Já Perdi
Meus diplomas
Tenho um parâmetro confuso.
Já perdi o norte.
Culpei a falta de sorte.
Pelo aflito coração intruso.
Por todas angústias.
Todas preocupações.
Agonias e aberrações.
O desatino da mente.
O ímpeto descontente.
Avaliei as considerações.
Incapaz e frustrado.
Fugaz e enjaulado.
Sem função e nada de maestria.
Como dói e consome dia dia.
De repente me deparei.
Estou eu no coliseu de Roma.
Ou não.
Sou eu formado e com uma série de diplomas.
Certifico mim dono da dor.
Agrego o sofrimento.
Também manifesto desamor.
Por não entender o sentido do tormento.
Mas eu consigo ser conselheiro de mim.
Não sei o que faço com diploma.
Pois a tristeza é forte aroma.
Que se aloja em mim.
A ignorância é devastadora.
Dizia o poeta.
A luta continua.
Diploma pode ser uma lavoura.
Simplesmente se houver coragem de enfrentar as feras que existe no coliseu em mim.
Pode ser em Roma, sem diploma.
A coragem de começar e saber que ainda não é o fim.
Giovane Silva Santos
O Recomeço De Um Novo Término
Porque é sempre assim,
Já perdi tanto nessa vida,
Quem eu amo se afasta de mim,
Só pode ser essa a minha sina.
Ficar pra sempre sozinho,
Achar que tenho alguma chance,
Deixar de ser um grãozinho,
Nesse vasto mundo abundante.
Mas é mesmo culpa minha,
Por alguma expectativa criar,
Quanto mais esperanças eu tinha,
De mais alto eu viria a despencar.
Mas cego de paixão eu pulei,
Entrar de cabeça é como dizem,
Do mais alto morro me joguei,
Queria que todos me vissem.
Foi tão real, foi tão intenso,
Estava tudo se curando,
Ao amor eu estava propenso,
Era uma festa que eu estava celebrando.
Mas ai a vida fez sua jogada,
Foi rápida e certeira,
Mostrou que era ela quem mandava,
Recebi então uma rasteira.
Sozinho novamente fiquei,
Sem rumo, no escuro,
Se afastou aquela que amei,
Perdi pra sempre o meu futuro.
Me perder?
Eu já me perdi várias vezes
Por ruas que nem sei o nome
Amores?
Já perdi umas dúzias,punhados mesmo,o que não perdi foi a coragem de seguir.
"Já perdi as contas de quantas vezes
eu chorei, chorei por estar cheia,
Cheia de tudo.. cansada, muito cansada
para continuar, por que parece que minhas
forças estão chegando ao fim..
Estou desistindo, desistindo de mim!"
Existem várias formas de ter fé eu já perdi a minha muitas vezes que tal começar a ter confiança em si ao invés de mentir para si mesmo ? Eu rogo pela ciência e pela religião sem magoar ou ferir utópicos mundos.
Acho que já perdi o jeito pra sorrir
Acho que não sou feliz
Acho que não é também feliz
Nossas roupas no varal
Já não se enlaçam, nem se tocam
Pedem ao vento pra soprar
Querem voar, secar noutro lugar
Sabe a vida não ensina a somar defeitos
Assumir os erros do outro
E assim o amor se vai
Além do Tempo
Sou hoje mais infeliz que ontem,
Já perdi aquele brilho intenso e vivo no olhar.
Eu já perdi o ânimo em acordar, eu só sei sobreviver.
Coisas que me alegravam antes,
Agora jás passado, mórbido e enterrado.
Já o que me entristeci antes, não sou vivido por isso.
Acontece que sinto falta do miseráveis detalhes.
Miseráveis esses, não por serem medíocres,
Mas por serem insignificantes no momento.
Você que deixa passar, acho que é história?
Então guarde na memória!
Sabe?
A Rotina da vida, conversas na cantina,
O apego no sossêgo, isolar-se no recreio,
As brigas de idade, falta de maturidade.
Sentar, sorrir, dividir o fone de ouvido.
Ver, ouvir e sentir meu pequeno Melro. .
Sou incompleto, infeliz. Por que assim vivi.
A vida mais feliz de todas.
