Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
TĂŁo lindo ver uma flor no Jardim, onde se encanta com seu perfume natural.
Porque a natureza e sensacional.
SUPORTAR O OUTRO. IrĂŽnico isso. Porque devemos suportar o outro, se o outro Ă© sĂł o outro? Pensar:
Quem estĂĄ sem dinheiro? Quem estĂĄ endividado? Quem tem nome no spc e serasa? Quem estĂĄ desempregado? Quem tem problema com a esposa, marido, filhos, parentes ou amigos? Quem estĂĄ precisando comprar certas coisas e nĂŁo pode? Quem estĂĄ gordo ou magro? Quem estĂĄ com enxaqueca ou doença terminal? Quem quer ter o que o outro tem? Quem estĂĄ sentindo o que somente vocĂȘ sente? Quem estĂĄ pensando o que somente eu penso?
Suportar o outro e amar a si mesmo. Seria isso? Nunca saberemos sobre o outro, tanto quanto sabemos sobre nĂłs mesmos. NĂŁo se coloque no lugar do outro, coloque-se no seu lugar. Assim, deve ser mais fĂĄcil amar o prĂłximo como a si mesmo.
Mesmo que estejamos em silĂȘncio, existe o Tempo da ReflexĂŁo.
Pensamentos e coraçÔes adornados de sentimentos.
No caminho que se escolhe, quem ama te acolhe, e de mĂŁos dadas podemos caminhar.
Feito laços de ternura, entrelaçam vidas, empatia e não desilusão.
Carregados pelo Tempo, meu respeito e devoção...
Quero envolver-te em meus braços e com amor beijar-lhe as mãos.
Porque SĂł o tempo Ă© capaz de ajudar e entender um grande Amor...
O real que se tornou
quando te conheci.
Uma dor findou
o tempo passou
a dor estĂĄ em mim.
Uma parte levou
quando partiu
aonde podia nĂŁo ter fim.
Me escondi na caverna escura
atrĂĄs do monte que estava
lĂĄ de cima te vi com outros olhos
do obscuro esperei me salvar
com o teu sorriso, mas deixei pra lĂĄ.
Sou quem sou
nĂŁo mudo a natureza
de tĂŁo bela que ela Ă©
fiquei na dureza.
Meu sorriso se apagou
junto ĂĄ luz do fim do buraco onde estava
minha cura seria vocĂȘ,
mas tua beleza nĂŁo cicatrizou
pois vejo ela como uma dor.
Meu olhar nĂŁo Ă© o mesmo
desde que surgiu vocĂȘ.
Triste Ă© quando nĂŁo rimamos as mesmas rimas
me tirar do abismo seria a tua sina.
Escrevi suavemente,
mas dói perder a esperança
de um dia me salvar
o horizonte estĂĄ longe
de vocĂȘ poder estar.
O verbo estĂĄ no passado
vocĂȘ no presente
se tornando veneno
a guerra estĂĄ ardente.
Minha alma caliente
o sol brilha e a solidĂŁo com a gente
continuar seria uma opção
mas sem vocĂȘ estou num apagĂŁo.
Se vier até mim
vou até o fim
me salva, me cura, me aceita
prometo pegar o resto que me resta
e te levar para outro planeta.
NĂŁo sei contar estrelas
sĂł sei as contemplar
mas viajando com vocĂȘ
Ă© certeza voltar a sorrir ao te amar.
Cansei de dar bom dia, perguntar se estĂĄ bem e te mandar flores, vivemos em mundo onde sentimentos Ă© invertido com outros valores, a aparĂȘncia vale mais que todos os amores...
Infinito, infindo, misterioso e complexo universo das palavras.Assim como Ă© o da paixĂŁo e dos suaves sentimentos em indecisĂŁo. Acho que por isto que nem todas ainda foram inventadas, musicadas e ditas. Mas conhecendo as letras, misturando todas elas com amor e incerteza, acrescentando uma colherzinha pequena de açĂșcar ou mel, uma pitada de sal e pimenta a gosto podemos em pouco tempo recria las a fogo brando em prazerosas e deliciosas poesias.
