Julgar os outros
Empatia, caridade, sensibilidade e discernimento, é saber enxergar a alma do outro, sem julgar a sua aparência e condição, é respeitar o espaço e o tempo de cada um, também compreender que as dores têm intensidades diversas e a manifestação de sentimentos difere entre as pessoas.
Nem sempre o que é fácil para você vai ser para o outro, também as oportunidades não são as mesmas.
Então, antes de falar, criticar e julgar, às vezes é melhor silenciar, para não aumentar a dor, nem o sofrimento de ninguém.
"Não é conveniente julgar os outros sem antes examinar-se, muitas vezes teus erros são bem mais graves"
"Não é conveiente julgar os outros sem antes examinar-se, muitas vezes teus erros são bem mais graves"
Tem gente que acha que tem o direito de julgar, de intrometer-se na vida dos outros, que precisa aviltar pra se sentir um pouco melhor e não sabe que isso é fonte da ignorância.
Antes de julgar os erros dos outros, olhe para o espelho da sua própria alma. Quantas vezes você tropeçou e se levantou? Quantas vezes você errou e se arrependeu? Nós somos especialistas em apontar as falhas alheias, mas muitas vezes somos cegos para as nossas próprias.
Quem somos nós para condenar? Talvez devêssemos começar a entender, a perdoar e a nos olhar com a mesma compaixão que desejamos para os outros.
Quem somos nós para julgar os erros dos outros, se mal conhecemos os nossos próprios? Antes de apontar as falhas alheias, é preciso olhar para dentro e reconhecer as nossas próprias sombras. A crítica é fácil, mas a compreensão é mais difícil.
Talvez seja hora de trocar o julgamento pela empatia e o ódio pelo amor. Quem sabe, ao entender a nós mesmos, possamos entender melhor os outros.
A amizade é o presente que nos damos uns aos outros: ouvir sem julgar, ajudar sem esperar nada em troca. É ter alguém que faz o sol brilhar mesmo nas tempestades.
Alguns estendem a mão para ajudar, enquanto outros só apontam o dedo para julgar. No fundo, nunca sabemos quem são os lobos escondidos sob a lã das ovelhas.
É fácil julgar a queda, mas poucos se dispõem a entender a profundidade do abismo onde o outro se encontra.
— Douglas Santos - Os Viciados Estão Sozinhos! Pare de se fazer de vítima.
"O mal dos relacionamentos hojé em dia é que está muito fácil julgar o amor do outro, calcular, dar mais importância ao seu, que ao do outro. Perdem tanto tempo com o discutir e esquecem de realmente amar."
-Aline Lopes
Penso que os outros vão me julgar, mas na verdade eu já estou me julgando.
O olhar do outro pode ser na verdade o meu olhar.
Do heterossuporte para o autossuporte.
Não busque lá fora o que deve ser encontrado aqui dentro. Não busque se sentir completo nos outros de todas as formas.
O que importa é o que eu penso, o que eu quero, o que eu julgo, e não o outro.
Sair de mim mesmo. Não há outro caminho. O que eu espero de bom, melhora ou mudança não vai me invadir, me atingir.
Preciso ter a experiência para viver melhor, para amar a mim mesmo.
As trocas são fundamentais.
Conversas
Quanto mais experiências, melhor.
Sem rigidez, me expor.
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Os sentimentos, pensamentos, reações, sensações que eu tenho é justamente por permanecer sendo quem eu sou.
Se eu mudar, talvez a dor (meus problemas, o que enfrento diariamente) não aconteça mais.
É evidente que julgar sempre é mais fácil, o difícil é querer estar na pele do outro, o julgamento vem de imediato por aqueles doutores e juízes conhecedores de tudo com um bom senso incomparável, um brilhantismo exemplar que veio de outro mundo
Pior quando se reúnem e escolhem um alvo, então, em pouco tempo, começam a apontar os erros e a falar como fariam de uma maneira sábia e bem diferente dele, tomando conclusões precipitadas e apresentando as suas soluções super sensatas
Expressam o seu grande conhecimento antes ou depois de certos acontecimentos e ai daquele que discordar, pois, certamente, terá sua paz prejudicada, portanto, às vezes, o uso das palavras não é o mais indicado melhor ficar em silêncio e evitar esse desagrado
Mesmo que alguns deles estejam de verdade bem intencionados, a depender do caso, não convém contrariá-los nem um pouco, considerando que estão muito seguros a respeito do que julgaram sobre a vida de outro, sem espaço para equívoco, então, não compensa esse tipo de confronto.
Julgar os outros é perigoso... não tanto pelo que se diz sobre eles, mas pelo que o coração acaba revelando sobre nós. Quem aprende a olhar com misericórdia, vê menos falhas e mais humanidade.
Quando eu penso que o outro vai me julgar pelas minhas escolhas, eu estou, na verdade, me julgando antecipadamente pelas escolhas que eu fizer.
Quem sou eu, para julgar o outro,
Se cada adeus deixa marca no peito?
Queremos proteger o coração da dor,
Mas a saudade toca tudo, e é perfeito e imperfeito.
Repetir velhas emoções é se punir,
É tentar prender o que já partiu.
O outro se vai, e o que resta é aprender
Que a vida sempre traz algo novo a sentir.
Quem sou eu para dizer que o outro não vale?
Que nunca me serviu, que já deixou de ser?
Talvez só meus olhos tenham visto sombras
Do que o outro jamais quis me oferecer.
O grito do outro ecoa em mim,
E quanto mais falo, mais me vejo incapaz
De virar a página e abraçar o novo,
De deixar que a vida escreva seus próprios sinais.
Que possamos mudar o discurso,
Que a memória não nos prenda,
Que cada fim seja semente de começo,
E que o novo floresça, mesmo depois do velho.
Somos tão estúpidos ao perder tempo a julgar alguém, sem compreender que o outro é único. Só poderíamos entender alguém, vivendo todas as suas experiências, mas temos a mania de os comparar connosco, sem lhes dar a liberdade de ser. E assim sem aceitação e respeito vive o mundo, começando pela família.
Não culpe o outro apenas pelo que não deu certo.
Antes de julgar, procure compreender o que o levou a agir — ou até a não agir — da forma que você esperava.
Reflita sobre os sentimentos envolvidos, sobre o valor que essa pessoa teve — e tem — em sua vida. Nem toda distância nasce da falta de amor; às vezes, nasce do medo, das dores, das limitações e da dificuldade humana de lidar com as próprias emoções.
A vida é única para desperdiçar vínculos verdadeiros em guerras de orgulho, mágoa, silêncio e/ou impulsividade. Há pessoas que têm um valor raro — e isso merece ser reconsiderado com maturidade, escuta e sensibilidade.
De nada serve conhecer a Palavra de Deus se usarmos o conhecimento para julgar e desprezar os outros.
