Isso Ja Nao me Pertence mais
Conquistar espaços. Sim, eu sei fazer isso. Minha vida é feita de conquistas, perdas e reconquistas.
Perdas? Como assim, perdas?! Estamos falando de conquistas!
É que pra saber conquistar, tem que aprender a perder também.
Enfim... conquisto meus espaços - quando são meus.
O espaço do outro já diz tudo. É do outro. Então, nesse caso, não há o que conquistar.
São os nossos limites: o meu e o do outro.
É simples.
Um dia ainda tomo coragem e te envio isso...
Eu nem sei o que dizer quando tô ao seu lado, perceba uma cara de besta olhando pra você e sorrindo...Uma vez você me perguntou porque eu tava sorrindo, bem, creio, e espero, que com esse texto isso seja esclarecido.
Bom, uma vez, há um bom tempo, eu e você conversávamos, você me dizia o quão estava triste, tinha acabado de sair de um relacionamento. Então, um dia pediu pra ficar comigo, mas eu estava com um amigo seu...Ele falava muito mal de você, ma nunca dei bola, sempre procurei me manter mais neutra possível, então eu dizia que não queria ficar com você, já inventei desculpas muito idiotas, idiotas mesmo, cheguei a dizer que só te via como amigo...Como pode ver, não é bem verdade.
Eu tinha medo. medo de gostar demais, de não dar certo e você sair da minha vida como se não fosse nada,medo de ser frágil, de me sentir tão nas mãos de alguém, como me sinto agora, tinha medo de aprender a amar e medo de sofrer por isso. Pois é exatamente o que aconteceu, eu gosto de você de uma forma inexplicável, eu acordo pensando em você, vou dormir pensando em você, quer saber? Nunca me senti tão bem... Posso estar forçand pra você, já que não estamos no mesmo ritmo, creio eu, mas é o que eu sinto, e foi tanto tempo me reprimindo, jurando pra mim mesma que nunca amaria ninguém, porque poderia me decepcionar, ser fraca, não suportar..sei lá.
Muitas vezes já passei o dia todo com um nó enorme na garganta com coisas que você me disse, vezes que sugeriu que terminássemos, ou coisas que pra você pode não ser nada, mas pra mim é muito, porque como você mesmo vive dizendo, sou bobinha.
Enfim, retomando, o sorriso, aquele sorriso que sempre ta estampado no meu rosto, que um dia você me questionou, esse sorriso tá no meu rosto desde o dia em que me dei a oportunidade de te conhecer, desde o dia em que parei de ir pela cabeça dos outros, em que parei pra pensar que não posso me privar das coisas por medo de suas hipotéticas consequências, no dia em que disse pra mim mesma que diria tudo o que sinto, mesmo que me arrependa por ser tão gay, mas sempre que me diz algo bonitinho, meu Odin, meu coração fica tão saltitante ai uma hora ele para na minha garganta, quando estamos deitados, e você me abraça forte, não reajo, só sei ficar com aquele sorriso.
Eu sempre irei lembrar de ti
Sei que para você isso é difícil de entender
Mas deixe-me recordar
Imaginar, sonhar... Que ainda estas comigo
Que deslizo as mãos por tua face
Que não existe toda essa indiferença
Que apenas beijo teu rosto e você
...Ainda segura minhas mãos
Sei que para você, em sua nova vida
Isto é muito confuso e vai além de sua compreensão
Eu posso estar doente e perdido aos teus olhos
Mas hoje sei de tudo que eu preciso
Que você esteja comigo, que me tenha carinho
Não desdenhe ou maldiga meu pranto
Não posso evitar, este amor que me transborda o peito
Não dá pra mudar, ainda que eu tente
Basta lembrar que eu preciso de você
Que o melhor de mim se foi
Quando você partiu
Como eu te queria ao meu lado
Tudo o que eu quero é seu amor
Até que minha vida se acabe
01:36 AM - 14/09/2015
O MELHOR QUE NUNCA VEM
O que será que nunca vem? O que será que as pessoas tanto esperam? Isso está parecendo pergunta de poeminha barato, né (risos)? Talvez. Bom, parecendo estranho ou não, esse título quer falar das relações amorosas na contemporaneidade, ao menos de um determinado ponto de vista, é claro. Antes de adentrar especificamente no tema (polêmico para alguns), vou narrar um breve prelúdio a você, leitor(a), em relação a esse texto. Assim, inspirei-me em escrevê-lo após uma conversa de almoço com uma amiga, que por sinal é uma das poucas que tenho que cursa a área de ciências exatas. Encontro-a, casualmente, e a convido para almoçarmos juntos e bater aquele papo furado (que para mim acaba nunca sendo essa furada que dizem, risos). Em nosso último encontro, incrivelmente, o assunto acabou sendo esse que apresento aqui, coincidentemente ou não, trazido por ela naquela ocasião, segundo ela própria. Até perguntei se não teria sido eu que havia abordado essa questão de amores (um tema sempre delicioso para dissertar) na última vez, porém ela me disse com ares de certeza que não. Bom, se não fui eu, o que será que isso quer dizer? O que está por trás disso? Ora, leitor(a), não veja coisas onde não existe nada para se ver. Sem interpretações selvagens. Às vezes um assunto é só um assunto, mesmo que ele se repita com determinada frequência e intensidade por parte do falante e em contextos específicos ou distintos. (Ah! Como eu queria acreditar nessa pureza em alguns momentos, risos). Brincadeiras à parte, às vezes um assunto é só um assunto mesmo. Bom, terminado esse prelúdio, vamos indo.
