Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â "VocĂȘ encontrou Deus?" - Saiu da minha boca como se fosse a rotina mais profunda. Ele me olhou de cima a baixo, com um sorriso lateral. "Eu encontrei vocĂȘ".
â O passarinho se despede do ninho,
Em busca do seu caminho,
Abre as asas para voar.
Se encontra com um mundo repleto de vaidade,
Meio a tanta maldade,
Nao pode ficar em um sĂł lugar,
Migra no desconhecido,
Entre caçadas e perigo,
Ate a alimentação encontrar.
Fugindo de armadilhas, quase se entregou a isca,
Livre do aprisionar,
Mesmo sabendo da histĂłria da gaiolas, sem predador e comida na hora,
sĂł para assobiar.
JĂĄ cansado de tanto perigo,
Quem sabe essa gaiola faz sentido, e lĂĄ vou poder descansar,
Armadilha acionada, comida na caixa.
E sĂł um buraco para respirar.
Novidades para a vida, aprendeu uma lĂngua e começar falar.
Hoje sem liberdade vendo o horizonte da grade.
Nao posso escolher a mĂșsica a assobiar.
Ainda não é o problema, tem o dilema depois de anos fecham as janelas, abrem a gaiola e com as asas cortadas querem me forçar a dentro de casa voar.
Robson Gomes
@Gomes. rbs
â Sobre vocĂȘ : đĄ Ao seu lado -
Estar ao seu lado tem sido a situação de maior aprendizado na minha vida..
Na tristeza eu aprendi a orar.
Na raiva eu aprendi a suspirar fundo, ter paciĂȘncia e aguardar.
No silĂȘncio eu aprendi que ele tambĂ©m pode falar.
Na dor eu aprendi sentir amor.
No caos e na desistĂȘncia, eu desenvolvi habilidades e descobri que sou mais Ăștil do que pensava.
No amor, eu aprendi que Deus estĂĄ mais prĂłximo do que eu esperava.
Na simplicidade eu percebi que: o que hĂĄ de mais impressionante nĂŁo se ouve, nĂŁo se vĂȘ, sĂł se sente, pois a alma quando fala,
cala e impressiona toda a gente.
Nas horas eu aprendi que o tempo passa devagar se a gente nĂŁo estiver contente. E passa rĂĄpido se formos pacientes.
Ao seu lado a vida tem sabor de limĂŁo quando vocĂȘ estĂĄ azedo.
E quando estå como um mel, ah eu fico perto do céu.
VocĂȘ Ă© os meus momentos mais lindos, o meu moço de chapĂ©u.
A minha moça bem formosa, escondida atrĂĄs do vĂ©u.. Iâ€u
- yrđč
â Dos gostos da vida
os mais repentinos
sĂŁo os que suscitam
a predisposição a amar.
Apreciar a brevidade,
sem deixar de fitar o evo
Ă© inferir que o ego cego
nada pode contra a physis.
E quando o medo circunda,
atravancando a vastidĂŁo
(e o apelo Ă© para o nĂŁo)
transpasso meu coração
ao desejo mais lĂmpido,
que deveras traduz
a arte do meu Ăntimo.
Pressupondo que Ă© vĂĄrio
enxergo sem embargos
que a vida Ă© imprevisĂvel.
â â Teimo intentar
Temo nĂŁo lograr
Tento deslembrar
Tantos desejos quiméricos
Teclo o fascĂnio
Telefonei e vocĂȘ atendeu
TelĂșrico querer
Ter ou nĂŁo ter?
Trafeguei em alto mar
Toquei seu corpo
Tatuei vosmecĂȘ
Tardei em dizer
â Tabuleiro do amor
Todo o teu gosto
Tende a ser
Tempestivamente meu .
Tenciono sobre os lĂĄbios
Turvos motivos
TensÔes apaixonadas
Tentando convencer
â Telemetria Ă flor da pele
Ter ou nĂŁo ter?
Tua boca na minha
Telenovela das seis .
Teatro feito de iguarias
Taças de feitiços
Travadas em vocĂȘ
Taquicardia jovem
TendĂȘncia a fazer
Templos de segredos
Tempos de mistérios
Ter ou ter vocĂȘ?
â Ainda lembro de vocĂȘ
Ăs vezes com querer,
Ăs vezes sem conceber
Por que findamos no espaço-tempo.
SerĂĄ que expiramos pela
fatalidade do acaso
Ou estamos vivas numa outra realidade?
Da tua boca saem mistérios
Do outro lado suspiro
Enquanto te almejo.
Em cĂąmera lenta recordo do nosso beijo
e percebo que aviou.
Pois, me sobejaram apenas memĂłrias.
A verdade Ă© crua, baby!
â O amor Ă s vezes,
tanto bate até que fura
E acaba.
â Quando vocĂȘ tiver a percepção que a VIDA Ă© perfeita, ela se torna maravilhosa.
Kairo Nunes 01/10/2020.
Como pode alguém me amar,
Sem jamais ter me sentido,
Sem nunca ter me visto,
Sem saber do meu calor,
Do meu cheiro,
Mas me amar apenas pela minha essĂȘncia, ou por quem eu demonstro ser.
