Julgamento

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A ignorância do pré-julgamento


Vivemos em uma época retrógrada em que nada muda.A semeadura é feita sem discernimento.Mesmo não querendo colher o que plantou, a colheita tem que ser feita.É o ônus de uma reflexão que não foi feita desde o início da semeadura.

Luto contra a falta de confiança, contra o medo, contra o julgamento e contra tudo aquilo que tenta me diminuir.


A vida é matemática: quanto menos você soma coisas negativas, mais espaço existe para o positivo.


Então eu escolho somar coragem, fé, amor, atitude e recomeços.

Em um julgamento, muitas vezes a pessoa fala mais dela mesma do que da pessoa que está julgando.

Estamos em tempos de "julgamento".

O segredo oculto no julgamento da mulher adúltera contado em João 8:1-11.




Se um único 'falso santo' mentisse para Deus e atirasse a primeira pedra, a tragédia estaria feita. Mas Jesus conhecia a presepada de cada um ali. Ele não precisou envergonhar ninguém publicamente; o silêncio de Deus nos corações deles fez o trabalho sujo.
Como bons judeus, eles sabiam: "diante de Deus, ninguém se esconde." Eles tiveram que engolir cru e quente! A sutil pergunta de Jesus foi o xeque-mate. O Próprio Deus estava ali, o único que poderia atirar a pedra, e foi o Único que decidiu perdoar. "O Perfeito" estava na frente deles, e a cegueira era tamanha que só conseguiram enxergar os próprios pecados."

“Não é falta de humildade… é excesso de julgamento.”

A Arte se manifesta no sangue e no espírito dos que são indomados, que não se submetem ao julgamento de qualquer um, a Arte vive naqueles que reconhecem a beleza no caos monstruoso. Bruxas não domesticam sua fera interior, não limitam sua liberdade, enfim, bruxas são plenas em si mesmas e, portanto, não deixam na mão de outros o seu poder.

A vida é curta, a arte é longa, a oportunidade é enganosa e o julgamento é difícil.

As escamas caem.
O julgamento pesa.
Você condenou o inocente.
Rejeitou o escolhido.

ISAÍAS:
"Farei de ti um martelo de julgamento."


JEREMIAS:
"Farei de ti uma coluna de ferro."


EZEQUIEL:
"Dar-te-ei uma mente inquebrável
e uma testa mais dura que o diamante."


Deus não chama os capacitados.
Ele capacita os que chama.


#UngidoParaResistir

O julgamento de Bob Kowalski.


Bob Kowalski morreu dormindo, mas ele acorda confuso sentado numa sala vazia, ele está olhando as paredes escuras sentado numa cadeira.


De repente, uma voz forte diz: Você será julgado por seus pecados, e poderá ser condenado à total destruição de sua consciência.


Bob Kowalski: Julgado por quem? Eu gosto de pensar e não posso ser julgado por ninguém!


A voz forte: Eu sou deus e vou te julgar, vou pesar toda a sua vida, todos os seus pensamentos, vou pesar a sua fé e posso te destruir.


Bob Kowalski: Então tu é bichão da goiaba mesmo, tu é o chefe da quadrilha, mas num sabe com está se metendo. Pesquise no Google por Bob Kowalski e trema de medo com as minhas verdades!


Voz forte: O julgamento terminou, você será destruído por completo!


Bob Kowalski: ser destruído sempre foi o meu sonho, então muito obrigado. Mas estou curioso em saber qual foi o meu grande pecado. O que eu fiz de tão errado que não estou lembrando?


Voz forte: O seu maior pecado foi ter roubado um chocolate quando era criança!


Bob Kowalski: Eu não lembro disso, se eu não lembro, então nunca aconteceu, e se não aconteceu pra mim, não é justo me condenar por algo que não fiz!


Voz forte: Vou fazer você se lembrar de tudo agora.


Bob Kowalski: Incrível, sim, agora parece que lembrei. Mas como posso saber se essa memória é real? Como me garante que não é falsa?


Voz forte: É verdadeira, aconteceu e fiz você lembrar.


Bob Kowalski: Como posso ter certeza de que essa lembrança é verdadeira? Alguém dizer que algo é real não prova nada. Pode ser uma falsificação, uma mentira para me acusar de algo que nunca fiz.
Tem certeza de que você não é o diabo? Como vai me provar que a memória é autêntica? Ou que você não está apenas me trollando? Nada do que fizer pode apagar minhas dúvidas, e não é justo condenar alguém que não se considera culpado no tribunal da própria consciência.


Voz forte: Eu posso te mostrar o depoimento de muitas entidades espirituais que viram você roubando o chocolate! Entendeu? Muitos observaram quando você roubou, isso é um fato, pois há o relato de todo mundo!


Bob Kowalski: você quer condenar um humano injustamente? Como eu vou saber se o relato das testemunhas é verdadeiro? Mesmo se eu acessar diretamente a memória de todas as testemunhas como saber se as memórias são verdadeiras? Você é um deus injusto, ou diabo que poderia ter forjado memórias falsas apenas para me incriminar, quer me culpar por algo que eu nunca terei certeza que aconteceu? Isso não é justo, isso não tem lógica nenhuma! Viu? Agora quem é o verdadeiro juiz sou eu, você é: burro e desonesto!


Bob se levantou da cadeira, caminhando lentamente pelo vazio da sala, sentindo cada passo como se fosse um argumento que quebrava o poder da voz.


Bob Kowalski: Eu decido a minha justiça! Se tudo que você diz é manipulação, então não há tribunal que me condene. Nem você, nem ninguém. Meu pensamento é meu templo, minha razão é meu escudo.


A voz forte silenciou, titubeante, como se não soubesse como responder à lógica absoluta de Bob. O vazio da sala começou a se transformar, paredes surgindo e desaparecendo ao ritmo da sua convicção.


Bob Kowalski: Então escuta aqui, criatura ou deus ou seja lá o que tu for: se quer julgar alguém, comece por si mesmo! Eu nunca roubei nada da minha consciência, e ninguém jamais vai pesar minha mente sem que eu permita.


E assim, sozinho, mas invencível, Bob Kowalski sorriu. A voz não voltou, e o espaço se curvou à sua vontade, como se o universo tivesse entendido que algumas consciências não podem ser destruídas, apenas respeitadas.


Bob Kowalski: Julgar? Só se for a mim mesmo. O resto é piada.


O silêncio foi absoluto, e naquele silêncio, ele finalmente dormiu de verdade, sem julgamento algum capaz de tocar sua mente.

O maior perigo de um julgamento não é a ausência de verdade, mas a certeza prematura sobre ela.

Todo julgamento possui uma dimensão jurídica e outra psicológica que o processo nem sempre revela.

Às vezes, o preconceito chega ao julgamento antes dos fatos.

Quem pergunta antes de julgar frequentemente encontra razões que o julgamento apressado não permitia enxergar.

Compreender uma conduta não significa justificá-la; significa tornar o julgamento intelectualmente mais responsável.

A verdadeira autonomia começa quando o indivíduo aceita responder pelo próprio julgamento.

O preconceito é o julgamento que nasce antes da experiência e condena antes de conhecer.

É fácil transformar princípios em discursos; difícil é submetê-los ao julgamento silencioso das próprias ações.

A mente pode transformar circunstâncias em condenação ou em oportunidade, conforme o julgamento que delas fizer.