próprias
escolhas!
Às vezes pensamos exageradamente no que pode ruir nossos princípios, sejam eles justos ou não, e esquecemos de sentir, de conviver, de participar de unir. Precisamos de mais desprendimentos para compreender a importância da humildade como elemento de união que aproxima e fortalece, e extrai de cada palavra um sentido de companheirismo que possa aliviar as nossas necessidades ao tentarmos melhorar as aflições alheias. Também precisamos que as bondades nos ensinem, que as dificuldades nos orientem, que as experiências nos mudem para que possamos enxergar a vida fora do nosso universo, que quase sempre está repleto de egoísmos e julgamentos. De todos os caminhos, que nos conduzem ao ápice das boas transformações, o da humildade é o mais completo e realizador, pois nele está a essência das virtudes, o encanto da caridade e o coração da nossa espiritualidade, sem esses pilares nada poderemos erguer de bom, pois o orgulho é um dos sentimentos o que distância as pessoas, já a humildade as entrelaçam nas simplicidades das sábias escolhas. Tem momentos em que é preciso reconhecer em nossos pensamentos e atitudes a pequenez que nos paralisa a evolução, causando dores e dissabores que apenas exprimem a inconstância de nossas equivocadas certezas. De nada adiantará buscarmos ser novas pessoas se não corrigirmos nossas falhas, por menores que sejam, e o primeiro passo é sempre nos conscientizarmos que os ponteiros do relógio não giram para recuperar o tempo que perdemos, pois não corrigir nossas falhas é refazer os mesmos erros pelos mesmos motivos. Precisamos aprender que felicidade sem serenidade e harmonia não desenvolve nenhuma consciência de finalidade para der feliz, portanto não pode nos guiar pelos caminhos das mudanças, pois devemos nos convencer que as decisões que dão novos sentidos às nossas palavras e atitudes tem que habitar nosso espírito, para nos conceder a paz como forma definitiva de acreditar que sempre podemos ser pessoas evoluídas.
John Pablo de La Mancha
Os justos e o Senhor...
Os olhos do Senhor estão sobre os justos; e os seus ouvidos, atentos ao seu clamor.
Os justos clamam, e o Senhor os ouve e os livra de todas as suas angústias.
Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os contritos de espírito. Saiba agir com fé, confiança e determinação.
Porque...
Muitas são as aflições do justo, mas, o Senhor, o livra de todas.
Por isso, creia, confie e persevere até a vitória em nome de Jesus.
Pense nisso...
O amigo Valdemar Fontoura
A vida não é justa, ela faz justiça em favor dos justos....
Pela visão do mundo material, só consegue ser bem-sucedido quem tiver beleza física, dinheiro ou fama. Quem nasceu sem ao menos um destes quesitos dificilmente será notado, e o ego estará no comando, exigindo ser o centro das atenções.
A mente egóica foi programada para acreditar que, para sermos civilizados, precisamos pertencer a um grupo ou viver na companhia de alguém. Para que isso aconteça, as pessoas farão tudo o que o sistema disser para serem bons cidadãos e terem boa aceitação, sendo aprovadas pelos outros.
A necessidade de ter algo para ser alguém leva as pessoas a uma corrida inconsciente de competição com os irmãos para obter o "brinquedo". Semelhante a uma criança birrenta sem educação, vão espernear e tentar conseguir a qualquer custo, passando por cima das leis que regem a vida.
A maioria passa uma vida inteira mentindo para si mesmo, para poder se encaixar nos padrões da sociedade. A máscara social deturpa os sentidos, deixando as pessoas cegas e surdas, vivendo mortos em corpos que apenas respiram. Hipnotizados pelos comandos do sistema que dita as regras de como devem viver, caminham inconscientes, perdidos na multidão, enquanto as distrações são inúmeras.
Estamos aqui à procura do enigma que ninguém neste mundo poderá desvendar. Os "porquês" estão dentro de nós, na individualidade de cada um. Por isso, a vida na Terra não é justa; ela faz justiça ao justo. No mundo material, existem dois tipos de condições: os que estão onde estão, fazendo o que acreditam que precisa ser feito, e os que estão onde merecem estar, recebendo o melhor que a vida tem a oferecer, por direito.
Vozes que Calam
O templo viu, mas não gritou,
as paredes ouviram, mas não falaram,
os justos choraram pelo pastor que tombou,
e as sombras para sempre ali ficaram.
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