Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O amor é uma canção interna, que é cantada pela paixão...à esse anseio, que nos faz buscar o amor, dentro das trilhas da vida, aceitando o desafio de amar, sempre, por toda a vida...
Cada vez, que dizemos sim ao amor, fazemos a vida girar...
O amor tem o seu perfume de rosas, mas, tem
os seus espinhos também...
Mas, acontece que os espinhos do amor conseguimos
retirĂĄ-los, antes de nos ferir...
Jå os espinhos da paixão perfuram o coração e ferem-nos a alma...
O amor Ă© sereno, acalma a alma e Ă© cor de rosas;Ă s vezes, chega com um tom suave da cor rosa, outras vezes, com uma cor de um rosa mais forte, mas,ele sempre serĂĄ cor de rosas...
Marilina Baccarat no livro "Sempre Smor"
Por que essa estranha sensação, que temos,
de sentirmos medo do prĂłprio amor?
Somente os covardes tĂȘm medo do prĂłprio
amor...NĂŁo sabem sair Ă busca do amor, nĂŁo lutam...
Marilina Baccarat no livro "sempre amor"
Repara: o OUTONO Ă© mais estação da alma do que da prĂłpria Natureza. A alma guarda aquilo que tentamos esquecer. SerĂĄ por isso que Ă© tĂŁo difĂcil livrarmo-nos das lembranças?
O outono, é recheado de significados que podem enriquecer nossas percepçÔes, trazer momentos tão nossos pintados em retratos amarelados pelo tempo.
Mas se ilude quem pensa que o amor nĂŁo Ă© ambicioso, a ambição do amor estĂĄ em ver a pessoa amada crescer por meio do sacrifĂcio feito pelo âeuâ, por isso o âeu te amoâ Ă© pouco, Ă© hipocrisia, Ă© chula se nĂŁo for expressĂŁo do âeu me dou para que vocĂȘ seja..."
Poetas tinham que saber apagar versos tambĂ©m... Mas sĂł escrevem e escrevem desmedidamente nas calçadas, nas janelas, nos armĂĄrios que nĂŁo se mostram. Eu juro que se pudesse, que se permitido fosse pra mim, deletaria da mĂĄquina que me fiz, todos os nossos beijos, todas as nossas noites em convulsĂŁo do corpo nosso, vermelho, visceral... Porque talvez seja melhor amizade que amor. Quando nos teus olhos procuro alguma resposta, alguma aproximação maior da que jĂĄ temos, percebo o balbuciar dos lĂĄbios seus em ato de reclamar. Sou toda errante, vibrante, quente, quase valente... Sou completa viajante, peregrina, turista no paĂs que nomearam de amor. NĂŁo me olha assim com ares de julgamento pelos passos tĂŁo infantis do meu coração.
Sinto-me perseguindo o Ășltimo trem. Sinto-me arquiteto ao tentar reformar cĂŽmodos jĂĄ manchados por tempos alguns, nĂŁo tĂŁo dentro do passado. E como tentar consertar o que nem mesmo sei se quero. Amo-te em demasia, e sei que seu amor aprendeu dormir em meus seios, repousar no meu sorriso, mas nĂŁo entendo e nĂŁo alcanço os momentos breves de falta de diĂĄlogo no nosso silĂȘncio... Sou apreciadora mĂĄxima de sussurros em silĂȘncio, mas nĂŁo tenho alcançado os teus. De forma ou de outra Ă© fĂĄcil perceber que estamos em matrimĂŽnio um tanto falhado. SĂŁo tantas as aproximaçÔes, Ă© tanta a afinidade, comodidade... Nos meus sonhos, nos meus anĂ©is Ă© o nome teu que quis decorar, rezar, reger. SĂŁo tantos os obstĂĄculos que nos ferem e parecem matar pedaço esse, pedaço outro que insiste em ficar em nĂłs, de nĂłs.
