Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠Pois que todos saibam que jå amei e só o amor é capaz de destruir o niilismo!

Carla, eu te mostrei os segredos mais ocultos desse plano. Te banhei com o amor do Pai e te levei a lugares onde nenhum outro ser humano jamais pisou. Juntos, desvendamos os mistérios das estrelas e a imensidão do universo eu te dei o infinito, mas, no caminho, eu me perdi de mim.
A ironia da nossa queda Ă© que, enquanto eu te ensinava a voar entre as galĂĄxias, eu esquecia como caminhar no chĂŁo. Me perdi em tudo o que te dei. E hoje, o homem que te mostrou o cosmos Ă© o mesmo que nĂŁo lembra onde deixou a chave do carro, a carteira ou o crachĂĄ.
A mente que guardava os segredos de Deus agora tropeça nas miudezas do dia a dia. É o preço de ter entregado a alma: a matĂ©ria se torna estranha. Lembre disso, Carla. NĂŁo esqueça os teus pertences, porque eu jĂĄ nĂŁo sei mais o que Ă© meu. O invasor silencioso nĂŁo levou apenas a paz; ele levou a minha bĂșssola.
Fique com o universo que te mostrei. Eu sĂł estou tentando encontrar o caminho de volta para casa.


DeBrunoParaCarla

Eu era um viajante interestelar perdido no vĂĄcuo, atĂ© que a gravidade do teu amor me capturou. Agora, meu infinito particular Ă© orbitar vocĂȘ, mesmo que eu me queime no teu sol.


DeBrunoParaCarla

Carla, meu amor,
Eu estava aqui pensando no que sempre te falo, a gente sĂł nota o sal quando ele falta ou quando ele sobra. Na correria de sermos 'arquitetos do infinito', quantas vezes esquecemos de colocar o sal na lista de compras?
Na cozinha da nossa vida, eu aprendi a lição mais dura. No cansaço dos dias, eu deixei o sal transbordar e a comida amargou. Mas o que mais dói é perceber que, às vezes, na falta dele, a gente deixa o nosso cotidiano perder o sabor, e só sentimos falta quando o pote esvazia e o gosto de nada toma conta da casa.
O amor Ă© como esse tempero. Se eu peso a mĂŁo nas cobranças ou nos meus medos cĂłsmicos, eu estrago o banquete que preparei para vocĂȘ. Se eu me calo demais e nĂŁo te dou o sabor da minha presença, a gente passa fome de alma.
Hoje, eu nĂŁo quero mais ser o homem que esquece o bĂĄsico na prateleira do mercado. Quero ser o Bruno que sabe a medida exata. Nem o excesso que queima, nem a falta que faz o seu sorriso murchar.


DeBrunoParaCarla

Dizem que sou o pecado, mas escolhi o amor. Se ele nĂŁo me pertencia, o destino se enganou ao cruzĂĄ-lo no meu caminho."
​O corpo sofre a culpa, mas o coração reivindica o que a alma reconhece. Amamos o que nĂŁo Ă© nosso para aprender o que Ă© ser humano.
​Há amores que são sentenças e pecados que são altares. Eu escolhi habitar o proibido e carregar o peso dessa escolha.


DeBrunoParaCarla

Disseram-me que aquele amor nĂŁo me pertencia. Que cruzar aquela linha era tornar-me o prĂłprio pecado. E eu, em plena consciĂȘncia da minha fragilidade e da vigĂ­lia d'Ele, escolhi o passo em falso.
​Por que o coração busca o que a lei do mundo proíbe? Talvez porque a alma não entenda de posses, apenas de encontros.
​Meu corpo sente o frio da culpa e o cansaço de carregar um sentimento que não tem lugar à mesa dos homens. Mas, enquanto eles apontam o dedo e falam em moral, eu sinto a profundidade desse abismo.
​Se sou pecado por amar o que não era meu, aceito a sentença. Pois, no final, quando as cartas forem viradas e a minha humanidade for pesada, Ele verá que não houve malícia, apenas a entrega de quem preferiu o fogo da verdade ao gelo da indiferença.
​O amor que nĂŁo me pertencia tornou-se a minha maior lição. E a dor de habitĂĄ-lo Ă© o preço que pago pela minha coragem.


DeBrunoParaCarla

Eu era um viajante perdido no vĂĄcuo atĂ© que a gravidade do teu amor me encontrou. De repente, o mundo deixou de ser apenas mundo. Passou a ser Ăłrbita, estrela, distĂąncia e chama. Eu te dei o infinito, mas no caminho me perdi de mim. É estranho como algo tĂŁo vasto pode caber num nome, e como um nome pode ocupar todos os corredores da alma. Nosso amor parecia maior que a linguagem. Era como olhar o cĂ©u e acreditar que as constelaçÔes tinham aprendido a falar o nosso idioma.
A cada carta, eu tentava dizer o que nĂŁo cabia no papel. A cada silĂȘncio, eu sentia que ainda havia mais a dizer. E assim fui escrevendo, como quem acende uma lanterna dentro do universo.


