Justificar
O sofrimento, a dor física-moral-finenceira, tudo aquilo que não vem se justificar por atos da vivência atual, é algo gerado em vida anterior. Geremos pois, no agora, o Bem sincero, para a nossa Bem Aventurança no amanha; não ocorrendo ainda nesta encarnação, certamente ocorrerá em vida futura em âmbito físico ou espiritual.
Reflexões sobre a habilidade humana de justificar falhas.
A riqueza da natureza humana apresenta-se, por vezes, através de sua capacidade quase artística de criar argumentos que justifiquem suas próprias negligências e faltas. Esta habilidade, que poderia ser utilizada para fins construtivos, é muitas vezes direcionada para mascarar erros, transformando vilões em heróis aos olhos de quem está disposto a escutar. Como lobos que, perante o tribunal da sociedade, vestem peles de cordeiros, pessoas transfiguram-se em inocentes e puros, através do poder da palavra.
Esta capacidade de alteração da realidade não se limita à autodefesa superficial, mas se estende também ao relato de acontecimentos, contando mentiras como se fossem verdades indubitáveis. Esta prática, além de desonesta, tem o potencial de causar verdadeiras doenças emocionais e psicológicas naqueles que são alvos dessa conduta fria e calculista. É uma manipulação que, longe de ser inocente, leva à erosão do tecido social, minando a confiança e a saúde coletiva.
Por trás dessas ações, há uma busca incessante por glória, aplausos, egos intumescido e benefícios pessoais. O interesse egoísta sobrepõe-se ao bem-estar comum, alimentando um ciclo de manipulações e inverdades. É uma troca perigosa, onde a verdade é moeda de troca por adulação e vantagens, colocando em risco não apenas a integridade individual, mas a da sociedade como um todo.
Capacidade de criar argumentos para justificar negligências e faltas.
Transformação de lobos em coelhinhos mansos e santos.
Contar mentiras como se fossem verdades.
Consequências das condutas frias na saúde das pessoas.
Interesses egoístas e busca por glória ou benefícios pessoais.
Assim, urge a necessidade de um olhar crítico sobre estas práticas, incentivando a honestidade e a integridade em todas as nossas interações. A verdadeira força de uma sociedade reside na capacidade de seus indivíduos de agirem com retidão e responsabilidade, reconhecendo falhas não como fraquezas, mas como oportunidades para crescimento e melhoria mútua.
Você é uma pessoa grandiosa, verdadeira e incrível; não precisa fazer nada, para se justificar.
Por que Deus se encarrega de conceder a cada um a colheita no tempo certo; de tudo aquilo que se plantou ao longo da sua jornada.
Ricardo Baeta.
E eu pensava que esse negócio de a gente não manda no coração era só uma desculpa pra justificar uma escolha. Daí ela gosta de um, cara que é perfeito pra ela, uma paixão que só existe na cabeça dele porque não é recíproco. Ela queria gostar de quem gosta de dela, ela até tenta, mas chega uma hora que cansa forçar um sentimento que não existe. O, cara que quer é bacana, trata como algumas pessoas sonham em ser tratada, dá atenção, demonstra que se importa em fazer parte da vida e fez até planos com ela. Mas quem não faz planos? Ela sempre deixou claro que não sentia a mesma coisa com ele, e se machuca com isso achando que não era certo dar uma chance pra alguém pensando em outra. Talvez ela até se arrependa por ter desperdiçado uma pessoa que não mediria esforços pra te fazer feliz. Mas, como saber? Por que é tão difícil controlar o incontrolável? Que ironia, ela pensou que pudesse ser poupada desse sofrimento. A pior sensação é querer viver com alguém aquilo que você escreveu com outra pessoa, não encaixa, a gente idealiza uma vida com as medidas daquela pessoa, e querer forçar outra a entrar nesse plano, é como usar um sapato apertado, machuca. Viver um amor não correspondido é como aquele velho ditado, nadou, nadou e morreu na praia. Infelizmente a gente só percebe que perdemos tempo e pessoas incríveis quando deixamos esse sentimento que nos isola em expectativas que nunca vão acontecer pra trás, é preciso muita coragem. Coragem pra aceitar e tentar de novo, coragem pra aceitar o novo e esquecer o passado e a pior de todas, coragem pra suportar o que está pela frente.
Não dá para ficar reescrevendo o passado a fim de justificar o presente a cada acontecimento trágico.
O fim de determinados períodos e vivências deve-se seguir de um simples ponto final e de um recomeço.
Buscar querer resignificar tudo o que passamos é tolice e querer achar erro em tudo para que justifique o término e o fim.
Na maioria das vezes uma forma de ter ou querer ter argumentos que justifiquem para nós ou para os outros. Esses últimos costumam ser os que mais exigem explicações sobre assuntos de foro íntimo e que não lhes dizem respeito.
Enquanto você tentar justificar os seus erros colocando a culpa nos outros, você dificilmente sairá do lugar!
Pecar é humano, homens são pecadores, mas justificar o pecado invalidando a Bíblia, ignorando o que ela diz sobre o pecado, é maligno, diabólico, contra Cristo.
Tenho observado que a motivação para o surgimento de certas leis é justificar os atos dos "foras-da-lei".
Toda vez que se ofende por causa de seu deus, ou busca justificar para defende-lo, ou até mesmo condenar em seu nome(deus), mostra como ele é ilusório e facilmente manipulável por suas emoções e interesses mesquinho e doentio.
Usar o passado para justificar o presente já é ruim o suficiente, mas usar o presente para justificar o passado é igualmente ruim.
Nunca usufrua da sua total liberdade para assim poder cometer e justificar as suas mais loucas e perniciosas aventuras, pois se isso fizer talvez você possa chegar a inevitável conclusão que de nada vale ser livre quando não se tem nenhum respeito das inevitáveis e mais infalíveis leis do universo que é infinitamente maior que qualquer lei existente e também talvez infalivelmente verdadeira, e por isso não tente descobrir no seu infinito pensamento qual serão as consequências de uma perversão descontroladamente injustificada.
Para justificar o paradoxo que é viver e ressignifar a nossa existência, em todo instante da nossa vida, travamos lutas entre realidade e fantasia, racional e irracional, fim e começo, amor e ódio, vida e morte.
Toda a pretensa literatura de autoajuda ajuda mais o autor do que o leitor, o que vem justificar plenamente sua denominação.
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