Influência

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“Nada é mais forte do que um jovem que transforma sua formação em voz, sua voz em influência e sua influência em mudança.”⁠

Tudo influencia a matéria: ou a transforma, ou mantém a sua essência vibracional no agora.

Tudo influencia nossas ações, até o vento.

Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.

Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.

“Quem não entende influência vira marionete de quem domina o silêncio.”

O idioma não define quem você é, mas influencia como você pensa, percebe o mundo e se comunica. 🗣️

O DNA de uma liderança de valor está na capacidade de transformar consciência em influência, influência em desenvolvimento e desenvolvimento em valor.

O consumidor é um juiz que sentencia sob influência invisível.

O Direito é também uma disputa pela linguagem: quem define o significado das palavras influencia o destino das pessoas.

O Direito protege a autonomia não contra toda influência, mas contra as formas de influência que procuram abolir a consciência da própria influência.

A influência algorítmica é mais profunda quando não aparece como influência, mas como coincidência.

A fronteira entre persuasão e manipulação não está na existência da influência, mas na qualidade da autonomia que permanece depois dela.

Quando uma crença religiosa influencia uma norma, sua influência ainda precisa atravessar a Constituição; convicção privada não é sinônimo de fundamento jurídico universal.

Justiça não é favorecer quem possui maior força, influência ou voz; é reconhecer a cada pessoa aquilo que lhe é devido.

393🙏🌹 A humanidade e o Brasil está totalmente cercado por influência negativas, nesse momento do processo transitório que vivemos onde a separação do joio e do trigo ocorre e nem percebemos pelo fato desse grandioso trabalho da espiritualidade de luz mostra para todos verem que tal separação acontece pelas vibrações de todos e nem sentimos, se a sintonia vibracional de uma pessoa está em baixa não tem como o caminhar junto àqueles que tem vibrações de luz "lei de causa e efeito" Mesmo dentro de religiões seja qual for e principalmente na doutrina espírita que nos ensina que a fé é pela razão, pois a humanidade precisa compreender que o reino de Deus se encontra em nossos corações e não nas religiões...
O exercício da fé nos mostra a verdade que libertar, nos apontando que às vibrações de luz nos edifica onde sentimos no coração o desejo de mudar nos afastando do mal e assim a libertação virá, não adianta trabalharmos mostrando uma verdade e vivermos uma mentira, somos todos imperfeitos mas conhecemos o que é certo e errado, estamos a dois mil anos aprendendo, portanto a persistência no erro configura rebeldia do ser "a doutrina espírita fala sobre isso" estudemos, e o véu do esquecimento se dissiparam mostrando o norte, aplique em sua vida se aprendeu que caminhar na luz é a verdade e saia da mentira siga...
Mas todos nós chegaremos a luz cada qual no seu tempo "O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA" tocará em todos no reino de Deus, nosso coração "conheceis a verdade que libertar" tá dentro de você...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.Ayache Vidal.

A carência e a impulsividade não costumam ser uma boa influência, ainda pior quando se juntam como duas crianças inconsequentes, que não aceitam nem um pouco ser contrariadas, fazendo muitas travessuras, sendo inconvenientes e precipitadas em qualquer oportunidade, melhor vigiá-las,

É bem verdade que a presença delas até um certo ponto, pode ser tolerada, trazer algum proveito, claro, mas não devem ficar muito à vontade, caso contrário, será muito mais complicado controlá-las, podendo gerar muitos estragos entre atitudes, palavras e um tempo tragicamente desperdiçado,

Portanto, se houver um mínimo de controle sobre elas, alguém poderá ser sabiamente influenciado, pois, às vezes, um simples impulso é tudo que se precisa para certos objetivos e um sentimento carente moderado mostra a grande importância de um afeto que liberta, que não deixa aprisionado.

No Fervor da Cor Vermelha, O Sonho que leva ao Paraíso.

