Isso Ja Nao me Pertence mais
Por todo roubo que já houve em Brasília, a cidade deveria ser a capital mais bonita e mais moderna do mundo.
Sei que estou de hora extra nesta vida, já vivi mais do que imaginei viver, e contrariando todas as estatísticas, aqui estou! Nem tão maravilhosa como imaginei, muito menos, resolvida e totalmente equilibrada como deveria ser, mas de uma coisa, posso me orgulhar:
- E-u- n-ã-o d-e-s-i-s-t-i.
Carreguei a minha cruz, muitas vezes, reclamando, mas não entreguei a responsabilidade dos meus atos, a minha vida, e muito menos aqueles que são " meus", à ninguém.
Resisti à tudo que possam imaginar.... Dores, abandonos, auto abandono, julgamentos, lágrimas, depressão, síndrome do pânico, problemas espirituais, bipolaridade, adicção, decepções terríveis, frustrações, inveja, injustiças, medo, enfim... Mas estou aí, na corrente da vida, para ganhar ou perder. O importante é saber, que fiz e continuarei fazendo o meu melhor. O que o futuro me reserva, não sei, mas enquanto eu seguir o caminho do bem, da dignidade e da luz, não terei nada a temer!
Obrigada aos que jamais desistiram, permaneceram juntos, mesmo quando não entendiam quando eu, subitamente, me raptava de vocês!
Hoje, mais consciente da dura realidade do dia a dia, tenho deixado cada vez mais de me colocar como vítima das fatalidades cotidianas, e me transformado, através da fé, em autora da minha própria história.
Estou no círculo, fazendo a minha parte, simplesmente, arregaçando as mangas e fazendo o que precisa ser feito! A sensação é de dever cumprido! É assim que me sinto.
Sei que, muitos, ainda passarão pelo meu caminho... Alguns, não entenderão a minha história, e irão embora, antes de se darem a chance de verdadeiramente me conhecerem, outros, permanecerão ao meu lado, muitas vezes, em silêncio, esperando o início do meu desabrochar. E eu, permanecerei aqui, vivendo o que tiver que viver, sentindo o que tiver que sentir, dividindo as minhas poucas experiências, com aqueles que não possuem nenhuma esperança...
Sei que criei vida, onde só imperava dor e morte. Sim, uma sobrevivente do caos... Sou apenas alguém que comprou uma passagem de ida e volta para o inferno... Eu vi a cor do fundo do poço, mas não vivo mais lá. Voltei à vida. Hoje sou luz, tentando me projetar por uma pequena fenda, alcançando corações em terras longínquas, onde vocês, sequer poderiam imaginar....
O maior presente que recebo, é quando alguém me diz: Darléa, estou limpo (a). Os seus livros e textos me ajudaram. Isto, não infla o meu ego, pelo contrário, me deixa pensativa, na dimensão que o meu trabalho tomou; porque tenho a tendência de não me achar merecedora das coisas boas. As ruins, abraço rapidamente, mas o que faço de bom, e recebo em forma de carinho de volta, custo entender. Preciso aceitar que, os elogios, as fotos, o carinho e amor que recebo, não é nada além daquilo que venho plantando ao longo da minha vida.
Hoje, recebo cada energia boa que me mandam. Elas, me ajudam a prosseguir quando me permito entristecer por coisas tão pequenas.
Daqui pra frente, vou ficar cada vez mais esquisita! Não se espantem, mas como diz a música, quando eu estiver louca, simplesmente me abrace!
Obrigada Deus, pela vida, pela minha família linda, e por estes amigos que jamais imaginei possuir! Logo, eu, que sempre me senti tão sozinha a vida inteira... Hoje tenho vocês! Sozinha? Nunca mais!
E o que dizer da maldade
desesperada de fora?
Ah ... Já nem escuto mais!
Deus anda respondendo
no Capricho por mim!
"Paredes de hospitais já ouviram mais preces sinceras que igrejas". Deve ser a população clamando por mais recursos.
Recomeçar consiste no retorno àquilo que foi bom...amar você é a coisa mais prazeirosa que já fiz,tu és perfeita e doce até no nome..."MEL".
