Já Entendi Você Românticos
Saudações´.´
Não é pecado querer ter mais do que já
se tem. Porém é bom ressaltar que se
desprezamos o pouco que temos,
dificilmente teremos o muito que desejamos.
Sacerdote Jushon´.´
Doar-se: Você Já Foi o Motivo Da Felicidade de Alguém?
É necessário se doar, para entender o verdadeiro significado do amor. Muitas das vezes o ser se mostra egocêntrico, a vida muitas das vezes torna a pessoa rude ao longo do tempo. Se doar é abrir o coração para o que há de bom.
Matar a vaidade que há dentro de si, matar o preconceito que há dentro de si, e se doar, para a vida. Se doar, sem querer nada em troca, se doar, e viver a vida (Carpe Diem). Aproveitar o dia de hoje, é saber se doar, para o próximo, para a natureza, para os animais, para o que circula por volta.
Enxergar o que há de menor, os bons sentimentos cultivar, tudo isso é amor, o amor universal, que parte de um para o outro, o amor fraterno e materno. Se doar é dar um pouco de si, e se curar de todos os males, do ego.
Plantar o amor e regar todos os dias, cultivar o que há de melhor, bons pensamentos, boas ações, quem você ajudou hoje? Quem você vai ajudar hoje? Você já cuidou de si mesmo hoje? Quem você vai alegrar hoje? Você já foi o motivo da felicidade de alguém?
Aprendi a sorrir
Quando a dor tortura
A saudade abafa
E já nada cura
mas vou a luta
Danço na chuva
Abraço a vida
Com amor no coração
Domino o meu sentir
Seguro o meu chorar
Mas nem sempre sei
que decisão tomar
Neste dias vazios
Que teimam
em não terminar.
Vou mentindo a dor
de já não te ter
nos meus braços
Meu amor
Desejo todos os dias
que o dia chegue ao fim
E eu, chegue lá.
E neste meu sentir
tudo é grande demais
vivem em mim
um turbilhão de vendavais
A voz é torturada de silêncios
já não consigo gritar mais
Para falar a verdade
Todo "mundo" supõem
Que sou feliz
Mas sou ...
Tsunami de sentimentos
onde só eu me entendo
No meio dos temporais...
Eu sou como um circo de lonas estragadas
Onde o palhaço já não faz mais rir
Onde o trapézio há muito está parado
porque o medo foi morar ali.
Eu sou como um circo de lonas estragadas
Em que a banda já não quer tocar
Onde as jaulas se restaram abertas
porque nem bicho se deixou ficar.
Eu sou como um circo de lonas estragadas
Sem ter mais público para aplaudir
Temendo aqueles que atiram facas
Temendo tudo que lhe quer ferir.
Eu sou como um circo de lonas estragadas
Sem alegria qualquer, sem emoção.
No entanto, existe aquela corda bamba
Onde balança o meu coração.
Ainda bem que já nasci assim
Com o dom de sorrir toda vez que a tristeza tenta me levar
Tenho gênio forte, não meço muito as palavras e não costumo levar desaforo pra casa.
Mais também sei ser doce,amiga,carinhosa e verdadeira pra quem merece minha atenção.
Eu sou daquelas que pagam pra ver e ainda mandam flores.
O mal da ovelha negra da família é que se ela faz besteira, todos já esperam. E eu adoro provocar polêmica.
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim.
Seja forte, prossiga firme, você já superou tantas coisas até aqui, não será nada que vai te abalar agora.
Fé, criatura de Deus, Ele te ama e jamais te abandona!
Por trás de toda pessoa fria, existe alguém que já se importou o máximo que podia, gastou seus esforços, lutou, insistiu... e quando por fim se deu conta que nada daquilo faria o menor efeito, resolveu se recolher da batalha, não por medo, mas sim porque tudo nessa vida precisa ter limites. Quando fere o seu amor-próprio já não vale mais a pena.
Já pensaram como seria se a quantidade de amor que as pessoas dizer ter em redes sociais,
fossem colocadas em pratica no mundo real?
...Quando estamos perto nos distanciamos,
Quando estamos longe virtualmente nos amamos...
Na vida tudo passa, não importa o que tu faça. O que te fazia rir, hoje já não tem mais graça.
Crônica de Minha Infância
Já fui casinha, fantasias e bonecas.
Mãe, jornalista, advogada e atriz.
Chocolates, biscoitos, chicletes... também patins, bicicleta e cicatriz.
Amiga, irmã, namoradinha e vilã.
Danada, sapeca, serelepe, também dissimulada e esperta.
Morria de medo de ser analfabeta.
Também já fui medo, choro e receio,
porém, tudo superado com aulas, professoras, sobretudo amigos amáveis e recreios.
Desenhos, chaves, histórias?
