Inocente Preso
Era uma vez, uma menina inocente,
que adorava ler e assistir romances.
Mas ela cresceu e deixou de acreditar nas fantasias pois,
nunca havia sentido as borboletas no estômago...
Muito mais tarde, já conformada, foi surpreendida.
Conheceu aquele que a fez sentir...
As borboletas no estômago
O coração descompassado
Arrepios da cabeça aos pés...
As mãos macias, o abraço quentinho
Cheirinho de amor, de paixão e parceria.
Mas, diferente das histórias de romance,
Não ficaram juntos felizes pra sempre.
Mas, a menina inocente, ainda
espera por ele, e vai esperar por toda a vida.
"Inocente útil"
Inexiste outro adjetivo para classificar
Embora descaracterizando-se da essência original
do conceito inicial à inocência útil enxergar.
Aqui não se erguem bandeiras político-partidárias
que se pudessem explicar
aqui, talvez, somente a política relação
por parte dos oportunistas de plantão!
Oportunistas são seres de visão!
Veem num relacionamento necessário a fonte de informação
Buscam impactos por influências
Que lhes abram portas à continuada formação
e que os ingênuos favoreçam à sua produção.
Tão inocente: não se viu manipular
Por caridade, facilitou aos astutos “necessitados”
Fantasiou e iludiu-se:
as relações fluidas eram de pureza aos “interessados”.
Através da relação de interesse
foi sugada a malícia racional
capaz de acreditar na perversidade humana
porque na estrutura de pureza,
via-se somente o estereótipo angelical.
Por meio da sua integridade
não enxergou a malícia humana e o
poderoso envolvimento cruel
dos atentos em beneficiarem-se com toda gama.
Ingenuamente, compartilhou conhecimento
espontaneamente, acreditou na construção de relações sólidas
inocentemente, dividiu seu material e trabalhou para “amigos”.
“Amigos” que sentavam ao seu lado
desde a caronista fingidora de emoções,
aos artistas do teatro da vida!
Os ingênuos são aproveitados nas fases em podem ser úteis
e os astutos deleitam-se do melhor que os puder usar.
Os lobos, abastecidos de seus ardis,
sondam terrenos férteis de ignorância sobre a maldade humana.
Raposas fingem-se dóceis e amigáveis para conhecer suas fragilidades.
Caroneiros da boa fé, inclusive.
Astutos que utilizam da parábola cristã e fazem-se de cordeiros.
São hipócritas e dizem o que não praticam.
São sociopatas e investem em vestes para representar.
Utilizam-se do discurso divino para promoção da confiança .
E brincam “eu tenho cara de ser gente boa mas sou uma pessoa má”.
Lobos covardes, medíocres e aproveitadores
sabotam-se em suas falsas convicções.
Golpeam injustamente os que estenderam a mão:
Os prestativos, porem inservíveis, já não têm mais espaço.
O diário cruel da caserna em que opressores se oprimem
porque se “a farinha é pouca, meu pirão primeiro”.
Inexiste camaradagem.
Mentira! Cada um por si e salve-se da próxima escala de serviço ou missão.
E assim vida verde-oliva segue
processa novos contextos e necessidades.
Pelo instinto de sobrevivência na caserna
“ex-caronista descobre outras relações de necessidade útil,
desprezando quem se tornou inútil
desde que deixou a farda verde-oliva”:
frustado depoimento da ingenuidade iludida.
Experientes no processo de tirar proveito,
rompem com as relação de utilidade,
são malditos ferem inocentes.
Ferimento de mágoa, dor, ressentimento transformados em
reconhecimento da exploração emocional:
a inocência útil começa a processar rancor.
Porque insignificante torna-se tudo o que pensa-se de bom ter construído.
Disfarçados do discurso hipócrita da bondade em nome de Deus
escandalizam a pureza do amor divino real.
A sua religiosidade suja e profana do egoísmo e do individualismo.
Desfarçam-se por meio do mandamento cristão de amor ao próximo.
Farsantes!
O próximo são seus próprios ‘eus’
usurpadores de mentes e corações
dedicados à concretização do único amor importante:
autoamor.
Amor próprio, egocêntrico e capaz de convencer o inocente útil
Usá-lo, envolvê-lo, conquistá-lo e, descartá-lo.
É justo que sejam sempre bonificados?
Pensando no sentido da formação para a vida
Cada um que escolhe teu caminho e utiliza seus dons...