Muitos por se só já tentaram o descrever
Mais com perguntas frias
Que só o amor pode responder
Ele chega com cautela e permissão
Mais não se engane
Ele não entra sem autorização
Confirmo aqui com toda convicção
Que nos seres humanos
Queremos só exatidão
Mais nos esquecemos
Que o ar e intocável
Mais fechando os olhos, se torna tão amável
Pra que tanta brutalidade
Com alguém tão amoroso
O meu Deus, que povo mais medroso!
Em minha cabeça já pintei o seu retrato ao amanhecer...
O mais negro possível, só para poder lhe esquecer...
Mas, quando penso em minha vida, mesmo sem querer...
Percebo que, sem você, não tenho como sobreviver...
Porque, só em seus braços consigo feliz ser!
Pedro Marcos
XEQUE-MATE, BABACA!
A partida já durava pouco mais de 45 minutos, uma pequena eternidade para uma criança de 5 anos e meio.
– Mamãe, eu sei que o certo é jogar em silêncio, tentando “adivinhar” as próximas jogadas, mas preciso falar uma coisa – disse em tom solene, esfregando os olhinhos já cansados.
– Pode dizer, filha.
– Acho esse Rei muito “babaca” – disse apontando uma das duas peças coroadas por uma cruz.
– “Babaca”? Como ele pode ser um “babaca” se ele é a peça mais importante do seu reino? Se ele for capturado, você perde e acaba a partida – retruquei.
– Ah, mãe, o xeque-mate deveria ser com a eliminação da Rainha. Já reparou que ela é muito poderosa e que ele é um tremendo “Zé Mané”?
– Respeite o seu Rei, não fale assim dele – reclamei com um sorriso no canto da boca. – Onde você está aprendendo essas palavras?
– Mãe, a Rainha é toda “triunfante”. Consegue “dançar” pelo tabuleiro inteiro, como se fosse uma pista de dança… Olhe – e movimentou a sua Rainha na horizontal, vertical e diagonal, por várias casas já vazias. – Ela é tão esperta que “observou” e “aprendeu” os movimentos da Torre e do Bispo.
– Isso é mesmo. Ela é uma peça muito importante, filha. A perda da Rainha é uma grande derrota para o reino. Considero o “começo do fim” da partida – expliquei.
– E esse “Zé Mané” aqui é todo duro, travado e “perna de pau”. Já viu como ele “dança”? – Disse pinçando o seu Rei com seus miúdos dedinhos e o movimentando pelas casas que o circulavam. – Ele fica assim fazendo movimentos curtinhos, todo indefeso e fraco. Raiva desse “babaca”. Não quis aprender nada na vida. Até o Cavalo sabe saltar… E ele? Só sabe “se esconder na sombra da Rainha” – palavras literais da minha pequena.
– Amor, não fale assim. Se você estiver com raiva ou aborrecida, vai interferir no jogo e você não vai conseguir pensar na melhor jogada. Como eu sempre te digo, Xadrez exige concentração, “sangue frio”, estratégia e equilíbrio. E outra, não desrespeite o seu Rei. Seu dever é protegê-lo a todo custo, para continuar na partida. Acha melhor parar para descansar e continuamos depois?
– Mãe, a senhora está “toda” enganada – disse fazendo carinha de desdém.
– Oi? – Questionei, sem entender.
– Eu ainda “sou princesa”, mas serei como a Rainha, vou viver observando e aprendendo, toda poderosa, dançando com um longo vestido brilhante pela pista inteira. Mas não quero fazer sombra em nenhum “Zé Mané”… Na verdade essa conversa toda foi para te distrair, foi um papo “estlatégico” – pronunciou “fazendo bico” e levantando levemente os pequenos ombros. – Xeque no seu Rei, esse “babaca” aí.
Estatelei os olhos e tive que me render, orgulhosa, abrindo a retaguarda do meu Rei para que ela pudesse capturá-lo com o seu último e aparentemente inocente Peão, que “conseguiu atravessar” o tabuleiro quase sem ser visto por mim, no decorrer do nosso diálogo.
Parecia inofensivo, mas… Por vezes, o Discípulo supera o Mestre.
Xeque-mate, “babaca”.
