Instante
ideias surgem
após um
big bang
algumas
se expandem
outras duram
um breve
instante
se vão após
um big crunch
Só basta eu fechar meus olhos,
que meu pensamento me conduz a ti,
e nesse instante me encontro no lugar mais lindo de você,
no seu coração.
Nesse instante, a luz se acende e na claridez que estende, minha mente clareou...
Eu sonhei realmente que encontrava-o novamente...
E alguém me acordou.
Se somos átomos que se reúnem para formar um instante, quando conhecemos alguém fazemos uma troca. Basta respirar o mesmo ar. Substâncias, reações químicas, que ficam com a gente e nos une para sempre. Um aperto, um sonho, uma premonição, uma alegria, uma dor.
Corpos e mentes se comunicam.
Terminais interligados sentindo o infinito compartilhado.
Galáxias, universos, tempo e espaço.
Sui generes amalgamado.
Assim é o meu coração.
Há um encanto divino
quando a noite silencia
no instante que se faz dia
e os raios do sol se orquestram
em aquecedora melodia...
mel - ((*_*))
O único dia para ser feliz, se chama hoje. Ora, o amanhã é incerto. Portanto, dê a cada instante o valor de uma eternidade.
Tem dias que é assim mesmo , nos sentimos frágeis e desprotegidos , mas se pararmos por um instante que seja e olharmos a nossa volta, veremos o milagre da vida se manifestando de todas as formas .Então nos daremos conta de quão grande é o nosso Deus , Ele' é onipresente e onisciente , não nos abandona jamais , e um detalhe, nossa cruz tem a nossa medida , nem mais nem menos , então seja o que for que estejamos passando , vai passar e podemos suportar !
Raquel Santana
A vida nos remete a desafios em todo instante. Somos desafiados por aquilo que nunca vimos muitas vezes. A solução está em nossa reação.
Te apaguei da minha vida, mas jamais das minhas páginas. E por um instante esqueci que minhas páginas são minha vida.
A vida não se cansa de nos surpreender...
É como se ela nos testasse a todo instante
para por à prova nossa resistência, nosso poder de superação
e nossa capacidade de compreender a que viemos
e o que temos a aprender....
Cika Parolin
Matahachi tinha Otsu em suas mãos nesse instante, mas não o seu coração. E desde o começo dessa tarde, vinha sentindo na pele como era difícil conduzir um corpo sem coração.
O mundo é uma tormenta, que faz da instante felicidade, a bonança no simples viver, conspirando para que tudo de bom aconteça.
A base dá vida pode ser denominada como os rios , por um instante estão calmos e tranquilos mas por outro momento estão agitados com um mar de dificuldades e mentiras onde os homens se afogam .
A viagem da vida oferece-nos múltiplas escolhas a todo instante, para que evitemos desistir no meio da caminhada. Sabendo que o cansaço te pese, leve na bagagem apenas o necessário: o que de bom até então aprendeste.
Cada instante é único,
Mesmo na monotonia dos dias.
Nada se repete!
O ciclos se abrem e se fecham!
Mas nada é de novo!
Nada!
Nem mesmo professor,
Que dá a mesma disciplina a 20 anos!
Nem mesmo o frentista do posto,
Que aborda sempre com o mesmo bordão
E coloca os mesmos 20 reais!
Nem o vendedor, nem o comprador!
Nem o relógio, o mestre temporal,
É capaz de viver a repetição perfeita.
O espaço sempre se modificará!
Ele não sabe se conter sem a orientação temporal.
Nós não sabemos!
Tudo que temos é a existência,
Nada além de alguns pares de décadas,
Se tivermos sorte!
Temos tempo e massa!
E não teremos mas tempo, daqui pouco tempo!
Quieto-me nesse instante
me extasio
me inebrio
me faço dormente
a pulsar batidas
de pensamentos distantes
na mente .
Gosto disso !
Eu sei...
Fui feita sob a
luz da lua
e ao som
silente do alento.
Nasci do ventre do vento !