Os meus batimentos nĂŁo sabem mais reagir Ă s tuas ligaçÔes como em tempos remotos, nem tĂŁo remotos assim. NĂŁo aguardo mais teus beijos como quem espera para nascer. NĂŁo sei mais fazer tremer minhas mĂŁos quando se unem Ă s tuas. Ă fato que meu desejo Ă© teu, meu prazer se faz gĂȘmeo com o teu, que nossos corpos sĂŁo unos em moldurar lĂquidos nos mĂłveis, nos poros... Mas muito se perdeu, e o tempo Ă© cruel com isso! NĂŁo me culpe tanto, amor meu... Eu sempre levantei as mais belas bandeiras de amor, outdoors e poesias do quĂŁo grande era o sentimento nobre que eu permiti nutrir em mim. NĂŁo sou a mesma de outrora, sou outra, tenho pedaços outros de outras, e isso marca. Sabe meu desejo, minha prece? Queria correr descalça nas areias molhadas pelo derretido e salgado mar que te encanta tanto criança minha. E de lĂĄ, despedir-me-ia dos seus dedos, da sua face... E partiria, e me deixaria navegar em outros mares, porque nĂŁo sei quase nada do mar, nem de tudo aprendi sobre minha existĂȘncia... E se entrelaçados meus dedos se mantiverem aos seus, eu nĂŁo conseguirei... NĂŁo se eterniza amores, nĂŁo se encarcera sentimentos. O amor nĂŁo Ă© nem foragido para que corramos atrĂĄs dele, nem presidiĂĄrio condenado a prisĂŁo perpĂ©tua... Ele Ă© por si sĂł, livre. E eu nĂŁo quero tĂȘ-lo ao alcance de minhas mĂŁos. NĂŁo mais... Agora nĂŁo!
Tenho-te muito facilmente. E ouso dizer que preferia quando era mais difĂcil, quando meu corpo tinha que percorrer lĂ©guas e lĂ©guas em ardor e suor, Ă sua procura entre os carros, entre as ruas cheias e tĂŁo vazias de gentes, presentes! Que contradição, oh deuses do cĂ©u!! ... VocĂȘ nĂŁo me perde, porque nunca teve. NinguĂ©m perde ninguĂ©m, visto que ninguĂ©m Ă© propriedade vitalĂcia do amor do outro.
â O Amor nĂŁo tem cor, mesmo assim pode ser comparado fĂĄcil a uma cebola. Assim como uma cebola, vocĂȘ estĂĄ repleto de camadas, elas escondem a sua verdadeira essĂȘncia. VocĂȘ Ă© um ser de Amor que nasceu para amar.
â Quando eu penso em uma criança eu penso em um ser tomado por jĂșbilo, que levanta da cama no dia mais frio, no dia mais quente, no dia mais chuvoso sem qualquer preguiça. Ela ama, nĂŁo julga e vive o reino que Ă© furtado dela por paradigmas. No momento em que ela descobre quem verdadeiramente Ă©, ela enche o seu coração de compaixĂŁo e a mĂĄgica acontece.
â VocĂȘ estĂĄ em um banquete divino, agora vocĂȘ se alimenta entre os lĂrios, atĂ© que amanheça e fujam as sombras, vocĂȘ serĂĄ como o sol do meio-dia, nĂŁo lançarĂĄ mais sombras. Aquece o bem e o mal. Quem o vĂȘ, sente-se como se se admirasse, o narciso de âSaronâ. Agora vocĂȘ Ă© um pastor entre os lĂrios e vocĂȘ verĂĄ o mundo com olhos de pomba.
â Assim como a Branca de Neve, vocĂȘ estava dormindo, cheio de preconceitos, crenças limitantes, paradigmas e tabus. VocĂȘ estĂĄ sendo convidado para um casamento sagrado. Entre no salĂŁo com a bandeira do Amor, pois o Amor sĂł Ă© bom para quem ama.
Nunca desistirei do amor
Esse Ă© o meu tempo de amar, de ficar mais doce,
apurar sabores, que vĂȘm do fundo da alma, com sabor
de amor verdadeiroâŠ
Eis que entro em plena safra de afetos, sumarenta,
perfumada de mim mesma...
Marilina Baccarat, escritora brasileira
â Achilles - NĂŁo estou interessado em discutir filosofia, parece difĂcil.
