Jamais
Jamais queira saber, se pra mim, você é a melhor. Não há comparação, pois para mim, você é a única.
Como posso negar,
quem agora mesmo conversou comigo?
jamais posso negar,
Jeová DEUS e Jesus Cristo!
Quando alguém diz que faz de tudo um pouco, desconfie, mas jamais desfaça daquele que é doutor em uma profissão!
Espero do amor, que jamais me solte quando eu mais precise, porque o amor cuida, zela, protege, da colo, carinho, vence o cansaço, as dores e as brigas
"A inteligência artificial processa informações, mas jamais habitará a experiência humana. Sua 'empatia' é um simulacro — valiosa como ferramenta, porém incapaz de substituir a alma que sente e transforma."
A minha presença é permanente
na tua lembrança e na retina,
A alma jamais irá se aquietar
na tua memória e na rotina...;
A minha pertença é iminente
na tua vida e na história,
A inspiração que vem de mim
na tua caminhada é perpétua,
A verdade é que tua alma ama
a minha: sofrendo, muda e quieta.
A rima que nasce e cresce da ginga
amada, sentida, adorada e 'revivida',
É poesia que nasce de um amor
deixado para trás e dos dias de Sol,
Que para você não estou redimida.
A ginga que dança e sacode-me
apaixonada e fervente: virou poesia
É beijo que toca as constelações
comovendo todas as emoções,
Que não me deixam esquecida.
A minha poesia mora em você
relembrada em cada gota de prazer,
É sede que jamais irá [acabar];
promessa que não te deixa esquecer:
- Que sou o amor da tua vida!...
A minh'alma jamais se deixa
capturar - sou livre para amar,
A minha'alma nasceu livre,
e por isso sou a tua poesia...,
O amor da sua [vida]...,
e isso ninguém pode negar.
A poesia escrita intensa
é a dos loucos amores,
Desenho com todas as cores,
pinto a sua pele com a cor
Que vier a me [inspirar]...,
A minh'alma tu bem enaltece,
o perfume que ninguém esquece,
Ele só você bem conhece,
o rumo a se enveredar.
A minh'alma não cede nunca
a oportunidade de remar,
A minh'alma é embarcação
e emoção à beira mar....,
O amor nela [reside]...,
e ele ninguém pode despejar.
A poesia do mistério bailado,
e que nunca será desvendado.
É essa poesia a te convidar
para preencher a tua vida toda.
Para você amar e ser [amado]...,
e fazê-lo sempre sorrir à toa.
Seja ela qual for,
arte se responde
sempre com arte,
Censurar jamais
fez ou faz parte;
Preserve a cultura
da tua Terra,
por ser a melhor parte.
Enquanto não libertarem o General
vocês me xingarem não vai nunca adiantar,
porque jamais hei de silenciar.
Jamais escrevi ou escreverei
uma carta ao General
porque sou estrangeira,
quem o prendeu injustamente
é partidário do absurdo:
Para que não haja mais
nenhum novo abuso
resolvi que nunca com
ele irei me comunicar,...
Por isso escrevo épicos
poemas da minha total
responsabilidade
para que da tropa,
de civis e dele como
preso de consciência
ninguém se esqueça;
E sem seletividade
alguém a mão à cada
um deles estenda,
do nada resolvi ser
voz para clamar,...
O General foi preso no dia
treze de março do ano
de dois mil e dezoito,
no meio de uma reunião pacífica,
de uma mentira ele tem sido
há mais de dois anos vítima,
não teve acesso ao sol da justiça,
No meio desta pandemia
ninguém sabe como ele está
na prisão em Fuerte Tiuna
que não deixam mais a comida,
roupas limpasà ele entregar,
só água de vez em quando pode entrar,
e assim tenho sido voz a reclamar...
Dos quadrantes
de paz criados
pelo General
preso injustamente
da memória
nem o tempo
jamais há de apagar,...
Por causa de um
inimigo invisível
que aos poucos
o nosso povo
está tendo
que se recolher,
Ninguém sabe
ao certo o quê
vai acontecer;
Não admitindo
que a infante
foi levada
dos braços
do Vale da Utopia,
eu sou a cara
deste protesto,...
Em marcha
automática
rumo à liberdade
com os olhos
fixos na Lua,
No afã de se
refugiar daquilo
que nos tortura
de maneira
imparável
que vem nos
governando,
fechando
fronteiras,
aplaudindo bloqueios
_depois de nunca
ter do povo
cuidado direito
como tinha que ser.
