Ja Vivi um grande Amor
Eu quero poder contar o que vivi, como passei a crise dos vinte anos, poder dizer a cada ano o que foi aprendido, que valeu a pena, que sorri, que chorei, amei, errei, acertei.
E, saber que agora acabou a brincadeira.
Não sinto saudade das coisas boas que vivi e das pessoas que amei, pois permanecem vivas em mim como fonte de inspiração do meu viver e seguir. As coisas ruins e as pessoas mas, não ganharam o mesmo espaço, pois não existiram apenas aconteceram e se foram!
Não acredito que as coisas que eu vi, ouvi , vivi e aprendi tenha sido em vão.
Não, nem tão pouco para benefício próprio, ou para algum ideal egoísta.
Não, não me foi dada a graça de aprender, de viver, por motivo vão.
Existe uma razão maior que a razão, por trás de cada aprendizado e vivência.
Existe uma missão a ser cumprida em cada existência.
(Sandra Lima)
Por toda a minha vida
Eu tenho 21 anos. Vivi toda minha a minha vida em uma cidade pequena. Tive problemas na adolescência. Algumas lembranças ruins, ainda trago comigo. Bem, trago lembranças boas também. Uma delas foi meu grande amor. Amor que jurei trazer comigo por toda a minha vida. E, por enquanto, ainda trago.
Era um homem muito mais velho que eu. Mas era tão lindo. O sorriso dele não era tão belo. Não fisicamente. Mas num geral, eu diria que é um sorriso lindo. Um dois mais lindos que já vi. E sabe por quê? Apenas por ser sincero quando acontece. Ele tinha um brilho nos olhos que era lindo. Eram olhos escuros, mas ainda assim brilhavam. E seu corpo? Ah, era tão mais lindo que o sorriso. Bom, era assim que as garotas do colégio diziam ser. Mas eu não curtia muito isso. É claro que não posso negar que isso realmente atrai qualquer um. Mas meu interesse não era esse.
Desde tão jovem apaixonada por um amor impossível. E todos concordavam e zombavam. Sim, isso era ridículo, não? Mas o que eu podia fazer? Ainda não tinha controle sobre meus sentimentos. Mas quem diria que com o passar do tempo tudo mudaria?
Hoje, aos 21 anos, ele olha para mim e diz:
- Eu te amo.
vivi essa vida chorando e fez mim aprender que tudo que temos não está nas coisas, está em nós;a alegria de fazer o bem
Chorei..sorri..sofri..vivi..
deixei....amei.....foi amada
atravessei tempestades..
sem medo e nada de mim restou..ou ficou
Ouço o vento a sussurrar ...
ele traz-me o meu alento e meu tormento
sinto e enlouqueço,
compreendo a magoa ...
que atormenta-me a mente
Os gemidos de dor ...
calam o fundo da minha alma onde grita
ao vento os sonhos do passado...
e do presente talvez traga a paz que mereço
Caminho cheios de espinhos,
flores em terra seca árida...
predador atroz absorve
as dores das minhas asas,
dos versos..pensamentos...
e sentimentos do coração.!!!
Acredito que nosso povo foi sufocado pela ditadura eu vivi os conceitos dela e passei a meus filhos. Esta ferida demora a ser curada.
MEMÓRIAS DA MINHA DOCE INFÂNCIA
Eu vivi no paraíso onde tudo tinha cor
Mata verde, céu azul, nuvem branca e sol laranja
Formava um lindo arco-íris, belo emaranhado de cores
Que se enlaçavam no brilho do dia.
Eu vi os sorrisos mais sinceros e repletos de felicidade
Nasci no interior, no leito do rio Gurupí
Cercada por águas doces e cachoeiras que se debruçavam
Nas correntes nervosas do rio.
Tinha sonhos inocentes que não se realizavam,
Mas vivia tão feliz que nunca me importava,
Continuava dormindo sem me preocupar,
Sem me magoar, sonhando num suspirando sonante
Esperando ansiosamente o desejável dia do amanhã
Pois sabia que acordaria para uma nova aventura começar.
Ah, como eu brincava! Corria como em um desespero
Mas ao contrário de buscar socorro, procurava diversão
Na areia ou na terra preta do quintal, descalça deslizava
Sobre a maciez da lama, tudo, tudo com a mais pura emoção.
Sob as sombras dos cafezais eu pulava, subia em mangueiras
Apanhava frutas, não tinha temor à altura, embalava-me no
Balanço fechando os olhos sentido o vento suavizando minha pele
Nos dia de verão. Quando o suor escorria sobre meu rosto
Descia para beira do rio Gurupí, me jogava, mergulhava
Ficava alguns segundos submersa, como quem tivera saído do
Deserto e encontrado uma fonte, maná de sensações,
Ah, como era bom o barulhinho da água que me molhava,
Aquele arrepio frio que percorria meu corpo!
