Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Queria estar em seu abraço
E acabar com esse embaraço
Nesse nosso laço
Queria te dar uns amasso
Nessa noite em que tudo faço
E te satisfaço
Para terminar num cansaço
Depois, subir para o terraço
E ver esse estrelaço
Que faz nosso espaço
A Cinderela
Ă a flor mais bela
Ă capaz de acabar com essa guerra
Ă capaz de tirar o sorriso de uma fera
Em um mundo de misĂ©ria ela Ă© a luz no fim do tĂșnel
A mais emburrada
A mais corajosa
A dona dos meus pensamentos
A dona das minhas alegrias
A dona das minhas tristezas
A dona da minha revolta
A dona da minha euforia
A dona dos meus sentimentos
E por fim a dona do meu coração.
"O Homem se constrói ou se destrói com a mesma intensidade, ficando somente como valores: o amor, amizade e a fé, ainda que estå amizade venha junto com competitividade, e a fé incompreendida como o amor.
Aos mortais, restam as lågrimas e as memórias dos que foram ou do que foi... E ao artista, em qualquer tempo ou uma dessas situaçÔes, por sua arte e obra, serå sempre imortal."
A verdade do Tempo
A verdade do Tempo Ă© que ele Ă© pessoal e intransferĂvel, assim como seu RG, sua conta bancĂĄria, sua respiração...
Não o perca com o que não traz sua própria evolução, com o que não faz bem a si mesmo ou aos demais.
Use-o com sabedoria, pois, com o tempo, o prĂłprio Tempo se encarregarĂĄ de te mostrar o que vocĂȘ fez dele... e trarĂĄ a vocĂȘ o que vocĂȘ mesmo criou com ele.
Ame sempre, construa sempre, cultive o amor!
Sempre Ă© tempo.
Pétala Petulante
A Ășltima pĂ©tala petulante
Que teve a atitude errante
De desprender-se no mal-me-quer
Como ousa, essa que jĂĄ foi rosa
Que se foi antes de dois dedos de prosa
NĂŁo dando tempo de a convencer
Que sem o amor dele
Eu nĂŁo poderia viver.
Bem-me-quer, mal-me-quer
Por que raios o "bem" nunca finda?
Matei as flores
Arranquei-lhes as pétalas
Agora a vida
TĂȘm arrancado as minhas
Talvez essa seja minha sina
Morrer nessa tal chacina
Onde o amor Ă© o assassino
E eu, a tal da vĂtima.
Aquele momento que vocĂȘ para e pensa... SerĂĄ que ela? A pessoa com quem dividir as coisas boas, ruins, falar sĂ©rio ou tambĂ©m um nada com nada... SĂł o tempo irĂĄ dizer se Ă© recĂproco ou nĂŁo!
Quando amamos nada mais importa sem ser o nosso parceiro, devemos aprender a olhar para dentro da pessoa e nĂŁo para a sua aparĂȘncia mesmo que o amemos.
NĂŁo importa o que vocĂȘ fantasiou. No mundo real somos sĂł nĂłs carregando nossos prĂłprios ossos, pele e medos.
"TEMPUS PERDIDI" - O TEMPO PERDIDO
Levei a arquitetar, no meu passado,
Uma torre de sonhos e quimeras,
E lĂĄ dentro, na torre, como feras.
Prendi os meus desejos com cuidado.
Numa aureola de amor, inebriado,
Meu coração, perdeu-se, nessas eras,
Em Loiras fantasias, primaveras
Cheias de flor, num sonho embalsamado.
Um dia despertei; olhando o mundo,
Perdi a fantasia; diante de meus olhos
Havia um longo abismo negro e fundo.
E o meu olhar chorava! hoje sorri:
Ă que num roseiral transformo abrolhos;
Pasmado sĂł - do tempo que perdi!
Coimbra, Portugal - 1907
Entre medo e respeito
De um caso escondido
O coração explode no peito
A cada olhar tĂmido
Uma sensação excitante
Porém ficamos hesitante
E sem nos importar, seguimos
Curtimos
Sentimos
Cada um de seu modo
Sendo como garis