Renasceu em mim o amor perdido, no
Instante em que meus olhos Cruzaram os seus... não lembrava mais que havia me
Amado um dia... novamente me Recordei de quem eu era, Das coisas que gostava, e também de todo O amor que ainda havia em meu ser.
Sou eternamente grata :)
Parte II
passado, e de um presente que não voltaria a acontecer, nem em um instante e nem em um outro momento, que os cabelos loiros mostravam de longe que ainda tinha uma vivaz forma e cor, mesmo isso não agradava a si, como já havia sido antes no passado e nem tão pouco no futuro, poderia existir mas o que os seus olhos contavam de uma vida toda sem nunca ter visto, que seus cabelos não eram na verdade tão importantes, como a perda de toda sua dignidade ou o momento de não ser o outro com sigo mesmo, ainda buscava no presente o mundo que tinha sido tomado como uma cerveja que se acaba em gargalo, e implodiu toda a razão, de sua existência como um ente que participa dos momentos que se passam com percepção e já não mais analisava, o outro como o um e nem tão pouco se obtinha algum momento nos olhos fundos que se misturavam com o cabelo loiro, antes da cerveja havia um único momento que ainda o outro tinha a percepção do que era o ser em si ali imponente, com as situações que colaboravam com sua própria vilania de sua rotina maquinal, que sempre como um pombo que foge de sua morada que não é mais que um cativeiro pleno, e sempre volta ao mesmo momento, perplexo por não buscar o mesmo que poderia ser o outro na sua imagem joga sua imagem como um tijolo de construção vermelho no contra espelho do motorista, e já sabe que o outro não esta mais ali, apesar do silêncio cortante que os olhos refletidos contínuos mordiam, a memória de um dia que não era um dia mas a noite que apenas quedava nos olhos de todos que encontravam o outro no observador, o resvalar do plástico que não era mais plástico, mas papel e um rato que observava o observador com seus olhos de punguista perdido com um chapéu que tinha meia aba, que não era aba numa noite quente que denunciava a presença de um rélis, do que poderia ser mas não foi, e mesmo quando buscava o momento de ser do outro, que ainda não era o outro mas o mesmo que já havia em tantos becos, com olhos vermelhos e cheiro de cachaça fétida do inicio da noite, que ainda há de haver bailarinos como palhaços e o mais cruel de todos com sigo mesmo, enquanto deveria deixar o outro de ser o mesmo, que sempre foi o mesmo rato com os mesmos olhos vermelhos dos punguistas, que se deslocam por entre o acumulo de corpos mortos, para absorver de suas entranhas de formas viscerais no nada que poderia existir no outro que não é mesmo por seu olhar desconfiado, ter encontrado os olhos do observador que do outro ou de si mesmo nada mais teme, do que ter olhos de rato ou ter hábito fétido no cair da noite, com estrelas que ainda se apresentavam tímidas numa noite quente, após sua cerveja bem trocado por papel em mãos imundas que procuravam não o valor necessário, mas o próprio eu que não era o que existia, mas o que se encontrava como um grande animal de circo, que bem adestrado faz truques que estratifica o outro eu que não é o eu tão pouco o outro de uma deliver, qualquer sem destino num centro sem coração e sem alma que ali o único sentido de ser é onde o ser jaz por jazir, como um corpo morto de um rato em beco qualquer sujo e imundo, não menos que os que ostentavam seu perfume françes, que não se importava tanto como uma doce sedução do buscar o outro perdido, se era o existir ou não existir do mesmo, no mesmo lugar de saber que de françes o nome ostentava mas gruía como a um selvagem que de nada adiantasse os mais fulgazes das identidades de ser o ser em si ou o outro, havia o outro que rasgava os tecidos da noite como a um véu que se parte do ponto de ruptura, do que a no observador como outro, mas que com sua luz brilhante como um sol desconhecido em brilho e magnitude da aurora de um próprio momento de luz angelical, que sua luz paira no ar, o outro que o observador se encontrava como o mesmo, imponente e
Não perca a Fé nas pessoas. Elas podem te surpreender a qualquer instante. Melhor milagre é aquele que você vê bondade no coração alheio.
