Jovens
MODALIDADES DE PAIS
(artigo próprio)
Nas narrativas da vida, se aprende que existem 3 (três) modalidades de pais. Não acrescente um quarto pois não existe.
1º = Não fui nem serei e não me importa o que meus filhos sejam.
2º = Não fui nem serei, mas meus filhos serão.
3º = Eu fui e serei e meus filhos também serão.
No primeiro vemos os pais que não tiveram objetivos, que não se interessaram em ser mais do que a vida lhes ofereceu, se abstendo de crescer em si mesmo e com isso, não se importam com o futuro dos filhos. O importante é que cresçam com saúde e que se desviem do mal.
Na segunda opção temos os pais que agregam aquilo que não conseguiram ser e que jogaram a toalha para um futuro promissor onde os parâmetros desse futuro são jogados aos filhos para que possam ser e ter aquilo que não tiveram a condição de serem. Denominada de competência subordinada.
Na terceira hipótese temos os pais que foram, continuam sendo e querem que seus filhos sejam também. Se forem melhores sem problema, mas piores jamais.
Mas porque tudo isso? Quando citamos Penalidade Jurídica, precisamos estudar criminologia onde descansa os princípios que direcionam ou educam um jovem a criminalidade. Grande culpa disso provem dos pais. Por isso, saiba como educar seus filhos e como os encaminhar na vida, não sendo um ditador do que é certo ou errado, mas dando o exemplo para aquilo que ele deve ser e se abster.
Massáo Alexandre Matayoshi
Realmente algumas coisas rodopiam e remexem tudo o que sentimos de uma forma tão cruel, que essa dor, além de afetar o coração... Também machuca a alma
"Ela me pergunta o que há comigo. Não percebe.
Não percebe que essa sempre fui eu.
Mas se percebesse simplesmente diria que não posso ser desse jeito. Que não posso ser eu. De que adiantaria se ela entendesse, então?
Mas, que importa?
Sei que não vim ao mundo para agradá-la. Para agradar ninguém.
Você não veio ao mundo para agradar ninguém.
E nem pra convencer ninguém de nada.
O que está acontecendo com o mundo?
Sinceramente, não compreendo...
Ligo a TV, encontro no noticiário, somente,
Notícias de pessoas matando pessoas.
Saio na rua, deparo-me com crianças abandonadas.
Vejo crianças sem educação, sem alimentos, sem amor.
Vejo crianças, sem visibilidade, perante à sociedade.
O futuro da nossa nação, está esquecido, está invisível.
Os professores estão ficando extintos,
Professores estão sendo maltratados
Maltratados pelo governo,
Maltratados pelo povo,
Maltratados por sua profissão.
Pessoas consideram um vencedor de reality, um heroi,
Heroi mesmo, heroi é o professor, heroi é o trabalhador,
As pessoas, deveriam investir na educação das crianças, mas,
Sustentam apenas algo desnecessário,
Acorda povo brasileiro, acorda!
Sem educação, sem professores, sem valores éticos,
Você espera que seu filho torne-se o que?
Alguém com responsabilidades? Com dignidade?
Jovens estão confusos e descontrolados, idosos desamparados,
Os adultos estão cegos, atropelados pela ganância.
Nós, crianças e adolescentes, somos o futuro.
Futuro? Confesso, temo-o muito,
Arrepia-me à alma, somente ao imaginá-lo.
Algumas pessoas envelhecem com 18 anos, outras já nascem idosas. Mas existem aquelas com um brilho pueril tão intenso que o tempo mão ousa se aproximar. Essas apesar das rugas e das pálpebras caídas, permanecem crianças, por toda vida, e não se engane com seu tom de voz baixinho, é apenas um peculiar cuidado pra não assustar os passarinhos.
O que faz agente mudar de ideia tão rápido?
Será essa tal de geração Y que fazemos parte? Ou essa ânsia por mudança que eu e você temos?
Tenho medo que isso um dia nos prejudique, que alguns vejam com maus olhos, que acham que somos imprevisíveis e bipolares.
Como explicar essa busca constante por realização, essa trocas de ideias tão rápidas, o que normalmente deveria demorar 5 anos, acaba em 5 meses.
Temos pressa em ver as coisas acontecerem. E isso significa pra ontem!
Instantes.
E ali, amontoados embaixo do cobertor com nossas mãos cruzadas fortemente, observando como o universo realizava seu baile em espiral a Deus, pensei: “Ufa, se ela e eu fôssemos personagens de uma grande obra de ficção, então este seria nosso capítulo final, nosso felizes para sempre”.
