Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Ă muito forte em nosso ser, a ideia de que, na ausĂȘncia de um ente querido, o Ășnico caminho a ser vivido Ă© o do sofrimento. Mas, se agirmos assim, estaremos condenando os nossos amados a sofrerem junto!
Eles nos sentem, eles nos querem bem, nĂŁo desejam o nosso sofrimento.
Sem desejarmos, estamos dizendo a eles que tambĂ©m precisam sofrer pela nossa ausĂȘncia! Estamos condenando-os a um futuro de dor e sofrimento em seus coraçÔes!
Se nĂŁo desejamos isso para eles, precisamos servir de exemplo e viver.
Claro que teremos saudade, mas que esta nos traga aos olhos as lĂĄgrimas amenas que nos aliviarĂŁo a ausĂȘncia e que nos lembrarĂŁo que tivemos a oportunidade de construir um laço de amor pleno e que, logo mais, estaremos juntos novamente.
Muitas vezes, achamos que, com a partida de quem amamos, temos de adotar a postura de um sofrer sentido, de um sofrer sem fim. Pensamos assim porque acreditamos que nĂŁo podemos ser felizes sem aqueles que se foram.
Que possamos mudar esse nosso jeito de pensar, porque os que se foram nos amam e querem o nosso bem e rezam por nĂłs para que sejamos felizes.
Se não podemos fazer isso por nós, que façamos então por eles!
Toda mulher é a mais linda obra prima, criada e lapidada pelas mãos de Deus, entregue de presente ao mundo para a reprodução de vidas e para a personificação do amor.
Até sempre...
Deixo-te em boa companhia
Por isso sigo confiante
Jamais hĂĄ de te faltar
A paz que te compraz
Levo mais esperanças que certezas
Dois ou trĂȘs ais e um âbucadinâ de sinais
Guardei na mochila pente e poesia
Um carinho e um punhado de seu dia
Deixo-te a fantasia de meu carnaval
Sede saciada em minha saliva
Sem frio, sem fome... sem hora
De dormir donzela e acordar senhora
Saio meio Ă s escondidas, devagar
Me vou em despedida velada
Na madrugada que nasce calada
Quieto, pra nĂŁo acordar-te minha amada
Contas...
Quando partir nĂŁo deixe nada para trĂĄs
Nenhum batom, nenhuma foto
E nem seus ais
NĂŁo toque em nada do que vocĂȘ jĂĄ me deu
NĂŁo leve o disco de Gardel
Não faça contas
O amor nĂŁo subtrai, nĂŁo se divide
SĂł se soma... nĂŁo se trai
Se jĂĄ nĂŁo quer mais viver
De nosso amor Ă© hora de partir
Quando a luz da manhĂŁ
Invadir os seus olhos vazios
E ao andar pela casa
Viajar em saudades de nĂłs
Entender que geleira e amor
NĂŁo misturam ou combinam
Que fogueira e paixĂŁo
PrĂĄ quem ama Ă© igual
MorrerĂĄs um pouco mais
Entre abraços, enganos e danos
Perceber que perdeu
A histĂłria
Que a vida
Te deu
E dai?...
Foram tantas elas em pouca era
Bem mais haviam além de Stela's
De LĂșcia's, loiras e indecisas Ana's
De Gih's, iguais a Tiana's que morenas eram
E se tantas delas vieram e se foram
Partiram, porque um dia chegaram
E se assim se deu, era para assim ser, e foi!
E eu amei cada chegada e pranteei toda partida
Mas o tempo passou como tudo passa
O rio leva suas ĂĄguas, a chuva, lava as ruas
As folhas se deitĂŁo no chĂŁo dos outonos
A vida, vive seus dias nos dias de si mesma
Foram tantas e tantas as noites estreladas
Os dias de sĂłis e de vento soprando brisas lentas
E nessa estação de chegadas e partidas
O coração, errou seu norte e riu-se de si
EntĂŁo...
Minha juventude foi meia que vigiada
NĂŁo que tivesse desgostos ou incertezas
Tive meus dias de segredos e quietudes
Como outros de venturas e alegrias
Lembro que meu pai conversava por gestos
Entendia tudo o que seus braços e mãos diziam
Até mais que sua voz rouca e meio confusa
Sua fala beirava um portuguĂȘs desafiador
Me apaixonava facilmente por seres conhecidos
Animais, flores e até pelo que não conhecia
Recitava poesias pra plantas e pra mim mesmo
Residia ali meu atalho Ă s descobertas... Ă magia
Os dias vividos me trouxeram mais que poesia
Me peguei amando ainda adolescente
Juntei forças e fiz de amor planos de ter um lar
E nele, me perder dos ais e sĂł amar
Foi assim...