AndrĂŽmeda - Posso dizer que belo Ă© alma, nĂŁo meramente material.
Achilles - Tudo bem, respeito sua opiniĂŁo.
AndrĂŽmeda - EntĂŁo, nĂŁo acreditas em meu amor por vocĂȘ?
Achilles - VocĂȘ sabe o que penso sobre amor.
AndrĂŽmeda - NĂŁo acreditar que o amo, Ă© o mesmo que dizer que nĂŁo sou sĂĄbia o bastante para administrar tal abismo.
Achilles - VocĂȘ Ă© sĂĄbia, sim, mas nĂłs nunca vivemos a sabedoria de amarmos um ao outro, vocĂȘ sabe.
AndrĂŽmeda - Isso, pois vocĂȘ evita o sentimento, teme que alguĂ©m possa desejar-te de verdade. O amei, o amo, e o desejo, mas vocĂȘ nĂŁo acredita em minhas esferas, o que eu poderia fazer?
Achilles - Cyceru me ensinou que homens sĂĄbios nĂŁo se casam.
AndrĂŽmeda - Desde quando vocĂȘ tens o desejo de se tornar sĂĄbio? Achei que isso fossem para os homens feios.
Achilles - Tudo bem, nunca me considerei belo.
AndrÎmeda - Então tu és o homem mais cego vivo.
Achilles - Estranho, achei que eu estivesse morto.
AndrĂŽmeda - NĂŁo, vocĂȘ ainda vive em mim.
Nero - Para desposar-te-ĂĄs tu terĂĄs que me reivindicar sua honestidade, o que me diz?
RĂŽmulo - Ă de grande atitude um homem fazer de tudo por sua amada. Vejas bem, Majestade, cĂĄ estou eu como apenas um mero camponĂȘs, que outrora em descender de pais pobres, me edifiquei nas artes dos campos, nĂŁo tenho muito alĂ©m de minha honestidade para oferecer, e tĂŁo pouco ela para reivindicar, pois Ă©s o pouco que tenho, e valorizo o que tenho por posse.
Nero - EntĂŁo eu nĂŁo aceito. NĂŁo posso deixar um homem honesto se casar com minha filha.
RĂŽmulo desajeitado, confuso, questiona o imperador:
RĂŽmulo - NĂŁo entendo, Majestade, o que hĂĄ de malĂcioso na honestidade de um homem bom?
Nero - NĂŁo hĂĄ nada de errado na honestidade, mas vocĂȘ precisa escolher, vocĂȘ pode ficar com minha filha, ou com a honestidade. O que vocĂȘ escolhe?
RĂŽmulo - Amo sua filha, mas meu amor nĂŁo significaria nada sem minha honestidade.
Nero - EntĂŁo façamos assim, eu como teu Senhor, te lançarei muitas sementes ao campo, e tu colherĂĄs muito, pelas graças de PersĂ©fone, haverĂĄ fartura em tuas plantaçÔes, e os gados de seus domĂnios hĂŁo de gerar filhos.
RĂŽmulo - EntĂŁo, me concederia riquezas se eu me opuser ao desejo de me casar com sua renomada?
Nero - Sim, mas caso se recuse em aceitar minha fartura, então lhe concederei a mão de minha filha. Todavia, aqui jaz uma maldição para aqueles que abdicam mão da honestidade;
Maldito serĂĄs tu na cidade, e maldito serĂĄs tu no campo.
Maldito o fruto de teu ventre, e o fruto de tua terra, as crias das tuas vacas, e das tuas ovelhas.
CairĂĄs sobre ti confusĂŁo, e a derrota em tudo que puseres tuas mĂŁos.
Cairå sobre tu chuva, de poeira e pó, pois sobre tua cabeça, haverå o céu feito de bronze, e abaixo de teus pés, a terra em ferro.
Tu cairĂĄs diante de teus inimigos, haverĂĄ por ele seu caminho, e em outros sete caminhos, tu fugirĂĄs da multidĂŁo.
Desposar-te irås com minha filha, porém outro homem dormirå com ela, tu terås uma casa, mas nela não morarås.