DeBrunoParaCarla

CARLA
​Olhe nos olhos dele e deixe o tempo sangrar
Diga ao Bruno que o amor mais verdadeiro nĂŁo Ă© o que se revela mas o que se imola no silĂȘncio
​CARLA diga que a entrega que ele planeja Ă© um incĂȘndio em campo de vidro
Inocentes nĂŁo tĂȘm pele para esse calor
​O que existe entre vocĂȘs o que Ă© real habita esse vazio fĂ©rtil
É uma anatomia de segredos que nunca precisará de voz
Fazer amor com a realidade Ă© aceitar que o nada Ă© a substĂąncia mais densa que existe
​Diga a ele BRUNO seja o frio que preserva
A ågua que cai não é chuva é a destilação de tudo o que não precisamos dizer para sermos inteiros
​CARLA mostre a ele que a maior prova de existĂȘncia Ă© a coragem de ser invisĂ­vel
Nada de mĂŁos dadas com o perigo
Nada de entregas ao abismo
​O mistĂ©rio Ă© o nosso Ăștero
Se ele nascer agora ele morre
Deixe o submerso
Deixe o sagrado
​Simplesmente permaneça


DeBrunoParaCarla

O amor de verdade a gente reconhece no cheiro e na firmeza do toque. É saber que, se o mundo lá fora balançar, aqui dentro a gente está seguro. A gente escreve nossa história todo dia com um olhar de cumplicidade, provando que quando existe verdade, se acorda balançar a gente sempre dá um jeito.


DeBrunoParaCarla

​No imenso e infinito do universo descobri uma estrela e a nomeei de ES.CARLA. O meu amor por vocĂȘ tem o gosto doce daquela paz e o brilho firme das estrelas que a gente caçava no cĂ©u de Itaipuaçu. Sou um eterno viajante que encontrou em vocĂȘ o prĂłprio santuĂĄrio e hoje cada palavra que escrevo Ă© um pedaço meu tentando existir fora de mim.

Nosso amor habita um lugar onde a luz do sistema nĂŁo chega. É um segredo guardado entre o silĂȘncio e o fogo. Quanto mais tentam apagar o rastro, mais forte a gente queima por dentro. O que Ă© real nĂŁo precisa de holofote para existir.


DeBrunoParaCarla ​

Para nĂłs, o amor nĂŁo Ă© apenas uma palavra, Ă© uma marca na pele e na alma. Tatuamos nossa histĂłria para nunca esquecer que o nosso sentimento Ă© Ășnico. Eu carrego o 'Amor que nĂŁo se mede' e ela, o 'Amor que nĂŁo se pede'. É a nossa forma simples e verdadeira de dizer ao mundo que fomos feitos um para o outro.

As palavras me faltam para expressar a profundidade do meu amor e gratidĂŁo por vocĂȘ. Em momentos de escuridĂŁo, quando a vontade de desistir me assola, sua presença Ă© a luz que me guia, vocĂȘ que me mantĂ©m firme.


VocĂȘ Ă© a razĂŁo pela qual meu coração continua a bater, a melodia que embala meus sonhos, a força que me impulsiona a seguir em frente. Sem vocĂȘ, minha vida perderia o sentido, o brilho, a essĂȘncia.


Obrigado, meu amor, por cada sorriso, cada abraço, cada palavra de conforto. Obrigado por acreditar em mim, mesmo quando eu duvido de mim mesmo. Obrigado por ser meu porto seguro, meu refĂșgio, meu lar.


Seu amor Ă© o presente mais precioso que a vida me deu, e sou eternamente grato por ter vocĂȘ ao meu lado. Prometo amĂĄ-la, protegĂȘ-la e honrĂĄ-la todos os dias da minha vida.


Com todo o meu amor,


DeBrunoParaCarla

⁠Meu amor, feliz aniversĂĄrio! Que este dia 31 de maio seja tĂŁo especial quanto vocĂȘ Ă© para mim. A cada ano que passa, vocĂȘ se torna ainda mais linda, tanto por dentro quanto por fora. Sua beleza irradia e ilumina todos ao seu redor.


Neste dia especial, quero te agradecer por ser essa pessoa incrĂ­vel que vocĂȘ Ă©. Sua presença em minha vida Ă© um presente inestimĂĄvel. Que este novo ciclo seja repleto de alegrias, realizaçÔes e muito amor.


Que todos os seus sonhos se realizem e que a felicidade te acompanhe em cada passo. Saiba que estarei sempre aqui para te apoiar e te amar incondicionalmente.


Feliz aniversĂĄrio, meu amor! Que este dia seja.


DeBrunoParaCarla

Este livro nasce de uma voz em estado de excesso. HĂĄ aqui amor, perda, desejo de abrigo, confusĂŁo, fĂ©, medo e tentativa de reconstrução. NĂŁo Ă© uma histĂłria de calma. É uma histĂłria de atravessamento.
Entre o céu e o chão, entre o infinito e a chave esquecida no bolso, esta escrita procura um lugar para existir.


DeBrunoParaCarla

O amor Ă© bonito, mas sĂł vale quando nĂŁo machuca a gente por dentro.