EM UMA TARDE TRANQUILA
Eis que um sorriso eu ganhei a partir dai já nem sei mais de mim,só sei que tu morena é completamente responsável por todo esse tempo de felicidade em que minha vida se encontra,e se por alguns momentos não pudermos sorrir....Em silencio nossos corpos se acalentam em abraços Feliz aniversário de amor para nós.....
As pessoas mudam, as coisas que nos cercam nos modificam! Algumas nos tornam mais fortes, já outras: mais frágeis, mas sem duvida, nós mudamos! De uma forma ou de outras, nós sempre mudamos!
Mais uma das minhas reflexões.
Você sabe fazer escolhas?
A felicidade é, hoje, e já há algum tempo, um tema bastante visitado, sobre o que, existem inúmeras publicações que procuram, desde definir o que o termo possa significar, até fornecer receitas na linha da autoajuda, obviamente passando por obras produzidas sob a ótica de profissionais das diversas áreas da ciência, assim como por livros de escritores que procuraram resgatar a história de um assunto, o qual, desde os primórdios, ocupou a mente de muitos pensadores, sendo que até de Schopenhauer se encontram estudos a cerca desse tema.
Apesar de sabermos que muitas questões despertam o interesse momentâneo da sociedade, numa espécie de modismo, o assunto felicidade, ao contrário, parece que conquistou espaço na literatura e ganhou a atenção das pessoas e da mídia em geral, assim como de estudiosos do comportamento social e até das entidades governamentais.
Consciente da complexidade de que é revestido esse assunto, não cabe aqui tratar dele de maneira abrangente. Afinal, independentemente da visão que se possa ter da felicidade, não há como não reconhecer que ela está relacionada com muitos fatores sobre os quais podemos ou não ter o controle.
Entre tantas condições de que depende ser ou não feliz, está uma que diz respeito à nossa atitude perante os diversos fatos com que temos que lidar.
A atitude que adotamos frente a uma situação pode produzir resultados que afetam a nossa vida de uma forma positiva ou negativa.
Exceto aquelas ações que são acidentais, aquilo que fazemos é fruto de uma decisão, que pode ser consciente ou inconsciente.
No entanto, quanto mais nos conhecemos, menor é o número de decisões movidas pelo inconsciente, o que significa que nossas decisões podem ser mais coerentes com nossos objetivos à medida que seja menor a influência de fatores inconscientes nas nossas atitudes.
Por essa razão é que, neste texto, o título pergunta se você sabe fazer escolhas.
Para não passarmos imediatamente para as ações individuais, vamos imaginar que as pessoas, ao elegerem um presidente da república, governador, prefeito, presidente da sua agremiação ou o síndico do condomínio, estão escolhendo quem irá ter influência na sua vida.
Em que pese às poucas opções que se têm numa eleição de dirigentes públicos, a escolha que se faz sempre poderá ser a melhor ou a pior. E temos exemplos em todo o mundo, de políticos que ergueram uma nação, assim como daqueles que levaram ao caos o seu país.
Por mais que as circunstâncias possam influir no sucesso ou insucesso de um governante, o que mais pesa no resultado de uma gestão são as qualidades do gestor.
É até plausível pensar que seja possível que uma boa escolha não garanta um bom resultado, mas é bem pouco provável que uma escolha errada o produzirá.
Depois dessas divagações, é hora de encarar a questão da escolha do ponto de vista individual.
Se uma pessoa criativa consegue fazer de um limão azedo uma deliciosa limonada, é também verdade que ela conseguiria fazer algo mais apropriado para o momento se dispusesse dos ingredientes necessários.
Vale dizer que, não obstante a capacidade de cada um, frente às circunstâncias, em geral não se realiza um bom trabalho sem as condições adequadas.
Assim sendo, se escolhermos ver um filme sem ter tido informações suficientes para a escolha, são mínimas as chances de sairmos contentes do cinema. Entretanto, considerando o custo que isso representa, o prejuízo não será grande.
Mas e quanto a escolhas que têm um peso importante na nossa vida, como é o caso, por exemplo, de uma mudança de emprego, um casamento, etc?