TerĂĄ filhos, mas eles nĂŁo serĂŁo seus.
EntĂŁo o imperador Nero, nĂŁo obstante, apoia-se sua mĂŁo direita em ombro de RĂŽmulo, olhando firmemente em seus olhos, o mesmo lhe questiona ''Ainda desejas a mĂŁo de minha filha?'' - RĂŽmulo, inquieto e deturpado com as palavras de Nero, se afasta-se do mesmo, com um olhar desperançosamente trĂȘmulo.
RĂŽmulo - Desculpe-me Majestade, preciso ir agora, eu ficarei com minha honestidade.
RĂŽmulo se retira entĂŁo de sua conversa com o imperador.
Nero - Eu nĂŁo disse, querida? Todos esses homens desejarĂŁo o ouro que eu oferecer, na primeira oportunidade que haver, descartarĂŁo a ideia de ama-la.
Sabina (filha de Nero) - VocĂȘ Ă© um grande mentiroso, disse todas aquelas coisas para ele para que pudesse ter medo de ficar comigo, nĂŁo Ă© justo.
Nero - Justo ou nĂŁo, eu nĂŁo aceitaria um homem indisposto a enfrentar o medo por vocĂȘ.
Sabina - Um dia vocĂȘ terĂĄ que aceitar que eu irei me apaixonar, e nĂŁo mais serei de seu controle.
Nero - Perdoe-me, minha filha, mas vocĂȘ sempre serĂĄ minha garotinha.
â "Assim como a lavanda espalha seu aroma suave e tranquilizante, que possamos tambĂ©m irradiar paz e serenidade por onde passarmos. A lavanda, com sua cor delicada e perfume acolhedor, nos lembra que a verdadeira essĂȘncia da vida estĂĄ nas pequenas coisas: na simplicidade de ser, na leveza de sentir e na profundidade de amar. Que possamos, como a lavanda, florescer em solo fĂ©rtil de gratidĂŁo, e que nossas almas, nutridas pelo amor divino, sejam bĂĄlsamo para as dores do mundo, trazendo cura e conforto a quem precisar. Em sua fragilidade, a lavanda mostra sua força, e em sua doçura, revela o poder da gentileza. Que possamos encontrar na natureza a sabedoria para cultivar a paz interior, lembrando sempre que, como a lavanda, somos chamados a compartilhar nossa luz e nosso perfume Ășnico com o mundo."
â "Assim como a semente precisa da terra para florescer, nossas almas precisam do amparo espiritual para evoluir. A cada experiĂȘncia, aprendemos que a vida Ă© um campo de crescimento, onde as dores e as alegrias sĂŁo ferramentas divinas para o nosso aperfeiçoamento. Nenhuma dificuldade Ă© em vĂŁo, e nenhum esforço de amor se perde. Tudo o que vivemos Ă© parte do plano maior, que nos guia rumo Ă luz do entendimento e da compaixĂŁo. Que possamos, em cada desafio, enxergar a oportunidade de crescimento espiritual, e em cada encontro, a chance de aprender o valor do perdĂŁo, da paciĂȘncia e do amor fraternal. Caminhamos sempre amparados por mĂŁos invisĂveis que, com carinho, nos conduzem Ă nossa verdadeira essĂȘncia. Que o amor seja o norte de nossas açÔes, e a fĂ©, a força que nos impulsiona a seguir adiante, sabendo que somos espĂritos eternos em constante jornada de evolução."
â "A cada novo dia, Deus nos oferece a oportunidade de recomeçar, aprender e evoluir. Que o amor e a caridade guiem nossos passos rumo Ă luz."
â "O verdadeiro amor nĂŁo Ă© apenas o encontro de dois coraçÔes, mas a uniĂŁo de duas almas que se reconhecem em sua jornada de evolução, apoiando-se mutuamente na caminhada rumo Ă luz."
â "No amor verdadeiro, duas almas se encontram nĂŁo para se completarem, mas para se iluminarem mutuamente, crescendo juntas na direção do bem e da sabedoria eterna."