Se Iludir NĂŁo Ă Algo Ruimâ ,
SĂł Ă Algo Que SĂł Os Idiotas Fazem.
- Oii, Quem Ă VocĂȘ?
- Prazer Sou O Idiotaâ
â â Ao Passar Pela EscuridĂŁo VocĂȘ Percebe Que A Luz NĂŁo EstĂĄ No Fim Do TĂșnel, Ela EstĂĄ Em VocĂȘ
â â VocĂȘs JĂĄ Imaginaram Uma HistĂłria Com A Pessoa Que â
VocĂȘ Gosta Mas No Final
Dessa HistĂłria Imaginaria
JĂĄ Choraram Ou Ficaram
Triste Em Sabe Que
Provavelmente NĂŁo
TerĂĄ Essa HistĂłria
(ïœĄĆïčĆ)
â â Pensamentos Ocultos #1â
Não Sei Mas Me Achava Engraçado
Hoje JĂĄ NĂŁo Tenho Tanta Certeza Sobre Isso
Passa o dia,passa a noite,passa Ă s horas,minutos eu nĂŁo vejo a hora de te ter ao meu lado....
Sentir...
Teu cheiro...
Teu gosto...
Teu suspiro...
Teu sussuroâ ...
Acordar ao teu lado,todas as manhĂŁs,ver o sol ao seu lado,te fazer feliz e te chamar de meu amor,meu eterno amor,meu cumplice,meu anjo.
â â Pensamentos Ocultos #2
Tenho Medo De Mudar E Perde Pessoas Especiais
Pra Me, Mesmo
Sabendo Que Posso
NĂŁo Ser Especial Pra Elas
â Flores que florescem sem nenhum argumento.
Ou propĂłsito de existir.
Rosas em teu veneno de corpo perfeito, alucinação.
TĂŁo breve quando os desejos da madrugada.
Seus lĂĄbios sĂŁo parte dos espinhos.
Uma dor e um pouco de sacanagem.
A noite a dentro desbravou cada parte do teu corpo...
No instante que sofrĂȘncia torna se o ideal para uma noite de amor...
Eterno håbito de querer o veneno que faz as alucinaçÔes serem melhores momentos da paixão...
Devastação provocada por espinhos.
No entretanto as chamas devoram a alma sem o espĂrito.
Que paira sempre na escuridão da indiferença.
Os laços que compartilha a vida te deixou quando a tiraram da terra que alimentava...
Dentro da vida que compadece um sentido de amar.
â Lamium
à assim que se vive com um coração frio.
Como eu vivo: nas sombras, rastejando sobre pedras frias,
sob as grandes ĂĄrvores de bordo.
O sol mal me toca.
Ăs vezes o avisto no inĂcio da primavera, nascendo bem ao longe.
Folhas nascem a recobri-lo, ocultando-o por completo. Posso senti-lo
reluzir por entre as folhas, errĂĄtico,
como quem que bate na lateral de um copo com uma colher metĂĄlica.
Nem tudo o que Ă© vivo requer
o mesmo nĂvel de iluminação. Alguns de nĂłs
produzimos nossa prĂłpria luz: uma folha dourada
como um caminho que ninguém pode trilhar, um raso
lago de prata na escuridĂŁo sob os grandes bordos.
Mas disso vocĂȘ jĂĄ sabe.
VocĂȘ e os outros que pensam
que vivem pela verdade, e por isso, amam
tudo o que Ă© frio.
â Guardo de nĂłs
a parte do despertar dos coraçÔes
e o envolvimento explĂcito das emoçÔes.
As semelhanças nos obrigando a encarar defeitos.
Os sussurros delicados
e as frases de efeito.
ManhĂŁs prolongadas na saudade que ardia,
nuvens densas de fantasias
lotadas de expectativas vĂŁs.
Uma mente abarrotada de incertezas!
Olhos fechados a imaginar o seu rosto,
as mĂŁos a desejar o toque, o cheiro
e a boca inventando o gosto.
Romantizar um cenĂĄrio,
prazeres nunca antes vividos.
Nossos corpos entrelaçados,
um acelerar dos batimentos cardĂacos.
A paixĂŁo desorbitando do controle,
o ĂĄpice do nosso libido.
A coisa mais livre, leve e solta
Ă© o que me permiti contigo.
â A UMA DESPEDIDA
Agora, que o final me convida
A solidĂŁo parte do pensamento
Cada suspiro outro sofrimento
Nas recordaçÔes sem medida
E, de pareio com a despedida
Foi-se o bom contentamento
Dentro do leito o tormento
Enfim, dĂĄ dĂł essa dor doĂda
Pra que era tĂȘ-la evocando
As lembranças, do outrora
Se agora, me falta o crer...
Querer, jå quiz, até quando
Pude ser, e nesta outra hora
Quero amor no bem querer!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Outubro de 2020 â TriĂąngulo Mineiro
â Quando ficar sem chĂŁo, abra os braços e deixe-se planar. O que pensou que era abismo pode ser cĂ©u.
