Indisciplina nas Escola

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Na escola da vida, o inteligente busca sempre o melhor caminho. Ele calcula, planeja, evita erros e se orgulha de sua capacidade de compreender o mundo. A inteligência é uma ferramenta poderosa, capaz de abrir portas e construir pontes.
Mas há um paradoxo cruel: a burrice.
Enquanto a inteligência tem limites — porque se prende à lógica, à razão e ao discernimento — a burrice não conhece fronteiras. Ela avança sem freios, sem consciência, sem medo do ridículo. É por isso que tantas vezes vemos a burrice superar a inteligência: não porque seja melhor, mas porque é ilimitada.
A burrice não se cansa, não se questiona, não se corrige. Ela insiste, repete, invade espaços e, muitas vezes, arrasta multidões. O inteligente pode hesitar, refletir, se conter. O burro, não. Ele segue, e justamente por isso, sua força é devastadora.
O aprendizado da vida nos mostra que não basta ser inteligente. É preciso estar atento, porque a burrice, com sua ousadia sem limites, pode engolir até a mais brilhante das inteligências.

Hoje a escola fala em forma de gratidão.


Danielle,
doçura firme,
sabedoria que guia,
exemplo vivo de quem ensina
até quando silencia.


Ana Clara,
movimento que não para,
coração inquieto,
corre porque se importa,
acerta porque é correta.


Susi,
passo forte,
decisão sem medo,
postura arrojada,
ética que nunca se dobra.


Gabi,
menina no sorriso,
mulher no compromisso,
doce no trato,
séria no propósito.


Quatro nomes,
quatro forças,
um só legado:
uma escola melhor
porque vocês passaram por ela.
Nossa homenagem.


Nosso respeito.
Nossa gratidão.


By. Prof. Cranon

⁠MINHA ÓTICA


No lixão ainda vejo flor.
Na favela ainda vejo ator.
Na escola pública ainda vejo escritor.
Na roça ainda vejo professor.
Na rua ainda vejo doutor.

Os dias e os meses passavam depressa enquanto eu cursava a escola normal. Havia uma pressa no tempo, como se a rotina puxasse os ponteiros para frente sem pedir licença. Quando percebi, já era época de provas finais — e que provas! Pareciam ter sido sopradas diretamente da cabeça do capeta. Uma mais difícil que a outra, exigindo não só conhecimento, mas nervos firmes e fé.

No último dia de prova, acordei mal. O corpo pesado, o estômago embrulhado, a cabeça latejando. Tudo em mim pedia cama, silêncio e descanso. Mas era o último dia. Faltar significava recuperação, e eu não queria, não podia. Levantei-me como quem se arrasta contra a própria vontade, vesti-me no automático e fui.

Naquele dia fiz três provas. Cada questão parecia sugar o pouco de energia que ainda me restava. Quando eu já enfrentava a última, tentando manter a letra firme no papel, a inspetora apareceu à porta da sala. Chamou a professora e as duas começaram a conversar em voz baixa, num cochicho que gelava o ambiente. De repente, da porta, ela ergueu a voz:

— Ana, falta muito para você terminar a sua prova?

Olhei para ela como quem encara um inquisidor. A sala inteira parecia prender a respiração comigo. Com a voz trêmula, respondi:

— Não, senhora… faltam três questões.

Ela assentiu, ainda da porta:

— Pois bem. Quando acabar, vá até a minha sala e leve suas coisas.

Um silêncio pesado caiu sobre a turma. Todos me olhavam com olhos de compaixão. Nós sabíamos — quando alguém era chamado daquele jeito, algo sério havia acontecido.

Terminei as três questões com cautela, respirando fundo, lutando contra o enjoo e o aperto no peito. Entreguei a prova, recolhi meu material e segui até a sala dela, exatamente como havia sido orientada. Bati à porta. Ela nem esperou que eu falasse.

— Ana, pode ir embora. Aconteceu algo na sua família. Como hoje é o último dia de prova, fique tranquila. Eu mesma ligo para avisar sobre o resultado.

Minhas pernas viraram bombas. Um zunido tomou conta da cabeça. O que tinha acontecido? Saí da escola sem sentir o chão. O ônibus demorou mais do que o habitual, e o motorista dirigia tão devagar que tive a impressão de que, se fosse correndo, chegaria antes. Na minha mente, só vinham pensamentos ruins. Ninguém nunca tinha ligado para a escola pedindo para eu ir embora.

Quando cheguei em casa, o portão estava aberto. Minhas tias estavam lá, meus primos também. Choravam. Choravam muito. Meu tio falava ao telefone, mencionando algo sobre uma van. A casa, que sempre fora abrigo, estava tomada por uma dor densa.

Minha mãe veio da cozinha, caminhou até mim e disse, com a voz quebrada, a notícia que eu não queria ouvir:

— O vovô Jorge faleceu.

Na mesma hora, um filme começou a passar na minha cabeça. Lembrei-me do avô maravilhoso que ele era. Aquele avô garotão, pra frente, que ria alto, contava histórias e bebia uma cervejinha com os netos como se fosse um deles. A minha memória fez uma retrospectiva apressada dos nossos melhores momentos, e eu me recusei a aceitar que ele tinha ido, que nunca mais nos veríamos.

Meu Jorge.
Meu Jorge Amado.

Ele tinha partido — e, com ele, uma parte inteira da minha infância também se despedia.

Saudade da escola... Eu tô muito feliz que as férias chegaram mais... O que me trazia mais felicidade era a escola. Era bom rir das piadas deles, brincar uns com os outros, ser amigos, serem felizes, mas quando chega o último dia de aula... Tudo acaba, você se sente triste, feliz, ansiosa, começa a sentir algo estranho e começa a chorar do nada. Alguns saem da escola, outros mudam de cidade, outros mudam de sala. Eu sinto saudades da escola, da minha sala, dos meus amigos, das brincadeiras sem graça, das piadas sem sentido, dos professores engraçados, dos professores legais.

