Jazz
[O Tamanho Do Espaço]
A medida do espaço somo nós, homens,
Baterias de cozinha e jazz-band,
Estrelas, pássaros, satélites perdidos,
Aquele cabide no recinto do meu quarto,
Com toda a minha preguiça dependurada nele...
O espaço, que seria dele sem nós?
Mas o que enche, mesmo, toda a sua infinitude
É o poema!
- por mais leve, mais breve, por mínimo que seja...
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do WhatsappMe perguntam porque amo tanto a dança? E a resposta sempre é a mesma, mesmo em meio a dores, machucados, lesões e etc, ela nunca me decepciona, ela nunca me deixa. Afinal, a dança é parte de quem eu sou.
Se apaixone por alguém, que além de gostar de jazz e Pearl Jam, também peça pra você ficar mais um pouquinho.
Meu amor vive em tons de azul
Olhos azuis, jazz e atitude
Quando ele chama, chama por mim
E não por você
Ele vive para o amor, ama suas drogas
Ama sua garota também
Mas não posso consertá-lo, não posso fazê-lo melhor
E não posso fazer nada sobre seu temperamento estranho
Mas você é inconsertável
Não posso intervir em seu mundo
Porque você vive em tons frios
Seu coração é inquebrável
Ele vive para o amor, para as mulheres também
Eu sou uma das muitas em sua tristeza
Ele reza por amor, reza por paz
E talvez por um novo alguém
Você está desmoronando, infelizmente
Você está tristemente desmoronando
A felicidade vem com ela.
Como um jazz suave batendo a porta,
Uma dança sem fim,
Uma manhã onde tudo está incrível.
Tenho Alma de Artista
O lírismo de Vínicius me Seduz
Morreria ao ter que escolher entre o Jazz e Blues
Me embriagaria de vinho discutindo Tarantino
Possuo a ironia de Chaplin
E a irreverência de Piaf
Construo imagens irreais como Van Gogh
E Pinto cenas de Almodóvar.
Sou inconstante como Morrison
E eterno como os Beatles.
Tenho sonhos intangíveis como Clarisse
E inovadores com Bowie
Sou surpreendente como Hitchcock
E apaixonante como shakespeare.
Denomino-me um amante inveterado do bom e velho jazz e blues. Gosto dos solos, dos clássicos, dos básicos, dois polos.
Um solo de jazz
Uma noite,
Um vinho tinto,
Um beijo
Um solo de sax
marcando o ritmo...
Uma noite intensa como um jazz
Um amor de improviso
Um toque de música
a pulsar nas veias...
O vinho escorre
pelo céu da boca
e se mistura a um beijo
sob o tapete de estrelas
de uma noite de lua...
Sentimento e sentidos
intensos e densos,
marcantes como música.
Um solo de sax...
Transcendendo limites
como um sonho sem volta
Um toque, um jazz,
sentidos alertas,
e o amor prega peças,
a noite enfeitiça.
O vinho escorre da taça
e tem gosto de beijo...
Um beijo ritmado
como um solo de sax
marcando os sentidos...
Ana Deva's Garjan
JAZZ
que bom te beijar
é como fosse o sol se refrescando ao mar
e é só começar, depois nem lembramos o que se quer
beijo sortido, beijo que desejo, beijo da mulher
Beijo de todas as formas, barulhentos, em silencio
calmos, tortos, lindos e incendiantes
beijos de todas as formas, amorosas, casuais, sorrateiros
de amores, casos, contratados e de amantes
beijo de quem se deseja, planeja ou beijo roubado
beijo de quem está longe, ou sempre viveu ao seu lado
beijo molhado, mordido, sedutor, bandido e até vampiro
daqueles que nos sugam o instante, beijo partido
beijo pra acender, apagar ou mesmo só de protocolo
beijo dos sonhos daqueles em que sempre sonhou beijar
beijo que fala mais que poemas e acalenta mais que colo
beijos que nos fazem perder o chão e delirar
beijo e só beijo onde tudo começa e nunca tem fim
beijo e beijo gostoso é sempre o melhor pra mim
beijo e beijando sentimos o tudo e vamos além
beijos sonhadores, beijos que começam e terminam bem
Beijando e beijando beijamos o beijo e somos beijados
beijos rápidos, quentes, ou tímidos ou beijos demorados
beijos de chagada, beijos de partida, beijos para uma vida
beijos mortais e beijos fingidos
beijos na boca, beijos no pescoço, beijos no ouvido
beijo pra quem beija é mais que uma oração
beijo que esquenta a boca
beijo que acende o coração
Nunca mais haverá uma Billie Holiday no jazz, ou uma Callas na ópera. São vozes que Deus fez únicas para que fossem escutadas a exaustão por toda a eternidade.