Poderia ser indiferente e desejar-lhes só o bem ... mas
neste momento manifesto minha necessidade de evolução espiritual:
que os lobos recomecem e sejam surpreendidos
que lhes seja permitido recomeçar novos ciclos
que estes novos ciclos reproduzam a ojeriza que nutro
que este nojo multiplique-se e solidifique-se
que suas máscaras caiam
que possam envelhecer essencialmente solitários
que sejam cercados por nova geração de lobos que lhes seque
que suas almas (caso as tenham) sejam de lamento por seus vazios
que vejam a força que fizeram nascer aos inocentes úteis
que matem-se na alcateia
que morram-se.
Poema publicado no livro: "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
criminologia, Maicon Sullivan. (Docente Positivo)
Se for inocente, responda somente oque lhe for perguntado.
Se for culpado, permanecer calado é a melhor opção.
Em qualquer um dos casos, o advogado não está ali para defender o culpado ou o inocente, mas sim para garantir que o direito seja preservado.
A sociedade nunca precisou tanto dos operadores de Direito como nos dias de hoje.
A peneira da seletividade não começa na infância, afinal lá temos a inocente mania de achar que família são todos que tem o mesmo sangue que a gente.
A vida adulta chega e com ela também chega o que a Bíblia chama de dia mal. E não queiram saber como esse dia dói, penso que a Ciência jamais explicará o que sente aquele que o vivenciou. Um vazio que nem a vasta imensidão das coisas criadas conseguiria preencher, uma dor que nem o mais eficaz dos remédios poderia resolver.
Nesse momento a consanguinidade se torna tão ínfima que uma mágica acontece, os lindos laços vermelhos da infância, representados pelo sangue, se transformam em laços brancos, representados pelo Espírito. Afinal aonde o sangue não se faz presente, o espírito não se faz ausente.
"(...)por mais inocente ou não culpado que seja nossos atos, sempre vai haver consequências, isso é a vida, só o fato de existimos é saber viver as consequências dele." -Dois em um só coração.
Sorriso de criança, sorriso de gente inocente, espontâneo sem maldade presente. A Criança um ser extremamente diferente não guarda ódio e nem rancor do seu semelhante. Gente vamos ser diferentes e ter a paz que uma criança sente não guardando ódio nem rancor o perdão cura liberta muita gente.
“Distante De Mim”
Estou de luto
Na dúvida se desisto ou luto
Coração tão inocente para sofrer
Sentimento tão longo para encolher
Momentos tão únicos para te esquecer
E mesmo que eu tentasse seria apenas uma tentativa
Distante de mim
E tão perto do fim
Sol nascendo duas vezes para tirar-me da escuridão
Você me magoando milhares de vezes para manter-me na solidão
Tão Distante de mim
E tão perto de ver o alvorecer
Ver-me na depressão e vendo-me sofrer
Tão distante de mim
Foi demasiado bom o hoje
Até que o amanhã tornou-se o fim
Assim descansarão sentimentos Mórbidos perdidos no meu coração
O hoje já não importa
Acho que desisto
Pós só continua quem tudo suporta
#Últimopensador
No início o homem é bom, devido a inocente ausência ou diminuição do mal malicioso e perverso, que ele aprenderá posteriormente nas comunidades... Ser humano, é toda a boa formação de um homem... Aquilo que houver de mal nele, é alienígena... O que é bom está diretamente e obrigatoriamente, ligado ao amor... Eis o bem.... Não há nada bom, se não houver algum tipo de amor...
Tão puro
Tão imaturo e inocente
Que lindo foi aquele nosso amor
Eram flores, bombons
e olhares apaixonados
Coisas que naqueles tempos
eram bem raros
Mas quem sabe no futuro
Nós nos encontramos
Mais velhos e maturos
Assim daremos continuidade
para esse nosso tão intenso amor
As pessoas se vingam da justiça de Deus, em um inocente; mais eles aman a Deus, como aman suas vidas, é não como esté inocente e justo.
A aurora é uma criança risonha brincando como um anjo inocente com as cores do amanhecer. À tarde no auge do seu esplendor transforma-se em vaidosa donzela, adornada com laços e fitas, para seduzir o rei sol, à noite torna-se uma senhora elegante de serenos olhos escuros tricotando com fios de prata a roupa que o anoitecer veste a lua.
"O mundo dos surdos"
Havia um homem ingênuo e inocente no mundo dos surdos.
Intrigante é que eles eram só surdos. Todos tinham seus problemas, inclusive o homem, mesmo assim, ele sempre paciente ouvindo os desabafos dos surdos.
O mais triste da história é que só ele não tinha com quem desabafar.
Poderia ser só mais uma parábola, mas infelizmente este é o mundo em que vivemos!
Quando era inocente me sentia feliz porque acreditava em super-heróis, hoje a vida real me ensinou a fazer coisas virtuosas e parecer herói para muita gente simplesmente por fazer a minha obrigação.
