Ja Vivi um grande Amor
Bússola…
Imagine que a vida é como um grande navio navegando em alto-mar. Cada um de nós tem uma bússola interna, calibrada com nossos valores e princípios, que nos guia através das tempestades e calmarias.
Se começarmos a seguir a direção indicada por bússolas de outros navios, que apontam para polos diferentes dos nossos, corremos o risco de nos perder em águas desconhecidas e perigosas.
Assim como um capitão que confia na sua própria bússola, devemos ouvir apenas aqueles cuja direção ressoe com a nossa essência. Afinal, não é sobre a rota que os outros traçam, mas sobre a jornada que escolhemos fazer.
O líder.
Um líder não manda, ajuda na luta. Um grande líder não mostra a sua força diante dos problemas, mas mostra a sua inteligência para resolver os problemas.
Um líder que imponha o seu poder provoca horror. Ele não é um líder, mas sim um ditador. Um líder não faz com que o seu grupo lute pelos seus ideais, mas sim que seus ideais tornem-se também os do seu grupo.
O líder não é o maioral, e sim o que faz o diferencial. A guerra forma soldados fortes, mas também forma líderes nobres. Liderança é sinônimo de nobreza. Um líder forte mantém a sua liderança com grande força, mas o líder inteligente é mantido na liderança pela sua própria gente.
Um líder não precisa mostrar que é líder, porque os seus seguidores fazem questão de falar para todo mundo quem é seu líder. A força bruta conquista a liderança, mas a inteligência é o que faz manter a liderança.
Ser grande é crescer um pouco a cada dia. Não desanime! Os fracassos são adubos no canteiro do sucesso!
Não espere um sinal do céu se suas raízes ainda não tocaram a terra. Toda grande mudança começa onde os pés pisam com coragem.
A humanização é um tema com grande relevância, devido a mecanização do atendimento e a barreira imposta para que se possa impedir aproximações afetivas sem perder o afeto.
Nos tempos pós-modernos, a Enfermagem tem se deparado com um grande desafio: acompanhar com presteza e espírito inovador a evolução contínua da tecnologia e, ao mesmo tempo, saber ouvir os sofrimentos, angústias e frustrações das pessoas que estão sob seus cuidados.
um monte de gente grande usando um monte de gente trouxa e pequena para continuar sendo grande.
E assim a vida segue sem grandes mudanças.
DILEMA
É um grande dilema a ser superado. Parte dos profissionais experientes se veem como portadores do conhecimento, são saudosistas e descrentes na formação acadêmica da atualidade. Enquanto parte dos profissionais principiantes, utilizam da soberba ao afirmarem, que os profissionais que se dizem experientes, na verdade são absoletos. Existem jovens que são meros alienados propensos a mudar o mundo.
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Não importa quão grande é o número de filhos que um patriarca ou uma matriarca tenha edificado. Nos momentos mais angustiantes de sua vida, possivelmente estarás sozinho, senão ao lado de um desconhecido.
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A soberba é um grande obstáculo para uma autoanálise precisa e sincera de nossa condição espiritual.
Há, de fato, o mundo espiritual e o mundo natural e material, porém, não há um grande distanciamento entre eles, pois um exerce influência sobre o outro.
ETERNIDADE
Era uma casa grande de frente ampla pra um imenso campo de pasto, que se perdia ao longe com elevações de algumas colinas onde invariavelmente o sol repousava nos finais das tardes. Um rio riscava a paisagem com algumas curvas sinuosas donde surgiam carroças e mulheres com bacias nas cabeças seguidas por crianças que vadiavam entre flores, libélulas, borboletas e alguns passarinhos que festejavam a aurora ou alardeavam nos finais de tardes, anunciando as noites. Neste cenário vivemos os mais belos anos de nossas vidas de uma paixão, que certamente inspiraria poetas, romancistas, cantores e qualquer ser vivente com um pouco de sensibilidade.
Protagonista desta história, posso afirmar, que a felicidade faz galopar o tempo num tropel frenético e irrefreável. Foi lindo, foi infindo, foi infinito; mas até o infinito é arrastado pelo galopar enlouquecido do tempo; e um dia eu me vi sozinho, tonto com o serpentear do rio, as vertiginosas colinas e um vulto que dava sentido àquele cenário. ah, tantas coisas mudaram naquele cenário; os horizontes foram se limitando dando lugar a torres, antenas e telhados: mas o que eu via era o passado, longe de asfaltos e pontes, perto de auroras incríveis e ocasos paradisíacos. Um dia reuniram-se irmãos, filhos e netos e choraram pelos que eu jamais choraria. O tempo galopara a minha existência; mas agora, este plasma infinito dessa ternura louca, fiel e inabalável insiste: é uma casa grande, de frente ampla pra um imenso campo de pasto que se perde ao longe nas elevações de algumas colinas, onde invariavelmente o sol repousa nos finais de tardes... com sua roupa branca como a candura de um anjo, ela caminha em minha direção sem nenhuma pressa, sabe que temos toda a eternidade...
