Individualidade de Vida
Nem faculdade, nem livros, nem artistas... minhas maiores inspirações artísticas são baseadas em minhas próprias experiências de vida.
Facilitamos nossas vidas quando nossas intenções e ações benéficas se concretizam proporcionando o devido atendimento às necessidades coletivas.
Liberdade e individualidade de pensamento
Tudo na vida tem um porquê. Deste modo, é nosso dever questionar as razões e informações que nos chegam, para que a cada dia possamos aprender algo verdadeiramente novo. Discutir, questionar, contestar e duvidar; só assim, teremos a real ideia do que sabemos. Questione tudo e a todos. Agindo assim, pode ser que não descubra novas verdades. No entanto, porém, escapará de velhas e novas mentiras
Independente da fonte da informação, analise, questione e critique. Se você acredita em tudo que lê nos jornais, nas redes sociais ou assiste na TV, você precisa urgentemente rever seus conceitos. Seja você o magistrado da informação. Pondere e proteste, até que você encontre a sua verdade. Outros podem influenciar, mas ninguém pode ser pai dos seus argumentos. Só assim, se pode deixar de pensar em “segunda mão”.
Mas, não se pode confundir: encontrar a sua verdade, não quer dizer que você está correto. A razão deve ser algo breve, até que surjam novos fatos ou argumentos mais sólidos. Para alguns contextos, raramente se encontra a perfeita razão. Ainda há muito a se descobrir e os maiores mistérios de nossa existência, estão a anos-luz de nosso entendimento. Consequentemente, não devemos ser inflexíveis. Apenas ignorantes mantem sua opinião inabalável diante de argumentos mais fortes.
O pensamento deve ser livre e absoluto. Consta na Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu artigo XVIII, que “todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião”. Tão logo, precisamos desfrutar de tal direito; no entanto, é essencial que lembremos que o nosso próximo, também o tem. Não sejamos submissos como gado, mas também não sejamos ignorantes quando nos faltar argumentos. Os ignorantes, acham que tudo sabem, e privam-se de um dos maiores prazeres: aprender.
Legado.
O que mais a vida nos ensina não esta em nossa individualidade, nem ao menos em nossas projeções, as verdadeiras lições da vida se encontram nas pessoas que passaram pelo nosso caminho. A verdadeira essência do modo coletivo em que vivemos está presente em nossas conquistas, mas do que valeria todos os esforços, se não houve a quem entregá-los, se não existissem as pessoas que fossem dar o real sentido de tudo que fazemos. Esta é a vida. O puro prazer de lutarmos por algo que seja não apenas um objetivo pessoal, mas algo que alegre, complete, e acrescente a vida das outras pessoas. Junto com a vida, sempre existe a morte e com ela vem a certeza de que tudo que fizemos ficará eternizado no coração de outras pessoas, as mesmas pelas quais lutamos a vida inteira, a decisão de continuar lutando por novas conquistas não é nossa, e por isso quando tudo se acaba, tenha a certeza de que sua missão foi comprida. A batalha será sempre vitoriosa, se ao fim deixar saudades. É com esta saudade que devemos continuar a viver, e aplicar tudo aquilo que nós foi passado por alguém especial, alguém que jamais deixará de estar com você, que agora pertence a outra dimensão, mas leva consigo sua alma, e deixa não apenas suas conquistas e ensinamentos, deixa o seu legado, e este ... Ficara para sempre em todos pela qual ela já lutou um dia.
Alcançarmos uma vida tranquila, é crer e ter à concepção da sua individualidade espiritual, com o auto conhecimento, à proporcionar paz interior, harmonia e equilíbrio, desenvolvendo
ferramentas necessárias, à ajudar nossos semelhantes, mostrando verdade em gestos de bondade, não confundindo como individualismo, o sinônimo dos seres egoístas, que pensam somente em si próprios, impedindo o desenvolvimento natural da vida, à existência coletiva de todos.
