Irmao Nao Va embora

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Sinto vontade de ir embora, de ir a algum lugar onde pudesse estar realmente em meu lugar, onde me encaixasse... Mas meu lugar não é em parte alguma; eu estou sobrando.

Jean-Paul Sartre
A náusea. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.

Embora as raízes do perigo possam ser dispersas e confusas, queremos que nossas defesas sejam simples e prontas a serem empregadas aqui e agora.

Flor Maldita

Embora tivesses tu,
Pisado em solo profano
Sentia-se a alegria virginal
Que só existe em ti.

Doce pecado maléfico,
Que andas perambulando
Pelas covas do cemitério maldito
Com o mel sujo de sangue.

Ah! Carnes amáveis,
Fujam de minha presença;
Pois odeio amá-las.

Flor maldita e abstrata,
Por que corrói meus ossos e
Carnes com teus amáveis beijos?

Os "demônios" do passado, embora com outros nomes, continuam a assombrar a vida humana. Antigamente, eram chamados de Lúcifer, Azazel, Belzebu, Behemot, Balaão e outros nomes que representavam as forças do mal, do caos e da destruição. Hoje, essas forças têm novos nomes: Depressão, Síndrome do Pânico, Desrealização, Bipolaridade, Angústias e outros distúrbios que afetam a mente e o espírito das pessoas.


No passado, os "ajudadores" ou figuras de autoridade espiritual eram os padres e exorcistas, que buscavam expulsar esses males do corpo e da alma. Hoje, são os psicólogos e psiquiatras, que ajudam as pessoas a enfrentar esses monstros internos através da terapia, do autoconhecimento e, muitas vezes, de medicação.


E, ainda assim, a "cura" para esses "demônios" modernos muitas vezes exige mais do que apenas tratamento médico ou psicológico. Ela também envolve uma mudança profunda da vida, que pode incluir mudanças de estilo de vida, de valores, de rotina, de relacionamentos e até mesmo da maneira como interpretamos o mundo. A cura, em muitos casos, passa por uma reavaliação das nossas verdades, das nossas crenças, da nossa visão de vida e de mundo, até mesmo da nossa fé. A transformação que é necessária para enfrentar esses "demônios" exige uma mudança de percepção, uma nova forma de enxergar e viver a realidade.


O que permanece é a constante busca pela paz interior, pelo equilíbrio emocional e pela libertação dessas forças, sejam elas com o nome que tiverem.

Rio...
Leva embora todo o mal disfarçado de bem. Deus, faz de mim um instrumento do Teu amor.

As vezes é um alívio deixar ir o que nunca se teve. A pessoa vai embora e a gente até dá tchau.

Às vezes, a vida nos impõe momentos em que precisamos dizer adeus, e embora doa, eu estou aprendendo a tentar. Eu sei que tenho que lhe deixar seguir, mas quero que você leve uma certeza: em qualquer lugar que você vá, você nunca estará distante.
Sabe por quê? Porque você se tornou como a luz de uma estrela luminosa na minha vida. Mesmo que o dia amanheça ou que a noite seja nublada, eu sei que o seu brilho continua lá, guiando os meus passos e aquecendo o meu peito.
Aqui, em meu coração, é onde você sempre estará.
Não tenho lágrimas caindo dos olhos agora, e não é por falta de sentir. É justamente o contrário: é porque descobri que o nosso amor é verdadeiro, e o que é verdadeiro nunca morre; fica vivo para sempre. O tempo é um mestre implacável, mas ele não tem poder para levar embora o que nós construímos.
Você pode até pensar que o nosso tempo acabou, que os ponteiros pararam... mas eu ainda tenho você. Tenho você no meu jeito de sorrir, nas músicas que ouço e em cada batida do meu coração. Nenhuma distância, por maior que seja o mapa, pode nos manter separados, já que você faz parte da minha essência.
Siga em paz, brilhe onde quer que esteja e saiba que, até que o destino decida nos cruzar novamente, o meu amor estará aqui, esperando. Porque, no fim das contas, você não foi embora. Você apenas mudou de morada: agora vive, permanentemente, aqui dentro de mim.

Eu deveria ter pensado bem antes de te deixar ir embora da minha vida.
Essa frase ecoa, fria e cortante, na escuridão da alma.
Atrás de mim, só resta o deserto da saudade infinita,
E o silêncio pesado de uma história agora póstuma e calamitosa.
Se eu soubesse que a ausência era esta dor que me devora,
Este vazio abissal que engole o ar e a esperança,
Teria amarrado o teu passo, implorado para que não fosses embora,
Teria trocado meu orgulho pela tua última e derradeira confiança.
Fui tolo, fui cego! Pensei que o amor era um rio manso
Que esperaria meu regresso, que jamais secaria a fonte.
Mas o rio levou-te, e o que resta é este corpo imenso
Navegando à deriva, sem velas, sem bússola, sem horizonte.
Oh, a ironia cruel do tempo que não volta e que me castiga!
Cada batida do meu peito é um martelo a cravar a verdade:
Eu te deixei ir, e agora a solidão é minha única amiga,
Uma amante fria vestida de eterna e lúgubre saudade.
Volta! Por favor, volta! Não importa que seja em sonho, em vulto, em bruma!
Pois este coração que te ofereço jaz quebrado, inútil, e sem luz.
Eu deveria ter pensado bem... E por não ter pensado, o meu mundo ruiu em suma.
E o meu castigo é viver para sempre à sombra da minha própria, terrível cruz.
Sinto muito pela dor que inspirou seu pedido. É uma emoção muito profunda.