Já sentados em nossos respectivos lugares e realizado nossos pedidos, ela começa o diálogo propriamente dito com a seguinte afirmação em tom caloroso-gracioso-catártico: “A vida é complicada, meu amigo Héldice”. Nessa hora eu até quis confirmar (até porque não nos faltam argumentos para dizer que a vida é complicada, né? risos) e depois fazer uma das minhas clássicas piadas (que por sinal são fatalmente sem-graça, e acabam fazendo rir pelo simples de fato da instalação de dó nas pessoas em relação a mim, risos), entretanto meu espirito curioso não me deixou ficar por ai e acabei por dizer: “Jura? O que te faz pensar que a vida é complicada?” E adivinhem só o que surgiu? Sim, o amor (Há quem goste de escrevê-lo com letra maiúscula, risos). Ele como sempre atravessando os ditos, não ditos e mal-ditos de nossas falas cotidianas. Minha amiga, então, relata agora em tom preocupante: “Héldice, eu não dou certo com ninguém, é impressionante”. “Nunca acho a pessoa certa”. Não vou abordar aqui, para tristeza de alguns, a questão do tipo de amor que ela está trazendo e fazer aquela historicidade critica tão clichê e brega que, por vezes, torna-se enjoativa de se ler. (Deixo essa tarefa para os grandes teóricos críticos do amor, risos.) O que quero ressaltar aqui é outra coisa. Ela prossegue dizendo: “Sabe, eu sinto como se o outro, aquele que eu não tenho, fosse sempre melhor.” Quando essa frase surgiu me fez pensar vários pontos e por isso optei por ir mais fundo e verbalizei a clássica expressão: “Fale mais sobre isso, risos”. Então ela diz: “Olha, assim... Faz tempo que eu não fico e não namoro com ninguém.” “A sensação que tenho hoje é que existe alguém melhor que vai superar este que estou gostando no momento”. Procuro por mais sentidos e digo: “Como assim?” E ela diz assustada: “Isso é estranho, mas é como se hoje eu não me relacionasse com alguém porque estou presa a um outro que pode ser sempre melhor”. Nessa hora pensei em ter compreendido (o que acabou por ser verdadeiro depois) o que ela queria me dizer, porém queria ouvir mais claramente dela e por isso falei: “Olha, acho que entendi, mas me explica melhor”. Então ela fala o queria, finalmente, falar: “É que eu espero sempre ‘O MELHOR QUE NUNCA VEM, ou seja, acho que a pessoa que me faz sentir algo, que me afeta, não é a que vai me fazer feliz, porque existem tantas outras por ai, por que seria justamente ela, entendes?” A conversa continuou (e ficou muito interessante, por sinal), porém paro por aqui e, finalmente, vou trazer à baila o foco que quero dar a esse texto.
Caro leitor(a), vocês estão entendendo o que essa fala quer dizer? Não é novidade para ninguém que muitos dizem que a nossa sociedade atual está de pernas para o ar, que está tudo mudado, que as coisas não são mais as mesmas, os valores estão diferentes, a gente vive em um caos, blá, blá, blá. Não vou entrar na discussão crítica em relação a isso. Apesar de meu posicionamento ser bem discordante em vários pontos desse sentido. Contudo, evidentemente, reconheço as transformações que acontecem na contemporaneidade em nossas relações e que podem trazer, minimamente, validade para discursos trágicos como esse que citei inicialmente. E, claramente, não há como negligenciar como todas essas transformações afetam diretamente as estruturas sociais e subjetivas, didaticamente falando, risos. A questão que quero levantar é como essas transformações incidem inteiramente no fenômeno das relações amorosas, especificamente, abordando as consequências trágicas, malgrado minhas críticas teóricas em relação a essa posição.