A escola já não é mais espaço que cativa, portanto, é preciso quebrar as convencionalidades e suas formalidades para cativar, encantar o aluno ao conteúdo e também ao seu crescimento intelectual.

Você está na escola da vida, todos os dias uma nova lição. Tudo e tão rapido e tão passageiro tudo esta em constante mudança. O trem do tempo e traiçoeiro a lição de ontem ele já carregou trouxe uma nova se você cochilar a ausência se faz presença. O tempo levou tudo : cheiros sorrisos e abraços. A paisagem já e outra. Você e o autor da sua história, o trem do tempo é o mestre soberano de todas as coisas, O que você planta hoje colherá amanha. Se o ontem passou e com ele levou algo que te deixou saudades, lembre-se amanhã pode ser o hoje, e ontem, você terá perdido tudo. Boa noite.

Crente que é ausente da escola dominical e culto de ensino torna-se presa fácil de Satanás.

⁠Que a relação de amizade seja uma escola de erudição, e a conversa um ensinamento; que os amigos sejam professores, permeando a utilidade de aprender com o prazer da conversa.

Compromisso pela leitura


Na escola a missão é clara
Formar leitores de verdade
Não é tarefa isolada
Precisa de coletividade
Não se pode ser omisso
Cada um tem compromisso
Pra semear felicidade.


Docente lança a semente
Família ajuda a regar
A gestão cuida do solo
O leitor pode brotar
A verdadeira união
Que faz fértil todo chão
Para a vida transformar.


Ler é direito sagrado
Ponte pra transformação
Dar voz a quem se cala
É luz contra a opressão
Livro aberto é liberdade
Faz florir a equidade
E dá força à educação.


Corresponsável se entende
Que andar só não há futuro
E que formar bons leitores
Exige um pacto seguro
Fazendo a vida renascer
Com cidadão sabendo
Derrubamos qualquer muro.

Viva à Escola Fenelon
(Hino da EEMTI Fenelon Rodrigues Pinheiro - Solonópole / CE)


Estudar nessa escola é um prazer
Privilégio e tamanha emoção
Fenelon é grande templo do saber
E orgulho da população
Solonópole é seu lugar
É central e também inclusiva
Nossa gente está sempre a zelar
Pra manter a educação viva.


Escola que fazuma forte história
Educando melhor,sua maior glória
Vamos cantarsempre em melhor tom
Bradando bem altoviva à escola Fenelon!


Tem o objetivo maior
De formar cidadão consciente
Batalhando um futuro melhor
Sem jamais descuidar do presente.
Compromisso é sua bandeira
Que se leva pra vida a lição
Com a força leal e verdadeira
Faz melhor cumprir sua missão.


É um exemplo de amor e grandeza
Mostrando o caminho direto
Ensinando o melhor jeito de vencer
Com o estudo que é mais correto
Transformando os seus estudantes
Do Ceará, no central do sertão
Melhorando o mundo ao redor
Servindo à população.

"Na escola da convivência, os conflitos são as provas, a empatia é a matéria, e a amizade que persiste é o diploma de que, finalmente, aprendemos a ser humanos."

Na escola do Diabo só entram acusadores, maledicentes e julgadores com diploma superior, selado e reconhecido pelo inferno.

Faça da sua vida uma escola e seja um bom aluno para mais tarde ser o professor que educa e orienta outros a entender o que você também não entendia.

Educar não tem prazo de validade.
Experiência não envelhece — amadurece.
Uma escola inclusiva também inclui quem educa.


Gotinhas de Amor

⁠A escola da vida, ensina muito sim mas só para aqueles que tenham paz no coração e muita humildade para aprender.

Na ciranda da Educação


Educação, que se manifesta desde a família, a escola e na sociedade;
Que motiva e desperta sonhos;
Que norteia tantos planos até a concretização;
Que instrui o cidadão para o mundo.
Educação, força que move uma nação!
Que dignifica a vida de cada um;
Que ampara e fortalece crianças, jovens...
Que prioriza adultos e até idosos;
Que os encaminha para emancipação.
Educação, que tanto ama a democracia;
Que valoriza as letras, as ciências e as artes;
Que preza pela política justa;
Que valoriza a inclusão social;
Que ilumina a vida de cada jovem, de cada estudante...
Educação, que instiga o diálogo e propõe o debate...
Que com mestres: professores e professoras realizam grande missão;
Que interpela as falsas ideias e promove a conscientização;
Que nos encaminha para as diversas áreas do conhecimento e das profissões;
Que nos faz acreditar num mundo melhor nos trazendo esperança.
Educação, força motriz que nos faz cirandar neste mundo em constante evolução.

Eu estou apaixonado pela garota da minha escola

A escola é como uma série fracassada que se recusa a ser cancelada, na terceira ou quarta temporada deveria ter acabado mas querem avançar uma história sem sentido.

⁠A vida é uma verdadeira escola, onde somos constantemente testados. É como se estivéssemos matriculados em um curso de evolução pessoal, no qual as provas não são opcionais. Temos que enfrentá-las para avançar para o próximo nível.

Por esse motivo, ao invés de lamentar o que poderia ter sido diferente, prefiro olhar para frente e continuar buscando o meu crescimento. Afinal, a vida é isso: uma imensidão de possibilidades, de tropeços e de superações. É vivendo e aprendendo que nos tornamos os protagonistas da nossa própria história...

- Edna Andrade