Inseto
Se todos os insetos fossem extintos da terra, em menos de 50 anos todos os demais seres vivos seriam extintos. Se o ser humano for extinto, em 50 anos todas as demais formas de vida tendem a florescer.
A Volta de Jesus e o Tempo
Os efemerópteros são insetos com uma vida muito curta. Eles vivem no máximo 24 horas, e por mais incrível que pareça, o que para nós não é nada, para eles é tudo. O que nós desprezamos, para eles é um tempo de vida. Isso quer dizer que o homem vive muito tempo? Claro que não! O tempo de vida do homem também não é lá grande coisa (Sl 144.4; Sl 103.15; 1º Pe 1.24).
A percepção de tempo e sua atuação sobre os entes em causa constituem-se em fatores chaves e distintivos. De igual modo, quando levarmos em conta que a dinâmica e a mecânica temporal na eternidade são totalmente diferentes das que temos aqui (no plano finito), podendo mil anos para nós equivaler nada mais que um dia para eles (2º Pe 3.8), então perceberemos que Jesus não está demorando. O tempo na Eternidade não funciona como aqui. Agostinho dizia que lá existe um eterno e infinito presente atemporal.
Não é de admirar que passados mais de 2.000 anos, Jesus disse: "E, eis que CEDO VENHO, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo as suas obras. (Ap 22.12)".
Portanto, Jesus não está demorando; nós é que somos demasiadamente finitos. Jesus disse: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade (Atos 1.7); mas tão somente devemos vigiar, orar e estarmos preparados (Mt 25.1-13); porque certamente o mestre vem (Ap 22.7). O Rei chegará a qualquer momento em toda Sua Glória e Majestade (Mt 16.27; 2º Ts 1.7; Ap 1.7-8).
(...) Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus! Apocalipse 22.20.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Estas falas que marcam data para reabrir o comércio em pleno a pandemia, são os insetos em volta da lâmpada que o Cazuza lembrou na canção “O tempo não para”.
Sou mais insignificante que um grão de areia no deserto
Sou tudo para ninguém
E sou nada para alguém
E meu ego entrou em desespero
Sou fraco
Tive medo
Antecipei o pior acontecimento
E fujo covarde
Mostrando ser imune ao que me destrói por dentro
Talvez um dia
Renasça coragem e vontade de viver
Porque agora sou um inseto repugnante
Sem amor próprio e sem chances
Vou me lamentar porque nem vontade tenho para cantar
Nem que a música seja melancólica
Nem que seja a solo e sem palmas
O fundo do poço já era bom
Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso.
Deixe sua estrela brilhar e não ligue para invejosos, pois quem tem luz se destaca na escuridão, mas sempre atrai alguns insetos.
Silêncio impossível do pirilampo voar
Som descartável o impede a escutar,
Criação imensurável, incapaz de aspirar
Quão vulnerável, insectum iluminar.
As lagartas têm a mesma beleza e importância da borboleta/mariposa. Humanos adoram falar em "metamorfose da borboleta", mas isso não passa de um preconceito estético e um pensamento estupidamente ignorante.
Bem, se disseram que eu sou um rato e você uma ratazana, não há que se tentar provar o contrário, além do mais, pra quê?
Inevitavelmente, todas as categorias que se dedicarem merecerão receber nais dinheiro.... O problema é que dinheiro atrai insetos e esses contaminam qualquer área de atuação.
Seja como um hexapoda...
Sofra metamorfoses como as Lepidopteras, trabalhe como as Hymenopteras, seja forte e viva como os Coleopteras e resista como um Blattodea.
Há pessoas que têm nojo de baratas, carrapatos e pernilongos, mas convivem muito bem com gente falsa.