Branca de neve, a bruxa e toda aquela armação...
Ursinhos carinhosos, Power Rangers, sempre atenta à programação.
Viagens, família e aventuras.
As férias de dezembro, nas casas das avós...
Nada de ditadura.
Mas nem tudo é perfeito,
já fui hospital, asma e internação,
médico, jaleco branco, total aversão.
Às três da tarde como posso esquecer,
eu, papai, meu irmão e a TV...
de todos os compromissos, esse era o mais gostoso
historinhas, perguntas sem fim... e sempre um lanchinho delicioso.
Às quatro da tarde um momento chatão.
mamãe, livros e cadernos.
meninos, hora da lição,
enquanto isso, nosso super-herói voltava pra mais um plantão.
Dos momentos mais felizes da vida,
impossível não lembrar da infância bem vivida,
papai, mamãe sempre sorrindo, Deus sempre presente,
familia superunida.
Às cinco da tarde, hora do banho,
a minha amizade com Jackeline não tinha tamanho,
embora ela sempre alimentasse seu sonho estranho,
ser enfermeira somente de fanhos.
Aos 6 anos um sonho realizado,
finalmente havia ganhado um gato,
pula daqui, pula dali e finalmente pulo em cima...
tadinho do gato, precocemente foi para o andar de cima.
Meu primeiro drama.
Eu não consigo forçar simpatia, é de mim já, não consigo fingir gostar de alguém que na verdade não me agrada nenhum pouco. Mas é claro que sei ser educada até com aqueles que me enojam, afinal a educação é algo bonito, e a uso mesmo com as pessoas que eu não gosto. O que eu quero dizer é que não sei ser falsa com ninguém, se eu não gosto, eu não gosto. Se a pessoa realmente for observadora vai saber se gosto ou não dela, não consigo disfarçar, meus olhos me entregam, meu sorriso então… e meus gestos mais ainda. Quando eu gosto eu gosto mesmo, falo, grito, canto, perturbo, chamo atenção, implico, defendo.. agora quando eu não gosto, eu realmente não gosto, posso até falar com a pessoa, mas será apenas por pura educação e não emoção.
Não me importa quantas pessoas gostam de mim, do jeito que sou ou não. Os que já me amam são os suficientes para fazer meu mundo girar.
Quando não houver por onde seguir, quando seus passos já não te obedecerem, quando você sentir falta de conversar, quando o sol não aparecer, quando a chuva insistir em cair, quando o mundo estiver acabando em lágrimas, quando não houver mais uma estrada. Quando seus sonhos sumirem, lembre-se que eu nunca te abandonei, e que eu sempre vou estar aqui onde você me deixou. Lembre-se que eu vou estar aqui, sempre quando você precisar. Eu vou estar aqui, toda vez que você precisar de um ombro para chorar.
A alma é imortal e não se abate com as indiferenças e tristezas da vida. Já o coração fica ferido e sangrando quando está infeliz, tanto que, mesmo estando em uma multidão o ser humano sente-se sozinho e sem chão.
Às vezes o silêncio é a melhor resposta, especialmente quando as palavras já se esgotaram e, ao invés de compreendidas, elas foram interpretadas.
Queria fazer o mínimo que você merece, já que não consegui fazer o máximo. Queria pedir desculpas. Eu atropelei a gente, te deixei caído no chão e fui em frente, sem nem te dar a mão. Porque o mundo tinha que ver o quanto eu era forte, o quanto eu tinha aprendido. E, que injusto, quis vestir meus escudos logo com você, que só queria me proteger. Fui brincar de ser cínica logo com quem me falava ve
rdades bonitas, só pra me ver sorrir. Resolvi bancar a sem coração até ele começar a doer e eu não conseguir mais ignorar a existência dele e a sua. Era uma dor pesada que, acima de tudo, gritava que eu havia feito tudo errado. E de fato havia. Virei pra trás, desarmada e completamente arrependida, mas não te vi. Nem no chão, nem num banco, nem em pé me observando errar. Imagino que esperar tanto tempo uma pessoa que não te dá nem carinho pra compensar a espera, deve ser mais do que cansativo, dolorido. Você foi embora, coberto de razão. Logo na hora em que eu cheguei, despida de arrogância. E só pude lamentar toda a minha força bruta, minha farsa ensaiada, meu estrago em você, em mim, em nós. Sentei no banco e, dessa vez, eu que esperei. Ainda espero. Então vem aqui e senta comigo, ou então só passa e diz que me desculpa, que pode não entender, mas me desculpa. Minha culpa era só medo, fantasiado de tanta coisa, mas sempre óbvio pra você. Hoje eu aceitaria teu colo. E ficaria feliz, em paz. Porque era só disso que eu precisava, apesar das minhas fugas impulsivas. Hoje eu sei. Desculpa?