A minha imagem é viva
Ela jamais descansa,
A minha imagem é de carne
Ela jamais te cansa,
A minha imagem ferve
Ela não te dá descanso;
A minha imagem verte
Em cada um dos teus poros.
A minha imagem é presença,
Que traz consigo a sentença,
De prestar-lhe obediência,
É mais do que isso:
É emprestar a minha indecência
Fugidia de qualquer coerência,
Entortando-lhe até os ossos.
A minha imagem é malemolência
Feita de vidro quando estou longe,
E feita de papel quando estou perto;
Na tua mão sou página de livro,
Que se dobra, mas não se vira,
Sou o teu caso sério, admito.
Como páginas que não se viram,
Escrevendo inequivocamente
Juntos uma nova história no Universo.
Os campesinos
estão desprotegidos,
O Comandante
se estivesse vivo,
Jamais teria permitido
que tivessem
os seus direitos agredidos.
Não se sabe há mais
de cinco meses
do civil desaparecido.
Foi o quê disse a imprensa:
Um tenente relatou
o milagre da sobrevivência.
Todos tentando se salvar,
enquanto a total
liberdade não chega.
Dos Generais presos
em Fuerte Tiuna
sem nenhuma culpa,
Não se ouve mais
sequer um ruído,
Quando eles
serão libertados?
Foi levado a um destino
o General de Brigada,
e onde ele está é por
tantos desconhecido,
e não saber de nada
se consolidou como vício.
A Epifanía
que jamais
ninguém
na vida apaga,
É sinal que
nos impele
por quem sofre
nos sótãos,
calabouços
e com a privação
vivenciada
pela periferia.
O Império não
obterá vitória
seja por fogo
ou discórdia.
A minh'alma
poética como
um luciérnaga
insiste e busca
por notícias
dos Generais
que estão presos
injustamente
em Fuerte Tiuna.
Enquanto uns
desfilam egos
e afastando
a verdadeira paz.
Jamais escreverei
uma carta para
o General que está
preso inocente
em Fuerte Tiuna
porque sou estrangeira,
Foram escritos por
mim poemas demais,
e ele nem idéia faz,
mas são todos
de minha total
responsabilidade.
Não é difícil de imaginar
que não vão me deixar
ultrapassar a fronteira.
Semeando, produzindo,
e ensinando,...
Compartilhando,
abraçando
as filhas e os velhos
pais agora só
na memória afetiva,
Com as amorosas
palavras da irmã
e as saudades
dos tempos
em liberdade
do filho a mesa
do almoço
que no coração
da Mãe doem demais;
Não escutaram mais
mais a alegria da gaita
e os acordes do cuarto,
Que as deixava em paz.
Não é segredo nem
ao poeta que venho
pedindo insistentemente
a liberdade do General,
É notícia recente
que penas variadas
serão revisadas,
De novo peço que
não se esqueçam
dele que nada deve,
e hoje até de saúde
mui frágil padece.
Recordei de um
filho de Caxias
que era #pianista,
se sentia culpado
por aquilo
que jamais fez;
Na tristeza ele
vivia afogado,
Testemunhei
este triste fato.
Lembrei de uma
jovem #clarinetista
que já deveria
ter sido libertada,
E não sabemos
mais de nada;
Nada mais se
sabe dos presos
#DESAPARECIDOS,
E do General
que está em
#GREVEDEFOME,
Pois a omissão
nos consome.
O silêncio ferino
de quem faltou
com justiça,
e está faltando
com socorro
é a declaração
de quem não
pode se queixar
quando for
referenciado
pelo mundo
afora como tirania,
Não queria dessa
maneira falar,
Mas de silêncio
em silêncio sinto-me
obrigada a transbordar.
Pelo amor que o céu
tem pela nossa união,
Pelo azul turquesa do mar
mais paradisíaco,
Jamais deixarei o orgulho
que sinto do nosso amor bonito.
Orgulho e receio
jamais trazem
progresso,
São um afélio
sem regresso;
Não se permita
nunca mais
este retrocesso.
Do astronômico
número de 900
presos políticos,
Há 193 militares
em cárcere porque
amanheceram
do transe hipnótico
como críticos.
Afeto e prumo
nos dão rumo
ao periélio,
Para ter um
futuro radiante,
Olvide o quê
te faz cortante,
Para você isso
não é distante.
Se permita
a urgência
do perdão pascal,
Você sabe que
até agora nada
sei do General,
Liberte-se daquilo
que ao teu coração
tem feito tão mal.
