Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Como é que supera...
Sua voz dizendo, já era...
Como é que supera....
Se eu não sou mais
O amor da vida dela...
Como é que supera.....
Se eu áinda To gamado nela...
Como é que supera....
Se meu coração ainda te espera...
Poderias eu aconselhar, mas prefiro me aconselhar em silêncio já que sou eu quem mais preciso de conselhos durante minha vida.
Devo esperar consideração?
Esperar me cansas a alma ! Prefiro me considerar e não esperar nada de alguém já que as pessoas oferecem o que elas preferem oferecer.
Respeito ?
Prefiro me respeitar e conquistar o respeito das pessoas que sabem a importância do respeito.
Confesso que sou fraca, já desisti de coisas que hoje eu sinto muita falta, penso em desistir dos meus maiores sonhos, pois luto, luto e não vejo nem uma luz no fim do túnel. Não to preparada pra ver você partir, nem amigos eu tenho mais, fico presa nos meus pensamentos, corro atrás e logo desisto e volto, não aguento nadar e nadar, se o meu mar não tem fim. To sendo invadida por um mar de solidão, de desespero, de tristeza, de choro e desilusões. Preciso de um pouco de paz, de Deus. Só ele me entende e tenta me confortar. Preciso de Deus...
Eu sou o Deus do Destino, eu controlo-o, eu controlo todos os momentos, eu já fiz o momento e sou o momento. O futuro e vocês estão destinados a falhar. O momento define, logo eu defino. Eu sou o Deus de todo o mundo!
Eu sou o PH já chego nessa batalha com a rima improvisada que eu vou te mandar na cara agora já cheguei com meu Rap
aqui eu já ganhei foi tudo mas com tudo que eu tenho
"Eu já não sou aquele que espera, sou aquele de quem se espera"🦅💫
Cuide bem do Jardim, assim não precisarás ir atrás das borboletas, elas irão até você 🦅💫
Não é sobre jardim, nem sobre os amores, é sobre você ser a tua melhor versão 🦅
Eu já estou morto.
Ao escrever este poema, sou apenas um cadáver que teima em segurar a caneta.
Não sei o dia, nem a hora de quando eu morri —
talvez na juventude, talvez no primeiro verso, talvez no primeiro amor que não me amou.
E é isso.
Estou morto, e não há mais volta.
Ninguém chorou.
Não houve velório, nem lamentos, nem lápide com meu nome.
Morri e continuei vivo, preso ao corpo como se ele fosse meu.
Sem céu, nem inferno.
Após a morte, só há o hábito de existir,
onde meu cadáver se senta a escrever
como quem cava a própria cova
com uma colher de chá.
Continuei a fazer as coisas de quem vive:
amar sem saber o que é amor, crer sem fé, desejar sem saber por quê.
Morto, mas não suficientemente;
vivo, mas não inteiramente.
Sem saber se invento a vida ou se ela me inventa.
Morri sem testemunhas.
Nenhum mau cheiro, nenhum adeus, nenhum vestígio.
E o pior: nem eu mesmo percebi.
Eu vivo em um abismo entre três ações, me lamentar por quem eu já fui, me frustar com quem eu sou e sonhar com quem eu quero ser.
Ahh! Eu já sou Velho, já não tenho energia para essas brincadeiras, tudo o que Eu quero doravante é Sabedoria e Serenidade!
Eu sou o Peso e a Introversão...Mesmo estranho eu posso ser comum, talvez. Meu próprio mundo já basta. a solidão é uma companhia e eu gosto dela. Mas frequentemente eu me importo com o mundo afora sem com isso demonstrar. e sei que para os mundos lá fora eu faço uma infinita diferença pois trago comigo uma beleza para a realidade. O que me faz ter excelência e perfeição mas ao contrário, o meu egoísmo pode me fazer ser inútil até para mim mesmo.
Tudo o que sou, alguém já foi. Mas ninguém foi eu com tanta verdade. E se você me entender, não será com os sentidos mundanos — será com a parte de você que talvez se perdeu,
mas ainda vive…
e grita pelo mesmo
Seja forte!