As tardes no sítio dos meus avós eram deliciosas
Amava aquela simplicidade, o silêncio que nos
Permitia ouvir o canto dos pássaros, o som que
Ecoava dos troncos e galhos das árvores
O toque leve e sedoso dos dedos da minha avó
Passando óleo de coco babaçu que exalava um
Cheirinho de carinho, enquanto ela penteava e
Massageava com todo cuidado os fios do meu cabelo.
À noite, permutava-se a soluta da escuridão pela luminosidade da
Alegria presente nas rodas de amizade. Ouvia- se versos, histórias
De assombrações, mais principalmente, contos da gente que despertava
curiosidade. Quem não se lembra das brincadeiras de rodas, ciranda-cirandinha
e das cantigas? Que acalantava o sono dos pequeninos, dos anjinhos!
Tinha liberdade de aprender, de errar, de brincar,
Liberdade de ter medo, medo dos olhos ofuscante da coruja que
Assustava-me por noite, deixando-me com sono por dias.
Pura superstição dos velhos sábios da aurora de minha vida
Nossa! Quantos valores e saberes me transmitiram!
Vejo-me agora como uma boba em companhia de lembranças dos
Anos maravilhosos que vivi, mas sinto-me livre para reinventar os
caminhos de hoje para alcançar, talvez, novas e esplendorosas
aventuras amanhã, sem esquecer-me da minha doce infância vivida.
Depois de tudo o que eu vivi e que sofri, pude
Concluir que foram nos meus dias piores que a
Vida me ensinou as lições maiores e melhores!
Guria da Poesia Gaúcha
Sempre amei escrever, vivi sempre a pintar, das cantigas de roda, adora brincar.
Descobrir com o tempo, minha vida é cantar.
Feito pássaro a voar, meu canto quero entoar, e as todos os cantos levar a música que em minha alma veio ficar.
Que nasceu aqui dentro e floresce com o tempo. Voa no ritmo do vento, poesia que baila em pensamento.
Quero ter a certeza de que vivi da forma como achava melhor, me preocupando, sobretudo, em não magoar o outro e muitas vezes magoando a mim mesma... Que vivi com cautela, me colocando no lugar do outro, sentindo que a dor do outro dói também em mim, afinal, somos um "só corpo", filhos legítimos de um mesmo Pai...
Quero, um dia, ter orgulho em ter passado aos meus filhos todos os valores de respeito ao SER HUMANO, como máxima criação de Deus, valores de IGUALDADE, de JUSTIÇA SOCIAL, de TOLERÂNCIA, ACEITAÇÃO, HUMANIDADE, e, sobretudo, de AMOR PURO E VERDADEIRO AO PRÓXIMO... Em especial aqueles que comumente são esquecidos pela sociedade...
Quero muito pouco, mas, ainda assim, quero ser o melhor que posso ser...
Hoje faltando pouco para meus 43 anos, vejo que valeu a pena cada segundo que vivi e vivo...tenho recordações maravilhosas da minha infância e visionariamente falando coisas lindas ainda a viver...tenho uma família linda que mesmo com os percalços permaneceu unida...Amigos hilários e os que são mais reservados mas que não deixam o bom humor de lado.... Já fui amado no passado ,porém me sinto mais amado hoje....já fui a lugares onde deixei saudades e não vejo a hora de voltar """ E vou voltar """ , Já fiz minhas boas ações e fui recompensado pelos seres divinos ...se eu partir sei que farei falta ...Se eu ficar farei a alegria de muitos... Aos que não gostam de mim,'' TANTO FAZ"" '' ELES SÃO MINORIA ...não tenho tempo para o ódio .... tenho tempo apenas para coisas boas e para celebrar a vida ...Sou assim.... Sou feliz aos meu 43 anos de abençoado por Viver.... By Mauricio ferraz
Eu que de longe pensei em sonhar
Me aproximei, me encantei, vivi a vido de viajar
Sonhar é o que me faz viver, minha base, meu tudo
Ou tudo que me mantem vivo, que tem sentido
Poemas que são como base o sentimento de um poeta louco ou lucido
Quem irá desvendar o poeta?
Se "esconde" atrás de palavras sendo uma eterna duvida ou certeza
Nesse jogo de palavras me encontrei
Da onde tive a lucidez de pensar
Ahh ! Como sou apaixonado pela poesia.
