Instante

Cerca de 4628 frases e pensamentos: Instante

⁠⁠Incrível como as ocupações, num instante, deixam o ontem tão distante.

Inserida por Josias__Doba

Eu sempre vou estar onde o meu amor puder te encontrar,mesmo que seja por um breve instante,para que se eternize em ti minha existência.

Inserida por srtawrobel

⁠A arte que enche os olhos por um instante é interessante,mas a que alimenta a alma,transcende.

Inserida por BrioneCapri

⁠Foi um instante por nós dois,
Quando o por do sol se reuniu com o mar.

Inserida por BrioneCapri

⁠Tem gente que é como um trecho de livro.
Que nossos olhos choram,e agradecem,
Pelo instante vivido.

Inserida por BrioneCapri

⁠Ombros da Saudade

Naquele instante que os olhos percebem
A envergadura do mistério da noite,
O silêncio vela por aqueles que descansam.
Nos ombros da saudade o frescor dos dias
De chuva de verão cavalga em direção do nada
A vida passa rapidamente acenando e sorrindo.
Assim, fica apenas a sensação de que alguma coisa
Ficou para trás e nós apenas observamos.

Inserida por Rita1602

Não é necessário dizer que te amo
a cada instante em que te encontro.
Basta-me afagar seus cabelos.
Te olhar docemente.
Um beijo com desejos.
E dizer uma bobagem qualquer
que simplesmente lhe faça sorrir.
Simples assim.

Inserida por venusbabi

Ser feliz é não ter motivos para sorrir.
É fazer de cada instante da vida
um momento para viver.
E, ter a certeza que o que não deu certo hoje.
Certamente amanhã dará e será ainda melhor...

Inserida por venusbabi

⁠Felicidade é momento, é instante e pode durar o tempo que você se permitir estar feliz! Permita-se Mais

Inserida por oliceamorim

⁠Viva cada Instante como se fosse seu ultimo ato aqui nesse plano

Inserida por oliceamorim

⁠ Nós temos esse instante
Conquistado antes
A luta foi grande
Com muito suor e sangue.

Inserida por 10uilton

A Perfeição do Mundo.

Veja o mundo
Pelo vidro da janela
Recebendo a luz distante
No instante em que a luz se move
Tudo em seu lugar, tudo perfeito
No jeito que a chuva chove
Há infernos pra todos os Céus
E desertos pra tantos ventos
Milhões de lamentos futuros
Pra tantos obscuros fingimentos
Tudo no lugar, puro e perfeito
De objeto a manifestar
A cura pros teus defeitos
E passam-se os anos
Abraços distantes
Olhares despercebidos
Tão perto e jamais se cruzam
Lágrimas fogem dos olhos
Fazendo a vez da alegria
A noite a engolir o dia
No Céu a Lua
Míngua transbordantemente
E é quando a gente percebe
Que nada
Exatamente nada
Necessita ser assim
Tão gritante ou eloquente
Quanto raios de Sol
Ou malhos do martelo
Desde que a gente aprenda
Que poder ser
Que lá na frente se arrependa
Por não ter compreendido
A beleza do poema simples e singelo
Está tudo no lugar, mundo perfeito
Pois
Está tudo
Exatamente onde devia estar
Antes que a gente
Mude tudo, pra melhorar
Perceba
Desde a enorme cegueira
Causada pela luz do Sol
Até a imensidão no ruído
Aprenda a enxergar tudo isso
E a vida
Surpreendentemente
Passa a fazer sentido.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Enquanto isso,
O motorneiro vai tocando o bonde
Espetáculo de sombra e luz
Que num instante desaba
Nunca mais tentei parar o tempo
Depois que ele se foi
A impressão que dá é que ele acaba
Em todo lugar onde há começo
A vida é que corre ao avesso
E ninguém vê
Se esquece que o Sol se põe
No momento em que nasce
Desse modo é que tudo se dá
Só não dá pra mudar nada
Mas eu teimo em transformar
Poesia em sonho
Pra não ter que dizer adeus
Confesso o pecado alheio
Coisa estranha
Os sonhos não eram seus
E aos poucos se foram
Deixando ficar
Sem altos, sem baixos
Nem perdas e ganhos
Enquanto isso
Um violeiro louco vai tocando no deserto
O sonho parece mais perto
Que o lugar bonito que vejo, quando acordado
Passo a noite pensando e quase rio
Quase rio, quase todo dia
Quase dia, quase poesia
Enquanto isso
O timoneiro vai tocando o barco
A vista alcança o invisível
E durante o caminho
A vontade de aço fraqueja
A gente erra
E os sonhos parecem naufragar
Em um Mar tão distante daqui
Nada mais que o pó da estrada
Dá um nó na garganta
Só de pensar
Na pena de não sonhar
Pois hoje é dia de semana
Te aparta de mim
Eu sou um cara por demais comum
Enquanto isso
O coração que vai tocando a prece.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Olhei lá fora e, por um instante,
Parecia tão perto o sol,
Quase ao nosso alcance.
O mundo girava sob a luz do farol.

Por um instante, um segundo,
Nos afastamos da realidade amarga.
Observei seu sono profundo,
O silêncio e a paz que eu tanto sonhava.

Vi reflexos de nós dois:
Éramos crianças correndo entre rosas brancas,
Sem pressa e sem pensar no depois.
Eram tantas, nossas esperanças.

