Isso Ja Nao me Pertence mais
O mais trágico não é ser insensível, é acreditar que todos ao redor
também são.
A insensibilidade, por si só, já empobrece as relações humanas.
Ela nos torna menos atentos à dor, às necessidades e às alegrias de quem compartilha o caminho conosco.
Mas existe algo ainda mais perigoso: transformar a própria frieza em uma régua para medir o coração de todos os outros.
Quando alguém acredita que ninguém se importa, passa a agir como se a empatia fosse uma ilusão.
Desconfia dos gestos de bondade, interpreta o silêncio como indiferença e a gentileza como interesse.
Aos poucos, deixa de enxergar pessoas e passa a enxergar apenas intenções ocultas.
O mundo certamente abriga egoísmo, vaidade e indiferença.
No entanto, também está repleto de gente que ajuda sem esperar reconhecimento, que sofre com a dor alheia, que estende a mão quando ninguém está olhando.
Essas pessoas existem, mas se tornam invisíveis para quem já decidiu que todo coração bate no mesmo ritmo da própria insensibilidade.
Projetamos nos outros aquilo que carregamos dentro de nós.
Quem cultiva compaixão costuma perceber mais humanidade ao seu redor.
Quem alimenta apenas o cinismo acaba encontrando razões para confirmá-lo em toda parte.
Talvez a maior demonstração de maturidade seja compreender que as nossas limitações não definem a natureza humana.
O mundo não é um espelho perfeito de quem somos.
E, felizmente, ainda existem pessoas capazes de sentir o que muitos insistem em negar: que a empatia continua sendo uma das forças mais transformadoras da vida.
Está para
existir coisa mais Chata que pessoas que não sabem ouvir
“Não”.
Porque, convenhamos, um “Não” deveria ser uma resposta completa.
Não precisa de justificativa, de debate, de insistência ou de uma segunda rodada de argumentos.
Tem gente que parece ouvir o “Não” como quem recebe um desafio.
Em vez de respeitar, tenta convencer.
Em vez de aceitar, questiona.
Em vez de compreender, insiste.
E, quando percebe que não vai conseguir o “Sim” que queria, ainda transforma a sua recusa em um problema.
Mas talvez o que incomode não seja exatamente o “Não”.
Talvez seja a incapacidade de algumas pessoas de aceitar que o outro tem limites, vontades e escolhas que não estão sob seu controle.
Aprender a ouvir “Não” também é uma forma de maturidade, sobretudo emocional.
É entender que ninguém nos deve acesso, atenção, companhia, explicações ou disponibilidade só porque desejamos isso.
É compreender que o outro pode simplesmente não querer — e isso deveria bastar.
E existe uma diferença enorme entre insistir por Carinho e insistir por Desrespeito.
A primeira pode nascer da esperança; a segunda nasce da dificuldade de aceitar que a vontade do outro também importa.
No fim, saber ouvir um “Não” é saber respeitar pessoas.
E, talvez, uma das formas mais bonitas de demonstrar consideração por alguém seja justamente não tentar transformar o seu limite em uma negociação.
Porque “Não” não é provocação.
É limite.
Os Apaixonados não reivindicam mais as Pautas Próprias, só defendem as Pautas dos Políticos de Estimação.
É muito curioso como, em tempos de paixões políticas exacerbadas, tanta gente parece ter terceirizado até a própria indignação.
O que antes era uma luta por melhores condições de vida, mais justiça, liberdade ou dignidade passou, em muitos casos, a ser apenas torcida organizada por quem ocupa o poder — ou por quem se deseja ver ocupando-o.
O problema é que, quando o político de estimação se torna mais importante que a própria pauta, o cidadão deixa de ser sujeito e passa a ser escudo.
Defende o indefensável, relativiza o erro, justifica o abuso e transforma qualquer crítica ao seu escolhido em uma ofensa pessoal.
Já não importa tanto se a promessa foi cumprida, se a política pública funcionou ou se o discurso contradiz a prática.
Importa que “o meu lado” esteja vencendo.
E, assim, aquilo que deveria ser consciência política transforma-se em fidelidade emocional.
É uma inversão muito perigosa: o representante, que deveria prestar contas ao cidadão, passa a contar com a sua devoção.
A pauta, que deveria sobreviver aos governos, passa a depender deles.
E o eleitor, que deveria cobrar seus representantes, acaba trabalhando voluntariamente para protegê-los.
Talvez seja hora de recuperar uma velha máxima, cada vez mais esquecida: “Político não é Ídolo, Partido não é Religião e Eleitor não é Torcedor.”
Quem realmente tem convicções não abandona seus princípios quando muda o candidato.
