Inteligência
A solidão dos descontentes é sinal de que Deus precisa fazer mudanças drásticas no perfil melancólico da pessoa.
O coach veio sanar as dúvidas da alta performance , mas veio também buscar no passado a raiz das suas potencialidades.
NINGUÉM É “BURRO”!
Sempre iremos nos deparar com aquelas pessoas que se acham os detentores do saber absoluto e que esquecem que o ser humano é uma máquina de aprender dotado de em média 86 bilhões de neurônios, estamos falando de pessoas que tem cérebros os quais possuem uma inteligência imensurável e que nem sempre é reconhecida, basta fazer um paralelo de quando nascemos até onde estamos hoje que não conseguiremos contabilizar tantos aprendizados. Há uma diferença entre as pessoas quando tratamos de aprendizagem, pois nem todo mundo tem o mesmo ritmo na hora de aprender, por isso devemos respeitar e tentar compreender o ritmo de aprendizagem de cada um, além do querer aprender de cada pessoa, por conta desses e de outros fatores não temos o direito de intitular ou rotular nenhuma pessoa com esse termo humilhante, “burro”. Além de ser algo extremamente inaceitável é um assassino de autoestima, não aceite de nenhuma forma essa condição por ninguém, você é inteligente e especial!
Não tenha medo de mudar. Mudar de plano, de opinião, de conceito, de escolha, de sonho, de trabalho, de curso, de casa, de vida... Mudança não é sinal de fraqueza, mudança é sinal de inteligência!
"Podem tentar e até terem êxito em tirar-me o que até hoje conquistei. Entretanto, nunca conseguirão arrancar minha inteligência, presente precioso dado por Deus, assim como a minha capacidade de permanecer de pé, após os próprios tombos ou rasteiras que a vida nos permite vivenciar." (Mettran Senna)
Uma pessoa inteligente não precisa ser a mais habilidosa ou competente, nem a mais empreendedora, mas sim, alguém que saiba forjar sua força pessoal e vontade contra às adversidades, usando tanto a lógica como a intuição, para obter uma visão mais assertiva da realidade e fazer suas melhores escolhas.
É fácil fazer a maioria lutar por coisas que não entendem, mas é difícil fazer os entendidos lutarem por coisas não vantajosas para si.
Sua superioridade, baseada em bens materiais, não me impressiona. A verdadeira riqueza está na mente, não no bolso. É por isso que dou valor ao conhecimento e à ciência, e não à ideologia falsa de que a riqueza define quem somos. Ao usar essas métricas, você apenas se mostra ignorante.
Nosso cérebro tem dificuldade de lidar com incerteza, ele busca previsibilidade para se sentir seguro.
E, curiosamente, estamos cada vez mais utilizando e confiando em inteligências artificiais cujos resultados são, por natureza, incertos e probabilísticos.
Fico observando tudo ao meu redor. Não sou um analista, nem tenho sapiência para isso. Na minha concepção, o que vejo é uma falta de compreensão geral. Não entendo como as pessoas, ou até mesmo a sociedade como um todo, conseguem conviver dentro dessa bolha de felicidade momentânea — a hipocrisia social.
Não tenho cognição suficiente, nem maturidade emocional, para sentir essa essência ilusória que tanto os satisfaz. Por ser observador demais, acabei me afastando do social. Não consigo me enquadrar nessa utopia fabricada.
Talvez, justamente por ter esse olhar mais analítico — ainda que sem querer — eu não consiga experimentar essa felicidade falsa. Queria viver nesse paralelo social, mas minha mente simplesmente não permite.
