Ser jornalista: frases que capturam o espírito da profissão
Amo o meu país. Essa é a minha bandeira. E que os meus irmãos cidadãos tenham no peito a mesma coisa: um coração brasileiro.
Como é de se esperar, aqui de tudo se espera, e quando nada se pode esperar, cruzam as pernas e esperam.
Deveriam focar no talento, em vez da cor, da aparência, de uma pessoa. Como se estivessem diante de algo sobrenatural. Isso também parece racismo.
Pelo tratamento dado aos animais, pode-se julgar a evolução mental, e espiritual, de uma pessoa, de um povo, ou até mesmo de todo um povo, de uma nação inteira, inclusive jornalística e política.
Pelo tratamento dado aos animais, pode-se julgar a evolução mental, e espiritual, de uma nação inteira, inclusive jornalística e política.
Não existe revolta pacífica. O mal do Brasil é confundir revolta com vandalismo. Onde há revolta, não existe vandalismo.
Nunca antes havia morrido tanta gente famosa e importante, como vem acontecendo nesses últimos três anos. Desde 2019, antes mesmo da pandemia, a morte acontece entre famosos como nunca antes havia acontecido, uma atrás da outra.
Outro dia foi Boechat, Cristiana Lôbo... hj foi Arnaldo Jabour, fiquei sabendo só agora, por acaso.
Pessoas intelectualmente bem dotadas, conscientes, e sensíveis, saindo de cena... Parece um ciclo se fechando... Isso dá uma sensação de orfandade, insegurança e abandono...
Quem serão seus sucessores daqui a cinquenta anos?
Diante desse quadro sombrio e desolador em que vivemos, crises, caos, incertezas, e decadência generalizada, haverá sucessores à altura deles, ou melhores que os melhores cérebros do mundo de hj, em 2072?
A gente paga pela imprensa mais cara do mundo e fica sabendo de pouca coisa, eu quero saber quanto e como foi empregado o dinheiro público destinado a imprensa, e que o Brasil tenha um plano implementado com seriedade no tocante à informação.
Políticos e a imprensa devem cultivar o espírito de contraditório sempre que houver algum tipo de insatisfação. Temos os direitos de resposta e o de retratação para manter a vitalidade da nossa democracia.
A imprensa não existe para ser agredida, e sim contestada sempre que for necessário. Agredir ou precarizar a atuação da imprensa é uma agressão dirigida à toda Nação.
Infelizmente a sociedade civil está trazendo para si o partido da briga entre a política e a imprensa, enquanto deveria ser conscientizada que no final da onda quem fica do nosso lado mesmo é só a imprensa, enquanto os políticos arrumam as malas e vão embora.
“Apenas duas gotinhas de Chanel nº5.” – (em resposta provocante a um jornalista que quis saber o que ela usava para dormir, em 1955)
O VALOR DA VIDA
(Entrevista concedida por Freud ao jornalista George Viereck em 1926)
Freud sobre a respeito da neoplasia no maxilar: "Detesto o meu maxilar mecânico, porque a luta com o aparelho me consome tanta energia preciosa. Mas prefiro ele a maxilar nenhum. Ainda prefiro a existência à extinção."
"Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade."
(Interrogado sobre o pessimismo)
"Não sou pessimista. Não permito que nenhuma reflexão filosófica estrague a minha fruição das coisas simples. Tive o bastante para comer. Apreciei muitas coisas – a companhia de minha mulher, meus filhos, o pôr-do-sol. Observei as plantas crescerem na primavera. De vez em quando tive uma mão amiga para apertar. Vez ou outra encontrei um ser humano que quase me compreendeu. Que mais posso querer?"
(Sobre o auto-conhecimento)
"Certamente. O psicanalista deve constantemente analisar a si mesmo. Analisando a nós mesmos, ficamos mais capacitados a analisar os outros. Os outros descarregam seus pecados sobre ele. Ele deve praticar sua arte à perfeição para desvencilhar-se do fardo jogado sobre ele."
(Sobre a análise e a compreensão do mundo)
A análise nos ensina não apenas o que podemos suportar, mas também o que podemos evitar. Ela nos diz o que deve ser eliminado. A tolerância com o mal não é de maneira alguma um corolário do conhecimento.
Que objeção pode haver contra os animais? Eu prefiro a companhia dos animais à companhia humana... Porque são tão mais simples. Não sofrem de uma personalidade dividida, da desintegração do ego, que resulta da tentativa do homem de adaptar-se a padrões de civilização() É o resultado do conflito entre nossos instintos e nossa cultura.
Fala-se muito mal no Brasil e escreve-se pior, políticos e jornalistas numa falta de higiene vernacular só usam o jargão, o caçanje e solecismos com desculpa de linguagem moderna, mas a língua é o maior patrimônio de um povo, e desrespeita-la é desrespeitar a própria nacionalidade.
Desconfie sempre do que noticia a imprensa escrita em palavra.
A caneta de um mau jornalista, pode fazer tanto mal quanto um bisturi na mão de um mau médico.
Meu Nome é: "ENÉAS CARNEIRO"
