Inferno

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⁠Para a maioria, estar sozinho é um inferno e um cárcere;mas para mim, que com o pensamento voo alto, é um paraíso e um refúgio sacrossanto.

Socialismo e comunismo só deram certo no Inferno, lá todo mundo é igual no sofrimento.

Se pudesse resumir a vida em uma palavra, seria: inferno.

Tive um céu que se tornou inferno, tive paz que se tornou em angústia e crises, respeitei mas ao mesmo tempo n fui respeitado, sofri calado, hj dps do inferno ter passado vejo o quão mal me encontro no cenário que me traz me saudade, me torno um eco de um tempo que não me pertence mais, virei escravo de lembranças, memórias felizes e enfim entendi que estou acorrentado a uma falsa esperança de um dia voltar a conseguir ser tão feliz quanto era, por mais horrível que tenha sido e tudo se tornado um inferno psicológico e emocional eu vejo que sinto falta, sinto falta daquela voz, sinto falta da intensidade do amor que era recíproco e mútuo. Agora me pergunto, 7 anos esperando, admirando, desejando. Após isso veio 1 ano, 1 ano que começou bem, veio um tempo de afastamento que me trouxe varios problemas num geral, após isso veio bonança e esperança para terminar após estar tão cansado emocionalmente que ja se passaram quase 2 meses e ainda estou mal, não tiro ela da cabeça, as promessas de ser pra sempre, casar, ser feliz, tudo ecoa na mente de madrugada, as coisas perderam a cor, voltando ao questionamento, realmente valeu a pena ter vivido tudo jsso, ter tentado construir seu maior sonho e estar tão mal que não consegue nem sair de cama e quem dirá de casa, fica a pergunta, realmente valeu a pena?

Teu orgulho e a tua vaidade, são as pernas que te irão te conduzir para o inferno.

Certas intenções são tão boas que indicam o caminho do inferno.

Para mim o amor é o céu e o inferno.

A falsidade é o caminho do inferno. ⁠

⁠Que a oração na Terra, mova o céu, abale os reinos e estremeça o inferno. (Atos 4:31)

Os fariseus faziam seus seguidores mais Filhos do Inferno do que Eles por causa da ignorância(agnose) das escrituras que não são sagradas.

Quem está na Igreja já está no caminho do Sheol(Inferno), irá perder a eternidade.

O Inferno Pode Ser Aqui


Às vezes, me pego pensando que o inferno não é um lugar distante, escondido em alguma dimensão desconhecida. Talvez ele seja aqui mesmo — na Terra que pisamos todos os dias.


Não por falta de beleza. Pelo contrário.


Vivemos em um planeta onde o sol nasce com perfeição, onde a natureza é generosa, onde há fartura suficiente para todos. E, ainda assim, há fome. Há gente com mesas fartas e gente sem um pedaço de pão. Há quem viva em palácios… e há quem não tenha sequer um teto para dormir.


E então eu me pergunto: que lugar é esse?


Cresci conhecendo um Deus, dentro da minha religião. Um Deus de amor, de justiça. Mas o mundo me mostrou que existem muitos caminhos, muitas crenças, muitas formas de enxergar o divino. Cada um defendendo sua verdade como única.




E talvez seja aí que começa o nosso erro.


Porque, enquanto discutimos quem está certo, esquecemos de fazer o que realmente importa: sermos melhores.


Às vezes penso na possibilidade de outras vidas. Será que estamos aqui para aprender? Para corrigir erros? Será que quem hoje sofre já teve muito, e quem hoje tem muito já sofreu? Ou será que tudo isso é apenas o reflexo das escolhas que fazemos agora?


Não sei.


Mas sei que existe algo dentro de nós — uma voz silenciosa, firme — que nos diz o que é certo e o que é errado. Chamam isso de consciência.


E, mesmo assim, insistimos em ignorá-la.


O ser humano tem nas mãos tudo o que precisa para transformar este mundo em um paraíso. Temos tecnologia, inteligência, recursos. Poderíamos acabar com a fome, diminuir a dor, dar dignidade a todos.


Mas escolhemos competir, explorar, destruir.


Homens poderosos decidem guerras. Crianças pagam o preço. Povos inteiros sofrem. E o planeta, silencioso, vai sendo ferido.


E às vezes, num pensamento mais ousado, me pergunto: e se tudo isso aqui for um tipo de sanatório?


Um lugar onde almas vêm para se tratar.


Como se viéssemos de outras dimensões, de outros tempos, talvez até de outras galáxias… carregando erros, culpas, excessos — e aqui fosse um ponto de passagem. Um purgatório da existência.


Um espaço onde temos duas escolhas: nos curar… ou nos perder de vez.


Talvez alguns estejam em processo de cura — aprendendo a amar, a dividir, a compreender.


E outros… ainda dominados pela própria escuridão.


Se for assim, a Terra não seria apenas o inferno.


Nem totalmente o céu.
Seria um lugar de decisão.


Diante disso, é difícil não pensar: se isso não é o inferno… então o que é?


Talvez o inferno não seja um castigo imposto por Deus. Talvez seja uma construção humana. Um lugar que criamos quando nos afastamos do amor, da empatia, do respeito.


E talvez o céu também esteja aqui.


Ele aparece nos gestos simples, na bondade inesperada, no coração de quem ajuda sem esperar nada em troca. No pouco que se divide. No muito que se oferece.


No fim, talvez a Terra seja apenas isso: um campo de escolhas.


Onde, todos os dias, cada um de nós decide — consciente ou não — se quer alimentar o inferno… ou construir o céu.


Nereu Alves

“Imagino o diabo vendo essa mulher e dizendo: essa aí já passou pelo inferno e voltou rindo.”

Quem atravessou o inferno não teme mais o fogo.

Se vou para o céu ou para o inferno, ainda não sei! estou decidindo. Essa decisão me pertence

Já atravessei o inferno e nele, uma parte de mim morreu.
Hoje, renasço das cinzas de tudo que tentou me destruir.
Ainda carrego as dores da minha vida antiga,
a saudade de um amor que já não me pertence mais.
E talvez por isso… hoje eu já não ame como antes.
Estou quebrado, sim, mas sigo renascendo.

⁠"Deus é tão Democrata,
que dá liberdade até prá quem quer ir para o inferno".
☆Haredita Angel
15.09.12-Facebook

-Ah, o amor!
- Amar alguém é carregar o céu dentro de si.
( E o inferno também)
Haredita Angel
27.10.16

Sartre localizou o inferno no outro, mas a clínica precisa um passo a mais: o inferno se instala quando o sujeito constitui o olhar alheio como instância definitória de si. É a economia do falso self que Winnicott descreveu — a existência organizada em torno da performance para o outro, onde o valor próprio é continuamente terceirizado e, portanto, continuamente precário. O problema não é o outro: é a dependência estrutural de sua validação. A saída não é o isolamento narcísico — é a construção de um eixo interno suficientemente consistente para que a existência não precise ser encenada para ser reconhecida.

Eu sou os planos harmônicos de Deus que apresenta-se em todas manhãs.


Eu sou um inferno para o diabo.