Eu me dou o direito de cuidar de mim
No passado, eu sofri. Tentei fazer com que me aprovassem vĂĄrias vezes. Tentei me mostrar. Mostrar o meu valor.
Peguei a estrada, descobri o caminho e caminhei. Fui andando. Sozinha seria melhor caminhar. Sem levar nada, apenas o meu viver.
Na vida, peguei carona; no viver, peguei energia para seguir. Nem precisei olhar para trås. Nem precisei dizer adeus. Eu só precisava de cuidados, que até então ninguém poderia me dar. Recebi cobranças pelo que eu não devia. Cobranças de valores - do que não se vende. Cobrança do que não estava em mim. E quando fui cobrar o que de direito era meu, fui moralmente desrespeitada e obrigada a engoli as lågrimas que deixei cair.
Foi aà que mudei o rumo da minha estrada e decidi cuidar de mim. E aprovação eu me dei. Carinho eu peguei e decidi me dar.
Olhei no tempo presente e vi que tudo que estava ali, em mim. Era bem maior do que qualquer pessoa poderia me dar. E eu me dei.
Dei-me mais amor e compreensão. Carinho e aprovação. Eu me dou o direito de cuidar de mim e a evolução tornou-se constante. O amor tornou-se verdadeiro. E a verdade é que se cuidar melhora o humor a cada instante. Melhora o gosto de viver.
Ă se ver como vocĂȘ gostaria que o outro olhasse. Ă se aprovar sem querer aprovação.
Quando esperamos aprovação dos outros, ela nunca vem. Quando nós nos aprovamos, os resultados chegam. Eu só queria um sim para continuar caminhando. Eu me dei esse sim todas as vezes que busquei e não esperei mais o sim dos outros.
O maior e mais invencĂvel obstĂĄculo Ă© aquele que criamos dentro de nĂłs mesmos. Eu eliminei todos os dragĂ”es internos.
E hå dentro de mim um desejo diferente, diferente de tudo que antes existia. Neste desejo de cuidar ainda mais daquilo que eu dei o valor necessårio, da pressa que tenho de viver. E assim eu disse ao meu ser que a minha fome de viver alimenta todo o meu espaço, nutre o meu coração. E neste desafio que sempre nos cerca, temos o direito de cuidar do jardim existente em nós. E viver a melhor sensação da vida.
Que mundo vasto ...
Eu fico olhando da janela
Meus olhos brilham
Minha alma canta
Meu coração pula
Meu sangue ferve
Ă pura eletricidade.
Eu eu sei o quero, e nessa Ăąnsia do querer,
eu vou conquistando com todo meu amor!
Cuidando e valorizando!
Meu Quarto
Ăs um quarto cansado
Exiges de mim constante meia luz
Acato.
Bem sei que nĂŁo Ă© capricho
Tens vergonha
Teu antigo papel de parede estĂĄ
por demais desbotado.
CĂșmplice, disfarço.
Sobre a cĂŽmoda porta retratos e
a espessa camada de um pó de lembranças.
Apenas olho
NĂŁo me atrevo a tocar nos rostos bonitos
Exiges que eu nĂŁo me aproxime
Me tomas por desastrada
Uma mĂsera esbarrada de mĂŁo,
tudo espalhado na tua penumbra.
CĂșmplice, te preservo.
Tenho pena de ti mais que de mim mesma.
Minha culpa
Acostumei-te às minhas paixÔes
As cortinas do dossel sempre abertas
VocĂȘ a espionar infinitamente as noites de amor.
CĂșmplice,
Forjavas o aconchego
Segurou cheiros que devolvia vaidoso com beijos de perfume.
Tocava os corpos sobre a cama
Roubava-lhes o calor que alimentou as cores vivas das suas pĂĄlidas paredes
Esbanjou às custas das paixÔes que em ti vivi.
HĂĄ muito nĂŁo as trago mais.
CĂșmplices, padecemos juntos.