Ah! Não me venha com essa! Não me diga que aguento, que eu sou forte, que já superei um mundo. Por favor, não me peça para ser forte novamente, preciso sangrar até a última gota, esvaziar tudo que me entorpece. O sorriso, a educação, o respeito, relevar, acalmar, respirar, NÃO, hoje não! O grito está prestes a sair e quero que ensurdeça quem perto chegar. Neste momento não quero ser forte! Quero xingar, gritar, colocar tudo pra fora! Esvaziar a alma e a carne.
Ah! Não me diga que não sou assim! Tenho luz e trevas dentro de mim como qualquer um. NÃO, POR FAVOR, hoje não peça nada! Preciso colocar tudo para fora, meu corpo e minha alma sofrem neste momento! Sou humana! Mas, fique tranquilo, não vou vomitar para o mundo o que me enoja! Neste momento sinto o peito apertado, os punhos fechados! Preciso enlouquecer!
Não! Não! Apenas entenda que quando estou presente, estou por inteira, metade não faz parte de mim e hoje estou partida, não para sempre. Estou de partida e partida para ambos os lados, escorrendo em minha boca o veneno, sinto o gosto de fel, as mãos suam, o ar não entra no peito.
Se quiser ir embora, vai! Eu preciso me despir de toda boa educação, como uma tempestade que limpa o mundo e arrasta tudo que é inservível.
Talvez não queira ver o lado ruim, ele não é agradável. Só preciso que entenda que a minha humanidade é igual a sua, apenas que falo para não ouvir, falo por entre as linhas, entre os olhares. Compreendo, sim! Ah! Como compreendo, mas eu preciso neste momento, agora, sentir sair de mim tudo aquilo que não consigo mais… Sim! Vai passar! Tudo passa! Mas antes de melhorar é necessário assumir a deficiência da humanidade dentro de nós! Hoje vou sucumbir a forma mais humana e vil que existe.
Sério que vai insistir em me ver assim? Todos temos momentos que preferimos não deixar que vejam, pois eles mostram a carne, assim como Elis disse:
" ...Agora retiram de mim a cobertura de carne
Escorrem todo o sangue
Afinam os ossos em fios luminosos
E aí estou: Pelos salões, pelas casas,
pelas cidades, parecida comigo…"
Eu sei, quer me ajudar, mas não é de ajuda que preciso, não quero que costure meus medos nem que cure meus devaneios. NÃO!
Salve-se de mim, pelo menos agora, hoje.. Salve-se. O que te fez ficar no pouco chão que tenho?
Silêncio…
Soluços…
E um coração consertado pelo mais puro e amoroso abraço, coloca fim ao sofrimento e devaneio. “Bem vinda de volta! Não posso ir a nenhum lugar… Meu lugar é aqui! Hoje, sou forte por nós”
Por que o vento me lembrou você
As três, eu ja não era a das duas, e agora não sou a das sete, e provavelmente não serei a mesma no amanhã, bem, se penso assim, me parece injusto definir o impensado.
A questão é que sinto um leve atraso na minha vida, ainda lamento por tudo e como aconteceu, as melhores memorias são as que o tempo não leva com as cinzas das horas.
São tantas as oportunidades batendo a porta, preciso seguir sozinha e é isso o que me importa.
Rompi o contrato com a realidade, já nem sei se eu mesmo sou de verdade, acontece que a solidão sempre encontra o vazio, não são almas gêmeas são cara metade.
Eu sou sua felicidade momentânea. Já eu sou aquele que te alivia nos momentos difíceis, mas estamos cansados de ser-mos usados sempre quando você precisa, um dia te mataremos.
Ass: Álcool;Cigarro
Eu sou a minha casa, num infinito jardim, onde a cada dia rego minhas flores e guardo as que já se foram, em mim. Minha casa, meu jardim não tem fim. Minha paz, meu amor não têm fim, assim
Não sou de marcar bobeira
Pra cima de mim não dá
Quando vinha com teu milho
Eu já ia com meu fubá
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