Juras de Amor Eterno
Na minha mente poética, sempre em atividade, a sua presença se torna uma beleza estática, expondo a naturalidade da renascença, forte e delicada, serena de muita vivacidade, uma poesia a partir da sua essência, versos com a sua integridade, um vislumbre da sua alma, uma arte emocionante, texturas e palavras, linhas e cores, um toque simples de romance, onde o amor poeticamente se propaga em seus lindos pormenores, assim, pelos meus pensamentos, é calorosamente abraçada, presente poético, exultação demasiada.
Amada Selene como sempre estás maravilhosa, mesmo distante, muitos percebem o teu encanto, a beleza de cada uma das tuas fases se destacando no céu, deixando a noite mais elegante, sendo uma presença ilustre, exposta ricamente, às vezes, misteriosa entre as nuvens, apaixonante de várias formas, és tratada por alguns como confidente, outros queriam que fosses uma mensageira para seus amores, uma maneira de encurtarem a distância, de dizerem que estão com saudades, certamente, és espectadora de muitos romances, parte significante de certos momentos, de lindos cenários, provocas um efeito entusiamente, um dos feitos divino, uma prova do seu amor lá no alto.
Como sempre, o Tempo segue determinado, nunca se cansa e ainda parece estar cada vez rápido, passando por dias, meses e anos em segundos, minutos, e horas por uma constância de futuro, presente e passado, o que pra ele não importa, já que tudo isso está conectado.
Nós por outro lado, sentimos muito o impacto inevitável da temporalidade, gradativamente envelhecemos, saboreamos o cansaço, seguimos num ritmo lento, desacelerado, se compararmos com velocidade incansável do Tempo.
Muito diferente do Tempo, não somos eternos, entretanto, podemos usufruir intensamente alguns pontos da sua passagem, desperdiçando a nossa brevidade o mínimo possível, mantendo o máximo da nossa jovialidade, guiados por Deus, nutrindo amor, veemência e simplicidade.
Ao navegarmos no barco da vida, podemos nos deparar com aqueles que são quase sempre tempestades que causam desconfortos, inibem a felicidade, que trazem insegurança, algumas feridas no corpo e na mente, dessarte, presenças muitas vezes desagradáveis.
Encontramos também outros que normalmente são brisas, benquistos que aparecem acompanhados da preciosa tranquilidade, que instigam a vivermos felizes, a sermos gratos, admirando a riqueza da simplicidade, que nutrem fartamente o nosso entusiasmo em cada detalhe.
São marcantes e inevitáveis estes encontros e desencontros com posturas imponentes tão distintas, que causam um certo clima de instabilidade que é capaz de afetar o nosso agir e os nossos ânimos, entretanto, certamente, são necessários de vez em quando.
Pondero que é sensato lembrarmos que não somos os únicos a navegar e que todos podemos ter os dois humores, mas é possível tirarmos proveito, aproveitando o máximo da calmaria antes da tempestade e lembrando da suavidade da brisa para enfrentarmos a tempestade.
Na medida certa, a calmaria é sempre bem vinda e merece ser amada, aquela que é trazida por um abraço acolhedor, um amor genuíno, a que se encontra nos lugares com sabor de lar, nos beijos de um querer forte e recíproco, em cada pessoa singular, cuja presença traz sentido, daquela também alcançada na arte, na natureza, floras e bichos e, principalmente, a calmaria quando se percebe que vale à pena sonhar, que tudo acontece por um motivo e que Deus não vai mudar e será constantemente um amável abrigo.
A minha perspectiva de vida era poder estar sempre em sua companhia.
Acordar de dia abrir os olhos e sentir sua energia...
Ilusão, ilusão apenas ilusão...
Mera expectativa, essa minha de quer ter você como minha todos os dias.
Devaneio em meio a este anseio que castiga pelo corroer do desejo de um dia te roubar um beijo minha BOYZINHA.
Hoje são apenas desejos que se perpassam para além da fugaz paixão e se concreta no coração.