Sob a influência da intensidade desta noite, eu te observo de um jeito profundo; não dou espaço para qualquer distração. Então, de imediato, entretanto, sem pressa, entro em um sonho desperto: aceito a tua sedução e recebo a tua presença e logo esta terra se torna um paraíso, no ritmo caloroso de uma dança intensa.

Quando, naturalmente, tu passas a ser o atrativo mais imponente, cuja grandeza é inegável e a venustidade é irresistível —, reunindo na tua essência charmosa a beleza, o fogo e o instinto, enaltecidos pela viveza do teu amor e a pela veemência da tua paixão, cercada pela emoção fervorosa da cor vermelha — sonhando numa imersão.

Nessa ocasião, como sempre, és muito bem-recebida na inquietação poética da minha mente; os meus pensamentos se motivam para deixarem o lugar perfeito para te receberem, ao criarem detalhes precisos e momentos emocionantes onde cada experiência é inesquecível, comprovando que és tão interessante que fazes a imaginação ser algo tangível.

“Liberdade de pensamento não é pensar sem influência. É reconhecer a influência sem entregar a ela a autoria da decisão.”


— Carlos Eduardo Balcarse

O PROBLEMA NÃO É SER INFLUENCIADO. É NÃO PERCEBER O PESO DA INFLUÊNCIA

Passamos boa parte da vida tentando descobrir quem nos influencia.

Talvez estejamos fazendo a pergunta incompleta.

A questão mais importante não é apenas quem nos influencia, mas quanto peso concedemos a cada influência quando pensamos, julgamos e decidimos.

Somos atravessados por experiências, afetos, informações, memórias, expectativas, pessoas, instituições e circunstâncias.

Isso não é uma falha da autonomia.

É uma condição da existência.

O problema começa quando confundimos influência com autoridade.

Algo pode nos influenciar sem merecer decidir por nós.

Uma informação pode ser verdadeira e receber peso excessivo.

Uma experiência pode ter sido intensa e tornar-se um critério inadequado para situações futuras.

Uma pessoa pode possuir autoridade em determinado campo e receber, indevidamente, autoridade sobre outros.

Uma emoção pode ser legítima sem precisar comandar a resposta.

Nem tudo o que pesa deveria pesar tanto.

É nesse ponto que situo a calibração discernitiva.

Calibrar é examinar o peso.

Não para viver sem influências, mas para impedir que elas adquiram autoridade automática.

Talvez uma das formas mais silenciosas de perda da autonomia aconteça justamente quando deixamos de perceber que estamos atribuindo pesos diferentes às coisas.

Confiamos mais porque é familiar.

Rejeitamos porque incomoda.

Acreditamos porque alguém importante afirmou.

Repetimos porque sempre repetimos.

Defendemos porque já defendemos antes.

E depois chamamos o resultado de decisão.

Toda decisão possui uma história de pesos que nem sempre conseguimos enxergar.

Discernir exige tornar essa história examinável.

Perguntar não apenas:

“Isso me influencia?”

Mas:

“Por que isso pesa tanto?”

“Deveria pesar tanto?”

“Que evidência justifica esse peso?”

“Esse peso ainda é proporcional?”

“Posso revisá-lo?”

Essas perguntas mudam o problema.

A autonomia deixa de ser imaginada como independência absoluta e passa a ser compreendida como capacidade de revisão.

A autonomia não é não ser influenciado. É aprender a decidir quanto peso cada influência merece.

Por isso, calibração discernitiva não significa neutralidade.

Também não significa eliminar emoções, experiências, convicções ou referências.

Significa retirar delas um privilégio perigoso:

o direito de possuir autoridade sem precisar justificá-la.

Talvez não sejamos menos livres porque somos influenciados.

Talvez sejamos menos livres quando não percebemos quanto poder concedemos àquilo que nos influencia.

Porque existe uma diferença decisiva entre aquilo que participa de nós e aquilo que passa a decidir por nós.

Discernir é perceber essa diferença antes que a influência receba o nome de escolha.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Autor e Pesquisador