Eu gosto do nosso amor assim, sem filtro e sem ensaio. Gosto do jeito que a gente se entende no meio da bagunça, da nossa risada do nada na cozinha e de como o meu dia melhora sĂł de saber que vocĂȘ tĂĄ por perto.
Tem gente que busca o amor em grandes fogos de artifĂ­cio, mas eu encontrei o meu na paz, na luta, nĂŁo Ă© fĂĄcil, mas sei que vocĂȘ me traz, amor e esperança. É na segurança da sua mĂŁo na minha e na certeza de que, nĂŁo importa o que aconteça lĂĄ fora, aqui dentro a gente se resolve.
Obrigado por ser meu lugar seguro e por fazer o comum virar especial. Te amar Ă© a parte mais bonita e verdadeira da minha rotina.


DeBrunoParaCarla

O DESERTO QUE BROTA NO PEITO.
Clamamos por amor nas longas estradas.
Entre sombras, esperas e jornadas.
Erguemos as mãos ao céu desmedido.
Perguntando por que o coração segue ferido.
Mas o amor que suplicamos em oração.
Talvez tenha partido de nossa prĂłpria mĂŁo.
Talvez tenha morrido na palavra negada.
Ou na ternura esquecida e nunca semeada.
Queremos jardins floridos ao amanhecer.
Sem lançar uma semente sequer.
Ansiamos pelo abrigo, pelo calor e pela luz.
Mas recusamos o peso da prĂłpria cruz.
Pedimos afeto Ă s portas do destino.
Como quem exige ĂĄgua sem cavar o caminho.
Esperamos colheitas em vasta amplidĂŁo.
Onde jamais trabalhou nossa dedicação.
O coração humano é campo profundo.
Que fecunda ou devasta seu prĂłprio mundo.
Quem distribui bondade em cada estação.
Constrói silenciosamente a própria habitação.
Nenhum rio alcança o mar de repente.
Nenhuma estrela resplandece ausente.
Toda grandeza nasce em discreta ação.
Todo amor regressa ao seu ponto de emissĂŁo.
Se a alma se fecha em rigor e frieza.
ReceberĂĄ de volta a mesma aspereza.
Mas se espalha perfume pelas veredas da dor.
EncontrarĂĄ flores onde antes havia dissabor.
NĂŁo Ă© o universo que nos esquece.
Nem a providĂȘncia que desfalece.
Muitas vezes a carĂȘncia que nos consome.
É o eco do bem que jamais tomou nome.
Assim segue o homem pela vastidĂŁo.
Procurando fora a própria redenção.
Sem perceber que a fonte procurada.
Nasce da ĂĄgua que foi compartilhada.
ReflexĂŁo
Muitas vezes lamentamos a ausĂȘncia do amor, sem notar que ele obedece Ă  mesma lei das sementes. NinguĂ©m colhe aquilo que nunca plantou. O afeto que oferecemos, a compreensĂŁo que distribuĂ­mos e a misericĂłrdia que exercitamos tornam-se forças que retornam, cedo ou tarde, ao encontro de nossa prĂłpria existĂȘncia. O amor que nos falta, nĂŁo raro, Ă© justamente aquele que ainda aguardava nascer atravĂ©s de nĂłs.

O meu amor azul
— Mestra do Amor


VocĂȘ Ă© tudo para mim:
o amor mais bonito
e puro que conheço.
Te vejo através da sua alma,
te vejo através do meu amor...


Te vejo com o coração —
alguém que ama sem véu,
sem mĂĄscara,
e deseja.


E se o mundo me disser que nĂŁo,
eu sou uma apaixonada
e preciso de vocĂȘ,
como quem precisa do ar,
do alimento,
da ĂĄgua...
como quem precisa
dos prĂłprios batimentos.


Eu sĂł preciso.


Te amo por inteiro,
mesmo sem saber
exatamente o que Ă© isso,
mesmo sem entender...


Eu sĂł te amo.


Amo o seu sorriso,
o seu jeito calado,
como quem tenta ser invisĂ­vel
e ainda assim vibra como um holofote.


Amo o seu jeito marrento,
o seu olhar de desejo quando me vĂȘ...
Amo a sua carĂȘncia infantil,
assustada,
de quem parece viver
num filme de suspense.


Amo a sua vermelhidĂŁo
tentando esconder a excitação...


Amo o seu olhar
e o jeito como me olha.
Eu só amo —
mesmo sem entender,
mas sabendo exatamente por quĂȘ.


Amo o seu jeito de andar,
de falar,
e o pouco que conheço
do seu jeito de pensar.


Amo tudo o que vejo,
tudo o que sei de vocĂȘ.
Eu sĂł te amo assim,
desse jeito...


Amo por inteiro,
até nos defeitos.


Amo, amo, amo.


VocĂȘ Ă© o meu amor verdadeiro...
“o meu amor azul”.
Te amo sem medo
e sem receio,
lĂĄ no fundo,
até o começo.


Eu te amo de todo jeito
— atĂ© mesmo do avesso.


Porque, na verdade,
nunca te vi direito;
sempre foi o meu coração
que via o seu.

⁠Como devo chamå-lo?
Meu amor
pedaço de mau caminho
ou
Ășltima gota de veneno??