Se uma pauta é justa hoje, continua sendo justa quando beneficia o adversário.
Se um abuso é condenável de um lado, também deve ser do outro.
Porque maturidade política não é encontrar um político para admirar.
Mas ter princípios suficientemente fortes para contrariar até aquele em quem se votou.
No fim, talvez a verdadeira liberdade política comece justamente quando deixamos de perguntar: “o que meu político pensa sobre isso?”
E voltamos a perguntar: “o que eu penso, e por que ainda defendo isso?”
Não faço a mais vaga ideia de onde surgiu a romantização da Desculpa e do Perdão.
E, sim, nessa ordem!
Na Bíblia, não foi!?!
Lá não se romantiza absolutamente quase nada, embora haja — aos borbotões — os que insistem em fazê-lo.
Desculpa e Perdão, embora tão caprichosamente confundidos, diferem um do outro pela razoabilidade e profundidade.
O primeiro, muitas vezes, tenta se legitimar na justificativa, enquanto o segundo se alicerça no reconhecimento da culpa e no arrependimento.
O primeiro alimenta a falsa ideia da amenização dos conflitos; o segundo requer o real desprendimento da podridão do lixo da alma.
Ambos coexistem e muito caprichosamente se confundem!
Nem todos que pedem desculpa pedem perdão, e nem todos que desculpam, de fato, perdoam.
Quer seja por opção ou conveniência, a moda do momento é ofender, já com o pedido de desculpas ao alcance das mãos.
É um olho no pecado e o outro no perdão!
Num dia, fala-se um monte de asneiras; noutro, diz-se mal interpretado…
Num dia, agride; noutro, pede desculpas.
Tomara que dois tapas na cara e um soco no estômago não virem moda.
0316 "Não demorei para descobrir... Ninguém mais envia cartões de Natal. Mesmo assim ninguém morreu por isso e ninguém se culpa por isso!"
1838 "Eles se mostram Espertos, mas não me respondem! O que é mais eficiente? (1) Acampar à Porta dos Quartéis? (2) Rezar pra Pneus? (3) Caminhar 230 Km até Brasilia e, mesmo assim, não Intimidar o Ministro Que Não Se Intimida, HeHeHe!"
0387 "O tipo de Humano que mais admiro é aquele que não é dramático em excesso. Dramalhões, rotineiros, atrapalham a relação, acho!
0428 "Absolutamente não é verdade que, quando mais pobre do que sou hoje, eu vivia só de favores! Eu vivia também de sonhos... Muitos realizados!"
0432 "Juro que não sou o Maior Escritor da Internet... Nem o Melhor nem o Mais Bonito nem o Mais Letrado. Se há Escritores na Internet que mentem até sobre isso, é lamentável!"
1728
"Agora não posso atender, sinto muito. Estou ouvindo uma das 3 Mais Belas Músicas Brasileiras. Em momentos assim (e não sendo emergencia) não atendo nem Minhas Noivas!"
1768 "O médico disse que não vivo nem mais 100 Anos. Eita, preciso aproveitar os 90 Anos que me restam. Farei isso!"
0031 "Adoro o contato via Internet porque não tem cheiro nem implica em ação física. E mais: evita certas intimidades que podem levar a outras intimidades."
0535 "Para mostrar a temperatura (alguns vivem repetindo) não é mais adotado o termômetro, mas a tal da 'sensação térmica' que (com certeza) é diferente em um urso polar, em um camelo e em um cidadão carioca, todos passeando ao mesmo tempo em Copacabana."
0546 "Surge mais um boato: o de que também Michael Jackson não está morto. Que chatice! Vou logo avisando: não quero mais morrer... E isso é defintivo!"
0563 "Alguns amam Rock. Outros veneram Rock. Outros mais não dão a mínima para Rock. E eu não sei de um só que saiba exatamente o que é Rock!"
MeuTEXTO-1889 📜 "Não me empolgo mais com Seleção Brasileira de Futebol, como era no passado. Não conheço a maioria dos jogadores, não conheço nem mesmo locutores, apresentadores e comentaristas. E não aceito nossa Seleção ter técnico estrangeiro. Devo ser só eu, mas sou assim!"
1909 📜 "Não desconfio (mais) de quem começa uma conversa (qualquer conversa) se autodenominando Humilde. Não desconfio... Eu imediatamente testo e questiono (ou vice-versa)."
0120 "Não longe daqui, dizem que encontram a mulher mais antiga do mundo, com incríveis 280 anos de idade. Só que estava (e continua) totalmente morta!"
0175 "Se Eu vier a emprestar algo, seja lá o que for, é porque não quero mais. Seja lá o que for... Mesmo!”
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