Isso não é nenhuma novidade, entretanto gostaria de ressaltar esse acontecimento que intitulo aqui de “inibição pela fantasia do porvir” por acha-lo extremamente interessante e que vem se manifestando em muitos relatos clínicos (e cotidianos) que venho estudando. O que quero dizer com “inibição pela fantasia do porvir”? Bom, vem acontecendo com relativa intensidade uma produção subjetiva no sentido de nos pausar e inibir no tocante a vivência de nossas relações amorosas justamente pelo ou por um aprisionamento no futuro. Podemos atribuir tal feito a noção capitalista no tocante a produção de variedades, de opções e que se estendem para além de um simples mercado de produtos comerciáveis. Tal processo de produção vem tomando e se tornando (como sempre foi) um grande motor no que tange a instalação de comportamentos, em formas de pensar e sentir a vida. Além, é claro, dos múltiplos discursos que vieram abalar as verdades dantes estabelecidas acerca das vivências dos amores. Como assim? A lógica é que as pessoas não estão vivendo relações, dentre tantas outras questões, pelo fato de estarem visualizando e sentindo antecipadamente que a pessoa pela qual se sentiram afetadas amorosamente é inferior a uma outra que ainda não apareceu efetivamente, ou seja, essa lógica instala-se puramente no plano da fantasia. Acontece, então, uma desvalidação do afeto em favor da fantasia do porvir que, certamente, também produz sensações no sujeito. O qual seria o problema desse fenômeno? Bom, em si mesmo não há nada de errado nisso. A questão é a queixa que ele formula nas pessoas, sendo do tipo: “Eu queria viver essa afetação, mas não me permito, porque acho que ainda não é a certa, há outras superiores.” "Eu queria viver, mas não consigo". Neste sentido, essa lógica se perpetua sem o sujeito ter controle disso. O que estaria por trás de tudo isso? Vou tentar lançar algumas hipóteses.
Tenho a nítida impressão de que vivemos uma crise simbólica. O que é isso? A nossa vida está acelerada a tal ponto que não há mais tempo para refletir acerca dos acontecimentos. Não há mais tempo para elaborar as situações. Para ler teóricos que estão comigo nesse raciocínio, procurar: Zygmunt Bauman, Gilles Lipovetsky e Jürgen Habermas. Vivemos uma dinâmica puramente espacial e não mais temporal. Há um excesso de discursos para apenas uma situação. E não é que isso ocasiona o problema, porque deve haver sim discursos vários para os fenômenos. A questão que afeta o sujeito aqui são as não-dialogações dos discursos entre si. E também não é problema eles não dialogarem. O ponto aqui é como o fato deles não dialogarem afeta o sujeito, e nada mais. Posso dizer que vivemos um fast-food de teorias, ou um “fast-words”, sejam elas quais forem. E isso acabou por se aplicar também em nossas relações amorosas. Não estou dizendo que não deva haver várias opções, contudo como toda e qualquer insurgência teórica ela vai trazer consigo suas negações e complicações pragmáticas e utilitárias implícitas e explicitas. Outro ponto no qual quero bater é que não podemos esquecer que estamos mergulhados em uma determinada cultura e que somos subjetivados em determinados processos discursivos, como, a título de exemplo, relações amorosas de teor romântico, monogâmicas e heterossexuais. Seria estupidez dizer que esses textos sociais não atuam no sujeito contemporâneo, independente deles serem críticos ou não a esses sistemas. O que acontece, então, é uma dificuldade em alguns indivíduos de se relacionarem com os discursos com os quais e pelos quais se subjetivaram e com os que estão disponíveis a eles a todo momento. Há um menu de verdades para se seguir. Basta escolher. E não precisa permanecer a mesma por muito tempo, você pode trocar ao bel-prazer e a hora que quiser. O que isso pode ocasionar? Uma crise na noção de identidade. As relações tornam-se, nessa perspectiva, instáveis. O outro agora parece distante e incompreensível, pois os códigos da comunicação se tornaram confusos. Há uma desordem simbólica entre os sujeitos que acometeu, entre tantas coisas, as relações amorosas.
O quão sofredor para alguém pode ser querer viver uma relação, porém é inibida por uma fantasia de que aquela afetação não merece crédito porque haveria outra superior e melhor que ainda vai acontecer? Esse é apenas mais um dos fenômenos (já de muito tempo) que está acontecendo para que nós pensemos sobre. Há quem diga (né, Freud?) que as neuroses são frutos de um passado reprimido. Neste caso, é o futuro que vem reprimindo o desejo.