Mais do que tentar entender as razões que nos levam a tomar uma decisão, o objetivo, aqui, é levantar essa questão de forma que possa fazer uma reflexão sobre o assunto.
A reflexão a que convido pode ser em relação a decisões tão simples como qual caminho seguir pra chegar a um lugar, como as mais complexas que têm a ver com as escolhas que fazemos em relação a lugares que frequentamos, a amizades que mantemos, a pessoas com quem nos reunimos para dividir as alegrias e as tristezas, ou mesmo para jogar conversa fora.
O que dizer, então, das decisões que norteiam a nossa vida quando decidimos nos casar, tem um filho, aposentar, mudar de residência, de cidade, ou então de país?
O que estará por trás de uma decisão?
Será Intuição, vontade de tentar uma nova coisa, vocação para assumir riscos ou apenas porra-louquice?
Decisões baseadas em dados concretos, fundamentadas em questões objetivas e coerentes com outros planos têm muita chance de produzirem os resultados esperados.
Por outro lado, aquelas baseadas apenas na intuição, levarão a bons ou maus resultados dependendo de quão acertada for a intuição que se teve, visto que, se todas as intuições fossem acertadas, nenhuma empresa fecharia e nenhum casamento acabaria.
Dias atrás, vi uma notícia sobre uma moça que frequentava um presídio para visitar um rapaz que estava recluso, por quem acabou se apaixonando e aguardava que ele fosse libertado para se casarem. Esse não é o único caso dessa natureza.
Longe de qualquer preconceito, pois um presidiário tem o direito de ressocializar-se e é isso que a sociedade espera. No entanto, excluindo-se casos específicos, o que, em geral, leva uma mulher ou um homem a fazer essa escolha?
Entretanto, se esse é um caso que chama a atenção pelo caráter heterodoxo da preferência, outros há que também merecem um exame mais detido das razões que determinam uma escolha.
Não há como deixar de considerar que fazer escolhas é uma habilidade, entre tantas que uma pessoa pode ou não ter.
Sem autoridade para me estender nesse campo do conhecimento, diria que tal habilidade, assim como outras, sofre influência de vários fatores. E, para não incorrer em erros maiores de conceituação, arriscaria classificar esses fatores como sendo, ao menos parcialmente, de caráter psicológico.
Esse atributo psicológico de tomar decisões, não poderíamos dizer que faz parte da inteligência emocional? Quer dizer, não tem nada a ver com a habilidade para a aritmética, com a familiaridade com as línguas, com a vocação para as artes, esportes etc.
Um bom financista tomará boas decisões em temos de investimentos, mas poderá se mostrar um desastre nas escolhas da relação afetiva. Ou seja, se não tomamos decisões certas, em algum campo da vida teremos prejuízo.
Afinal, quais são os pontos de contato da habilidade para a tomada de decisões com a felicidade?
Bem, na medida em que soubermos fazer escolhas alinhadas com os nossos planos e desejos, será mais seguro que alcancemos nossos objetivos e isso nos trará recompensa, mecanismo que nos faz sentir felizes.
Novamente, trazida à tona, a habilidade que se tenha de fazer do limão uma limonada, tem a ver com a capacidade de encontrar a felicidade, mesmo diante de adversidades. A isso se dá o nome de resiliência.
Se fazes parte dos que confiavam no 'político mais carismático que a história brasileira já produziu e com ele se desiludiu', não se frustre, pois o carisma e a falsa empatia são capazes de estragos inimagináveis aos atingidos - sobretudo àqueles com ótimas intenções.
Sim! carisma nato aliado à falsa empatia resulta num poderosíssimo elemento de persuasão.
Que seu erro lhe sirva de... não escreverei lição, mas 'aprendizado' em eleições futuras!
(Renata Fraia)
É lindo ver gente mais velha, já com netos, muitas vezes reiniciando a vida sentimental e sentindo-se feliz como num chafariz por brincar de sedução e por poder também se deixar seduzir. Que delicia ver tal pulso de vida.
" você já subiu o mais alto que pode e olhou as pessoas que estão abaixo ?
Então você viu o quanto somos pequenos ...
Em vez de pedir muita coisa a Deus, vamos agradecer mais, agradecer pelas coisas que já temos. Deus não nos deve nada!
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