Quero aproveitar o ensejo dos trocadilhos entre desejo e beijo para deixar os outros desejos que o dia de hoje permite.
Sempre que nos doamos a alguém, nos doamos sem nos darmos conta de que a verdadeira perfeição está relacionada com a vibração do mundo interior. Extraímos a essência dele e materializamos em forma de amor. Pena que muitas vezes quem as recebe não percebe o tamanho e a intensidade da mesma.
Ela está sempre conosco, escolhemos o momento de usá-la mas o fato é que sempre está disponível. Paz a todos!
O medo de perder sempre falará mais alto que a esperança, isso serve para te fazer sofrer.
Deixa ela morrer não!
Quando eu olho nos seus olhos... eu vejo tudo o que eu sempre desejei ver.. milagrosamente eu vejo o finalmente.
- Finalmente eu encontrei alguém que não apenas me vê e sim, me enxerga.
"Você jamais se afastará daquilo que insiste em evitar, porque a existência sempre nos reveste com a mesma tessitura das lições de que fugimos. A verdadeira transformação começa quando deixamos de temer aquilo que nos revela."
Não se explique demais para alguém porque na fila dos exigentes, apressados e inadequados sempre existirá um outro alguém.
QUANDO OS MORTOS FALAM AOS VIVOS.
“E vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos.”
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A sentença, paradoxal e provocadora, nos conduz à reflexão sobre o verdadeiro sentido da vida e da morte. O Espiritismo nos mostra que a morte não é o aniquilamento, mas apenas a transição de uma forma de existência para outra. O corpo se desfaz, mas o ser essencial, o Espírito, permanece, consciente de si mesmo, apto a prosseguir em sua jornada.
É por isso que, desde tempos imemoriais, os chamados “mortos” retornam, não para semear assombro, mas para recordar aos que permanecem na carne que a vida não cessa. Kardec registrou, em O Livro dos Espíritos (questão 149), a pergunta direta: “Que acontece à alma no instante da morte?” – à qual os Espíritos responderam com simplicidade desarmante: “Volta a ser Espírito, isto é, retorna ao mundo dos Espíritos, que deixou momentaneamente.”
Os ditos mortos, portanto, não são mortos: são vivos, mais lúcidos, mais despojados dos véus da ilusão material. Quando se comunicam, vêm advertir-nos de que a existência terrena é apenas um capítulo breve da longa obra da eternidade.
Já os vivos, muitas vezes, parecem mortos: mortos em esperança, mortos em ternura, mortos em fé. Respiram, mas não vivem plenamente; caminham, mas não sabem para onde; acumulam, mas não se enriquecem. É nesse sentido que se tornam “mortos” espirituais, não invariavelmente, mas sempre que se esquecem de sua natureza imortal.
Léon Denis, em Depois da Morte, expressou esse contraste com clareza: “A morte não é a noite, mas a aurora. Para os que sabem ver, é libertação, é ascensão, é vida mais intensa.” Ele nos convida a despertar para a vida real, que não está no corpo que envelhece, mas na alma que progride.
Mensagem consoladora.
Diante disso, o consolo se impõe: não há separação definitiva, não há perda eterna, não há silêncio inquebrantável. Os que amamos, se partem do mundo físico, continuam ao nosso lado, atentos e afetuosos, provando que não morreram. A verdadeira morte seria apenas a da alma que se recusa a amar, que se fecha ao bem, que se deixa endurecer pelo egoísmo.
Assim, quando ouvimos a voz dos que chamamos mortos, ecoando na consciência ou pela via mediúnica, eles nos recordam: vivam, porque nós estamos vivos. A existência prossegue, a esperança permanece, e o reencontro é destino certo.
A morte não rouba ninguém; apenas devolve o ser humano à vida real do Espírito. E se os mortos falam, é para despertar os vivos que ainda dormem na ilusão da matéria.
sempre fui um roteirista,até que a vida passou a escrever a sua própria história, dai passei a fazer parte do elenco.