Busquei algo em pensamento com a esperança de poder descrever com facilidade durante o verão – as fogueiras, as primeiras horas da madrugada, o lago, os dois, jovens e selvagens, e loucamente apaixonados. Mas, incapaz de encontrar algo digno, emiti um grande suspiro, sorri, me virei para ela, e a observei enquanto olhava as estrelas.
Onecina Alves
A sabedoria não é algo fácil de se conquistar. A vida nos ensina à ser sábio. E o que eu aprendi da vida foi:
Escutar os mais velhos;
Não dar ouvidos aos jovens;
E imitar as crianças.
Lembranças torpes
Mas uma vez a noite cai...
E as obras dos meus pensamentos
Vagam sobre a biblioteca do meu ser...
Aquelas lembranças íntimas
De uma tarde ensolarada de verão
Pingos de suor nos consumiam
E do desejo queimava na paixão!
Éramos dois jovens homens
Doces, tenros, turvos, loucos
Macios, sóbrios, lúgubres, roxos
Da boca ardida a morder o outro!
Paixão doente, maluca e torpe
Era aquela onda quente
Que passeava-me todo...
Cavalgava em mar
Em terra
Em queda
Por cima das pernas
Nas celas do potro!
Ah verão louco!
De dois jovens nervosos...
Em cima, em baixo
No eixo, no todo.
Nas rédeas, no laço
E no rastro do outro!
A juventude está vendendo sua alma para os vestibulares, e muitas vezes o troco disso ébum futuro insatifatório
A dor da minha época é sofrer demais por nós mesmos, sofremos por pensar de menos e sentir que pensamos de mais, tendemos a observar tudo que é negativo e não nos permitimos recordar do que é simples.
Pensamos que por possuir a informação em nossas mãos sabemos de tudo, mas ao menor confronto com nosso ego desmoronarmos.
A procura da felicidade em nossos bens materiais, status sociais e em padrões da moda, deixa-nos frustrados, o pote de ouro não tem o valor que pensávamos que teria, nossa ansiedade por algo que nos preenche não é suprida, novamente entramos em conflito com nossos próprios demônios.
O câncer de almas da minha geração é não valorizar as coisas simples, não agradecer pelo muito que possuímos, ainda depois de séculos de evolução acreditamos que o mundo gira a nosso redor, não trabalhamos nossa frustração, não aprendemos o poder da valorização, não nos permitimos curtir o momento. As fotografias guardam apenas sorrisos forçados de um instante. Viver para as redes sociais está causando muitos efeitos colaterais, somos a primeira geração a sofrer com isso, somos os pioneiros e ninguém nos entende, somos diferentes, possuímos problemas diferentes. Acabamos esquecendo que um abraço apertado vale milhares de vezes mais que dar caps lock em um "TE AMO" com um emoji. As relações esfriaram, a regra é ter as emoções blindadas, não demonstrar interesse, ser o dono de qualquer relação.
Ainda não encontramos a cura para nosso mal, ainda estamos procurando a felicidade em outras pessoas, em festas, em bebidas e outras substâncias... Apenas imaginamos o que tem que ser feito para melhorar nossas vidas, mas o medo do desconhecido e dos olhares não nos permite fazer o diferente.
Seja o exemplo de pessoa que deseja que seu filho se torne! A formação educacional dele depende de você!
Num mundo de ganância e injustiça, a sensibilidade intrínseca nos bons deixa-os em estado de vulnerabilidade para morrerem jovens nas mãos de frios algozes
Esses dias assisti um episódio de uma série de tv e uma cena tocou-me profundamente.
Era uma cena simples, em que dois jovens dançavam enquanto mostravam um amor puro e intenso um pelo outro.
Amor intenso, profundo e verdadeiro, sendo correspondido da mesma forma. Era a plenitude do amar fluindo livremente.
Logo em seguida passei a refletir...
Por que eu senti algo assim apenas uma vez em minha vida?
Por que não sinto isso sempre?
Por que isso é algo raro e não normal?
Por que deixamos que nosso coração esfrie e se encha de toda sorte de limitações para o amor? Por que perdemos essa pureza?
Como foi bom sentir aquela plenitude novamente...
Mesmo sendo através de uma tela de tv...
Como foi bom tocar a existência e sair um pouco desse mundo que parece ser feito apenas de momentos...
