Inteligencia é Herança
No inventário por morte,somente os herdeiros são
perdedores.
Ganham o Estado e aqueles que fazem os herdeiros acreditarem neles.
Tem um pedaço da gente que é formado, ou melhor, é um resto de tudo e todos que vieram antes da gente, esse lado definitivamente é o pior e o mais difícil de ser mudado.
Agradar a Deus significa ter uma abordagem equilibrada na hora de valorizar nossos filhos. Eles serão imensamente amados e valorizado como um presente especial de Deus. Agradar a Deus significa que, como pais, deixaremos uma herança espiritual para nosso filho que não poderá ser tirada. Valorizar seus filhos significa invocar aquele (Deus) em quem você deposita a sua confiança para enriquecer a vida deles.
Valorizar seus filhos significa valorizar Deus em primeiro lugar. O modo como você recebe e responde a eles afeta o modo como percebem o amor de Deus. Conhecer, entender e apreciar a individualidade confirma que cada um deles foi formado de modo especial e admirável (SI 139.14) e criado para ser uma bênção. Isso é valorizar um filho! (Larry Keefauver - Pais Para Toda Vida, p. 40-41)
Escolhas feitas não são erros cometidos. Existem aquelas que nos deixam como legado a felicidade, e existem aquelas que nos deixam como herança a experiência. A felicidade pode nos acompanhar em vários momentos da nossa vida, mas a experiência nunca nos deixará só diante dos problemas futuros.
Sou herdeiro da maior das heranças, herdei dos meus pais a honestidade, o caráter e o respeito pelo próximo!!
Deixo pro mundo em meus versos provas da minha existência (II)
Espalho minhas sementes
pra que o mundo floresça
pra quando aqui pereça
meu nome não esteja ausente...
Deixo meu ar de presente
pra qu'exalem em permanência
e busquem a florescência
nos germens, de mim, aspersos...
deixo pro mundo em meus versos
provas da minha existência.
Deixo pro mundo em meus versos provas da minha existência
Cultivo frutos de agoras,
de horizontes e devenir
sóis nascentes no porvir
sementes de justa aurora...
no presente de minhas horas
rastros d'intensas vivências
vem n'alma a efervescência
de sentimentos abstersos...
deixo pro mundo em meus versos
provas da minha existência.
A 'essência' de cada ser,
se vê pela luta que abraça!
Não importa o que digam, o tempo, ...!
Palavras, o vento "leva",
o tempo? passa, ...
mas a essência ...
essa é a herança de Deus, nasce e morre, conosco!"
pra você Quintino José Viana
'guerreiro' da Vila Brasilândia
A esperança dá lugar à fé, à medida que passamos a compreender a diferença entre o que temos de esperar e o que já é nosso por herança, através da palavra, agora.
A verdadeira distância entre duas gerações é dada pelos elementos que têm em comum e que obrigam à repetição cíclica das mesmas experiências, como nos comportamentos das espécies animais transmitidos pela herança biológica; ao passo que os elementos da verdadeira diversidade existente entre nós e eles são, pelo contrário, o resultado das modificações irreversíveis que cada época traz consigo, ou seja, dependem da herança histórica que nós lhes transmitimos, a verdadeira herança de que somos responsáveis, mesmo que por vezes o sejamos de forma inconsciente. Por isso não temos nada a ensinar: sobre aquilo que mais se parece com a nossa experiência não podemos influir; naquilo que traz o nosso cunho, não sabemos nos reconhecer.
É Fato, e Não Fake
Sempre na pindaíba
Ele não tinha necas de pitibiriba
Sob o lume da lua
A calçada era a cama
Com o pé atolado na lama
A morada era a rua.
Mas era um boa-praça
Fumando bituca ou bebendo cachaça.
De repente correu a notícia
Boca a boca pela vizinhança
Para uns era fato
Para outros era fictícia,
Aquela história de herança.
Mas o fato é real
O baiano voltou pra Bahia cheio do cacau.
Mas é fato e não fake
Na Bahia hoje em dia,
Ele até que parece um sheik.
Quando vier à procura do que o passado enterrou, é preciso saber que estará às portas de uma terra em que a memória não pode ser exumada, pois o segredo, sendo o único bem que se leva para o túmulo, é também a única herança que se deixa aos que ficam.
🌿Quando Chega a Nossa Vez de Continuar a História 🌿
Por Kate Salomão
Era um dia frio, o vento parecia querer machucar, cheguei em casa logo após o sepultamento de minha avó Maria, me senti uma estranha em minha própria casa, o ambiente ecoava uma paz intrusa, um silêncio constrangedor.
Eu não consegui sentir nada.
Acontece que essa insensibilidade me assustou imensamente, eu era uma das netas mais apegadas em minha avó.
Com isso em mente caminhei dentro daquela casa enorme e sombria e me vi perdida sem saber em qual cômodo eu iria me esconder. Escolhi a sala. O sofá me pareceu convidativo, minha mente precisava desesperadamente de barulho, fosse qual fosse, então liguei a televisão, passava a "A lista de Schindler", entretanto minha alma gélida e insensível não se comoveu com a história triste do filme até que adormeci.
A realidade foi que enquanto eu sonhava, fui transportada para minha casa que estava acolhedora e iluminada pelo sol, a mesa da sala de jantar exalava a fragrância de lavanda do lustra móveis, que se misturava ao cheiro de bolo de fubá fresco recém tirado do forno.
Na sala de estar, sentada quieta e concentrada na notícia que passava na televisão, lá estava ela: a vó Maria com seu rosto idoso e suave, usando o seu lenço simples e branco nos cabelos finos e grisalhos, ela bordava um pano de prato e estava atenta ao jornal da tarde.
Acontece que passado algum tempo ela se levantou, colocou a caixinha de costura e o pano de prato inacabado sobre o sofá, olhou para mamãe e disse:
- Tenho que ir!
Bem acredite ou não, da sala de jantar de casa onde estávamos, o sonho nos transportou para o cemitério, nós entramos e pelas vielas estreitas seguimos em paz e lentamente, até que chegamos no túmulo com a foto da vovó.
Eu abruptamente e sem pensar disse:
- Vou com a senhora!
Ela disse com amor e decididamente:
- Agora não. Volte e viva.
Acordei com ânsia de vômito, eu sabia que agora era minha vez de escrever nossa história.
Estando pronta ou não.
Se não defendermos o que é nosso quem é que o defende? Os nossos povos e culturas de matriz grego-romano-judaico-cristã, perante a investida cada vez mais agressiva do marxismo cultural, estão sujeitos à erosão, senão mesmo à extinção. Ou aceitamos sentados no sofá que tal aconteça, ou então teremos que ir para a luta em sua defesa.