Eu sei, fábulas douradas não existem.
A razão nos impede,
Mas nossos sonhos resistem,
E o sonho permanece.

Somos condenados pelas ilusões,
Presos como bandidos.
Mas de onde vêm nossas inspirações?
Só quero que venha comigo...

Mentira, verdade — não importam agora.
Se permita sair do chão!
Há um mundo todo lá fora.
Não solte minha mão.

Se temes voar sem direção,
Ziguezagueando pelo mundo,
Feche os olhos, sinta apenas seu coração.
Estamos juntos.

Diz pra mim!
Se tudo é só questão de opinião,
Por que teus olhos dizem sim,
Mas teus gestos teimam não?

Vamos viajar,
Nos teus e meus sonhos.
Nada pode nos parar,
Tudo faz parte do plano.

A cada amanhecer,
Escrever novos dias.
Podemos morrer e renascer,
Criando novas fantasias.

Mas, se não vier,
Me permita ser memória.
Onde você estiver,
Você sempre será eterna em minha história.

Inserida por Luis_Takatsu

"Sonhei com a simplicidade
Não sei quanto tempo levou
Mas o instante levou
O tempo que a vida leva"

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Sonhei com a simplicidade
Não sei quanto tempo levou
Mas o instante durou
O tempo que a vida leva
Qual fosse um novelo de lã
Num castelo de cordas que se transforma
Um menino amarelo que amanhecia
Pra depois anoitecer mil vezes
Era o cravo, era a treva
Vento leve, uma brisa
Que sopra a verdade em seus ouvidos
Tempestade chega de repente
Semente de tempo que a vida leva
Sonhei que a vida era coisa singela
Era um doce com calda de caramelo
Que se vê na infância e não se prova
Não se esquece, que renasce como nova, todo dia
Porque o viu numa fotografia amarelada
Sonhei com a simplicidade
Que de simples que era
Passa a vida inteira e não se alcança
Desiste de esperar e de querer
Como quem não quer nada
Mas a alma
De seu jeito teimosa ela era
E ainda a espera calmamente
Porque
Sonho e vida são coisas que não se junta
E tudo se torna muito
Muito diferente, quando a gente acorda
Pode ser que eu só tenha sonhado
Que essas coisas todas não tivessem
Esse lado esquisito
Essa forma torta como a coisa é dividida
Onde há o feio e o bonito
O lado de cima, o outro lado
O disforme e o quadrado
O errado e o quase certo
Porque sempre que uma vez desperto
Tudo fica complicado
A verdade e a realidade
Contrastando outra vez com a pureza
Da simplicidade que eu sonhava
Onde tudo era caro ou barato
Era claro ou escuro
Mas não tinha passado
E nem futuro.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠⁠Eu nasci entre ouros e diamantes
Onde a história se faz presente
Em cada rua, em cada instante
Minas Gerais, minha terra contente

Orgulho de ter nascido aqui
Onde as montanhas tocam o céu
Onde a poesia me faz dormir
E a cultura enche meu coração de mel

Brinquei perto do céu nas montanhas
Em cachoeiras, em matas verdejantes
Onde a natureza é minha companha
E os pássaros me fazem diamantes

Ouvia poemas para dormir
Recitados com muito carinho
Onde a palavra é um dom a se fruir
E a literatura é um tesouro em meu caminho

E eu deoccaratolamo para o mundo ouvir
Com orgulho e com amor no peito
Tudo que Minas tem a oferecer
Em cada canto, em cada jeito

Minas Gerais, minha terra amada
Com tanta beleza e diversidade
Com sua cultura tão valorizada
Minas Gerais, minha felicidade.

Inserida por Zuccarato

O Crepúsculo do Encanto”
“O último encanto de alguém não se extingue no instante da desilusão, mas nela se revela. É quando o véu cai que a alma, despojada de ilusões, reconhece o que restou de si mesma. A desilusão não é o fim do sentir, mas o ponto em que o afeto abandona a ingenuidade e se converte em lucidez. Somente ali o espírito compreende que amar não é permanecer encantado, mas sustentar a dignidade mesmo quando o encanto se desfaz.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

"A Luz que Retorna aos Teus Olhos"

Há um instante em que o olhar humano, fatigado das formas e das mentiras do mundo, deixa de ver e começa a contemplar. Nesse instante, teus olhos não pertencem mais à carne: pertencem ao universo.

Toda lágrima que neles nasce não vem apenas da dor, mas da lembrança do que eras antes de existir. Porque há algo em ti que o tempo não apagou: uma luz antiga, sobrevivente das eras, que o esquecimento tentou sepultar.

“Teus olhos foram feitos para o universo...” não como metáfora, mas como destino. Quando olhas para o céu, é o próprio céu que tenta se reconhecer em ti. Por isso há uma saudade muda no teu olhar, uma vertigem doce, um cansaço que é também chamado de eternidade.

E “em ti então se faz mais luz de retorno”. Sim, porque tudo o que amas, compreendes, perdoas ou suportas com ternura se transforma em claridade que volta como eco divino para teu próprio coração. Nenhuma dor vivida em pureza se perde. Nenhum amor silencioso é vão. O universo grava em tua alma o que teus olhos aprenderam a ver sem julgar.

Por dentro, choras mas essas lágrimas não te afogam: purificam.
São o rio secreto por onde a tua luz retorna à origem.
E quando, enfim, o mundo se apagar em tua volta,
serás tu quem o iluminará de ti mesmo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4