A brisa tocava o fogo da vela, sem apagĂĄ-la
A foto, jå sem cor, não carregava lembranças
A estrela, pairando no céu, sobre mar e floresta
Era a janela que me trazia o brilho de nossa festa
Arde, logo de pronto momento
Da tez à fibra menor do coração
Queimando saudades e desafios
Coisas de amor... sem sarar a solidĂŁo
CadĂȘ vocĂȘ que nĂŁo vem?
A coragem jĂĄ nĂŁo me existe
Para ir viajando em busca tua
Fosse nas ruas, vielas ou luas
Meu sangue se perde em mim
Cria caminhos na contra mĂŁo
Socorre-me um canto triste
Uma sensação de que não hå razão
Tanto silĂȘncio, distĂąncia e desistĂȘncia
Me assegura, seguro que a explicação não houve
Sejam por suas Ășltimas falas ou derradeiro olhar
Que inda pranteia, sensĂvel, seu querer: um adeus!
LĂĄ vem vocĂȘ...
Quem foi que disse que parti?
Pra onde iria, levando em mim tanto querer?
O que longe faria sem vĂȘ-la ou ter vocĂȘ?
Que alegria me chegaria sozinho, saudoso?
Quem foi que disse que menti?
Que decepcionei sua razão e esperança
De descobrir em mim o homem que sou
E sendo-o, sabia-me seu prĂncipe esperado
Quem te procurou pra magoar sua alegria?
Com intento de semear confusos pensamentos
Crendo que assim, desistirias do nosso desejo
De construir, no tempo futuro, uma famĂlia
Quem foi esse que, te amando silencioso
Inocentava seu modo de ser e viver
Fazendo mal juĂzo dos laços que atamos
Que se incomoda com a opção de nossa aliança
A resposta para tantas e vazias falas
NĂŁo vem do que foi-lhe dito, mas pensado
Fizeste a ti mesma tais questionamentos
NĂŁo te convencestes que seu futuro passa por mim
Mas para tudo existem regras e opçÔes
NĂŁo me vejo sem ti vivendo em mim
E meu telefone, chamando todo o tempo
Explode em mim, levando o temor de perdĂȘ-la
Assim, meus dias amanhecem e anoitecem
Os beijos e carinhos se trocam nos encontros
E o que lhe Ă© desconhecido Ă© a causa do temor
NĂŁo te guie por dĂșvidas, o que sabemos Ă© viver de amor
O que diria ao seu coração?
Que jurei nunca deixĂĄ-lo em abandono
Nem mais e por nada entristecĂȘ-lo
Se preciso fosse, palhaço seria
E da vida, um picadeiro de magia faria
Embrulharia em Serenata
Toda boa alegria... e te daria!
Mas acho que jĂĄ nĂŁo posso...
Olha, mesmo distante fio que faria
Te sinto ainda pulsante
E Ă© ai que terĂĄs minha companhia
No bater de suas batidas
Nelas estarei sempre presente
Como vocĂȘ nas minhas...
Jurei também lhe dar poesia
Serå ela nosso laço e elo absoluto
Fique entĂŁo tranquila
Pois mesmo distante... corpo ausente
Darei a ti, por cuidado e carinho
Mesmo que sem rima ou talento
Um verso verdadeiro para seu sentimento
Olhos Vazios...
Cansei de tentar te fazer entender
Que a distùncia não é a melhor solução
Ouvindo vocĂȘ me dizer
Que amanhã não estarå em meu coração
E a noite se esvai
Quais as juras deixadas por ti
Remoendo em lembranças
Esse seu aprendiz
Nossas cartas de amor
Espalhadas sobre o cobertor
Dizem frases tĂŁo lindas
Entre estrelas, luares, batom
Quando o seu travesseiro
Fizer um estrago, enfim...
Vou rolar pela cama
Fazer sala pra mim
NĂŁo serĂĄ tatuado em meu corpo
Nossa histĂłria, um caso vazio
Utopia de um amor
Que o tempo esqueceu
E o que resta no ninho
SĂŁo detalhes perdidos
Qual bordado em toalhas
Eu e vocĂȘ...
O sentimento
Desperta um sentimento ...
De repente paro e penso,
NĂŁo gosto de pensar, incomoda;
Sei disso, sei de tudo, sei que nĂŁo devia, sĂł lamento.
Sempre soube! O que fazer ??
Aconteceu em um piscar de olhos,
Sou humana nĂŁo pude evitar, era bom, tive esse dom
Se sentir amada era bom
Mas vieram conflitos, equivoque-me diversas vezes.