O maior desafio de um indivíduo Humano, está na transcendência. Embora imanente à Natureza espiritual do Homem, o "olhar para o alto", seu "ântropos", muitas são as barreiras que o impedem de se desligar das coisas que desviam sua atenção do "Alto", para o prender nas coisas da direção de "Baixo".
Mas cada indivíduo nasce exatamente com o desafio de tentar, a todo custo, romper essas barreiras e evoluir.
Romper com as barreiras do julgamento da incompreensão de seu árduo e misterioso caminho, romper com as armadilhas do materialismo, avareza, mesquinhez do conformismo paralisante ou retrógrado, romper com a mentalidade de uma Sociedade reducionista, efêmera e egoísta, interesseira de si mesma. Esses, dentre outros, são os desafios que ofuscam ou, na melhor das hipóteses, que TENTAM ofuscar, o magnífico brilho de sua maravilhosa ascensão.



Às 07:21 in 02.09.2025⁠

Janeiro

Hoje é dezessete. Janeiro já está indo embora. O que foi que você fez? Pergunto a mim mesma o que eu fiz até agora.
Hoje é dezessete; janeiro já se vai, batendo à porta de fevereiro, querida. E eu me pergunto: o que tenho feito? O que tenho feito da vida?
Eu sorri, eu dancei, eu cantei. Eu cantei meu samba favorito. Corri nas estradas e caminhei olhando o sol. Banhei-me nas águas do mar e da cachoeira.
Eu li o mundo como se fosse um filme: as pessoas indo e voltando às pressas. Na tela, pessoas que não olhavam de volta.
Hoje é dezessete. Janeiro já está indo embora, mas eu não.
Nildinha Freitas

⁠A noite chegou tudo é diferente.
A tarde passa que nem sente.
O sol da tarde vai embora e deixa uma saudade que no peito arde. Mas amanhã ele volta lindo e atraente encantando toda gente.

As ditas loucuras, embora me façam enxergar o mesmo mundo que os outros também enxergam, levam-me a vê-lo de forma totalmente diferente.

Há obras que, na minha opinião, são extensões do próprio autor; sendo assim, levamos muito tempo a conversar com elas. O público e as editoras apenas têm acesso às mesmas quando o autor já não estiver em vida.




"Tem gente que vai embora e
deixa um pouco dela na gente.


Tem gente que vai e leva tudo."


O inverno chegou
Passou como um vislumbre
Quando eu percebi
Você havia ido embora com ele


A primavera chegou
Tudo é colorido e bonito
Talvez seja por isso
Você se foi junto com o inverno


Parecia a mais doce fragrância
Mas não floresceu
Você se foi junto com o inverno
Não era pura sua beleza.


Agora eu enxergo com clareza
A primavera está completa
Você se foi com o inverno
Então aprendi a amar a primavera

⁠⁠Embora muitos desfrutem da boa colheita, as vezes é somente um que semeia. Mas, nem todos Irão entender o cansaço do semeador.

Deixe-me ir

Foram tantas idas e voltas
que, quando de vez decidi ir embora,
você, com jeito doce, me impediu.

Com olhar triste e jeito manipulador,
me olhou e sorriu,
pedindo: fica.

Não vá embora,
não te farei mais feridas.

Confusa, triste e perdida,
caí nas palavras desse narcisista.

Hoje, confiante e decidida,
tento encerrar um ciclo
que não tem mais saída.

Me sinto acorrentada,
presa a algo que não me pertence,
e sempre a manipulação dele vence.

Consigo sair desse jogo
e ir em paz,
mas depois chega a notificação:
“oi sumida, nunca mais”.

Idiota e tola, retorno a mensagem
e retorno àquela feia e suja margem
de podridão.

Não quero mais ficar,
quero ser livre para poder amar,
e essas correntes que prendem
quero quebrar.

Por favor, deixe-me ir.
Quero viver e ser feliz,
mas esse narcisista quer tudo pra si.

Não satisfeito com minha decisão,
arranca fora o meu coração.

Hoje sou livre,
finalmente descanso em paz,
pois a minha alma ele não pode prender.

Só assim pra eu poder viver,
mesmo sem vida.

Não tenho mais alguém
que faça feridas.

Te pedir um “deixe-me ir”
e não um “me faça partir”.

Por: Maria Beatriz

Ser trocado dói.
Mas às vezes o que mais dói é perceber que o amor foi embora em silêncio.

Há gestos que, embora nasçam pequenos, carregam o peso de mundos. Descobrem-se, mais tarde, capazes de redesenhar caminhos, torcer rumos e alterar o destino de uma vida inteira. Quando tais gestos tocam o fio invisível que sustenta o futuro, não é apenas o percurso que muda: é o próprio caráter que se dobra, se rompe ou se refaz.

Por isso, aqueles que ferem o orgulho alheio ou ousam enfrentar a lógica precisam agir com a firmeza de quem conhece a profundidade de suas próprias sombras. Enganos, sim, podem se dissolver no tempo — o perdão lhes é possível.

Mas a metamorfose íntima, aquela que transtorna o espírito e o afasta de si mesmo, essa não encontra absolvição. Pois não se perdoa o que deixa de existir, nem o que retorna transformado demais para ser reconhecido.

“A única certeza que tenho é que, um dia, irei embora. E sei que me vão culpar, como se vivessem o que eu vivo hoje.” Furucuto, 2026.

Deixa o raio do sol refletir
No vosso rosto a confiança
Chega um dia a hora de partir
Ir embora com amor e esperança

O Mestre Divino falou
Suas palavras de Sabedoria
Seu ensinamento nos deixou
Com Santa Paz e harmonia

É preciso se firmar
Para poder compreender
Quem não sabe amar
Não sabe entender

Estar nesse mundo
Aprendendo com toda a Verdade
O Maior Segredo Profundo
Do Nosso Pai da Eternidade