Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Eu sou feito de palavras que queimam, de silêncio que dói e de um amor que não aceita metade. No mundo emocionado de hoje, carrego essa intensidade que brilha forte, fruto da solitude que me ensinou a viver com responsabilidade afetiva comigo, com os outros, com cada sentimento que desperto. Minhas escritas são pedaços da minha verdade intensa, amável, tensa porque eu não vivo pela metade, eu vivo para arder, para sentir, para amar até o fim. Quem lê sente. Quem sente, sabe: comigo não tem jogo, tem alma nua, coração em brasa e um desejo eterno de ser inteiro.
Eu até sei que sou um IDIOTA, até porque nem sei o que fazer para evitar isso. Fazer o quê, né? Mas o bom disso tudo é que, podendo escolher, eu sei muito bem os tipos que não quero ser.
O que não dá para entender é se essas pessoas têm algum problema para interpretar texto — algo que beira uma psicopatologia — ou se simplesmente não possuem um mínimo de honestidade intelectual.
Porque o que está escrito está tão claro e nítido que nem seria preciso explicar a explicação, desenhar o desenho e ainda ter que explicar o desenho feito.
Fingem uma demência disfarçada de inocência e ainda acham que todos têm que ser iguais a eles.
Isso é hipocrisia.
Não espero que me entendam, sou um universo que apenas eu habito, sinto tanto que transbordo e nesse excesso encontro minha própria casa, meu amor não é súplica, é celebração, amo porque sou inteira em mim, o que perdi dentro de mim não está ausente, apenas esperando para ser reencontrado, escrevo não para ser lido, mas porque é assim que meu silêncio ganha voz, não busco ecos de mim nos outros, já sou um infinito que se basta, o amor que entrego ao mundo não é um pedido, é apenas o reflexo do que já sou.
Será se eu sou burro demais ou eu não consigo acompanhar a inteligência das pessoas da qual eu faço parte no momento.
Muita das vezes eu me sinto estranho, não consigo acompanhar o raciocínio da galera.
Ou eu não entendo o que eles falam, Ou eles não entende o que eu digo.
“ ”
Olá, eu sou Alice Coragem.
E hoje meu texto é diferente.
Porque minhas palavras são para aquele que quer ser lido.
Então eu vou te ler.
Meu texto hoje é em silêncio.
Sem as palavras,
Alice Coragem.
Percorrer a história familiar, social, cultural
do eu que sou, do nós que somos,
herdamos e carregamos.
E do valor que, no outro, tanto esperamos reconhecer
e que almejamos receber.
Busque compreender as discrepâncias.
Eu não sou perfeito, e tampouco você.
Aceitando nossas imperfeições com diligência, perceberá que nenhum de nós é modelo a se ter.
Livro: O respiro da inspiração
Eu sou analítica, mas não fria. Sinto o que a maioria não percebe que nao sei como mas leio silêncios, interpreto entrelinhas e enxergo nuances que muitos ignoram. Vejo além dos gestos e questiono o que se cala. Carrego no peito um laboratório de dores que ninguém catalogou, feito de mapas mentais e cicatrizes emocionais, de hipóteses sobre o mundo e feridas que ainda não viraram tese.
Ser analítica não é uma escolha: é uma forma de existir, é medir a profundidade de um abismo com os olhos abertos e, mesmo assim, tentar atravessá-lo. Não se trata de falta de fé, mas de excesso de percepção, é saber que um sorriso pode mentir e que um toque pode calar, é doer no ponto exato onde os outros passam batido.
Ser analítica me custa noites mal dormidas, me leva a refletir sobre o que ninguém disse, me faz questionar até os próprios sentimentos, mas também me salva dos enganos que machucam sem nome, é viver entre o sentir e o pensar, entre o racional e o sensível, como quem caminha sobre uma linha fina entre dois mundos.
No fim, ser analítica é existir com lupa em um mundo que prefere o raso, é doer com consciência, é amar com profundidade. É viver mesmo que doa com verdade.
Não me prendo a nada que me defina. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Sou eu, de uma forma bem resumida, livre para chegar e livre para sair...
Ves🪽
Postou que eu sou um artista genérico. Escrever nas redes tem sido tão fácil. Enquanto ele odeia, nós realiza, peço que obtenha a visão de mercado.
Somos Mar
Eu sou feito de mar e de vento,
De silêncio, coragem e alento.
Carrego na alma a maré,
Que vem, que recua, que é fé.
Tem dia que sou calmaria,
Noutros, só vejo agonia.
Sou onda que bate na pedra,
Sou força que nunca se entrega.
No peito, carrego segredos,
Profundos, tal quais os meus medos.
Histórias que afundam no tempo,
Memórias levadas no vento.
Meus olhos são farol aceso,
Meu riso é um porto indefeso.
Mas dentro de mim tem tormenta,
Que chega, que arrasa, que enfrenta.