Já perdi as contas de quantas vezes contei cada tic tac do relógio esperando você entrar por aquela porta.
Ja perdi a noção do tempo
Durmo quando estou acordado
Acordo quando estou dormindo
E a todo momento abro a porta da geladeira pra ver se tem alguém lá fora
Na minha vida, algumas vezes já me apaixonei no primeiro olhar, mas também outras vezes, já perdi o interresse depois de poucas palavras.
Aqui estou, novamente, estática em minha cama, o dia inteiro. Já perdi todos os meus sentidos, meus pés se recusam a trabalhar então fico flutuando no espaço, é frio e entorpecido, é inerte e me embriaga cada vez mais, me vicia.
Meus dedos usam cores diferentes para pintar esse quadro, cores as quais estou cega para ver. Queimá-lo me aqueceria, meu sangue gélido poderia finalmente correr pelas minhas veias, senti-lo é como ter bombas embaixo da minha pele.
O oxigênio que lava meus pulmões é uma chama, crescendo e crescendo, a cada respiração me encontro ainda mais sem fôlego. A cada passo sinto como se estivesse correndo contra a direção correta.
Minha pele é feita de estrelas, pequenas chamas em círculos, que formam minha silhueta, mas não acho que alguém veja desse modo, nem mesmo eu. Conheço a verdade, mas minha mente quer acreditar em uma mentira, é mais confortável saber que estou no espaço do que me imaginar pertencendo a ele, como a areia pertence à praia, como as árvores pertencem a terra, e como eu sempre pertencerei a isso. Sempre uma parte de mim.
Já perdi as contas de quantas vezes fechei os olhos e fiz um pedido daqueles tão real, que veio do coração. O fato é que nem sempre recebemos ou recebemos tudo que pedido e algumas vezes até mais. São as boas dádivas de Deus. Se somos merecedores? Nem sempre! Hoje tenho a serenidade para pedir de uma forma mais suave e menos imponente como antes. Fecho os meus olhos e continuou fazendo os meus pedidos, e ainda acrescento: "Senhor, aceito o Seu 'sim' ou o Seu 'não', pois eu entendo que tudo coopera para meu bem, ainda que eu não entenda.
Para quem um dia amei...
Não guardo remorso em relação
à pessoas que já perdi. Sempre
fui verdadeira com cada uma delas,
e da minha maneira, eu as amei.
Dei à elas o meu melhor sorriso,
e, todos os dias, ouviram de mim
o que só digo para quem me é,
de fato, importante: "Eu Te Amo".
Quando entro em uma batalha, meu medo não é de perder. Já perdi muitas vezes, sei como lidar com isso, meu medo é de vencer e perceber que era, na verdade, tão nefasto quanto meu oponente.
Um disparo!
Um diz para!
O outro siga...
Eu no meio da briga,
Dessa luta sem fim.
Já perdi a conta
Das vezes em que separei
O meu eu que aponta
Dos tantos outros que nem sei.
Mas basta uma distração
Já refaz a confusão,
E não sei onde parei.
E me reparto em pedaços
Nos pensamentos que faço,
Ou melhor dizendo,
Que pensei que estava fazendo.
Não entendo.
Fico vendo essas lutas,
Procurando qual daqueles é o judas
Que causa a discórdia e não ajuda
A resolver o "quem eu sou".
Pra onde vou também não sei.
São tantas perguntas.
"Não é ciúme. Nunca foi. É apenas medo. Medo de te perder , como já perdi outras pessoas que passaram pela minha vida."
Eu até tentei
Ser um cara normal
Mas todos os amigos
Eu já perdi.
Me perco em fotos
Que eu não estava presente
São vestígios de sorrisos
Que não guardaram em mente.
O tempo se faz cinza
De um luto comumente
Desfavorecido de um tempo
Onde nunca imaginei estar presente.
A saudação foi inesperada
Mas, esperada à todo instante
Mau sabia ser entrada
De outro adeus constante.
Agora sou eu
Enfrente a tuas palavras
Encontrando consolo em versos
E uma rima bem montada.
Prometi mais uma música
E aqui estamos nós
Eu longe de você
E você a sós.
Lidar com as dores
De quem não estava doente
Não foi fácil pra mim
E você junto a outros discos
Eram à salvação.
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