Jazz – o poema que jaz
Tá ficando distante aquela seqüela dos teus olhos... É tudo uma questão de tempo pra sumir... O que mais dói aqui é ver que você tá deixando mingüar, que essa é a tua maior pretensão.
Toda noite uma luta pra inspirar e expirar você... Pra sentir um alívio... Aquele arzinho no pulmão, aquele de antes, de antes “da gente”.
Não que eu tire sua razão, seus argumentos são genuínos – ainda que um tanto ingênuos – “como assim argumentos, Poeta? Nada tens além de silêncio, e dos convictos...” - pera... Então me deixa reformular... – Posso teorizar acerca de teus motivos ... Pronto! Um tanto melhor! Continuando: mas tantas teorias pouco me servem nessa PRÁTICA TORTUOSA DE VERSOS SENIS!
Taí meu “resumé”, minha biografia esdrúxula e compactada... Uns tantos versos e pensei que era poeta... E isso serve pra você: uns tantos poemas e pensou que fosse amor?! Imagina! Logo eu que consigo manipular os vocábulos, pressenti-los? Sinto em informar-te de minha falácia, de meus vis movimentos, de todos que foram friamente calculados, bem como meus beijos, desejo e todo o resto!
Descarta minha espontaneidade; ela inexiste, assim como minha doçura e ingenuidade... Faz-me rir a tua, Tolinho! Recolhe essa massagem no ego à tua prepotência burra. Desacredite-me – esqueça-me – arrependa-se – certifique-se do engano. Pois já era, de fato, como bem queria; aliás como nunca foi! Um conselho: fica sim bem longe de mim e de minha poesia mesquinha, de minha pele e efeitos, de meus truques dramáticos e desassociados de padecimento.
Pare-me de ler por aqui. Não insista teus olhos sob tais escolhas vocabulares desafortunadas e maniqueístas. Exorcisa-me – odeia-me – descarta-me – desola-me, mas não me leia... Sou capaz de convencer-te de meu amor e ainda mais: do teu que tanto inexiste, que tanto insiste em representar alegorias! Fecha este instrumento vil de minha (e tua) comoção, queima-o, assegura-te de que a mais ninguém chegará e enquanto há tempo, fuja...
Chuva com gosto de vinho,
Sm de jazz ao fundo,
O gosto amargo, desfrutando a fundo minha alma,
O vinho é de doçura, que jogo-lhe a garrafa ao chão.
Ridículo veneno doce,
Devias ser de tão mais amargo que minha saudade...
Como num jazz, a frequência de seus atos oscila. Normalmente eu não gostaria disso, não gosto de perder minha auto suficiência, porém, as oscilações, ironicamente, tornam-se harmônicas; e, assim como meus ouvidos não negam um jazz, meu coração não nega querê-la. Muito pelo contrário, por ela tenho assistido-me a nutrir muitos “quereres”, “sentires”. Falando nisso, como é bonito olhar-me no espelho e constatar que novamente sinto como é sentir.
E por sentir tanto, sinto muito. Sinto muito por ter que, por vezes, observá-la por detrás de um vidro ou pelos cantos. Sinto muito por não conseguir me fazer sentido, por falhar em fazer com que meu calor a aqueça quando precisar de fogo; por falhar em fazer com que meu abraço a traga segurança quando sentir-se perdida. Talvez eu tenha esquecido como é sentir e seja muito inexperiente em fazer-me sentido.Por essas e por outras me sinto menino nesse labirinto em que voluntariamente entrei.
Já me disseram que olho pra ela como se meu dia dependesse daquilo; já me surpreenderam mudando o jeito de falar quando falava dela; já estou tendo que escrever pra sondar o lugar que pra ela montei e cuido com tanto cuidado dentro de mim. Geralmente me sobram as palavras, contudo, agora não mais se fazem necessárias. É como se nos abraçássemos no centro de um furacão, onde tudo é quieto, pacífico e ironicamente seguro. Sim, num lugar onde o caos delimita a paz, o nosso estar ali, em nossa dança de almas, já diz tudo.
Por fim, ainda tenho a dizer que ainda nos restam muitas ruas para adotarmos nesta cidade.
Os flagrantes sao meus pés, eu corro a 210
Acompanho o flow no jazz, rimando pros meus fiéis
Alguém quer te ver na bad, te impede de usar até dread
Só que aqui nao tem nenhum nerd obedecendo quem pede
- Relacionados
- Frases de Músicas Jazz
-
20 poemas e frases de Allen Ginsberg, um dos mitos da Geração Beat
-
Reflexão do dia: 125 frases e mensagens
-
117 frases para stories do Instagram que vão fazer você se destacar nas redes
-
23 filmes motivacionais para inspirar a vida e superar desafios
- Relacionados
- Frases de Músicas Jazz