Ser verde enamorar por outro, mas azul; ser de um grande planeta enamorar por outro de pequeno planeta; ser experiente enamorar por outro inexperiente, conclusão: ser diferente é um desafio em qualquer lugar ou dimensão. Êxito na conquista só e exclusivamente em crer com muito amor.
MEUS MEDOS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Sempre tive um medo imenso de ficar grande sem crescer. De amadurecer sem ficar maduro. Curtir a vida, os lances, oportunidades, e não curtir minha essência.
Desde cedo não sabia como era isso, mas o meu coração girava em torno dos medos. Queria o corpo em sintonia plena com o espírito, para que o rótulo correspondesse ao conteúdo. Meu rosto, meu resto e minhas palavras não fossem a propaganda enganosa de quem não sou.
Tinha pavor de brilhar e mesmo assim permanecer no escuro de uma ignorância equivocada, com ares inúteis de sabedoria. Temia puxar um saco de filosofias hipócritas, bondades plásticas e religiosidades vãs, de conveniências e chaves que abririam as portas da sociedade. Da popularidade familiar. Do prestígio ao meu redor e os apupos externos de quem olha e pronto. Não importa ver, porque isso dá prejuízo; afasta os favores e subtrai prestígios com vistas a vantagens futuras.
Tenho muitos; muitos vícios, defeitos e desmandos. Bem maiores do que os que julgo, até condeno em terceiros, mas temia os vícios, defeitos e desmandos menores. De quem vai mas não vai. Finge que não, no entanto é. Finge que sim, porém não. Tudo sempre a depender das perdas e os danos; dos lucros e as cotas... ou até das sobras e as sombras que lhes restem ou não.
Tive medo imenso de aprender a fingir. A simular. Ganhar na estampa e levar a melhor na lábia. Ser quem não sou. Talvez até jamais ser; só estar. Fazer acordo com as rotações do mundo, as demandas da vida e as músicas conforme as quais devo dançar nas horas desconsertantes. Nos momentos em que não vejo saída, se não for pelas concessões.
Jamais deixei os meus medos. Eles me ajudam a ser menos pior do que sou. Não os troco pela coragem sonsa de abrir mão das minhas verdades para supostamente me dar bem.
EM NOME DA ÉTICA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Há um grande número de cidadãos focados especificamente no que a lei permite, proíbe ou manda. Isso é bom, porque muitos crimes, delitos e contravenções deixam de ser praticados, pela mera existência do temor da lei. Por existirem, ainda bem, essas pessoas temerosas das consequências diretas de seus atos, mesmo que lhes falte caráter para, no fundo, não desejarem praticar tais atos.
A realidade se complica, e muito, quando a ética está em jogo. Sendo ela o conjunto de posturas e atitudes que a lei não manda nem proíbe, muita gente boa, em princípio, porque não comete crime, abusa do atentado impune ao ser humano. Constrange, prejudica, passa para trás, engana, falta com a palavra, faz fofoca, dedura e até ganha pontos com quem lhe convém ou interessa agradar, mesmo que prejudique aquelas pessoas que não oferecem retorno, vantagem, promessa, ou das quais apenas não gosta.
Falta-se muito com a ética nos ambientes de trabalho, nas igrejas, agremiações e outros grupos, em troca de promoções, prestígio, atribuições, privilégios e cargos que pertencem a outros. Muitas vezes tão só para ficar bem aos olhos do líder, e ter a honra questionável de se tornar mais íntimo.
Também se falta muito com a ética em nome de um destaque na família... da disputa pela preferência geral. Nos dissídios e nas intrigas envolvendo proles. Algumas vezes, pela simples curiosidade ou desejo de cutucar desafetos do outro lado, por intermédio de alguém mais frágil, dependente ou ingênuo, que no fim das contas é igualmente prejudicado sem nem saber a razão.
São muitas as crueldades. Os atos perniciosos não previstos em lei. E a ética, intocável para o jugo da lei, em nome da graça, do arbítrio e da liberdade responsável do ser humano, fica seriamente comprometida. Uma sociedade sem lei é truculenta; brutal... sem ética, é hipócrita e nojenta.
