Irmao Nao Va embora
Quando meu corpo desfalecer e eu deixar esta vida
Peço que vá ao meu túmulo
Mas leve uma gérbera vermelha
E se você se lembrar de mim, leia meus poemas e eu estarei lá em cada verso.
O evangelho pregado sem Jesus, é visão sem realidade!
E todos seus seguidores serão vá representação.
Se ninguém quiser te acompanhar vá sozinho. No meio do caminho você encontrará anjos para te orientar. As pedras que são pedras se encontram. Os que te desprezaram é porque não te fazem falta alguma.
Só vai dar certo se você tentar!
Respire fundo e vá atrás dos seus sonhos, do que é certo, realize!
#bysissym
O guerreiro pra ser Kamorrista de verdade, tem que ter espírito de herói, se despir do seu ego e vaidade.
Quando a dificuldade chega, o amor é posto à prova. O tempo que o amor resiste é o tempo que ele vale.
Sombra que segue os desejos...
Alma que tanto procura...
Sem encontrar...
Em ruas, conversas vazias...
Fundo de copos se aventura...
Doidos passos incontidos...
Império dos sentidos...
Enfim o copo vazio...
- "Enche outra vez vizinho"...
Vinhas de vinhos de oiro não bebidos…
Ócios e sossegos…
Desejados e outros sentidos...
Noite sucedendo noite...
Vertigem em qualquer leito...
Tanto faz...
Tudo tem jeito...
Amores, esperanças e desejos...
Quase os mal diz...
Eis que entrega seu coração...
De nada serve e vale...
Tudo é ilusão...
Dias mal gastados...
Noites mal dormidas...
Desejos de coisas esquecidas...
Lembranças de velhas feridas...
Incansável a tudo retorna...
Rotina a que se entrega...
Fraqueza que vira resistência...
Quando qualquer hora e hora...
Mas pois por vosso mal seus males vistos...
E todos os dias finjes te-los esquecidos...
Já nem vives...
Nunca aprendeste...
Vem de sua saudade, o que presume...
A ânsia de realmente viver...
Dizes que ficas tonto…
Hás de então ficar louco...
Tonto, o feio fica bonito...
O corpo só arde em desvario...
No entanto, o imaginário
desejo de alcançar...
Já nada mais importa...
Nem mesmo se terá outro amanhã...
Ou se terá...
No dia seguinte se arrependido...
Sandro Paschoal Nogueira
Vida curta e vã...
De uma breve manhã...
Aconteceu...
Em espinhos tantos...
Flor aventureira...
Brotou deste meu coração...
Assim é a vida...
Ora doçura...
Ora fel...
A ventura irmã da desilusão...
A flor que um dia...
Tão amada floresceu...
Jaz pisoteada...
Pelo falso amor que você me prometeu...
Sandro Paschoal Nogueira
A oferenda
Eu queria trazer-te uns versos muito lindos...
Trago-te estas mãos vazias
Que vão tomando a forma do teu seio.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora,
Lembrando ao outro que ainda estamos vivos.
Mas tal súplica torna os amantes cativos,
Rogando carinho, suplicando clemência —
É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Tornou-se o amor um fardo de ofício,
Qual pauta vã de lidas rotineiras,
Onde as almas, em horas passageiras,
Cobram o afeto como um sacrifício.
Mandamos, pois, a conta da saudade,
Como se o bem-querer fosse tributo,
E o coração, mendigo resoluto,
Rogue por parca reciprocidade.
Lembrar ao outro a própria existência
É triste laborar, pesar profundo;
Rogar uma migalha neste mundo
É dizimar do orgulho a decência.
Mas, ah! Se o dom não nasce da vontade,
E o sentimento exige vil cobrança,
É vão nutrir do amor a esperança;
O afeto imposto é mera falsidade.
Rasgo, portanto, a conta da ilusão,
Não sou credor de afeto ou de favor;
Se não for livre e dado com ardor,
Dispenso a esmola de outro coração.
Novos ângulos sempre a proporcionar beleza a quem estiver disposto a apreciar.
Tente,experimente,valorize e principalmente seja grato!
.
Vá...
Há um mundo te esperando,
Abrace o vento, curta o sol,
Anime-se.
Entregue-se ao amor,
Sinta seus privilégios, seus aromas, suas cores,
Coloque mais ousadia em tua vida... Viva intensamente,
Saboreie cada prato, cada paisagem cada por do sol.
Deixe o mar te banhar, e livrar-te de todo estresse, de toda dor,
Vá... Ainda que o tempo e o coração peçam pra ficar...