Todos passaram, estava tudo em paz novamente
Eu me excedi, quis mais, muito mais, fracassei;
SOU HUMANA, EU errei...
Graças aos deuses ele me perdoou.
Senti meu peito queimar, queria uma chance de me redimir
Eu o quero de volta, mas o perdi
Perdi quando errei, e nĂŁo sei se o terei de volta
Atualmente só lembranças de toques, beijos, carinhos ...
De uma época em que eu fora feliz
Agora sentada em uma mesa, afogada em meus pensamentos
A expressar diversos sentimentos.
Estou Ă espera de uma resposta, a da minha chance,
Um sim ou um não, para um recomeço
Sei que nĂŁo devo, Ă© errado, sei que devia esquecer...
Mas sei o que me faz bem, o que me faz feliz e o que eu amo.
ReticĂȘncia...
Me desculpe por me sentir assim
TĂŁo tanto seu, tĂŁo pouco meu
Nos braços de seu abraço
Me desculpe por nĂŁo ter
O jeito que gostarias
Nem a idade que esperavas
Ah, me desculpe
Por somente saber amĂĄ-la
Com um amor que desconheces
Me desculpe por demorar
A perceber que nĂŁo fui bastante
Nem Ăștil e tampouco importante
Me desculpe por ser tĂŁo tolo
Por acreditar em mil bobagens
Por descrer das meias verdades
Me desculpe por ter mais que esperança
Por duvidar que nunca Ă© tarde demais
Por meus olhos a verem melhor do que és
Me desculpe por teimar em sonhar
Por acordar mais vezes que adormecer
Por nomeĂĄ-la Princesinha em meu amar
Me desculpe pelos sonhos que sonhei
Por âobrigĂĄ-laâ a dizer palavras difĂceis
pelas frases tristes na hora da partida
Me desculpe pela quase heresia
De ter tido a pretensĂŁo de um dia tĂȘ-la
Pagarei com minha paz esse pecado
Me desculpe pelas cartas, poemas
Pelas lĂĄgrimas incontidas e fĂĄceis
Mas somente pelas que nĂŁo eram de alegria
Me desculpe a voz embargada
Pelo meu canto vadio e desafinado
Pelas falas que invadiram a madrugada
Me desculpe por nĂŁo lembrar
Que nĂŁo residia em ti o poder de aquiescĂȘncia
E por fazer de seu silĂȘncio, minha reticĂȘncia
Ti...
Hoje, faço uma canção
Que arda como fogo
Pra queimar uma paixĂŁo
Meu corpo, ora voraz
JĂĄ sente tantas dores
Das esquinas que dobrou
O amor me fez errante
Mercante da ilusĂŁo
Me fez também guerreiro
Sentinela da dor
Tombando notĂcias
Que trazem de ti
Hoje, nĂŁo tem temporais
Amiga que tive
Sumiu por ai
Amada...
Te convido a ficar em minha vida
Mas se quiser, pode deixĂĄ-la...
Não existem condiçÔes para ambas
SĂł seu querer, pura escolha...
Se desejar ficar um pouco mais
Te convido a falar de famĂlia
Mas pode ser de fé ou fantasia
Assuntar, de futebol a magia
Nas noites que seu sorriso faltar
Te convidarei a admirar estrelas
Se jĂĄ nĂŁo for capaz de ouvi-las
A gente canta e inventa poesias
A Ver Estrelas...
Hoje, cumpro meu fadado destino
Deixo-me banhar em poesia
Lapidada e inspirada em olhos teus
Sob um céu amante que me fascina
Pois era noite em minha louca sina
E foi lĂĄ do terreiro de vĂł Lenina
Que num repente chamei a ver estrelas
Minha doce amada, inda adormecida
E mesmo em face de seu seguro sono
Olvidara ela ser pueril o encanto
Em quase magia, o desejo e o acalanto
Serenar-se pura, tal qual ingĂȘnua criança
Sonhar serena, entregue em braços meus
NĂŁo espere depois da traição conjugal. Uma conversa calma, seu celular funcionando, na mesa, cafĂ©, bolo ou pĂŁo, muito menos, carta de recomendação. NĂŁo existe pĂlula do "dia seguinte" pra consciĂȘncia de quem vai trair. "Desviar de outras/outros" ainda Ă© o melhor remĂ©dio.
Queria estar em seu abraço
E acabar com esse embaraço
Nesse nosso laço
Queria te dar uns amasso
Nessa noite em que tudo faço
E te satisfaço
Para terminar num cansaço
Depois, subir para o terraço
E ver esse estrelaço
Que faz nosso espaço