Pergunto a você, caro leitor(a), estará você esperando esse MELHOR QUE NUNCA VEM?
Se quem eu amo é feliz longe do meu caminho tenho que deixar ir, mesmo que isso seja minha infelicidade... Posso não ter sua presença, mas tenho você em meu coração
Tão simples e tão comum
Que tenho receio de entregar
Mas foi só isso que eu consegui
Melhor eu não pude comprar
Agora, pensando bem
O importante é presentear
Mesmo que seja com palavras
Meu presente é lhe agradar
Nenhum presente tem valor
Se não tiver amor para dar
Tudo o que faço é por C
Assim é o meu jeito de ama
Pai, que saudades de você.
Até hoje busco entender
Por que, meu Deus, tu fizeste isso comigo?
Tu tiraste meu maior amigo.
Coisas da vida, devemos nos conformar
Decisão divina não se pode discordar
Sim... hoje eu entendo
A vontade de Deus acima dos desejos
Desculpe Senhor, por nunca aceitar
Discordar da sua escolha ao invés de acatar
Já faz tanto tempo, consegui evoluir
Agradeço-lhe por tudo até aqui
Minha família, o que eu sou
São os frutos de todo seu amor
Meu pai, meu herói, nosso anjo protetor
Está conosco seja onde for
Obrigado... por nunca nos deixar
Sempre presente, sempre por perto
Protegendo-nos ao invés do descanso eterno
Oh meu pai, quantas saudades de ti
Imagino como seria se o senhor estivesse aqui
Tantas coisas seriam diferentes
Um filme já visto passa em minha mente
E uma cena, chama toda a atenção
Já é noite, é hora de subir
A mãe diz: Vão tomar banho, seu pai está por vir
No sofá, estão os três sentados
Abre a porta, é o senhor chegando do trabalho
Na sacola, alguns guarda-chuvas de chocolate
De quem será o primeiro? Começa o combate
Em suas mãos, algumas notas de brinquedo
Feita a felicidade dos teus três pequenos
Olha para a cozinha, nossa mãe está ali
Preparando a refeição que vamos dividir
Mas antes uma voz ecoa
Hoje é dia de devolver as fitas da locadora
E lá vamos nós, entramos em seu carro
Devolver os jogos alugados
Talvez... alugamos mais alguns jogos
Talvez... tomamos um sorvete
Cena linda que não sai da minha mente
Obrigado meu pai, obrigado meu Senhor
Por serem os pilares de tudo que eu sou
Um pobre pecador, um ser tão pequeno
Que luta dia a dia mantendo o respeito
Espero um dia, poder retribuir
Tudo que fizestes por mim até aqui
Que possam... ter orgulho de mim
Que eu possa cada vez mais ser semelhante a ti
Pai, o senhor já pode ir
Descanse em paz, ficaremos bem aqui
Repouse um pouco, alivie sua alma
Em breve teremos uma nova história
Estaremos juntos... novamente
E dessa vez será para sempre
Pode confiar, acredite em mim
Nos veremos na eternidade e ela não será o fim.
A vida é isso, ser simples. Dar o melhor de si, prepara-se para o novo e deixar a sua marca no mundo.
Por que? Por que Deus? Por que você faz isso com as pessoas?
Da a elas o "livre arbítrio" mas elas não escolhem o que querem, por exemplo, eu quero ir pro céu, mas quero quem sabe, casar com um homem, se eu casar com um homem, acha mesmo que vou pro céu? Se as pessoas nao fazem a tua vontade, você vai la, e estraga uma coisa que a pessoa gosta, que vai deixar ela mal, se a pessoa consegue, se ver confiante, e um pouco quem sabe, feliz, você não a deixa assim, quebra algo dela. Por que o senhor faz isso? Eu o segui por algum tempo, posso não te seguir agora, mas sei dos grandes e belos feitos que o senhor fez em minha vida, mas, por que, eu tenho que seguir apenas a você, por que, não posso beber, curtir a noite com meus amigos e, não posso ir pro ceu se eu morrer, por que se, eu falar algo de errado, o senhor vai la e, tira algo de mim, mesmo se eu, fizer uma oração pedindo perdão, o senhor vai la e, tira algo de mim, o senhor, nós deu o livre arbítrio mas, não podemos escolher o que queremos pois, se eu não fizer o que o senhor quer, eu nunca serei salvo, então, onde entram minhas escolhas? Sendo que, eu quero mesmo é ser salvo...