A vida não é estática nem imutável. Sem individualidade, não pode haver mudança, adaptação e, em um mundo em constante mudança, qualquer espécie incapaz de se adaptar também está condenada.
a individualidade não torna a pessoa menos humana, mas sim, com mais coerência com a vida e consigo mesma, não se aproveitar dos outros e procurar se preservar dos maus intencionados e sem querer ficar por aí fazendo o papel de bonzinho. E se isso vai de encontro com a mentalidade predominante e nos torna mais isolados, o que fazer, ao menos quando interagimos, o fazemos verdadeiramente. Nossos sonhos devem seguir o coração, como se fosse uma criança e orientado pela lucidez da mãe inteligência. Não deve ser tão difícil, abrir para aquilo que Deus nos enviou.
Possuímos a maior de todas as virtudes da vida, a individualidade de sermos escolhidos por Deus para algo específico.
Respeito à Individualidade
Um corpo é mais que forma e pele, É vida, história, sentimento e alma real.
Não permita que o reduzam a objeto, Desprovido de valor, sem respeito profundo.
Você é mais que olhares e palavras, Mais que julgamentos e esteriótipos duros. É uma essência única, preciosa e rara, Digna de respeito, amor e liberdade verdadeira.
A Individualidade da Vida
Quando compreendemos que somos os únicos responsáveis pela nossa felicidade, prosperidade e contentamento, descobrimos que a vida é única e insubstituível. Devemos vivê-la primeiramente por nós mesmos e nos amar de tal maneira que esse amor supra toda a nossa carência interior. Assim, deixaremos de ser pessoas egoístas e entenderemos o verdadeiro significado e sentido desta vida.
Namorar a vida inteira, cada um na sua casa preservando sua individualidade, intimidade e independência é possível. Inclusive pode ser gostoso manter a chama acesa, a sedução, o desejo. Morar junto, casar no papel, monogamia, dividir o quarto e etc, não é regra, tudo é acordo.
Na vida em sociedade, somos reféns dos limites impostos. Encontrar nossa individualidade dentro deles é o que nos liberta.
Quando renunciamos à individualidade e reconhecemos o racional sobre o emocional, vemos a vida fluir suavemente e nos faz aproximar da verdade. Perceba esta verdade e veja a força do oposto através da dualidade da vida que se une em harmonia com tudo ao nosso redor.
A meta da infância é tornar-se um indivíduo;
a meta da vida adulta é revelar-se essa individualidade.
A vida é muito curta pra perder tempo com futilidade, agora, convenhamos que a futilidade é variável de acordo com as individualidades.
O melhor que o mundo tem está nos muitos mundos que o mundo contém, as diferentes músicas da vida, suas dores e cores: as mil e uma maneira de viver e de falar, crer e criar, comer, trabalhar, dançar, brincar, amar, sofrer e festejar que temos descoberto ao longo de milhares e milhares de anos.
“Estou sozinho mesmo quando não estou, e não é tão complicado de entender. Individualidade é meu forte, eu meio que adotei o desapego. Não é questão de ter alguém por perto, eu gosto do silêncio, encontrei companhia em mim. Também não é questão de ser antissocial, ou depressivo. Sou uma pessoa feliz, me divirto saindo, mas não dependo disso pra encontrar uma distração, as pessoas não são meu ponto de fuga. Eu gosto de ser o que eu sou, e aceito isso de braços abertos. Não forço pra tentar ser o que não me agrada. Sentimento bom é assim, desprendido. Sem ter que dar explicações ou inventar qualquer desculpa pra não precisar ir a algum lugar. Solidão opcional é um estado de espirito.”
Hoje, muitos de nós já abrimos mão de nossa privacidade e individualidade, registramos cada uma de nossas ações, conduzimos nossa vida on-line e ficamos histéricos se nossa conexão com a rede se interrompe mesmo que por alguns minutos.
