Inferno
O inferno e o paraíso vivemos aqui na Terra. Se você busca o bem para as pessoas, você vai viver o bem na sua vida; se você busca o inferno para as pessoas, você vai viver o inferno na sua vida, porque as pessoas são o reflexo de cada um de nós.
Eu já fui para o inferno de tudo como foi forma, então não duvide da minha capacidade de enfrentar qualquer tipo de demônio nessa vida, satanás não me intimida, o que me assusta mesmo é a capacidade humana de pessoas doentias com maldade no coração, alma podre cuja escuridão afeta até a luz do próximo, porém minha força divida não é fraca não!
A fé que eu tenho em Deus sempre me manteve firme e forte nas minhas lutas e batalhas, por isso digo e afirmo, não tenho medo de cair, e se eu cair eu tenho uma grade chance de levantar, e se eu levantar so digo uma coisa, tenha pernas ágil.
Se há um destino que sei que não me aguarda após a morte, é o inferno. Fosse o caso, eu seria condenado a vivê-lo duas vezes.
Não existe um lugar chamado Céu ou Inferno, tudo está em nosso consciente, em nossos pensamentos, o inferno de nossa consciência e o céu de nossa consciência, tudo são vibrações internas, quantas pessoas passam diariamente o inferno, fome, doenças, depressões, ansiedades, violência dentre outras mazelas da sociedade, “Isso chama-se inferno” o posto é o Céu, mas as igrejas insistem em pregar que existe um lugar para onde os pecadores serão depositados, ou ímpios subirão, uma ideia para manipular as pessoas, fazendo com que elas carreguem culpa, tornado essas pessoas mais vulneráveis, uma forma mais fácil de arrancar dinheiro, até porque Deus não permitiria entregar sua criação nas mãos de um ser maligno, que ele próprio tem todo poder sobre ele, que Deus seria esse, isso é uma farsa, as escrituras estão cheias de falhas, principalmente o Antigo Testamento, foi modificado centenas de vezes por seres humanos, em Concílios, tirando os evangélios que lhe convinham na época, um livro que foi traduzido para o Grego, para o Hebraico e depois para o Inglês, quem garante a veracidade da origem da fonte desse livro?
Prof. Mendes
"Para tudo na vida, há um preço a ser pago. Não é sobre castigo do inferno ou a recompensa do céu, são apenas escolhas e consequências."
Os fariseus faziam seus seguidores mais Filhos do Inferno do que Eles por causa da ignorância(agnose) das escrituras que não são sagradas.
O Inferno Pode Ser Aqui
Às vezes, me pego pensando que o inferno não é um lugar distante, escondido em alguma dimensão desconhecida. Talvez ele seja aqui mesmo — na Terra que pisamos todos os dias.
Não por falta de beleza. Pelo contrário.
Vivemos em um planeta onde o sol nasce com perfeição, onde a natureza é generosa, onde há fartura suficiente para todos. E, ainda assim, há fome. Há gente com mesas fartas e gente sem um pedaço de pão. Há quem viva em palácios… e há quem não tenha sequer um teto para dormir.
E então eu me pergunto: que lugar é esse?
Cresci conhecendo um Deus, dentro da minha religião. Um Deus de amor, de justiça. Mas o mundo me mostrou que existem muitos caminhos, muitas crenças, muitas formas de enxergar o divino. Cada um defendendo sua verdade como única.
E talvez seja aí que começa o nosso erro.
Porque, enquanto discutimos quem está certo, esquecemos de fazer o que realmente importa: sermos melhores.
Às vezes penso na possibilidade de outras vidas. Será que estamos aqui para aprender? Para corrigir erros? Será que quem hoje sofre já teve muito, e quem hoje tem muito já sofreu? Ou será que tudo isso é apenas o reflexo das escolhas que fazemos agora?
Não sei.
Mas sei que existe algo dentro de nós — uma voz silenciosa, firme — que nos diz o que é certo e o que é errado. Chamam isso de consciência.
E, mesmo assim, insistimos em ignorá-la.
O ser humano tem nas mãos tudo o que precisa para transformar este mundo em um paraíso. Temos tecnologia, inteligência, recursos. Poderíamos acabar com a fome, diminuir a dor, dar dignidade a todos.
Mas escolhemos competir, explorar, destruir.
Homens poderosos decidem guerras. Crianças pagam o preço. Povos inteiros sofrem. E o planeta, silencioso, vai sendo ferido.
E às vezes, num pensamento mais ousado, me pergunto: e se tudo isso aqui for um tipo de sanatório?
Um lugar onde almas vêm para se tratar.
Como se viéssemos de outras dimensões, de outros tempos, talvez até de outras galáxias… carregando erros, culpas, excessos — e aqui fosse um ponto de passagem. Um purgatório da existência.
Um espaço onde temos duas escolhas: nos curar… ou nos perder de vez.
Talvez alguns estejam em processo de cura — aprendendo a amar, a dividir, a compreender.
E outros… ainda dominados pela própria escuridão.
Se for assim, a Terra não seria apenas o inferno.
Nem totalmente o céu.
Seria um lugar de decisão.
Diante disso, é difícil não pensar: se isso não é o inferno… então o que é?
Talvez o inferno não seja um castigo imposto por Deus. Talvez seja uma construção humana. Um lugar que criamos quando nos afastamos do amor, da empatia, do respeito.
E talvez o céu também esteja aqui.
Ele aparece nos gestos simples, na bondade inesperada, no coração de quem ajuda sem esperar nada em troca. No pouco que se divide. No muito que se oferece.
No fim, talvez a Terra seja apenas isso: um campo de escolhas.
Onde, todos os dias, cada um de nós decide — consciente ou não — se quer alimentar o inferno… ou construir o céu.
Nereu Alves
Já atravessei o inferno e nele, uma parte de mim morreu.
Hoje, renasço das cinzas de tudo que tentou me destruir.
Ainda carrego as dores da minha vida antiga,
a saudade de um amor que já não me pertence mais.
E talvez por isso… hoje eu já não ame como antes.
Estou quebrado, sim, mas sigo renascendo.
O ódio que nasce de contemplar o céu alheio do fundo do próprio inferno não é veneno. É diagnóstico. É a alma reconhecendo, com clareza absoluta e inútil, a exata topografia da sua exclusão. Você não odeia o outro por ser feliz; odeia a distância intransponível entre a vida dele e a sua. Odeia a contiguidade sem permeabilidade. Odeia, acima de tudo, o fato de que, mesmo no fundo do poço, você ainda é capaz de olhar para cima. E que esse olhar, esse único e derradeiro movimento ascensional, não é prece e sim testemunho acusatório.
