Indisciplina nas Escola

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Na época de escola
Eu gostava de uma menina
Hoje ela tem 56
E eu continuo gostando dela

Gabiróba, que era um sapinho muito alegre que estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá

Gambá o pegou pela mão e entrou correndo na escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando viu aquele monte de pés correndo pra lá e para cá, mas para não contrariar seu amigo gambá ele se aventurou passar pelos alunos. Lá perto da quadra de esportes encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir sua poesia.
- Oiii Gabiróba! eu sou Lagôsta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada. por isso eu fico aqui na torcida e escrevendo no celular, e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.

- Que legal Lagôsta, mas o que você escreveu no celular hoje?

- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal!
mas e aiiiiii?... Saiu tudo da sua imaginação?
- ah não! a imaginação não é minha, ela não tem dono, Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir ou chorar, mas está sempre disposta a nos servir quando a buscamo no silêncio. Dá pra imaginar?
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais por ali. Pensou que talvez a aula estivesse acabando e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por um fio, e sempre fazia isso.

- “Ex Governanta”... Gritou bem animado Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua.
Sempre passando tempo expressando idéias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela

Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta

Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar

Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou

Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou

Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!

Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas

Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?

Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar

Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta

EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA

Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados

As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida

Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas

Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?

Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.

Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, para lá e para cá, por aqui, por acolá, novamente e por todos os lugares. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.

Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....

A sabedoria vem da comunidade: Deus, família, igreja, escola e empresa. 🤝

Acalme o rapaz,
pois não estamos mais nos tempos medievais
Coloquem as crianças na escola
não permitam que elas aprendam fora


Os homens se tornaram um perigo
A revolta dos goyim do Egito


Hoje estamos aqui novamente
Sem memória, sem história
Mas lembranças emocionais
De uns dias não atuais


Queime o bezerro de ouro
E todo sangue derramado
Queda a Moloque


Que os filhos do sol cresçam livres desses répteis
Que os filhos do sol cresçam livres dessas cobras


Com asas, com bombas
Com armas, soldados
Com mídias e bancos
Empresas, estados


Se Jesus voltasse já teria sido bombardeado em gaza
Se Jesus voltasse a maioria desses crentes nem se importaria


Se Jesus voltasse teria sido considerado terrorista
Por julgar e apontar os mesmos que explodem crianças na Palestina


Eles se infiltraram como parasitas e sangue-ssugas
Aproveitando da inocente fé dos mais simples Que acham que seguem a Cristo
Mas seguem aqueles que mataram Cristo

"Se a escola não ajudou a domesticar a sua estolidez, por que acredita que eu conseguiria?"

É no campo da vergonha que está a maior escola de aprendizagem !
No campo do opróbrio, onde a terra parece seca,
Deus planta sementes que o homem não enxerga.
Ali, onde zombam, Ele constrói caráter,
Na dor da humilhação, a alma aprende a ser forte.

"A escola não deve servir apenas
para INFORMAÇÃO, mas
também para FORMAÇÃO e
TRANSFORMAÇÃO do ser humano."

A vida é uma escola, nem sempre o que estudamos (expectativa) cai na prova (destino).

"A vida é como uma escola, nela somos todos iguais, mas nem todos vão passar de ano."

Sem uma reta uma casa cai.
Sem base, nada se constrói.
Sonho de todos
é uma escola em PaZ.
É o sonho do mundo
e também dos Pais.

Não quero água, luz e gás de graça. Eu quero escola, capacitação, trabalho e bom salário.


Benê Morais

Sala de Aula Ferida
Helaine Machado
Dizem que escola é caminho,
mas tem sido desvio de dor.
Onde a voz do aluno se cala,
e o medo fala mais alto que o amor.
Cadernos fechados pelo grito,
sonhos interrompidos no chão.
Não se aprende sob ameaça,
nem cresce quem vive em tensão.
Farda não pode ser resposta
pra quem só quer existir.
Educação não é confronto,
é ponte pra construir.
Se a escola perde o sentido,
algo precisa mudar com urgência…
porque lugar de aprender é com respeito,
e não com violência.
Helaine Machado

“Há uma prudência silenciosa na alma que reconhece quando um lugar deixa de ser escola de virtudes e passa a tornar-se campo de desgaste. O espírito disciplinado não se apega ao que corrói, nem insiste onde a razão já advertiu sobre o dano. Afastar-se, nesses casos, não é fraqueza, mas exercício de governo interior, é uma escolha serena de preservar a própria integridade, como quem guarda a chama da lucidez contra ventos que apenas consomem e não edificam.”

Das quedas, fiz minha escola. Dos pedregais, desenhei um novo caminho e das vezes em que precisei me erguer, aprendi que a vida é um paradoxo tênue, entre a dor que fere e o recomeço que cura.

O deserto não é um erro de percurso, é a escola forçada onde a água tem, finalmente, o seu verdadeiro valor.

A jornada no deserto não é um castigo, mas uma escola de crescimento e amadurecimento onde somos forjados para a glória que está reservada à frente. É nesse lugar de escassez e solidão aparente que a provisão de Deus se manifesta de maneira mais clara e íntima, ensinando que não vivemos de pão somente, mas de cada palavra que sai da Sua boca, que é nosso sustento. Não importa a aridez do vale, pois Ele está no controle e sabe fazer tudo muito melhor do que podemos planejar, nos conduzindo em segurança para a terra prometida que Ele desenhou para nós.

A jornada foi escola de paciência, sei esperar o tempo que o fruto precisa, colho com mãos firmes.

Aprendi que o tempo não é inimigo, é mestre,
paciência é a escola onde o fruto amadurece,
o tempo ensina a esperar com propósito, aprendi a colher quando o fruto estiver pronto.

Saudade do meu tempo de escola, onde eu era feliz e não sabia.⁠