- Alguém
Viver é uma dádiva de Deus! Mas na vida devemos evoluir. Por isso conhecendo nosso merecimento e potencial, Deus tem desígnios pra nós que muitas vezes o questionamos se somos capazes de superá-los. Tenhamos mais fé em Deus e em nós mesmos. Continuemos sempre em frente! E se mesmo assim o cansaço nos desanimar, não devemos rogar ao Pai que nos de uma carga mais leve, e sim que em Sua infinita misericórdia Ele possa fortalecer nossos ombros.
Abraço fraternal a todos!!!
Tata Coelho Nascimento
"Ela nunca havia entendido o porquê de tudo isso. Até que a noite se foi, o sol sorriu e tudo que era cinza, de um azul coloriu".
Conspirações, genética, amor
Medicina, doenças, qual a causa da sua dor?
Psicologia, isso e aquilo, tente se acostumar
Será que um dia o mundo irá mudar?
"Experimente permitir a si mesmo se apaixonar, e quando isso acontecer, namore, dedique-se somente à sua namorada, dê o melhor de si para fazê-la feliz. Se o romance der certo, noive, case, tenha filhos. E quando tiver, faça com que eles te vejam como um exemplo a ser seguido, faça com que se orgulhem do homem que você se tornou."
Oi. eu sou gay, nunca contei isso a ninguém, muito menos falei isso minimamente alto, sempre tive medo que alguém ouvisse, mas ao mesmo tempo quis que alguém me ouvisse , entendo que seja deveras estranho ou confuso, bem...Bem vindo a minha vida, comecei a lidar com o estranho e o confuso muito jovem, aos dez já não me sentia normal, sentia que de alguma forma todos me olhavam e me julgavam (mas mortaloi, você não era jovem demais pra isso, eis outra informação sobre mim, nunca correspondia as expectativas criadas sobre a minha idade, não, não era um gênio aos dez, mas já pensava coisas que não eram normais eu pensar) e sempre me perguntei se era estranho ou se tinha algo de errado comigo, não me lembro de perguntar a minha família sobre, mas provavelmente se perguntei a resposta não era clara, eles não iriam me falar de bandeja "filho você é gay".
o tempo passou e quando eu vi já tinha treze, nessa idade não me importava em "esconder" ou me limitar aos meus impulsos, e dos meus dez anos pra cá eu vivi como antes, me perguntando "oque eu tenho de errado", e esbanjando viadagem como: eu escutava Beyoncé, Lady Gaga e outras... Alem claro da minha paixonite pelo Justin Bieber (não me julguem eu tinha treze anos) e essa paixonite foi a primeira observação que meus pais falaram comigo...Certo dia eles me chamaram e falaram "mortaloi ! olha aqui ta dando noticia daquele menino que você gosta" ai que eu vi, eles notaram, eles me viram, aqui foi como se descobrissem que eu tivesse matado alguém, o estranho é que falaram com a maior naturalidade...
Oi volto a contar depois...
Tem dias que é assim mesmo , um pouco triste , um pouco sem graça , isso ocorre porque o que consideramos nosso aos poucos deixa de ser , vamos percebendo que não somos donos de nada , absolutamente nada ,exceto nossa fé , e mesmo assim muitas vezes posta a prova ,parece fugir de nós .
Através da vivência vamos percebendo que o único dono de tudo é Deus , que Ele' determina e permite ou não tudo em nossa vida !Bobagem achar que podemos algo senão obediência a Ele' .O que podemos fazer é cuidar da nossa vida , de maneira a confiar que em tudo , em cada detalhe há o agir do Senhor e assim , saber que no momento oportuno teremos a nossa recompensa .
Creio que um dia (Talvez) essa sensação de estar aos pedaços passe e assim , venha a compreensão do porquê as coisas são assim , nós não sabemos , mas Deus sabe !
Enquanto isso vamos seguindo com dias de coração apertado e outros com um certo calor no coração aquecido pelas lembranças de nossos amores que hoje ja fazem parte do jardim fechado de Deus !
Primeira coisa se encontre nas pessoas e depois veja como elas se saem com isso, veja a forma que elas resolvem os problemas parecidos com os seus e tire proveito
" Quando estiver aprendendo algo com alguém imagine como você faria pra aprender isso sozinho e agradeça a pessoa que lhe ensinou , pois possivelmente o caminho que você faria para aprender essa mesma coisa sem a ajuda dessa pessoa seria muito mais difícil . "
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