José de Alencar

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José de Alencar (1829-1877) foi um romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e político brasileiro. É autor de importantes obras da literatura brasileira, entre elas, Senhora, Iracema e O Guarani

⁠"Cada dia que um aluno fica de fora da escola em tempo integral ele perde um pouco do seu futuro."

⁠O Poder Legislativo é o mais decisivo na vida das pessoas; é lá onde pode nascer e onde podem ser corrigidas as injustiças sociais.

⁠O que mais me revolta no Brasil é viver sustentando um sistema tributário que penaliza os mais pobres, enquanto protege o lucro isento dos mais ricos.

⁠Quem entende o verdadeiro valor da vida jamais financiará o preço de uma guerra.

As vezes ⁠sinto falta do medo para me proteger do excesso de coragem!

⁠A exceção é a maior inimiga da regra.

Eita Ceará

Acordei sentindo saudade de casa, Mas é estranho sentir saudade de casa quando se estar em casa. Então tomei consciência que sinto saudade da brisa do mar, do sotaque cantado, do céu estrelado, dos ventos fortes, da noite gostosa e dos versos de José de Alencar. Eita meu Ceará!
Que levo no peito e o bom humor na alma.

Inserida por Leivanio

⁠"Eu não sou um homem erudito.
Não me debrucei sobre Machado, Zé de Alencar, Drummond ou Conceição Evaristo.
Eu só sinto.
Sinto tanto, sinto coisas que, se não externadas de alguma forma, matariam-me em um suspiro.
São só suplícios.
As vezes são súplicas por um amor que, sei que está morto, mas ao meu eu, é um Deus vivo.
Ressurreto, como o próprio Cristo.
Eu só sinto.
Sinto muito por ela não ver-me como eu a vejo, sinto por ela não compartilhar do meu delírio.
Ao leitor sou devaneios, loucuras, fantasias, mas todo aquele que me conhece sabe; sou sucinto.
Sou sozinho.
E não somos todos nós? Uns mais que outros, quando a carne, sempre acompanhada, não encontra em outra alma, um abrigo.
Quisera eu, que as lembranças passassem, como as águas serenas, do Velho Chico.
Lembro-me dos versos do grande Vercillo.
Quando em nosso abraço se fez um Ciclo.
E eu só sinto.
Sinto por não ser o que ela queria, não ser o sonho dela, não ser dela pela eternidade e não sair desse labirinto.
Talvez um dia, quando eu for só um espírito.
Quando eu for um poliglota da carne, e saber ler as curvas da beldade que é aquele corpo, como um papiro.
Ou talvez, quando eu for um sábio, letrado, talvez de posses, um homem rico.
Quiçá, talvez, quando eu for um homem erudito..."

Inserida por wikney