John Green

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John Green (1977-) é um romancista e vlogger norte-americano, autor de livros para adolescentes, entre eles, "A Culpa é das Estrelas", "Cidades de Papel" e "Quem é Você, Alasca?". Algumas de suas obras já ganharam adaptações para o cinema e para a TV. Ao lado do irmão, mantém um canal no YouTube, o VolgBrothers, onde apresentam temas contemporâneos.

"...estou numa montanha-russa que só vai para cima..."

Uma das primeiras coisas que pedem a você na emergência, é que você dê uma nota de 1 a 10 pra sua dor. Me perguntaram isso centenas de vezes, e eu me lembro de uma vez que eu não estava conseguindo respirar, parecia que meu peito estava pegando fogo. Eles me pediram pra eu dar uma nota, embora eu não conseguisse falar, levantei nove dedos. Depois, quando comecei a me sentir melhor, a enfermeira voltou e me chamou de guerreira. Sabe como eu sei? Ela disse: Você chamou um dez de nove. Mas não é verdade, eu não chamei de nove porque era corajosa, eu chamei de nove porque… Estava guardando o meu dez, então, ele veio. O grande e terrível dez.

Mas eu acredito em amor verdadeiro, sabe? Não acho que todo mundo possa continuar tendo dois olhos nem que possa evitar ficar doente, e tal, mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.

(Quentin Jacobsen - Cidades de Papel)

John Green
Cidades de Papel

Sem dor, não poderíamos reconhecer o prazer.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

— Estou apaixonado por você — ele disse, baixinho.
— Augustus — falei.
— Eu estou — ele disse, me encarando, e pude ver os cantos dos seus olhos se enrugando. — Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenas um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Cada sílaba que saía da boca dele flertava comigo.

Às vezes parece que o universo quer ser notado.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Você está tão ocupada sendo você mesma que não faz ideia de quão absolutamente sem igual você é.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

- Talvez você queira falar de seus medos para o grupo.
- Meus medos?
- É.
- Eu tenho medo de ser esquecido.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

É claro que a culpa foi sua... Foi o teu abraço que tirou a graça de todos os outros!

What else? She is so beautiful. You don’t get tired of looking at her. You never worry if she is smarter than you: You know she is. She is funny without ever being mean. I love her. I am so lucky to love her, Van Houten. You don’t get to choose if you get hurt in this world, old man, but you do have some say in who hurts you. I like my choices. I hope she likes hers.

Todo salvamento é temporário — o Augustus retrucou. — Eu proporcionei a elas mais um minuto. Talvez esse seja o minuto que vai proporcionar a elas mais uma hora, que é a hora que vai proporcionar a elas mais um ano. Ninguém vai dar a elas uma quantidade infinita de tempo, Hazel Grace, mas a minha vida deu a elas mais um minuto. E isso não é pouco

É no excesso de liberdade que as pessoas encontram o pecado.

Os seus esforços para se proteger de mim serão inúteis

I could never stop thinking that maybe she loved mysteries so much that she became one.

John Green
Paper Towns

Chega uma hora em que é preciso arrancar o Band-aid. Dói, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados.

(Quem é você, Alasca?)

John Green
Quem é você, Alasca?

Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para o meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.

Se ao menos conseguíssemos enxergar a infinita cadeia de consequências que resulta das nossas pequenas decisões. Mas só percebemos tarde demais, quando perceber é inútil.

A dor precisa ser sentida.