Sou brisa que passa de leve,
Sou mar que se agita e se atreve.
Não sou de caber em ribeira,
Nasci pra ser vasto — fronteira!
Ninguém me decifra de todo,
Sou feito de espuma e de lodo.
Sou livre, profundo e real,
Sou mar — sou beleza e vendaval.
Se tentas prender meu caminho,
Me faço furacão, desalinho.
Pois sou como o mar no seu tom:
Indócil, imenso e sem dom.
Não mude a perfeição, melhore-á.
Eu não sou perfeito, e na verdade não tem no mundo ninguém perfeito.
Imagine se Jesus viesse na terra só para buscar as pessoas perfeitas.
Ele iria olhar e falar: Perdi meu tempo descendo na terra.
Se você está procurando a pessoa perfeita, esqueça, ELA NÃO EXISTE.
Se você encontrar alguém que mude seu coração, a ponto de amá-lo, não exija perfeição, o que você pode fazer, é fazer como os lapidadores de joias. Torne essa pessoa tão fantástica a ponto de reluzir o que você precisa.
No fundo, eu não preciso de muito. Sou feito de simplicidade e essência. Um “bom dia” verdadeiro. Um olhar que me percebe. Um tempo dedicado com atenção já me basta, porque o amor de verdade não está no que se tem, mas no que se entrega sem medo, sem desculpas. Nas pequenas ações que dizem: “estou aqui.” sem precisar de discursos.sem esperar retribuição.no amor verdadeiro, não há espaço para medo de mostrar-se.nem para desculpas vazias.há presença, coragem, entrega.porque no fim, o que importa mesmo é o que se doa sem medida, sem máscaras e com o coração aberto.
Amor inexistente
Será que sou eu?
Será que sou eu?
Será que sou eu?
Ou tu estás diferente
O teu ego cresceu
E nunca mais morei na tua mente
Será que o cego sou eu?
Por te amar loucamente
Eu acho que aqui quem perdeu
Foste tu, me perdeste para sempre
Não nego que quem mereceu
Fui eu digo-o indiscretamente
Devia ter visto antes que o amor desapareceu
Na verdade ele não se pode ver só se sente e agora sou eu quem se sente
Leva o que é teu
A dor que te fez diferente
Não leves o que é meu
O amor, aquele que sempre esteve presente
Eleva-te no céu
E faz dele papel de parede
Do teu quarto, onde eu estou ausente
Não deixas mais que eu entre
Será que sou eu?
Ou tu estás diferente
O teu ego cresceu
E nunca mais morei na tua mente
Será que o cego sou eu?
Por te amar loucamente
Eu acho que aqui quem perdeu
Foste tu, me perdeste para sempre
Já nada te prende
Tudo o que prendia, perdeste
Não soubeste ter, não me surpreende
Vais sempre pelo caminho mais fácil, o que te ofende
Eu acho que tu não entendes
Agora falando a sério, se é para morrer por julieta, romeu
E se por agradecimento ninguém se estende
Só resta virar costas e dizer adeus, erro meu
Leva o que é teu
A dor que te fez diferente
Não leves o que é meu
O amor, aquele que sempre esteve presente
Eleva-te no céu
E faz dele papel de parede
Do teu quarto, onde eu estou ausente
Não deixas mais que eu entre
Será que sou eu?
Ou tu estás diferente
O teu ego cresceu
E nunca mais morei na tua mente
Será que o cego sou eu?
Por te amar loucamente
Eu acho que aqui quem perdeu
Foste tu, me perdeste para sempre
Você me enxerga com os seus próprios olhos. Aquilo que você diz que eu sou, na verdade, revela o que mais existe — ou o que mais falta — em você. Antes de me julgar, olhe para dentro. Talvez o que você vê em mim seja apenas o reflexo dos seus próprios conflitos.
Você é o amor da minha vida, pra sempre, minha vida.
Mas eu não sou o seu amor, não sou sua vida e meu coração está em pedaços, bate forte como sempre quando penso em você, mas agora é só tristeza e saudade sem fim, que não acabará jamais.
Eu ainda te amo, e quero que você seja feliz, eu te amo pra sempre, desde sempre.
"Eu não sou perfeito, e nem pretendo fingir que sou.Tô em construção… em processo… sendo lapidado a cada queda, a cada escolha, a cada silêncio que engulo e batalha que enfrento por dentro.
Tem humanos que me chama de louco
mas é só porque eu não sigo o script.
Me rotulam, me julgam, dizem que eu devia me encaixar, seguir o padrão, viver como a maioria.
Mas a real é que eu tô tentando ser eu.
Mesmo com falhas.
Mesmo errando.
Mesmo sem ter chegado onde quero.
Tem dias que a luta é aqui dentro, e ninguém vê.
Mas sigo.
Porque prefiro ser verdade do que ser aceito por uma mentira."
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